Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Pontos Nevrálgicos - 8

Amigos e amigas.
Seguem abaixo pontos do capítulo XI, que é rápido e sucinto.

"Ocupemo-nos das medidas que nos servirão para rematar a transformação do Estado no sentido que já expusemos. Refiro-me à liberdade de imprensa, ao direito de associação, à liberdade de consciência, ao princípio eletivo e a muitas outras coisas que deverão desaparecer do repertório ou serem radicalmente mudadas, quando for proclamada a nova constituição." (E quando isso acontecer, o povinho anestesiado só conseguirá pronunciar: "AAAANNNN?!?!...")

"Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! (...) Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência.
É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado..." (Tudo bem! O povinho está bem acostumado ao mofo.)

"Isso serviu de base à nossa organização da franco-maçonaria secreta, que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos." (Será que foram eles que criaram a expressão "Fingir-se de morto pra traçar o coveiro"?)

Quanto ao capítulo XII, faz uma semana que penso e tento resumir seus pontos nevrálgicos. Hoje, confesso que capitulei. Descobri que ele é um CAPÍTULO nevrálgico. Nele, seus autores explicitam a maneira que conduzirão a liberdade e a imprensa: com rédeas curtas e fortes para se protegerem de ataques. Só terão permissão para imprimir e publicar livros os coniventes a eles, os que tem algum "rabo preso" para serem controlados.

Publicações rápidas e resumidas que se opuserem a eles, se publicadas, serão taxadas grandemente. Só as que seguirem a tendência pré-estabelecida por eles serão quase grátis, para a maioria ter fácil acesso. Eventualmente permitirão passar obras extensas e enfadonhas da oposição, "que serão pouco lidas, sobretudo por causa de seu custo". Mas tudo precisará de autorização deles.

Frisa a absoluta necessidade de se apoderar da imprensa para influenciar os espíritos e o esquema de ter três planos de ação: o oficial, o oficioso e a (falsa) oposição. Esta servirá para os adversários acharem que tem força e condição para exporem suas armas e cairão na armadilha. Desta maneira, o controle das opiniões será completo. Criarão "montanhas russas" de situações conforme a necessidade do momento.

"Todos os órgãos da imprensa estão ligados entre si pelo segredo profissional". Nenhum jornalista ousa trair esse segredo por terem manchas em seu passado (fator obrigatório para sua admissão na órbita da literatura). E as províncias terão nutridas esperanças e aspirações diferentes das da capital (manobradas por eles). E, no final de tudo, a desonestidade pública desaparecerá para se dar a impressão que "o governo supremo atual funciona!"

Peço vênia de resumi-lo assim, com minhas palavras, mas acreditem que fui fidelíssimo. Tudo isso é bem explicitado lá no cap. XII.

FAB29

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Votar pra quê?

Amigos e amigas.
Por ter me tornado totalmente desiludido com a democracia que está sendo imposta ao mundo, questiono o ato (obrigatório) de votar. Tantas definições (prós e contras) existem para esse tipo de regime que quem não consegue raciocinar e racionalizar um mínimo que seja, demonstrando personalidade e opinião, fatalmente será engambelado pelos aproveitadores que pervertem seu significado básico ("governo do povo") para "se dar bem".

Começa que a liberdade é um fio de lâmina; quanto maior a liberdade que você se concede ou lhe é concedida, mais afiada é a lâmina, aumentando o risco de se ferir ou se condenar à prisão. "Para cada ação, uma reação": se você se arvora em fazer o que bem entende, a reverberação o atingirá e você deverá estar pronto para suportá-la. A democracia concede ampla liberdade a todos para "eleger seus representantes e governantes". No caso deste país de 200 milhões de habitantes (sendo cerca de 50 milhões de alfabetizados, 15 milhões de analfabetos e quase 80 milhões de semi-analfabetos), os vermes entronizados na cúpula deitam e rolam na manipulação. Os analfabetos obedecem sem questionar; os semi-analfabetos se deixam levar pelas ondas de quem é mais falado, fala melhor, oferece mais ou está na frente nas "pesquisas de opinião" (afinal, não querem votar em quem vai perder). Os poucos alfabetizados que sobram (já que uma parte está no poder de alguma forma) praticamente não tem um poder de decisão. Some-se a tudo a sombra do voto eletrônico, que qualquer especialista poderia adulterar, talvez colocando um comando que altere votos, ou que garanta ao candidato A ou B uma quantidade X de votos, ou ainda, que tenha o resultado final já "pré-homologado". Vai se saber?

Mas, essencialmente, a decisão de quem governará e legislará o país fica à mercê da "vontade" da grande maioria: os alienados, iletrados, ignorantes, excluídos, etc. Este é um dos maiores motivos por que os governos quase não investem na otimização do ensino. As aulas se resumem em ensinar o bê-a-bá, adição e subtração. Aulas críticas que desenvolvam o senso de análise e opinião, a racionalização, a interpretação e compreensão de textos, o conhecimento dos meandros da História e da geopolítica, a espiritualidade, o deslinde sem peias e pejos dos mistérios da Ciência, etc, só são permitidas a uma casta pra lá de restrita, sendo a maioria dela formada de "iniciados". À esmagadora maioria, o ensino banal, subversivo, corrompido, desvirtuado,...

