Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Adendos

Amigos e amigas.
Encontrei e traduzi mais estas informações sobre Auschwitz para completar o post "Parem com as mentiras de Auschwitz!". São adendos bem interessantes.
FAB29

"Os alemães mantiveram registros administrativos meticulosos nos campos de concentração. Isso incluiu os campos de Auschwitz, onde os dados nominais foram mantidos até o dia em que Auschwitz foi evacuado: 17 de janeiro de 1945.

Abaixo, são reproduzidos os números nominais dessa data. O Serviço Internacional de Busca da Cruz Vermelha mantém esses dados. Infelizmente, não se planeja compartilhar alguns de seus dados com o público. Os dados nominais conhecidos de 17 janeiro de 1945 mostram o quanto de detalhes sobre os campos de concentração que a Cruz Vermelha tem em sua posse. É uma pena que eles contradizem a lenda do holocausto judeu. Isto significa que o público pode nunca chegar a vê-los. Ou claro, se os dados apoiassem a lenda do Holocausto, já os teríamos visto há décadas.

Auschwitz I
Homens em Auschwitz
10,030
Mulheres em Auschwitz
6,196
Total
16,226

Auschwitz II (Birkenau)
Babitz
159
Budy
313
Plawy
138
Pátio da fazenda-Birkenau
204
Homens em Birkenau
4,473
Mulheres em Birkenau
10,381
Total
15,668

Auschwitz III (IGF Buna, etc,)
Prisioneiros em Auschwitz III
Monowitz (Buna-Werke)
10,223
Golleschau
1,008
Jawischowitz (Jawiszowice)
1,988
Eintrachthutte (Swietochlowice)
1,297
Neu-Dachs (Jaworzno)
3,664
Blechhammer (Blachownia)
3,958
Furstengrube (Wesola)
1,283
Gute Hoffnung (Janinagrube, Libiaz)
853
Guntergrube (Ledziny)
586
Brunn (Brno)
36
Gleiwitz I
1,336
Gleiwitz II
740
Gleiwitz III
609
Gleiwitz IV
444
Laurahutte (Siemianowice)
937
Sosnowitz
863
Bobrek
213
Trzebinia
641
Althammer (Stara Kuznia)
486
Tschechowitz-Dzieditz
561
Charlottengrube (Rydultowy)
833
Hindenburg (Zabrze)
70
Bismarckhutte (Hajduki)
192
Hubertushutte (Lagiewniki)
202
Subtotal
33,023
Prisioneiras em Auschwitz III
Subtotal
2,095
Total
35,118

Total Geral
67,012

Os dados acima são do "Auschwitz kalendarium",  de Danuta Czech.

Só se tem a acrescentar aos 67.012 aqueles no hospital do campo, mas, como um limite por baixo, suponhamos que 67 mil prisioneiros permaneciam em Auschwitz em 17 de janeiro de 1945. Naturalmente, a maioria das centenas de milhares de prisioneiros tinham sido evacuados muitos meses antes. Há registros de transferências de setembro de 1944 em diante. Agora, duas perguntas vêm à mente:

1) Por que os alemães deixaram viver os restantes 67 mil prisioneiros em Auschwitz?

Lembrem-se: a lenda do Holocausto era que os alemães estavam dispostos até a perder a guerra só para matar judeus. Na verdade, cerca de 60.000 prisioneiros passaram de Auschwitz para outros campos de concentração e uns 7.650 prisioneiros foram deixados em Auschwitz para serem libertados pelos soviéticos.

2) Por que os alemães não fizeram todo o sistema de campo de concentração "desaparecer"?

Não me digam que não houve tempo. O momento era de sua própria escolha. Se eles realmente tivessem qualquer coisa a esconder, poderiam ter destruído totalmente os campos muitos meses antes dos soviéticos chegarem. E, além disso, sabe-se que os alemães começaram a evacuar os campos de Auschwitz por volta de setembro de 1944 e que, a 17 de janeiro de 1945, a evacuação foi apenas a última de muitas. [Relatada em detalhes pelo judeu Elie Wiesel, em seu livro "A noite". N.T.] Agora, mesmo com apenas os 60 mil trabalhadores escravos que permaneceram em Auschwitz em janeiro de 1945, teria levado apenas um dia ou dois para se obliterar Auschwitz (mesmo sem caminhões).

Sabemos que os alemães enviaram estes 60 mil para outros campos. Claramente, se os alemães quisessem encobrir algo, teriam marchado com os 60.000 para o próximo campo a ser totalmente destruído; então, ao próximo campo a ser totalmente destruído, etc, até que nada restasse do sistema de campos de concentração.

Na verdade, se os alemães tivessem cometido genocídio, então eles teriam obliterado os campos totalmente  (usando a mão de obra de prisioneiros). Em seguida, eles teriam matado até o último prisioneiro, de modo a não deixar uma única testemunha que os pudesse incriminar.

