Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Estão quase lá!

Amigos e amigas.
Segue abaixo um plano publicado na revista hebraica "Kivunin" (Direções), o órgão oficial da organização do mundo sionista. Sob o título "A estratégia israelita nos anos 80", o artigo foi traduzido pelo eminente professor Israel Shahak, da Universidade Hebraica de Jerusalém. A primeira parte é uma análise dos estados hostis a israel. Em seguida, o detalhamento.
Segundo Shahak, o verdadeiro objetivo de Israel é  "Transformar o império de Israel numa potência mundial. Por outras palavras, o objetivo de Sharon é enganar os americanos depois de ter enganado todos os outros."
Os sublinhados são meus.
FAB29

Segue-se o plano de estado da Kivunim em que todos

os estados Árabes são fragmentados:
"O mundo Árabe Muçulmano, portanto, não é o maior problema estratégico que enfrentamos nos anos 80, apesar do fato de ser portador da principal ameaça contra Israel, devido ao crescente poder militar. Este mundo, com as suas minorias étnicas, com as suas facções e crises internas, com a sua estonteante autodestruição, como podemos ver no Líbano, no Irão “não-Árabe” e agora também na Síria, é incapaz de lidar com sucesso com os seus problemas fundamentais e não constitui, portanto, um problema real contra o Estado de Israel a longo prazo, mas somente a curto prazo, onde tem muita importância o poder militar imediato. A longo prazo, este mundo é incapaz de existir dentro do seu presente quadro em áreas circundantes sem passar por mudanças revolucionárias genuínas. O Mundo Árabe Muçulmano é construído como um temporário castelo de cartas colocadas juntas por estrangeiros (França e Grã-Bretanha nos anos 20) sem que as vontades e os desejos dos seus habitantes tenham sido levados em conta. Foi dividido arbitrariamente em 19 estados, tudo feito com combinações de minorias e grupos étnicos que eram hostis entre si, tanto que atualmente todo o estado Árabe Muçulmano enfrenta uma destruição social étnica por dentro e, em alguns, já existe uma guerra civil furiosa. A maioria dos Árabes, 118 milhões dos 170 milhões, vive em África, grande parte no Egito.
Estados do Magrebe: Fora o Egito, todos os estados do Magrebe são constituídos por uma mistura de Árabes e não-Árabes Berberes. Na Argélia, já existe atualmente uma furiosa guerra civil nas montanhas do Kabile entre duas nações no mesmo país. Marrocos e Argélia estão em guerra entre eles sobre o Saara Espanhol, a juntar às lutas internas em cada um deles. Militantes Islâmicos colocam em perigo a integridade da Tunísia e Kaddafi organiza guerras que são destrutivas do ponto de vista Árabe, num país em que a sua população é escassa e que não pode vir a transformar-se numa nação poderosa. É por isso que fez várias tentativas de unificação no passado com estados que eram mais genuínos, como o Egito e a Síria.
Sudão: O Sudão, atualmente, o estado mais colocado à parte no mundo Árabe Muçulmano é constituído por quarto grupos hostis entre eles, onde uma minoria Árabe Muçulmana Sunita domina sobre as maiorias não-Árabes Africanas, Pagãos e Cristãos.
Egito: No Egito, existe uma maioria muçulmana sunita face a uma larga minoria de cristãos que é dominante no Egito superior: cerca de 7 milhões, tanto que até Sadat, no seu discurso de 8 de Maio, expressou o seu medo de eles virem a criar um seu próprio estado. Uma espécie de “segundo” Líbano cristão no Egito.
Síria: Todos os Estados Árabes a leste de Israel estão despedaçados, partidos e a braços com conflitos internos ainda maiores que aqueles no Magrebe. A Síria não é fundamentalmente diferente do Líbano, exceto no forte regime militar que lá reina. Mas a verdadeira guerra civil que existe atualmente entre a maioria Sunita e a minoria Alawi Shiita que governa (uns meros 12 % da população) testemunha a severidade do problema interno.