E a "cereja do bolo" é a democrática obrigatoriedade do voto! Estamos chegando a 25 anos de eleições diretas e o básico direito de irmos ou não votar não existe. Quem não exercer esse "sagrado dever cívico", sofre um monte de sanções. E com a exasperação crescente tanto da massa de desvalidos quanto da sociedade dita pensante, muitos "protestam" votando em fantoches (os Tiriricas da vida), fato que desacredita a lisura da "vontade popular" e faz a alegria dos vermes que se locupletam no poder. Outros tantos fazem apologia ao voto nulo, pensando: "Votei em fulano, me arrependi; em beltrano, me arrependi; em sicrano, me arrependi. Votei nulo, não me arrependi!" Então, pra quê democracia?!

Concluindo: a democracia só beneficia os espertalhões e imorais; o povinho se deixa levar pelo laudatório palavreado hipócrita que afirma ser o seu voto a sua maior arma; e o voto obrigatório é o epítome da sordidez por atar a pouca consciência à imensurável ignorância. Nesta toada, o cerco se fecha e os grilhões da escravatura consentida e avalizada (preconizada por Aldous Huxley) são aceitos bovinamente. Triste humanidade!...

FAB29

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A vez de Javé.

Amigos e amigas.
No post "Josué, o Exterminador do Passado", resumi várias "peripécias assassinas" de um dos preferidos de deus. Moisés é outro que merecia um post semelhante, mas achei por bem misturar alguns de seus atos aos do "chefe da ROTA": o ciumento, exigente, vingativo e implacável Javé.

Tudo o que a etnia judaica praticou no Antigo Testamento foi com a anuência e exigência desse deus. Porém, o próprio Javé "mostrava o caminho", trucidando quaisquer dois ou três (mil) que balbuciassem contra ele. Apesar de conhecidas (ainda que aleatoriamente), compilei estas passagens do AT desses personagens sui generis para bem ilustrar. Vejam só.

FAB29

Levítico 26:27-29. E, apesar disso tudo, se vocês ainda não me derem ouvidos e continuarem a se opor a mim, eu ficarei furioso contra vocês, e os castigarei sete vezes mais, por causa de seus pecados. Vocês comerão a carne de seus filhos e a carne de suas filhas.


Jeremias 19:9. Farei que eles devorem a carne dos próprios filhos e filhas. Eles se devorarão entre si por causa do cerco e da angústia que seus inimigos vão impor a eles.

Números 31:9-10. Os filhos de Israel levaram como prisioneiras as mulheres madianitas com suas crianças, e saquearam todo o gado, rebanhos e bens. Incendiaram as cidades e todos os povoados.

31:14-18. Moisés ficou furioso com os chefes da tropa, generais e capitães que voltavam da guerra e lhes disse: “Por que vocês deixaram as mulheres com vida? Foram elas que, instigadas por Balaão, fizeram os filhos de Israel trair Javé no caso de Fegor: por causa delas houve uma praga sobre toda a comunidade de Javé. Agora, portanto, matem todas as crianças do sexo masculino e todas as mulheres que tiveram relações sexuais com homens. Deixem vivas apenas as meninas que não tiveram relações sexuais com homens, e elas pertencerão a vocês”.

Êxodo 32:27-29. Moisés então lhes disse: “Assim diz Javé, o Deus de Israel: ‘Cada um coloque a espada na cintura. Passem e repassem o acampamento, de porta em porta, matando até mesmo o seu irmão, companheiro e parente”.
Os filhos de Levi fizeram o que Moisés havia mandado. E nesse dia morreram uns três mil homens do povo.
Então, Moisés disse: “Hoje vocês se consagraram a Javé, à custa do filho ou do irmão, a fim de que ele hoje conceda a bênção a vocês”.

Êxodo 11:10. Moisés e Aarão fizeram todos esses prodígios diante do Faraó. Javé, porém, endureceu o coração do Faraó. E este não deixou que os filhos de Israel partissem do seu país.
12:29. À meia-noite, Javé feriu todos os primogênitos do Egito: desde o primogênito do Faraó, que iria suceder-lhe no trono, até o primogênito do prisioneiro que estava na cadeia e até os primogênitos dos animais.

Números 11:31-34 Javé levantou do mar um vento que arrastou bandos de codornizes, fazendo-as cair no acampamento. Então, no raio de um dia de viagem ao redor do acampamento, o chão ficou coberto delas, formando uma camada de quase um metro de altura. O povo passou o dia todo, a noite e o dia seguinte recolhendo codornizes; quem recolheu menos, chegou a juntar dez cargas de burro. E as estenderam ao redor do acampamento. Estavam ainda com a carne na boca, sem ter mastigado, quando a ira de Javé se inflamou contra o povo, ferindo-o com grande mortandade. O lugar ficou sendo chamado de Cemitério da Avidez, porque aí o povo enterrou as vítimas da sua avidez.

Ezequiel 20:26. Permiti que se manchassem com suas oblações, quando, para expiação de seus pecados, ofereciam seus primogênitos em sacrifício, para que soubessem que eu sou o Senhor.

Gênesis 38:9-10. Onã, porém, sabia que a descendência não seria sua e, cada vez que se unia à mulher do seu irmão, derramava o sêmen por terra, para não dar descendência ao irmão. O que ele fazia desagradava a Javé, que o fez morrer também. [Daqui se originou o termo "onanista"].

Oséias 13:16. Samaria vai pagar, pois revoltou-se contra o seu Deus: cairão sob a espada, suas crianças serão cortadas em pedaços e suas mulheres grávidas terão seus ventres rasgados.

Levítico 26:21-22. Se vocês ainda se opuserem a mim e não me obedecerem, eu os castigarei sete vezes mais, por causa de seus pecados. Mandarei as feras do campo contra vocês. Elas deixarão vocês sem filhos, reduzirão seu gado e dizimarão vocês, a ponto de lhes deixar desertos os caminhos.