Sem vítimas, nenhuma cena do crime, muito poucas testemunhas e dezenas de milhões já desaparecidos ou mortos devido à guerra, os mortos nos campos teriam se perdido no nevoeiro da guerra. Teria sido difícil estabelecer se as vítimas não foram mortas em outro lugar, ou apenas deslocadas, e muito menos que tinham sido mortas em um ato de genocídio.

Sabe-se que Auschwitz produzia borracha sintética, suprimentos médicos e armamentos.

Auschwitz foi o local da fábrica de borracha sintética mais nova e mais avançada tecnologicamente da Alemanha - e a Alemanha era a líder mundial neste campo específico da tecnologia. Logo após a guerra, os alemães tiveram interrompida sua oferta de borracha natural. Nos meses que se seguiram, puseram-se a construir suas próprias fábricas de borracha sintética.

Auschwitz foi o maior campo de trabalho que tinha quarenta indústrias diferentes. A verdadeira razão para a existência do campo de Auschwitz é revelada em uma pequena mostra de fotos do complexo industrial, que cercavam o acampamento - a maior parte dela dentro da visão completa do interior do próprio campo.

Bem no complexo industrial de Monowitz, onde a maioria dos presos de Auschwitz foram colocados para trabalhar em uma variedade de indústrias pesadas, ia-se desde a fabricação de borracha e material médico até armamentos e roupas."

Fonte: http://www.rense.com/general69/evac.htm

75 comentários:

  1. A democracia e o livre arbítrio é importante para fazermos nossas escolhas e pesquisas; ótimo para definir posições.

    Sobre o tema (interessante aliás):

    http://holocausto-doc.blogspot.com.br/2007/08/66-perguntas-e-respostas-sobre-o.html

    MFF

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    1. "SS-Untersturmführer Dr. Hans Münch" disse; " SS-Unterscharführer (Cabo das SS) Franz Suchomel" também disse; "testemunho do oficial polonês Zenon Rozansky";...

      De novo, como sempre e assim será, depoimentos "fidedignos". Provas cabais, de jeito nenhum.

      Esse "Projeto Nizkor" é uma piada de mau gosto. Eu já falei que o tenho em meus favoritos e sempre que aparecem novas denúncias sobre o assunto, "consulto" lá e... NADA!

      Mas esta sempre será de lascar:
      "um documento secreto enviado ao SS Obersturmbannführer (Tenente-Coronel das SS) Rauff pelo SS Untersturmführer Becker sobre os furgões(vans) de gaseamento, os precursores das câmaras de gás". Qualquer físico ou químico iniciante sabe que a fumaça de óleo diesel é de péssima eficiência em sufocamentos. A de gasolina é bem menos ineficiente; mesmo assim, é de lenta ação.

      E por aí vai. Você continuará chafurdando nessa verborragia inútil porque as provas cabais, materiais, não existem. Exemplo: a pira funerária de Treblinka (com mais de 800 mil corpos) continua sendo delírio sionista. Fora dizer que seu solo nunca foi remexido.

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  2. Tão concreto quanto isso:

    "Abaixo, são reproduzidos os números nominais dessa data. O Serviço Internacional de Busca da Cruz Vermelha mantém esses dados. Infelizmente, não se planeja compartilhar alguns de seus dados com o público. Os dados nominais conhecidos de 17 janeiro de 1945 mostram o quanto de detalhes sobre os campos de concentração que a Cruz Vermelha tem em sua posse."

    Mas é claro, os cerca de 35 mil livros já escritos sobre nazismo/hitler/holocausto por historiadores (inclusive alemães), são todos frutos de imaginação.

    MFF

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    1. "Cerca de 35 mil livros" DEVIDAMENTE AUTORIZADOS pelos vencedores da guerra (os que ousaram sair sem essa autorização sofrem censura). O Relatório da Cruz Vermelha não recebeu esse aval.

      Por isso é que ele só é encontrado em sítios "nazistas" e em francês. Tem uma parte dele traduzida que publiquei aqui:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/12/amigos-e-amigas.html

      Mas você prefere os Wiesel, Abraham, DaFonseca, Hilberg,...

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    2. Na Alemanha dominada e manipulada de hj , é crime textos de viés revisionistas. mas não adianta muito,pois uns 2.000 todo ano são presos e a coisa não pára.
      LÁ, opinião é crime...é o q estão tentando aki.

      Hj, alguns defendem a criminalização do revisionismo, mas, os tontos não percebem q amanhâ eles serão incriminados por outra coisa.

      Cobalto

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  3. O mais interessante é que os simpatizantes do nazismo (ops, revisionismo!) não se limitam a questionar - que é lícito - os números ou existência do Holocausto.

    Mas deixam patente uma espécie de ódio milenar herdado em relação aos judeus - nunca levantaram a mão uma única vez em relação aos civis roubados, enxotados, e enclausurados nos campos de concentração.

    Tudo é justificável, tudo "valeu", e o método científico de busca e coleta de provas sobre determinado tema, nada mais é do que um fino verniz que mal encobre essa aversão.

    MFF

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    1. Tal ponderação seria um primor de lucidez e racionalização, não fosse o detalhe que quase toda a contestação sobre o holocausto se baseia nas situações impossíveis que as únicas "provas cabais" (os 'sobreviventes') deram.