Iraque: O Iraque não é, também, diferente, na essência, dos seus vizinhos, apesar da maioria ser xiita e ser a minoria sunita a governar. Sessenta e cinco por cento da população não tem voz ativa na política e uma elite de 20 por cento detém o poder. Acrescenta-se uma larga minoria kurdistã no norte, e se não fosse a força do atual regime o exército e as receitas petrolíferas, o futuro do estado do Iraque não seria diferente do do Líbano, no passado, ou do da Síria, atualmente. As sementes do conflito interno e da guerra civil estão hoje, aparentemente, lançadas especialmente depois da subida ao poder de Khomeini no Irã, um líder que os xiitas, no Iraque, viam como o seu líder natural.
Arábia Saudita, Kuwait, Omã e Iêmen do Norte: Todos os principados “principalities” do Golfo e a Arábia Saudita estão construídos sobre um frágil castelo de areia onde existe apenas petróleo. No Kuwait, os kuwaitianos constituem apenas um quarto da população. No Bahrein, os xiitas são a maioria, mas estão desprovidos de poder. Nos Emirados Árabes Unidos, os xiitas são de novo a maioria, mas são os sunitas que estão no poder. A mesma verdade em Omã e no Iêmen do Norte. Até no marxista Iêmen do Sul existe uma considerável minoria xiita. Na Arábia Saudita, metade da população é estrangeira, egípcia e iemenita, mas a minoria saudita mantém o poder.
Jordânia: A Jordânia é, na realidade, palestiniana, governada por uma minoria transjordaniana beduína, mas a maior parte do exército e certamente da burocracia é agora palestiniana. A propósito, Amã é tão Palestina quanto Nablus.
Todos estes países têm poderosos exércitos, relativamente falando. Mas também lá existem problemas. Atualmente, o exército da Síria é majoritariamente sunita, com um corpo de oficiais Alawi, o exército Iraquiano xiita com comandantes sunitas. Isto tem um grande significado a longo prazo, e é por isso que não é possível manter a lealdade no exército por muito tempo, exceto quando vem de um denominador comum: a hostilidade perante Israel, e atualmente até isso é insuficiente."
Os planos de Israel para fragmentar os Estados árabes estão esboçados:
"Egito: O Egito, com a sua atual política doméstica, já é um cadáver, tendo em conta a crescente abertura Muçulmano-Cristã. Partir o Egito territorialmente em distintas regiões geográficas é o objetivo da política de Israel nos anos 80 na Frente Oeste.
O Egito está dividido e despedaçado em muitos tipos de autoridade. Se o Egito “cair”, países como a Líbia, o Sudão e até outros mais distantes não continuarão a existir nos seus moldes atuais e acompanharão a queda e a dissolução do Egito. A visão de um Estado Cóptico Cristão no Egito superior, juntamente com alguns estados mais fracos com um poder muito localizado e sem um governo centralizado até à data, é a chave para um desenvolvimento histórico que só foi estabelecido pelo acordo de paz, mas que parece inevitável a longo prazo.
Líbano: A total dissolução do Líbano em cinco províncias serve como precedente para todo o mundo Árabe, incluindo o Egito, a Síria, o Iraque e a península Árabe e já está a seguir esta pista. A dissolução, mais tarde, da Síria e do Iraque em áreas únicas, tanto étnicas como religiosas, como no Líbano, é o objetivo prioritário para Israel na frente oriental a longo prazo, enquanto que a dissolução do poder militar nesses estados serve como objetivo prioritário a curto prazo.
Síria: A Síria se partirá, de acordo com a sua estrutura étnico-religiosa, em diversos estados como atualmente o Líbano, de maneira a que haja um estado Alawi xiita ao longo da sua costa, um estado sunita na área de Aleppo, outro estado sunita em Damasco, hostil ao seu vizinho do norte, e em Druzes elevar-se-á um estado, e até mesmo nas nossas Golans, e certamente em Hauran e no setentrional Jordão. Este estado de coisas será a garantia, a longo prazo, para a paz e para a segurança na área, e esse objetivo já nos está no íntimo para o alcançar atualmente.