Deuteronômio 13: 6-11. Quanto ao profeta ou intérprete de sonhos, deverá ser morto, porque propôs uma revolta contra Javé, seu Deus, que tirou vocês do Egito e os resgatou da casa da escravidão, e porque procurou afastar você do caminho pelo qual Javé, seu Deus havia mandado seguir. Desse modo, você estará eliminando o mal do seu meio. Se seu irmão, filho de seu pai ou de sua mãe, ou seu filho, sua filha, ou a esposa que repousa em seus braços, ou o amigo íntimo quiser seduzir você secretamente, convidando: ‘Vamos servir outros deuses’ (deuses que nem você nem seus antepassados conheceram, deuses de povos vizinhos, próximos ou distantes de você, de uma extremidade da terra à outra), não faça caso, nem dê ouvidos. Não tenha piedade dele, não use de compaixão, nem esconda o erro dele. Pelo contrário: você deverá matá-lo. E para matá-lo, sua mão será a primeira. Em seguida, a mão de todo o povo. Apedreje-o até que morra, pois tentou afastar você de Javé, seu Deus, que o tirou do Egito, da casa da escravidão.

Êxodo 20:5. Não se prostre diante desses deuses, nem sirva a eles, porque eu, Javé seu Deus, sou um Deus ciumento: quando me odeiam, castigo a culpa dos pais nos filhos, netos e bisnetos. [Então, nestes dois últimos, constatamos que EXISTIAM outros deuses, segundo o maioral, que prometia, também, castigar até a terceira geração do infeliz que o renegasse.]

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Doenças ashkenazis

Amigos e amigas.
Entre as tantas coisas que leio dos mais variados assuntos, encontrei um tópico sobre doenças hereditárias. São muitas, mas com o avanço da medicina preventiva, podem ser evitadas. Ou poderiam.

Sim, porque há alguns 'senões'. Os dois principais são a desinformação (natural ou forçada) e o peso das tradições culturais e religiosas. A desinformação forçada tem o intuito de elitizar tanto o conhecimento quanto o acesso às curas, reservando a quintessência dos medicamentos a uma casta e relegando o resto ao povinho (uns 95% da humanidade). Já no segundo caso, a complicação é maior: dogmas ancestrais são quase impossíveis de se suplantar. A maioria prefere morrer ou perder um ente querido, em respeito às suas tradições.

Peguei o caso da cultura e religião judaica e vi um exemplo dessa verdade. O desejo cultural e religioso de não se misturar, de não ser assimilado, fez (e ainda faz) com que a comunidade judaica só se relacionasse com os seus e desenvolvesse uma série de doenças hereditárias. Houvesse interesse dos dominantes de garantir completo bem estar a todos, milhões seriam poupados de uma vida dificultosa, sofrida e limitada.

Enumerei abaixo as principais doenças que afetam os judeus:

1- DOENÇA DE TAY-SACHS
Segundo um artigo da biomédica geneticista Lygia da Veiga Pereira, publicado no São Paulo Medical Journal (2001):
"Na população judaica Ashkenazita, a incidência da doença é de um para cada 3.500 nascimentos, e a freqüência de portadores é de um para cada 29 indivíduos."

A síndrome é caracterizada por um retardo no desenvolvimento neuro-psíquico-motor cujo início pode ocorrer por volta dos 3 a 5 meses de vida, como uma leve fraqueza motora e uma reação exagerada ao som, geralmente na extensão súbita dos membros. Logo, são acrescentados a esses fenômenos a paralisia, a demência e a cegueira com a morte ocorrendo geralmente aos dois ou três anos de idade.

2- DOENÇA DE GAUCHER
A herança é autossômica recessiva e sua incidência global é desconhecida, porém se estima que seja de 1:7.000 ou 1:10.000 judeus Ashkenazi.
Segundo Jovino Ferreira, em um artigo publicado na Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (2008): "Tal deficiência induz ao acúmulo deste glicolipídio, levando às alterações histológicas, que são especialmente evidenciadas nos órgãos ricos em elementos do sistema imunológico monocítico-fagocitário (fígado, baço, linfonodos e medula óssea)."

3- SÍNDROME DE BLOOM
É uma doença rara, autossômica recessiva, que caracteriza-se por um retardo grave do crescimento pré ou pós-natal, associado a lesões cutâneas faciais causadas pelas luz do sol, além de face característica, infertilidade, predisposição ao câncer, instabilidade cromossômica e imunodeficiência.

4- DISAUTONOMIA FAMILIAR (Síndrome de Riley-Day)
É uma desordem do sistema nervoso autônomo que afeta o desenvolvimento e a sobrevivência dos neurônios sensoriais, simpáticos e parassimpático no sistema nervoso autônomo sensorial, resultando variáveis sintomas incluindo: insensibilidade à dor (a principal), incapacidade de produzir lágrimas, fraco crescimento e pressão arterial lábil (hipertensão episódica e hipotensão postural). É uma doença hereditária autossômica recessiva incurável, relacionada com uma mutação num gene do cromossomo 9. A incidência em judeus ashkenazis é 1:3700.

5- DEFICIÊNCIA DE 21-HIDROXILASE
Doença hereditária de transmissão autossômica recessiva que é responsável por cerca de 90 a 95% dos casos de HCSR (Hiperplasia Congênita da Supra Renal). A gravidade da doença correlaciona-se com o grau de atividade enzimática da 21-OH, que, por sua vez, depende do tipo de mutação que ocorre no gene específico. A clínica é variável: pubarca precoce, hirsutismo, oligoamenorreia, acne, ovários policísticos e infertilidade.