      Quem você chama de 'nazistas' pegaram tudo o que os 'sobreviventes' relataram e colocaram à luz da ciência. O impossível saltou aos olhos em vários pontos (que já citei).

      O sofrimento em uma guerra é a única certeza para todos os afetados. Você defende seus superiores com a única arma possível na ausência de provas forenses: a tergiversação via verborragia, tipo 'projeto Nizkor'.

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    2. "Quem você chama de 'nazistas' pegaram tudo o que os 'sobreviventes' relataram e colocaram à luz da ciência"

      A ciência nazista sempre foi bem pitoresca, não me admira que seus sucessores sejam tão criativos.

      "Seus superiores"...mais pitoresco ainda.

      Gostaria que os investigadores forenses me explicassem o que foi o levante do Gueto de Varsóvia; vamos ver até que ponto vai o pensamento mágico dos adoradores sul americanos do Reich.

      MFF

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    3. Grande tergiversador, você que fique a fugir das únicas coisas que me mantém ligado no assunto: as impossibilidades 'holocáusticas' que já citei.

      Eu continuarei a contestar suas verdades impostas. Já vem mais.

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    4. o engraçado disso tudo q parece q só judeus alegam o q alegam, sabendo q foram presos naqueles campos de confinamento, praticamente todo tipo de nacionalidd e segmento social ( ricos, espiões, camponeses, aristocracia, soldados etc ) mas só os judeus alegam o q alegam....no mínimo muito estranho, pra não dizer outra coisa.

      Cobalto

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    5. "Grande tergiversador, você que fique a fugir das únicas coisas que me mantém ligado no assunto: as impossibilidades 'holocáusticas' que já citei."

      Muito me surpreende se não consegue ver uma relação entre o Gueto de Varsóvia e o Holocausto.

      O fator "motivador" é exatamente o mesmo!

      MFF

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    6. Grande tergiversador.
      "Câmaras de gás", "valas crematórias", "eletrocussões em série", "a pira de Treblinka".
      Você não se cansa. Nem eu.

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  4. Muito bom que possamos DIVULGAR essas EVIDÊNCIAS dos DOCUMENTOS DA RED CROSS, os sionistas não tiveram a CORAGEM de DAR UM PERDIDO na causa.

    Um testemunho FIDEDIGNO do irmão do tio do padastro do primo do irmão do filho da vizinha da tia do irmão da empregada da casa do cabo responsável pelo tratamento do cachorro do oficial da guarda do portão sudoeste da casinha da sentinela do campo de frente com o Campo de Auschwitz, disse quando lhe foi perguntado no bar da esquina após uns Schnapps a mais que ele ouviu um guarda que era primo irmão do vizinho da lavadeira do Goebbels que tudo era verdade menos a parte que falava bem dos alemães...

    Olha que é muito fácil escrever ENREDOS sobre as atrocidades contadas pelos sobreviventes, todas começam com:-

    Era uma vez...

    Chega a ser IRRITANTE o tanto que os IMBECILIZADOS pelos canais de IDIOTIZAÇÃO judaica pregam.

    Caro Ludy o primeiro passo para a INVASÃO DA SÍRIA foi dado hoje em Washington, "DIZEM QUE UM CARA ENTROU NA BASE", um lugar tão inespugnável quanto o Fort Knox, mas o TERRORISTA conseguiu entrar armado e DISPARAR contra o pessoal de lá e até o momento já se contabiliza 6 mortos, isso é muito interessante...

    Abraços.

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    1. Esse cara tinha até uma bandeirinha da Síria tatuada no peito e o número do celular do Assad nos seus contatos, certo?

      Então, a Síria tá ferrada!

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    2. A Cruz Vermelha inclusive foi proibida de testemunhar no Julgamento de Nuremberg. Por que ne ?!