Iraque: O Iraque, rico em petróleo, por um lado, e com problemas internos, por outro, é garantidamente um candidato a um dos alvos de Israel. A sua dissolução é ainda mais importante para nós do que a Síria. O Iraque é mais forte que a Síria. A curto prazo, é o poder do Iraque que constitui um grande problema para Israel. Uma guerra Irã-Iraque deitará o Iraque abaixo e causará a sua queda interior antes que ele próprio seja capaz de se organizar numa frente contra nós. Assistiremos, a curto prazo, a todos os tipos de confrontação “inter-árabe” e isso encurtará o caminho para o mais importante objetivo de fragmentar o Iraque em grupos, como na Síria e no Líbano. No Iraque, a divisão em províncias baseada nas linhas étnico/religiosas como na Síria no tempo do Otomanos é possível. Por isso, três (ou mais) estados existirão em volta de três cidades maiores: Basra, Bagdá e Mosul, e áreas xiitas no sul separarão as sunitas e as do Kurdistão do norte. É possível que a presente confrontação Irã-Iraque venha a depender desta polarização.
Arábia Saudita: Toda a península árabe é uma natural candidata à dissolução devido às pressões internas e externas, e o assunto é inevitável especialmente na Arábia Saudita. Indiferente se a economia baseada em resíduos de petróleo fique intacta ou fique diminuída a longo prazo, as fraturas e as falhas internas são um claro e natural desenvolvimento à luz da presente estrutura política.
Jordânia: A Jordânia constitui um objetivo estratégico imediato e a curto prazo, mas não a longo prazo, pois não constitui uma verdadeira ameaça depois da sua dissolução, o termo do longo reinado do rei Hussein e a transferência de poder para os palestinianos a curto prazo.
Não existem possibilidades da Jordânia continuar a existir, a longo prazo, com a presente estrutura, e com a política de Israel, ambos em Guerra e em paz, deverá ser dirigida na liquidação da Jordânia debaixo do presente regime e a transferência de poder para a maioria palestiniana. Mudando o regime para leste do rio causará igualmente o termo do problema dos territórios densamente povoados com árabes a Oeste do Jordão. Tanto em condições de guerra como em paz, a emigração vinda dos territórios e o autêntico congelamento demográfico e econômico existente neles, são as garantias para possíveis alterações em ambos os lados do rio, e nós temos o dever moral de sermos ativos no sentido de acelerar este processo num futuro próximo. O plano de autonomia deverá ser também rejeitado, assim como qualquer compromisso ou divisão dos territórios, dando os planos do PLO aos próprios israelo-árabes, o plano Shefa'amr de Setembro de 1980, não é possível ir viver neste País na presente situação sem separar as duas nações, os Árabes para a Jordânia e os Judeus para as áreas a Oeste do rio. Uma genuína paz e co-existência reinarão sobre a terra somente quando os Árabes perceberem que sem as regras da lei Judaica entre a Jordânia e o mar eles nunca terão direito à existência nem à segurança. Uma nação só deles e a segurança só serão conseguidos na Jordânia.
Dentro de Israel, a distinção entre as áreas de '67 e os territórios à sua volta, esses de ´48, teve sempre significado para os Árabes e atualmente já não tem significado para nós. O problema deve ser visto na sua totalidade, sem quaisquer divisões como as de '67. Deve ser claro, debaixo de qualquer futura situação política ou constelação militar, que a solução do problema dos Árabes indígenas virá somente quando eles reconhecerem a existência de Israel em fronteiras seguras ao longo do rio Jordão, como justificação para a nossa sobrevivência nesta época tão difícil, e na época nuclear em que entraremos brevemente. Já não é possível viver com três-quartos da população judaica na densa linha da costa, o que é muito perigoso numa época nuclear. A dispersão da população é, portanto, um objetivo estratégico da mais alta ordem; por outro lado, nós acabaremos por existir dentro de quaisquer fronteiras. Judeia, Samaria e a Galileia são o nosso solo garantido para existência nacional, e se nós não nos transformarmos em maioria nas áreas montanhosas, não dominaremos o país e seremos como os Cruzados, que perderam a sua terra que até nem era deles, e nas quais, para começar, eles foram estrangeiros. Rebalançar o país democraticamente, estrategicamente e economicamente é o objetivo central e mais importante da atualidade. Tomar posse da linha divisória de águas nas montanhas desde Beersheba até à Galileia Superior é o objetivo nacional criado estrategicamente e que é estabelecido na parte montanhosa do país que está hoje vazia de Judeus."