6- DISTONIA DE TORÇÃO IDIOPÁTICA
Distonia é uma síndrome caracterizada por movimentos involuntários provocados por uma contração muscular sustentada, levando à torção, a movimentos repetitivos ou a posturas anormais.
Existem pelo menos sete categorias diferentes de distonias em que um gene específico já está sendo procurado ou já foi mapeado em nosso genoma. Ainda não se conhece a localização ou o tipo de defeito protéico produzido pelo gene defeituoso na maioria dos casos de distonia, que sejam de transmissão genética.

7- SÍNDROME DE LA TOURETTE
É um distúrbio neuropsiquiátrico que caracteriza-se por múltiplos tiques, motores ou vocais, que perdura por mais de um ano e normalmente instala-se na infância. Normalmente, a síndrome inicia-se durante a infância ou juventude de um indivíduo, ocasionalmente tornando-se crônica. No entanto, habitualmente durante a vida adulta, os sintomas tendem a amenizar.
Na grande maioria dos casos (80%), a manifestação clínica inicial da doença são os tiques motores. Estes englobam piscar, franzir a testa, contrair a musculatura da face, balançar a cabeça, contrair em trancos os músculos do abdômen ou outros grupos musculares, bem como outros movimentos mais elaborados, como tocar ou bater em objetos que se encontram próximos.

8- DOENÇA DE NIEMANN-PICK
É uma doença autossômica recessiva e apresenta cinco fenótipos:
TIPO A: doença neuro-degenerativa infantil. Fatal aos 3 e 4 anos;
TIPO B: acomete o Sistema Retículo-Endotelial, com pouco ou nenhum envolvimento do Sistema Nervoso Central. Os pacientes costumam chegar à idade adulta em boa saúde;
TIPO C: inicia-se no primeiro ou segundo ano de vida com alterações neurológicas lentas. A hepatoesplenomegalia é menor que a que ocorre nas formas anteriores. A sobrevida é variável; porém, é fatal antes dos 20 anos;
TIPO D: descrita em apenas uma família na Nova Escócia. Inicia-se aos cinco anos, assemelha-se ao tipo C e tem evolução protraída;
TIPO E: é raro; causa uma hepatoesplenomegalia e não há envolvimento do Sistema Nervoso Central.
Os sintomas mais comuns são: perda da capacidade de falar, de andar, dificuldade na atividade celular, dificuldade ao comer, insuficiência respiratória e desconexão do meio. O tratamento é: atividades fisioterapêuticas, melhoramentos nutricionais e tratamento das crises epiléticas.

Daí, fico pensando: um povo dito tão cioso de sua educação, cultura, tradição, saúde, tecnologia, bem estar,... um povo abastado, unido, corporativista, auto-protetor,...! Mesmo assim, vulnerável a tantas iniquidades por culpa de uma "viseira" que aceita que lhe ponham. Nem me é aceitável imaginar as centenas de outros povos que vivem à margem do progresso, da evolução, da tecnologia, em situação (in)digna da Idade Média.

E a máfia da indústria farmacêutica, com seus remédios só para alívio de sintomas, somada às ordens cada vez mais abrangentes de se vigiar a venda de remédios apenas com apresentação de receita (fato que nos torna ainda mais reféns de um sistema de saúde entupido, caquético e ineficiente) nos distanciam mais e mais de uma garantia de vida tranquila e feliz. E essa mesma vigilância quase nada afeta a venda livre de cigarros, bebidas alcoólicas,... Parece que se destruir é plenamente livre; tentar uma cura, mais ou menos.

Sinal dos tempos? Amaldiçoados tempos de absolutismo, até da alma.
FAB29


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Segregação e livre arbítrio

Amigos e amigas.
Quem diz que segregação é sinônimo de preconceito está parcialmente certo. Penso que o primeiro pode ser uma faceta do segundo, mas depende do ponto de vista, da moralidade e do espírito livre de cada um.

Certamente, a maioria vai citar o regime do Apartheid (que significa "segregação", em africâner) que vigorou na África do Sul por décadas e lá, os dois (segregação e preconceito) viraram unha e carne. Tantos crimes e injustiças foram cometidos, criando uma aura nefasta de desconfiança e rancor que deixará cicatrizes possivelmente ad eternum.

Mas segregar em si não pode ser crime, sequer um delito. Qualquer povo ou indivíduo tem o direito de se isolar, de não querer miscigenar ou "poluir" suas tradições, cultura e crença. As atitudes do "politicamente correto", que detrata e criminaliza o livre arbítrio de não querer se misturar, de preferir A ou B ou C e, até, de se orgulhar de sua pureza racial ou qualquer outra, são nefastas.

Afinal, quando os gays fazem suas apoteóticas paradas pelo mundo, eles recebem toda a atenção e respeito da mídia; quando rappers, funkeiros, axés e sertanejos lançam músicas grosseiras e/ou ofensivas, a mídia não deixa de veiculá-las; quando alguém ostenta uma camisa escrito "100% negro!", isto é visto como um ato de orgulho digno de admiração (se estiver escrito "100% branco!", o infeliz, fatalmente, será mal visto e taxado até de 'nazista').