      Cobalto

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  5. Sobre um suposto documento que a Cruz Vermelha emitiu com a quantidade de mortos por campo de concentração que é espalhado em sites neonazistas e antissemitas, além de comunidades nos sites de relacionamento, a Cruz Vermelha emitiu um comunicado em 11 de outubro de 1965 e que foi publicado no livro Legenden, Lügen, Vorurteile editado pelo historiador alemão Wolfgang Benz e outros, nas páginas 107 a 112, segue abaixo trecho do livro e da carta traduzida por, Roberto Muehlenkamp :
    “Não é possível, contudo, indicar um número absoluto com exatidão matemática. Este fato tem vindo a ser utilizado durante décadas por extremistas de direita e neo-nazis para diminuir ou negar completamente a dimensão do Holocausto. As suas "provas" consistem em truques estatísticos, alegadas declarações do Cruz Vermelha Internacional ou da ONU e repetidas tentativas de demonstrar a impossibilidade técnica do extermínio em massa em Auschwitz e outros campos de extermínio ou a falsidade das provas reais.
    A "fonte" mais antiga, mas que continua a ser citada, é uma alegada constatação oficial da Cruz Vermelha nos primeiros anos depois da guerra, segundo a qual houve um máximo de 300.000 vítimas de perseguição racista, religiosa ou política. Esta indicação, propagada primeiro em jornais suíços e depois entre extremistas de direita alemães, é uma invenção de partes interessadas, conforme se depreende da Declaração do Comitê Internacional da Cruz Vermelha perante o Instituto de História Contemporânea em Munique de 17 de Agosto de 1955.
    Dez anos mais tarde, em 11 de Outubro de 1965, a Cruz Vermelha novamente se distanciou decididamente: "Gostaríamos que ficasse claro que o Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Genebra não tem absolutamente nada a ver com estas afirmações. Estatísticas sobre perdas na guerra e as vítimas de perseguições políticas, racistas ou religiosas não fazem parte da sua área de competência, nem nunca fizeram. Mesmo tratando-se de prisioneiros de guerra (que se encontram protegidos desde 1929 por um acordo internacional e para os quais, como é do vosso conhecimento, possuímos uma Central de Procura) não nos atrevemos a indicar números, uma vez que estamos bem conscientes de que não podemos estar na posse de todas as informações respeitantes a este grupo de vítimas de guerra. Tanto mais estamos obrigados a abster-nos de qualquer estimativa quando se trata de civis que naquela altura não estavam protegidos por qualquer convenção e, portanto, estavam quase completamente fora do alcance da ação da Cruz Vermelha.”
    Em uma publicação oficial feita em 27 de janeiro de 2005, no 60 aniversário da liberação de Auschwitz, o CICV disse:
    ""Auschwitz também representa a maior falha na história do CICV, falha que foi agravada pela falta de decisividade por parte da organização para tomar decisões que ajudassem as vítimas da perseguição nazista. Esta falha permanecerá como parte da memória do CICV, tal como os atos de coragem de delegados individuais do CICV da época.""
    Seguem as fontes:
    http://www.icrc.org/eng/resources/documents/misc/68zeb2.htm
    http://www.icrc.org/eng/resources/documents/statement/68zeb2.htm
    Segue mensagem em português da Cruz Vermelha:
    O fracasso mais evidente do CICV foi a falha para afirmar seu direito de ação humanitária em nome dos civis nas áreas ocupadas ou deportados para os campos de extermínio. Seu fracasso como uma instituição para se opor firmemente à perseguição nazista foi apenas um pouco atenuado pela ação heróica de alguns de seus delegados, que trataram de ajudar aqueles condenados à morte. A falta de ação do CICV durante o Holocausto é sinônimo de tragédia na memória da instituição.

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    1. "Auschwitz também representa a maior falha na história do CICV"

      Depois, quando dizem que a influência cancerígena sionista é decisiva em "reorganizar a História", vem o "politicamente correto" descendo a lenha.
      A "falha" da Cruz Vermelha se estendeu por apenas três tomos com milhares de páginas durante seis anos.

      "Santa incompetência, Batman!!"

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  6. CONTINUAÇÃO:


    ""Auschwitz também representa a maior falha na história do CICV, falha que foi agravada pela falta de decisividade por parte da organização para tomar decisões que ajudassem as vítimas da perseguição nazista. Esta falha permanecerá como parte da memória do CICV, tal como os atos de coragem de delegados individuais do CICV da época.""
    Seguem as fontes:
    http://www.icrc.org/eng/resources/documents/misc/68zeb2.htm
    http://www.icrc.org/eng/resources/documents/statement/68zeb2.htm
    Segue mensagem em português da Cruz Vermelha:
    O fracasso mais evidente do CICV foi a falha para afirmar seu direito de ação humanitária em nome dos civis nas áreas ocupadas ou deportados para os campos de extermínio. Seu fracasso como uma instituição para se opor firmemente à perseguição nazista foi apenas um pouco atenuado pela ação heróica de alguns de seus delegados, que trataram de ajudar aqueles condenados à morte. A falta de ação do CICV durante o Holocausto é sinônimo de tragédia na memória da instituição.
    fonte: http://www.icrc.org/por/who-we-are/history/second-world-war/overview-2-world-war.htm
    Por ora é tudo, fico pensando se um dia fosse reafirmado aquilo que todos já sabem, que o holocausto aconteceu. Toda essa lealdade aos revisionistas e negadores viraria o quê? Como lidariam com a raiva e a vergonha de serem enganados por tanto tempo? Como agiriam sabendo que serviram nada mais nada menos para semear o ódio e estigmatizar todo um povo? que este papo de anti-sionista é nada mais nada menos que dizer que é anti-semita, ou seja o mesmo lado da moeda como outra denominação??grato Ricardo Mallamud

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    1. "fico pensando se um dia fosse reafirmado aquilo que todos já sabem, que o holocausto aconteceu"

      Isto é reafirmado todos os dias. Mas até o povinho "sélebro de ameba" está começando a repelir.
      Pra desespero de seus superiores.

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  7. O levante do gueto de varsóvia, já escrevi sobre essa "REVOLTA" não é a da foto famosa do mininho de mãos ao alto que depois desmentiu tudo?
    Ah!, então tá.