19 comentários:

  1. Artigo de 80??? da revista kivunin??? o órgão oficial da organização do mundo sionista????eminente professor Israel Shahak??? eminente!!!.........cara estamos em 2013, jamais ouvi falar da kivunin.........mas de israel shahak já, e como,alias ele é SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO.........

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    1. E os "Protocolos" têm mais de um século, pobre histriônico.
      E daí? Todo plano tem um início, o tempo passa, tudo vem e vai, mas os planos de dominação e supremacia continuam em voga, em plena ação.
      Este é o sentido do post: mostrar onde os acontecimentos atuais tiveram início.

      E Shahak foi um eminente cidadão do mundo ao demonstrar sua aversão às atitudes decrépitas dos fundamentalistas talmúdico/sionistas.

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  2. por que é de extrema esquerda, caro recepcionista, e como tal gosta de polemizar............foi um eminente cidadão do mundo, cara que patético.............como sob a ótica revisionista todo sobrevivente é mentiroso este não deve fugir a regra não acha???..........cara olhando bem sua foto percebe-se que vc. tem as mesmas perebas na cara que nossa amiga de Minho........curiosos né

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    1. Tente ler (como eu fiz) "História judaica, Religião judaica", onde esse eminente cidadão do mundo questiona as atitudes dos talmudistas em relação ao resto da humanidade. Não é depoimento fraudulento, como os da maioria dos seus ídolos.
      Ou, em caso de preguiça mental (sem surpresa), veja resumos que já postei aqui. São nove, por enquanto. Eis aqui três:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/07/israel-shahak-1-parte_23.html
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/07/israel-shahak-2-parte.html
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/israel-shahak-3-parte.html

      Em tempo: fico feliz que você nos poupa do seu semblante natiforme.

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  3. Boa tarde FAB29.

    Texto excelente do Israel Shahak pena que faleceu!Mostrando a realidade dos fatos. Esta partilha do mundo árabe está rigorosamente seguindo os "Protocolos Sionistas" ou dos Sábio de Sião se preferirem. São genuínos é só compará-los com os acontecimentos diários vividos pelos povos do mundo inteiro. Saudações aqui da cidade do sol.

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    1. Boa tarde, André.
      De fato, Shahak não me surpreende mais. Seu livro "História judaica, Religião judaica" é uma aula de crítica construtiva ao estilo de agir dos sionistas.
      Se não o conhece, acesse os links que passei pro histriônico logo acima e veja porque o homem merece aplausos pela sua hombridade.
      Tem também o historiador judeu Shlomo Sand. Se quiser conhecer um pouco dele, veja aqui:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/10/de-onde-vem-os-judeus.html
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/11/historiador-polemico.html

      Abraços.

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  4. E a coisa vai de vento em popa. Mas como sempre se disse, não há mal que sempre dure nem bem que não acabe. Talvez lhes venha a sair o tiro pela culatra e olhe que já não será a primeira vez... +e que gato escondido com o rabo de fora, querido FAB...

    Hoje deu-me para os provérbios. :)
    Um beijo

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    1. É a sua proverbial capacidade que vale, pequena Fada.
      Aprendi centenas de provérbios desde que me conheço por gente com minha mãe, que os usava como parte integrante de seus ensinamentos e moral.
      São verdadeiros tesouros.
      Beijos.