Porém, quem quiser passar longe das paradas gays, repudiar e deletar as canções grosseiras ou ostentar seu orgulho racial estará segregando sem cometer nenhum delitoQuando japoneses, judeus, árabes, nórdicos e qualquer outro povo segregam suas genéticas, cultura e tradições de todos aqueles que não fazem parte de seus mundos, eles estão apenas e tão somente exercendo seu livre arbítrio de manterem a pureza de tudo aquilo que vem desde seus ancestrais e que são inerentes a cada um deles desde o berço.

A única miscigenação digna de respeito é aquela baseada também no livre arbítrio das duas partes que a desejam; nunca aquela imposta pela "torcida" como "o correto", porque "assim, você será bem visto", etc. Ambas deverão estar cientes de que suas culturas e tradições são díspares e terão de se conscientizar de que precisarão aceitar e assimilar algumas coisas de cultura e tradição que lhe serão estranhas para, assim, minimizar possíveis dissensões e, principalmente, passar a seus descendentes uma aura e mentalidade pluralistas, capazes de filtrar ou bloquear atitudes preconceituosas.

Em resumo: todos nós segregamos. A intensidade, a maneira e a finalidade da segregação é que precisam ser medidas para evitar de se prejudicar os outros. É obrigação de cada um se auto analisar, percebendo e aceitando suas normais atitudes segregacionistas. Se algumas delas forem nocivas, urge uma lapidação, uma depuração para melhorar a convivência. Nunca se sentir culpado por não querer se misturar. Você é um indivíduo. Nasceu assim e morrerá assim. Finalizo com palavras de Mário Quintana:

"Quando desejamos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que só estamos juntos porque queremos, gostamos e nos sentimos bem."

FAB29

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Josué, o Exterminador do Passado.

Amigos e amigas.
Uma palavra corriqueira há muito tempo é "extermínio". E em todos os tipos de guerras: entre gangues, facções, regiões, etnias, países, etc. Mas é triste sabermos que isso vem de tempos ancestrais, até mesmo divinamente.

Muitas culturas falam de seus deuses ciumentos, vingativos, destruidores, estupradores, etc. Eles exigiam adoração e fidelidade; puniam gravemente qualquer falta, até por motivo fútil; engravidavam, seviciavam e abusavam de seus súditos; e etc.

A Bíblia não é exceção, especialmente no Velho Testamento judaico. Mas quem se destaca de sobremaneira nesse quesito é Josué. Retirei excertos de suas "proezas em nome de Javé" ou "com Javé". Não deixa uma vírgula a dever a qualquer exterminador da História da humanidade. Se possível fosse somar as baixas, daria uma Hiroshima. E quase todos, no "fio da espada".

Confiram a ladainha assassina de um dos preferidos de Javé.
FAB29

Js.8
24- E sucedeu que, acabando os israelitas de matar todos os moradores de Ai no campo, no deserto, onde os tinham seguido, e havendo todos caído ao fio da espada, até serem consumidos, todo o Israel se tornou a Ai e a feriu ao fio de espada.
25- E todos os que caíram aquele dia, assim homens como mulheres, foram doze mil, todos moradores de Ai.

Js.10
10- E o Senhor os conturbou diante de Israel, e os feriu [os cinco reis dos amorreus e seus exércitos], com grande matança em Gibeom; e perseguiu-os pelo caminho que sobe a Bete-Horom, e feriu-os até Azeca e a Maquedá.
11- E sucedeu que fugindo eles de diante de Israel, à descida de Bete-Horom, o Senhor lançou sobre eles, do céu, grandes pedras, até Azeca, e morreram; e foram muitos mais os que morreram das pedras da saraiva do que os que os filhos de Israel mataram à espada.
(...)
30- Javé entregou também Lebna nas mãos de Israel, que passou ao fio da espada o rei e todos os que viviam na cidade. Não deixou nenhum sobrevivente, e tratou o rei como havia tratado ao rei de Jericó.
(...)
32- Javé entregou Laquis na mão de Israel que, no dia seguinte, tomou a cidade e passou ao fio da espada todas as pessoas que aí viviam, da mesma forma como já havia feito com Lebna.
33- Horam, rei de Gazer, subiu para socorrer Laquis, mas Josué o derrotou juntamente com seu exército, sem lhe deixar nenhum sobrevivente.
(...)
35- Nesse mesmo dia, tomaram a cidade (Eglon) e passaram ao fio da espada os habitantes, consagrando ao extermínio todas as pessoas que nela viviam, conforme tudo o que já haviam feito a Laquis.
(...)
37- Tomaram a cidade (Hebron) e passaram ao fio da espada seu rei, e também toda a sua população e as cidades dependentes. Não ficou nenhum sobrevivente, conforme o que já haviam feito com Eglon. Consagraram a cidade ao extermínio, juntamente com todas as pessoas que nela viviam.
(...)
39- Tomou a cidade (Debir), bem como seu rei e todas as cidades dependentes; passaram a população ao fio da espada, consagrando ao extermínio todas as pessoas que nela viviam. Não ficou nenhum sobrevivente. Josué tratou Dabir e seu rei da mesma forma como havia feito a Hebron, a Lebna e a seus reis.
40- Desse modo, Josué conquistou toda a região montanhosa, o Negueb, a planície e as descidas das águas, juntamente com seus reis. Não deixou nenhum sobrevivente, mas consagrou ao extermínio todo ser vivo, como Javé, o Deus de Israel, havia ordenado.