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    1. Penso que um levante existiu. Os sionistas "apenas" o elevaram à décima potência.
      Pensaram que ninguém se importaria...

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    2. Tanto não se importaram que Hitler mandou demolir o gueto! Nada mal para um acampamento de férias judeu hein?

      Bem sintomático!

      MFF

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    3. Só não mandou destruir as "provas" do holocausto: campos de concentração, testemunhas,...

      Muuuito sintomático...

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    4. Primeiro: ele ainda acreditava na vitória da Alemanha, mesmo preso como um cão raivoso no canil, nos últimos momentos do bunker.

      Segundo: ele já não foi atendido na queima de Paris; com a Alemanha desmantelada, ninguém mais iria se preocupar em destruir os campos de concentração...era cada um por si!

      MFF

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    5. "Sabemos que os alemães enviaram estes 60 mil para outros campos. Claramente, se os alemães quisessem encobrir algo, teriam marchado com os 60.000 para o próximo campo a ser totalmente destruído; então, ao próximo campo a ser totalmente destruído, etc, até que nada restasse do sistema de campos de concentração."

      Isto e um pouco mais estão no post acima que você ignorou.

      E os sionistas afirmam que Himmler visitou Treblinka em 43 (sendo que o "extermínio" lá foi de 23/07/42 a 19/10/43) e ordenou que todos os "corpos gaseados" fossem desenterrados e cremados para não haver provas. Tudo feito com tal eficiência que nunca foram encontrados vestígios da queima e nem do reviramento do solo.

      Fantástico milagre nazista.

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    6. Seria fantástico se tentasse encontrar tal evidência depois de tantos anos.

      No tocante a época em si, o projeto Nikzor - que certamente irá ignorar - têm uma resposta diferente em relação a Treblinka.

      MFF

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    7. RÁ, RÁ, RÁ! A ciência forense descobre mil coisas sobre os faraós e não consegue sobre o holocausto?! Seu pândego!!

      A "resposta" do "Nizkor" sobre Treblinka (e qualquer outra coisa) é o que há de mais grotesco e risível.

      Prefiro Germar Rudolf:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/germar-rudolf.html

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    8. "RÁ, RÁ, RÁ! A ciência forense descobre mil coisas sobre os faraós e não consegue sobre o holocausto?! Seu pândego!"

      Rss, realmente - a estrutura das pirâmides (ou a Cidade dos Reis mesmo) é parecida e preservada do mesmo modo que o solo de Treblinka.

      Germar Rudolf...hummm, deixe-me adivinhar! Com esse nome ele deve ser...Filipino!?!?

      MFF

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    9. "Pirâmides", grande tergiversador? Exemplo:
      http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=56513&op=all

      Se Rudolf fosse mongol, malgaxe ou francês, você mostraria seu preconceito do mesmo jeito. No link, além dele mostrar a impossibilidade da pira de Treblinka, tem um vídeo que prova que o solo de lá nunca foi remexido.

      E pensar que seus donos transformaram o campo num "santuário imexível" para evitar, por lei, que escavassem o campo e descobrissem a fraude. Só que uns "filhos-da-mãe" inventaram o radar, o sonar,... Aí, lascou tudo!!

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    10. Como se cinzas ocupassem um grande espaço físico...

      Que esquisito que o santuário imexível não sofreu nenhuma modificação por parte dos seus "senhores", visto que o radar (aperfeiçoadao na Batalha da Inglaterra) e o sonar já eram tecnologia conhecida e aplicada.

      Judeus tolos, deveriam ter previsto isto e não deixado o "pesquisador" alemão (preso na...Alemanha) interferir no solo sagrado.

      MFF

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    11. Um dos muitos erros que seus donos cometeram pela empáfia.
      Sem as provas cabais, estão tendo um trabalho monstruoso para manter os "testemunhos fidedignos" minimamente credíveis.
      Vamos ver por quanto tempo.

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  8. Espero que desta vez não seja censurado:

    Sobre um suposto documento que a Cruz Vermelha emitiu com a quantidade de mortos por campo de concentração que é espalhado em sites neonazistas e antissemitas, além de comunidades nos sites de relacionamento, a Cruz Vermelha emitiu um comunicado em 11 de outubro de 1965 e que foi publicado no livro Legenden, Lügen, Vorurteile editado pelo historiador alemão Wolfgang Benz e outros, nas páginas 107 a 112, segue abaixo trecho do livro e da carta traduzida por, Roberto Muehlenkamp :


    “Não é possível, contudo, indicar um número absoluto com exatidão matemática. Este fato tem vindo a ser utilizado durante décadas por extremistas de direita e neo-nazis para diminuir ou negar completamente a dimensão do Holocausto. As suas "provas" consistem em truques estatísticos, alegadas declarações do Cruz Vermelha Internacional ou da ONU e repetidas tentativas de demonstrar a impossibilidade técnica do extermínio em massa em Auschwitz e outros campos de extermínio ou a falsidade das provas reais.

