Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pontos Nevrálgicos 6

Amigos e amigas.
Nestes próximos capítulos (8 e 9), vemos a necessidade de colocar o povinho e seus governos num redemoinho, invertendo, pervertendo e subvertendo o ensino e as leis para se garantir a supremacia.
Quem dentre nós não sente na pele todo o esquema que resumi e destaquei logo abaixo dos 'Protocolos'?
FAB29

Capítulo VII
"Devemos buscar nas sutilezas e delicadezas da língua jurídica uma justificação para o caso em que tenhamos de pronunciar sentenças que possam parecer muito ousadas e injustas, porque é mister exprimir essas sentenças em termos que tenham a aparência de ser máximas morais muito elevadas, conservando seu caráter legal." (Tergiversação é a tônica dos grandes corruptores.)

"Rodearemos nosso governo por uma multidão de economistas. Eis porque as ciências econômicas são as mais importantes a serem ensinadas aos judeus. Rodearemo-nos duma plêiade de banqueiros, industriais, capitalistas e, sobretudo, milionários, porque, em suma, tudo será decidido pelas cifras." (Taxas, impostos, usura,...)

"Durante certo tempo, até o momento em que não houver mais perigo em confiar os postos de responsabilidade de nossos Estados a nossos irmãos judeus, confiá-los-emos a indivíduos cujo passado e cujo caráter sejam tais que haja um abismo entre eles e o povo, a homens tais que, em caso de desobediência as nossas ordens, não lhes restem outra coisa a esperar senão a condenação ou o exílio, a fim de que defendam nossos interesses até o derradeiro alento" (Quantos políticos fogem a essa regra no mundo?)

Capítulo XIX
Quando nosso reinado chegar, substituiremos nossa palavra de ordem - Liberdade, Igualdade e Fraternidade - não por outra palavra de ordem, porém pelas mesmas palavras transformadas em idéias; diremos: direito à liberdade”, “dever de igualdade” e “ideal de fraternidade”. (Então, deveríamos incluir aí a "Falsidade")

De nós, promana o terror que tudo invade. Temos, a nosso serviço, homens de todas as opiniões, de todas as doutrinas: restauradores de monarquias, demagogos, socialistas e comunistas e toda a sorte de utopistas. Atrelamos o mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina de seu lado os derradeiros restos do poder, esforçando-se por derrubar tudo o que ainda se mantém de pé. Todos os Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e estão dispostos a tudo sacrificar pela paz; mas nós não lhes daremos a paz, enquanto não reconhecerem nosso Governo Supremo, abertamente e humildemente. (Que Al-Qaeda, IRA, Taliban, que nada! Meros infantilóides, se comparados a esses especialistas.)

Para não destruir prematuramente instituições dos cristãos, temos tocado nelas com habilidade, tomando em nossas mãos as molas de seu mecanismo. Essas molas estavam dispostas numa ordem severa, mas justa; substituímo-la pela arbitrariedade desordenada. Tocamos na jurisdição, nas eleições, na imprensa, na liberdade individual, e, sobretudo, na instrução e na educação, que são as pedras angulares da existência livre. Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio duma educação fundada em princípios e teorias que sabemos falsos e que são inspirados por nós. Por cima das leis existentes, sem mudá-las de modo essencial, porém somente as desfigurando por interpretações contraditórias, obtivemos resultados prodigiosos. (Sordidez é elogio!)

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