Js.11
5- Todos estes reis se ajuntaram, e vieram e se acamparam junto às águas de Merom, para pelejarem contra Israel.
(...)
7- E Josué, e todos os homens de guerra com ele, veio apressadamente sobre eles às águas de Merom, e atacou-os de repente.
8- E o Senhor os deu nas mãos de Israel; e eles os feriram, e os perseguiram até à grande Sidom, e até Misrefote-Maim, e até ao vale de Mizpá ao oriente; feriram até não lhes deixarem nenhum.
(...)
10- E naquele mesmo tempo, voltou Josué e tomou a Hazor, e feriu à espada ao seu rei; porquanto Hazor antes era a cabeça de todos estes reinos.
11- E a todos os que nela estavam, feriram ao fio da espada, e totalmente os destruíram; nada restou do que tinha fôlego, e a Hazor queimou a fogo.
12- E Josué tomou todas as cidades destes reis, e todos os seus reis, e os feriu ao fio da espada, destruindo-os totalmente, como ordenara Moisés, servo do Senhor.
(...)
14- E todos os despojos destas cidades e o gado, os filhos de Israel tomaram para si; tão somente a todos os homens feriram ao fio da espada, até que os destruíram; nada do que tinha fôlego deixaram com vida.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Owens e Louis.


Amigos e amigas.
A foto ao lado é, para mim, a mais emblemática da História da Olimpíada de Berlim de 1936: a expressão de altivez, orgulho e honra do alemão Lutz Long logo atrás do mito Jesse Owens, ao receber sua medalha de prata que valeu ouro (Afinal, ele fora derrotado por um dos invencíveis da História).

O que pouco (ou nada) é mostrado é o "Antes das provas", quando Owens e Long se mostravam inseparáveis, relaxados, sorridentes, posando alegres para as fotos como esta abaixo e também que o alemão ensinou o estadunidense a saltar durante a competição, fator determinante para sua derrota, mas que não o abalou (a história oficial agora quer afirmar que Long era contra o regime de Hitler). Owens declarou: "Você pode derreter todas as medalhas e troféus que possuo e isto não seria um revestimento suficiente para a amizade de 24 quilates que eu sentia por Lutz Long naquele momento.

Inquebrantável amizade
Também não é mostrado o "Após as provas". Pela primeira vez, vi um vídeo no especial do "Sportv Repórter" sobre o centenário de nascimento de Owens (“Rompendo barreiras”, se não me engano) mostrando os dois descendo do pódio acima abraçados e sorridentes. Assim como omitem a adoração do povo "racista" alemão ao mito negro. Também não falam que o governo alemão proporcionou a ele e outros atletas estadunidenses uma apresentação na cidade de Colônia. Muito menos dizem que foi o presidente da delegação estadunidense que suspendeu o "rebelde" Owens, proibindo-o de competir, deixando-o ao "Deus-dará" nos EUA. Só é propalado constantemente que ele é considerado "a maior afronta esportiva da História" ao fazer Hitler abandonar o estádio olímpico furioso por um "ser inferior" ter derrotado seus "super homens arianos".

Daí, aparece aquela "testemunha chata e inoportuna" para sacanear a "istorinha" montada com tanto zelo. O repórter chamado Siegfried Mischner afirmou que Owens carregava em sua carteira uma foto de Hitler cumprimentando-o, fato que fora registrado por vários colegas repórteres. Quando lhe mostrou a fotografia, Owens teria lhe dito: "Este foi um dos meus momentos mais bonitos." Mas a história "ofalsial" despreza olimpicamente (trocadilho proposital) isso.

Owens repetiu várias vezes a Mischner que não fora esnobado por Hitler. Pelo presidente Roosevelt, sim e várias vezes. E disse mais tarde que ele foi tratado melhor na Alemanha do que na América, onde os negros enfrentavam segregação, humilhações e real desprezo. Demorou décadas para ele poder lucrar um pouco com sua imagem.

"Owens estava decepcionado", disse Mischner. "Ele balançava a cabeça em desaprovação. A imprensa era muito obediente. Todos os meus colegas estão mortos, Owens está morto. Eu pensei que esta era a última chance de fazer a coisa certa. Mas não tenho nenhuma ideia de onde a foto está ou mesmo se ela existe ainda."

Louis e seu grande amigo Schmeling
Paralela a essa história, existe outra muito semelhante: a do estadunidense Joe Louis contra o alemão Max Schmeling na mesma década de 30. Louis, o "Bombardeiro Negro", era o campeão invicto de boxe dos pesados e foi desafiado por Schmeling, o "Ulano do Reno". Louis foi "amassado" a luta inteira, mas só nocauteado no 12º round. Dois anos depois, recuperou o título de forma contundente, nocauteando Schmeling no 1º round. As propagandas estadunidenses fizeram com Louis o mesmo que fizeram com Owens: "um herói, dito 'de raça inferior', que humilhou a 'crença de superioridade ariana' de Hitler", etc, tentando propagandear que, na "América Livre", a segregação era mito e que qualquer pessoa de qualquer raça ou nível social podia vencer na vida.

Mas, na prática, o racismo na América suplantou tudo e outro ícone negro do esporte foi massacrado pelo preconceito e desprezo em seu dia a dia (também sofreram isso o índio Jim Thorpe e Muhammad Ali), passando seus últimos 30 anos de vida em condições precárias. Seu melhor e fiel amigo foi justamente... Schmeling, que lhe enviou dinheiro sempre que possível e que pagou seu funeral. Novamente, os ditos "racistas" demonstrando respeito, consideração e amizade a "raças inferiores". Já na "Terra das Liberdades",...!
FAB29

"Joe Louis e eu fomos os primeiros ícones do moderno esporte nacional que eram negros.
Mas nenhum de nós poderia fazer publicidade nacional porque o sul não compraria.
Este era o estigma social sob o qual vivíamos."