    A "fonte" mais antiga, mas que continua a ser citada, é uma alegada constatação oficial da Cruz Vermelha nos primeiros anos depois da guerra, segundo a qual houve um máximo de 300.000 vítimas de perseguição racista, religiosa ou política. Esta indicação, propagada primeiro em jornais suíços e depois entre extremistas de direita alemães, é uma invenção de partes interessadas, conforme se depreende da Declaração do Comitê Internacional da Cruz Vermelha perante o Instituto de História Contemporânea em Munique de 17 de Agosto de 1955.

    final parte 1

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    1. Quem censura opiniões é a podre grande mídia.
      E quem manda nela?!

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  9. Parte 2

    Dez anos mais tarde, em 11 de Outubro de 1965, a Cruz Vermelha novamente se distanciou decididamente: "Gostaríamos que ficasse claro que o Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Genebra não tem absolutamente nada a ver com estas afirmações. Estatísticas sobre perdas na guerra e as vítimas de perseguições políticas, racistas ou religiosas não fazem parte da sua área de competência, nem nunca fizeram. Mesmo tratando-se de prisioneiros de guerra (que se encontram protegidos desde 1929 por um acordo internacional e para os quais, como é do vosso conhecimento, possuímos uma Central de Procura) não nos atrevemos a indicar números, uma vez que estamos bem conscientes de que não podemos estar na posse de todas as informações respeitantes a este grupo de vítimas de guerra. Tanto mais estamos obrigados a abster-nos de qualquer estimativa quando se trata de civis que naquela altura não estavam protegidos por qualquer convenção e, portanto, estavam quase completamente fora do alcance da ação da Cruz Vermelha.”

    Em uma publicação oficial feita em 27 de janeiro de 2005, no 60 aniversário da liberação de Auschwitz, o CICV disse:


    ""Auschwitz também representa a maior falha na história do CICV, falha que foi agravada pela falta de decisividade por parte da organização para tomar decisões que ajudassem as vítimas da perseguição nazista. Esta falha permanecerá como parte da memória do CICV, tal como os atos de coragem de delegados individuais do CICV da época.""


    Seguem as fontes:


    http://www.icrc.org/eng/resources/documents/misc/68zeb2.htm




    http://www.icrc.org/eng/resources/documents/statement/68zeb2.htm

    Segue mensagem em português da Cruz Vermelha:

    O fracasso mais evidente do CICV foi a falha para afirmar seu direito de ação humanitária em nome dos civis nas áreas ocupadas ou deportados para os campos de extermínio. Seu fracasso como uma instituição para se opor firmemente à perseguição nazista foi apenas um pouco atenuado pela ação heróica de alguns de seus delegados, que trataram de ajudar aqueles condenados à morte. A falta de ação do CICV durante o Holocausto é sinônimo de tragédia na memória da instituição.

    fonte: http://www.icrc.org/por/who-we-are/history/second-world-war/overview-2-world-war.htm

    Por ora é tudo, fico pensando se um dia fosse reafirmado aquilo que todos já sabem, que o holocausto aconteceu. Toda essa lealdade aos revisionistas e negadores viraria o quê? Como lidariam com a raiva e a vergonha de serem enganados por tanto tempo? Como agiriam sabendo que serviram nada mais nada menos para semear o ódio e estigmatizar todo um povo? que este papo de anti-sionista é nada mais nada menos que dizer que é anti-semita, ou seja o mesmo lado da moeda como outra denominação??

    grato
    Ricardo Mallamud

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    1. Interessante é você achar que repetir e repetir "cola/copia" vai mudar alguma coisa ou mesmo agradar a seus superiores.

      Já que repetir é a tônica: as "câmaras de gás/galpões de alvenaria", as "valas crematórias em pântanos", as super "eletrocussões em série" que transformavam pessoas em cinzas; a "pira funerária de Treblinka" para mais de 800 mil corpos,... Tudo continua 'ad eternum' sem comprovação forense.

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    2. Vc. como sempre agressivo, a postagem acima serve para demonstrar que a cruz vermelha reconhece que foi pouco eficiente, atuante em relação aos prisioneiros de Auschwitz e que desconhecia o que se passava por lá...........passar bem......a sim o texto acima é um belo exemplo de COLA/CÓPIA, com a diferença da confiabilidade das fontes

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    3. Suas embromações podem me impacientar, azedar, "cansar minha beleza", etc. Mas a única agressividade de minha parte seria deletá-lo. Até agora, não o fiz.

      O texto acima se refere principalmente a pessoas encontradas vivas, impossíveis de serem adulteradas. Já a confiabilidade dos textos em que a Cruz Vermelha no século XXI se retrata, dizendo que "errou" com Auschwitz, é abaixo da crítica.

      Você quer (precisa) acreditar nisto; eu não consigo. Se o fizesse, estaria aceitando passivamente o impossível que já citei.

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    4. ""O texto acima se refere principalmente a pessoas encontradas vivas, impossíveis de serem adulteradas""

      LUDY, por que impossíveis de serem adulteradas???.....

      Veja o que vc. escreveu:

      ""Em setembro de 1944, uma Comissão Especial da Cruz Vermelha Internacional, atendendo a uma denúncia, esteve em Auschwitz e também em Birkenau, informando, em relatório, que os internos recebiam correspondências e encomendas dos familiares e que não encontraram nenhuma evidência sobre a existência de câmaras de gás. Postei aqui no Palavra Livre esse relatório da Cruz Vermelha: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/12/amigos-e-amigas.html""


      Conforme meu texto e naquilo que vc. por muito tempo acreditou, o número de vítimas em Auschwitz segundo a cruz vermelha era de 300.000, que os presos recebiam correspondências e outros absurdos....o que segundo links que postei a própria cruz vermelha desmente esta cifra e estes dados e levantamentos, e chama tal artigo de MENTIROSO!!!!........OU SEJA, O QUE VC.POSTOU SEGUNDO a PRÓPRIA CRUZ VERMELHA NÃO PASSA DE UMA CRIAÇÃO, no mesmo sentido dos protocolos dos sábios de Sião , ou seja foram FRAUDADOS, ora papel aceita de tudo inclusive estas sÂndices........Vc. anda usando muito artigos de blogs anti-semitas e judeufobos.............quando isto prover destes desconfie............vc. ainda é jovem, erros como este devem-se a uma imaturidade e necessidade de publicar artigos bombásticos........o acima foi uma BOMBA

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    5. Pobre infeliz.
      Continue crendo no impossível. Você depende dele.

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  10. Caro Ludy será que é SEGURO o que esse que te contesta SEGURAR?

    Nem um pouco CRÍVEL o que o segurador se propôe a fazer, mas é de deixar ROLAND de RIR o SEGURO que o ricardo faz.

    Esse meu caro Ludy é "PT" PERDA TOTAL, mas será que poderemos ter algo de verdade sobre esse tal malamud?

    Seria o Mallamud agente de seguro?

    יהיה Mallamud סוכן ביטוח?

    Se não correr como os outros saberemos!

    Abraços

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    1. Caro Ragi, esperemos a reação do inefável.
      Abraço.

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    2. Como vai Ragi, francamente depois de STALIN, vira FILHO DE JUDEU, segundo vossas fontes adulteradas, pensei realmente em abandonar tal blog, se você notar verá que de fato estive ausente, e as vezes me pergunto por que ando por estas bandas perdendo meu tempo, já postei minha resposta, mas não sei por que não foi publicada..........Ricardo Mallamud....de fato e GRAÇAS A D'US filho de JUDEUS ............بائع راجى السابق والآن تقاعد بسبب العجز

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    3. Já pode parar com o "Mallamud", pobre histriônico.
      Volte ao (a)normal.

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  11. Gostaria de compartilhar com todos algumas belas músicas.
    Boa noite,
    VSF

    http://www.youtube.com/watch?v=EIEsg99sy-4

    http://www.youtube.com/watch?v=XhnRIuGZ_dc

    http://www.youtube.com/watch?v=LU_QR_FTt3E

    http://www.youtube.com/watch?v=z83aiQz8RrU

    http://www.youtube.com/watch?v=CkD3V2kVQJo

    http://www.youtube.com/watch?v=wjc1N-V3z90

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  12. Belíssimos exemplos de intérpretes clássicos judeus, em especial, Wladimir Horowitz.
    Bom gosto.

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  13. Como assim? Judeus ou sionistas?
    VSF

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    1. Judeu é étnico, religioso, cultural.
      Sionista é geopolítico/econômico.

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  14. "Judeu é étnico, religioso, cultural.
    Sionista é geopolítico/econômico"

    E qual desses dois foram colocados para morrer nos campos?

    MFF

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    1. Foram internados os inimigos do regime nacional-socialista, judeu ou não.

      Quer falar de discriminação? Comente esta:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/09/campos-de-concentracao-sionistas.html

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  15. "Foram internados os inimigos do regime nacional-socialista, judeu ou não"

    De fato - mulheres, crianças, velhos...homens que se consideravam alemães (em própria pesquisa nazista nos anos 30), deveriam representar um perigo terrível as hordas militares de Hitler.

    MFF

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    1. Eram presos.
      Crianças tinham área própria:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/12/branca-de-neve-nazista.html

      As grávidas não eram mortas e havia um mínimo de dignidade de tratamento:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/09/parem-com-as-mentiras-de-auschwitz.html

      Não foram indiscriminadamente dizimados por bombas, como em Dresden, Hiroshima e Nagasaki, ou largados para morrer de inanição:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/08/covardia_09.html

      Claro que a história de seus donos lhe é mais palatável.

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    2. Dresden, Hiroshima e Nagasaki não justificam os campos de extermínio, apesar de serem tão odiosos quanto.

      O engraçado é que ninguém contesta o holocausto japonês ou alemão - não existe nenhuma palavra de aprovação para tais atos na larga historiografia oficial e "não oficial".

      Quanto as fábulas dos campos de contentração na visão dos revis, é mais fácil acreditar que Lula não sabia de nada...


      MFF

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    3. "Campos de extermínio" na podre imposição de seus donos.
      "Tão odiosos quanto" na sua "desmentalidade".