Em tempo: quem encontrar este fantástico livro, sinta-se um privilegiado:
As histórias que o status quo não quer que se conte.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Campos de concentração sionistas

Amigos e amigas.
Neste artigo de 24 de junho de 2012, Michael Hoffman comenta uma matéria publicada no "The Washington Post" do dia anterior a respeito de campos de concentração israelenses para imigrantes. Nada a dever às centenas de campos de concentração que se espalham pelo "País das Liberdades", como especifiquei neste link:
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/07/novos-campos-de-concentracao.html

Quando será que a covardia em todos os sentidos dos "líderes estadunidenses" terá fim? Também a dos "líderes europeus", claro?
FAB29

Israel colocará seus imigrantes africanos
em campos de concentração
Os preparativos estão em andamento para conter milhares de imigrantes africanos em um vasto campo de concentração
no sul do 'Israel'. (Por Michael Hoffman)

Imagine qualquer político republicano ou democrata nos EUA dizendo qualquer coisa igual ao que os líderes israelenses (que são, ou funcionários do governo de Netanyahu,  ou de seus colaboradores mais próximos, aliados políticos) estão dizendo:
Judeus etíopes protestando em israel
"As tensões sobre a presença dos migrantes têm sido alimentadas por políticos de direita. Em um discurso no último mês em protesto no bairro Hatikva, Miri Regev , um membro do parlamento do partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, chamou os africanos de câncer em nosso corpo."

"O ministro do Interior Eli Yishai, que prometeu limpar todos os migrantes, disse ao jornal Maariv em uma entrevista recente, que eles estavam criando 'um Estado dentro do Estado' e que 'a maioria das pessoas que vêm aqui são muçulmanos, que pensam que este país não pertence a nós, ao homem branco'".

"Se nós não interrompermos a entrada, o problema, cuja extensão é de agora 60.000 infiltrados ilegais, poderia facilmente chegar a 600.000, o que inundaria o país e, em grande medida, anularia o nosso caráter como Estado judeu e democrático", disse o primeiro-ministro Netanyahu em uma reunião de seu gabinete no mês passado.

Protesto de imigrantes negros em israel
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/12/imigrantes-africanos-protestam-por-direitos-humanos-em-israel.html

"Em uma entrevista à televisão, Yishai descreveu os movimentos para deportar os estrangeiros como um ato de auto-preservação nacional, para manter a maioria judaica de Israel. "Se nós não fizéssemos isso, não teríamos um país", disse ele .

"...os preparativos estão em andamento para prender outros milhares de africanos em um acampamento grande no sul de Israel."
Fonte: "Imigrantes africanos em Israel encaram ameaças, deportações" The Washington Post, 23 de junho de 2012.

Imagine Mitt Romney ou Ron Paul dizendo: "América não pode aceitar mais imigrantes de China e Índia, porque precisamos preservar o nosso caráter como nação cristã!"

Imagine os líderes republicanos declarando que nossa nação não vai conceder anistia a milhões de imigrantes latinos "que pensam que este país não pertence a nós, ao homem branco".

Se qualquer notável político americano​​ expressasse estes sentimentos, a imprensa sionista iria uivar para ele como um bando de coiotes raivosos e o líder americano que proferiu tais palavras proibidas seria totalmente desacreditado e teria a sua carreira política em ruínas em poucas horas. No entanto, quando o primeiro-ministro israelense Netanyahu fala ao Congresso, ele é fervorosamente aplaudido, lhe são dadas inúmeras ovações e os meios de comunicação são, ou respeitosos para com ele ou, pelo menos, circunspectos, assim como nossos impostos subsidiam o mais selvagem e retrógrado racismo israelense e a xenofobia que se possa imaginar.

Apenas outro vassalo sionista

A visão grandiosa dos sionistas com suas imunidades especiais, privilégios e direito de ser racista foi articulada pelo presidente Ronald Reagan, em uma passagem sinistra de seu discurso de 1988 para se dedicar à pedra angular do Museu do Holocausto dos EUA em Washington, DC, financiado  pelo contribuinte. Em seu discurso, o Sr. Reagan fez a seguinte profecia : "Precisamos ter certeza de que, quando as torres de nossas maiores cidades ruírem em pó nas voltas do tempo, o povo judeu estará ainda nesta terra para lançar suas bênçãos."

A nação sionista deve sobreviver, muito tempo depois da América se desintegrar em ruínas - como a nossa nação está a caminho de fazer - de acordo com as políticas de ambos, os democratas e os republicanos, que defendem uma rigorosa agenda racial-nacionalista para "Israel" e uma fronteira aberta virtual aqui na colônia de baixos salários conhecida como os Estados Unidos da América, cujos cidadãos estão entre os maiores idiotas do planeta.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Adendos

Amigos e amigas.
Encontrei e traduzi mais estas informações sobre Auschwitz para completar o post "Parem com as mentiras de Auschwitz!". São adendos bem interessantes.
FAB29

"Os alemães mantiveram registros administrativos meticulosos nos campos de concentração. Isso incluiu os campos de Auschwitz, onde os dados nominais foram mantidos até o dia em que Auschwitz foi evacuado: 17 de janeiro de 1945.

Abaixo, são reproduzidos os números nominais dessa data. O Serviço Internacional de Busca da Cruz Vermelha mantém esses dados. Infelizmente, não se planeja compartilhar alguns de seus dados com o público. Os dados nominais conhecidos de 17 janeiro de 1945 mostram o quanto de detalhes sobre os campos de concentração que a Cruz Vermelha tem em sua posse. É uma pena que eles contradizem a lenda do holocausto judeu. Isto significa que o público pode nunca chegar a vê-los. Ou claro, se os dados apoiassem a lenda do Holocausto, já os teríamos visto há décadas.

Auschwitz I
Homens em Auschwitz
10,030
Mulheres em Auschwitz
6,196
Total
16,226

Auschwitz II (Birkenau)
Babitz
159
Budy
313
Plawy
138
Pátio da fazenda-Birkenau
204
Homens em Birkenau
4,473
Mulheres em Birkenau
10,381
Total
15,668

Auschwitz III (IGF Buna, etc,)
Prisioneiros em Auschwitz III
Monowitz (Buna-Werke)
10,223
Golleschau
1,008
Jawischowitz (Jawiszowice)
1,988
Eintrachthutte (Swietochlowice)
1,297
Neu-Dachs (Jaworzno)
3,664
Blechhammer (Blachownia)
3,958
Furstengrube (Wesola)
1,283
Gute Hoffnung (Janinagrube, Libiaz)
853
Guntergrube (Ledziny)
586
Brunn (Brno)
36
Gleiwitz I
1,336
Gleiwitz II
740
Gleiwitz III
609
Gleiwitz IV
444
Laurahutte (Siemianowice)
937
Sosnowitz
863
Bobrek
213
Trzebinia
641
Althammer (Stara Kuznia)
486
Tschechowitz-Dzieditz
561
Charlottengrube (Rydultowy)
833
Hindenburg (Zabrze)
70
Bismarckhutte (Hajduki)
192
Hubertushutte (Lagiewniki)
202
Subtotal
33,023
Prisioneiras em Auschwitz III
Subtotal
2,095
Total
35,118

Total Geral
67,012

Os dados acima são do "Auschwitz kalendarium",  de Danuta Czech.

Só se tem a acrescentar aos 67.012 aqueles no hospital do campo, mas, como um limite por baixo, suponhamos que 67 mil prisioneiros permaneciam em Auschwitz em 17 de janeiro de 1945. Naturalmente, a maioria das centenas de milhares de prisioneiros tinham sido evacuados muitos meses antes. Há registros de transferências de setembro de 1944 em diante. Agora, duas perguntas vêm à mente:

1) Por que os alemães deixaram viver os restantes 67 mil prisioneiros em Auschwitz?

Lembrem-se: a lenda do Holocausto era que os alemães estavam dispostos até a perder a guerra só para matar judeus. Na verdade, cerca de 60.000 prisioneiros passaram de Auschwitz para outros campos de concentração e uns 7.650 prisioneiros foram deixados em Auschwitz para serem libertados pelos soviéticos.

2) Por que os alemães não fizeram todo o sistema de campo de concentração "desaparecer"?

Não me digam que não houve tempo. O momento era de sua própria escolha. Se eles realmente tivessem qualquer coisa a esconder, poderiam ter destruído totalmente os campos muitos meses antes dos soviéticos chegarem. E, além disso, sabe-se que os alemães começaram a evacuar os campos de Auschwitz por volta de setembro de 1944 e que, a 17 de janeiro de 1945, a evacuação foi apenas a última de muitas. [Relatada em detalhes pelo judeu Elie Wiesel, em seu livro "A noite". N.T.] Agora, mesmo com apenas os 60 mil trabalhadores escravos que permaneceram em Auschwitz em janeiro de 1945, teria levado apenas um dia ou dois para se obliterar Auschwitz (mesmo sem caminhões).

Sabemos que os alemães enviaram estes 60 mil para outros campos. Claramente, se os alemães quisessem encobrir algo, teriam marchado com os 60.000 para o próximo campo a ser totalmente destruído; então, ao próximo campo a ser totalmente destruído, etc, até que nada restasse do sistema de campos de concentração.

Na verdade, se os alemães tivessem cometido genocídio, então eles teriam obliterado os campos totalmente  (usando a mão de obra de prisioneiros). Em seguida, eles teriam matado até o último prisioneiro, de modo a não deixar uma única testemunha que os pudesse incriminar.

Sem vítimas, nenhuma cena do crime, muito poucas testemunhas e dezenas de milhões já desaparecidos ou mortos devido à guerra, os mortos nos campos teriam se perdido no nevoeiro da guerra. Teria sido difícil estabelecer se as vítimas não foram mortas em outro lugar, ou apenas deslocadas, e muito menos que tinham sido mortas em um ato de genocídio.

Sabe-se que Auschwitz produzia borracha sintética, suprimentos médicos e armamentos.

Auschwitz foi o local da fábrica de borracha sintética mais nova e mais avançada tecnologicamente da Alemanha - e a Alemanha era a líder mundial neste campo específico da tecnologia. Logo após a guerra, os alemães tiveram interrompida sua oferta de borracha natural. Nos meses que se seguiram, puseram-se a construir suas próprias fábricas de borracha sintética.

Auschwitz foi o maior campo de trabalho que tinha quarenta indústrias diferentes. A verdadeira razão para a existência do campo de Auschwitz é revelada em uma pequena mostra de fotos do complexo industrial, que cercavam o acampamento - a maior parte dela dentro da visão completa do interior do próprio campo.

Bem no complexo industrial de Monowitz, onde a maioria dos presos de Auschwitz foram colocados para trabalhar em uma variedade de indústrias pesadas, ia-se desde a fabricação de borracha e material médico até armamentos e roupas."

Fonte: http://www.rense.com/general69/evac.htm