      As impossibilidades já citadas nunca sumirão, por mais que seus donos e você rosnem, babem, ameacem, matem,...

      Tudo culpa dos "sobreviventes", que exageraram um pouquinho.

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    4. "As impossibilidades já citadas nunca sumirão, por mais que seus donos e você rosnem, babem, ameacem, matem,..."

      Ah, eu não faço nada disso não - o expediente da violência é algo mais comum a grupos como skinheads, KKK, neonazistas...

      MFF

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    5. Não fique nervoso. Vamos tentar discutir mais objetivamente.
      Por quais motivos as crianças eram presas?
      VSF

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    6. Por enquanto, você só rosna e baba.

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    7. Quem conseguir me deixar nervoso, VSF, é deletado, assim como qualquer um que mostre sua podridão.

      Você conhece, em qualquer época de guerra, quem selecionasse prisioneiros? Leia o Pentateuco e verá Moisés, Josué e tantos outros recebendo ordens de Javé para não deixar NINGUÉM vivo e apropriar-se dos tesouros.

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    8. Mais uma vez solicito objetividade numa troca de ideias. Não sei a quem você respondeu as 15:49.
      Grato,
      VSF

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    9. Ok! Mas por quais motivos as crianças eram presas?

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    10. Não sei qual a sua opinião, mas a Alemanha invadiu diversos países para prender crianças?
      VSF

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    11. Se não fossem presas, seriam largadas nas ruas ou executadas.
      Ou você teria outra opção dentro de uma guerra?
      Deveriam ser tratadas como são as crianças palestinas pelos israelenses?

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    12. Eu gostaria de entender como, naquela época e com os mecanismos de comunicação existentes, os alemães invadindo vários países sabiam, entre judeus e outras minorias, quem deveria ser preso e por quais motivos.
      VSF

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    13. Os eua e israel sabem quem são seus 'milhares de inimigos' que eles mantêm em suas prisões e campos de concentração há décadas? Não há injustiças e crimes nessas detenções? Será que Abu Ghraib foi a única?

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    14. "Se não fossem presas, seriam largadas nas ruas ou executadas.
      Ou você teria outra opção dentro de uma guerra?"

      Surreal, o ápice do pensamento mágico!

      Seriam largadas pelos pais que foram obrigados a embarcar nos trens para os campos?

      Seriam executadas pelos nazistas? Seriam executadas pelos aliados? Ou seja, a Alemanha já contemplava perder a guerra?

      Sem comentários;

      MFF


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    15. Não concordo, mas gostaria de retomar o assunto da postagem. Como os Alemães sabiam, em vários países invadidos, quem deveria ser preso e por quais motivos?

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    16. Comente meu comentário sobre eua e israel. Eles tratam melhor as crianças palestinas, não é?

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    17. Minha resposta foi clara, VSF: da mesma maneira que os eua e israel, imperialistas modernos.
      Quer justiça você quer em guerras que os sórdidos criam para garantir a miséria do mundo e manter sua supremacia? Está sonhando ou pior?

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  16. Fab29,
    Acho que você não teve sensibilidade suficiente para interpretar os links que postei. A única coincidência é que cinco dos seis são/foram judeus. Além da qualidade, temos outras características, muito mais importantes.
    VSF

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    1. Concordo.
      Só quis, por tabela, dizer aos que tentam me detratar que eu respeito e admiro qualquer um que mereça.
      Os que não merecem,...

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  17. Nunca discuta com a Rede Globo e com comunistas.
    Abraços, Cobalto

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    1. "Um Homem não pode Pretender alcançar certas Verdades, Enquanto conserva dentro de Si certas Mentiras"

      Cobalto

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  18. Todos postaram, todos se expressaram, todos tudo menos responder as duas únicas perguntas do artigo :
    1) Por que os alemães deixaram viver os restantes 67 mil prisioneiros em Auschwitz?
    2) Por que os alemães não fizeram todo o sistema de campo de concentração "desaparecer"?

    Lembram-se da bravura e revolta com que certos "especialistas/pesquisadores/historiadores" e "vítimas/testemunhas" de como os nazi faziam abajur e sabão dos judeus ? Cadê este pessoal todo ?

    Se o intuito nazi era a aniquilação total em escala industrial, por que dar uniformes aos condenados ? E ainda se dar ao trabalho de bordar uma estrelinha amarela ?
    Desconheço na História da Humanidade algum líder/tirano/rei que, no intento de exterminar povos/tribos/inimigos, antes encarcerava-os em campos com banheiro, cozinha e enfermaria, dando-lhes uniforme, para depois executa-los ! Coisa mais doida.
    Se o intento era o extermínio, matar-se-iam esses pobres do jeito que estavam : de uniforme, pijama, roupa de gala, bermuda, etc.

    Abraços, Cobalto


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    1. Eles os matariam no lugar onde os encontrassem, Cobalto.
      Nunca seria necessário todo aquele gasto na construção de campos com "câmaras de gás", esteiras e salas para "eletrocussões em série", fora dizer toda a logística de transporte, deslocamentos,...
      Abraço.

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