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  5. Caro Fabiano, a DOMINAÇÃO do SAARA era o plano desde quando o GIGOLÔ começou a OUVIR vozes, apesar desse PSICOPATA não haver existido, mas faz parte da LENDA judaica para o INTUITO da POSSE.

    Conta a LENDA que a primeira parte do plano foi a tentativa de vender a Sara SURFISTINHA do SAARA para o IMPERADOR do EGITO, mas os planos foram descobertos e o PSICOPATA teve que sair de lá CORRIDO, mas o negócio tinha que prosseguir e o encargo ficou para o filho mais novo do PSICOPATA que tentou vender a sucessora da primeira "PROST" agora Rebecca que também "FERVEU" nos lençois macios do palácio EGÍPCIO, mas tal qual sua antecessora Sara, Rebecca também foi ESCURRAÇADA daquelas PLAGAS e com o perdão do TROCADILHO, talvez sem "PREGAS"

    Vem a TERCEIRA TENTATIVA, já que com as "PROSTS" o negócio não funcionou, agora vem o "GERENTE ZEZINHO" para ADMINISTRAR toda a FORTUNA do IMPERADOR do EGITO, mas parece que não deu em nada, pois o tal GERENTE não aparece em nenhuma FOTO com os mandatários locais em nenhuma vez apareceu para dar ENTREVISTAS para os "JORNALISTAS HIEROGLIFISTAS" que prenchiam as PAREDES das ENORMES PIRÂMIDES, outra vez o plano FALHOU, parece que os que se dizem "ELEITOS" tiveram até se "PICAR" daquela "PARADA" pois a "BOCADA" estava ficando meio que "APERTADA" para os kosher, deram uma ESQUECIDA na "TRETA", apenas esperavam uma condição melhor para agirem.

    Se espalharam, até que um SIMPATIZANTE, digo simpatizante pois o mesmo não era praticante da SEITA era ATEU, sendo ATEU não poderia se CRÉDULO na LENDA, mas era CRÉDULO no poder do DINHEIRO e da VONTADE de ser dono daquele pedaço de chão que como dantes tinha DONO e MUITOS DONOS, mas teve a ídeia de criar um movimento para realização da causa com mais alguns IDIOTIZADOS pela FÉ na LENDA articulou o plano.

    Pois bem, o que o Prof. Shahak nos diz é que a VONTADE dos seguidores da SEITA judaica já é de longa data a VONTADE DE REALIZAREM O ROUBO.

    A EMPREITADA para acontecer necessita de que se coloque no comando dos países que serão dominados pelos kosher, FANTOCHES que possam ser manipulados pelos cordames sionistas, enriquecem esse FANTOCHE, armam o exército desse FANTOCHE com algumas ARMAS de ANTE-PENULTIMA GERAÇÃO, incentiva esse FANTOCHE a promover algumas arbitrariedades contra o povo e pronto está armada a situação.

    O comando kosher escolhe algum PSICOPATA, louco para aparecer e incentiva esse PAU MANDADO a constituir um GRUPO REBELDE treinado por algum MERCENÁRIO tipo RAMBO, BRADOCH, DAVID ou outro que seja para promover um levante ai a dona onu se sente ultrajada e determina que o "SHERIFF" de plantão na cadeira da casabranca, passe a dar entrevistas dizendo que a democracia do mundo está em PERIGO que é preciso ficar ESPIONANDO O MUNDO, vou interferir e lançar meus "mariner's" para acabar com essa FARRA.

    Em suma o que Shahak quis dizer era isso.

    Sabe caro companheiro encontrei uma SOVA COM CINTA dada no mascate pelo Sr.Luís Olímpio Ferraz Melo, onde o mesmo DESANCA com todas as LETRAS DO ABECEDÁRIO o mascate, constatei que é o mesmo pelo MODUS OPERANDIS praticados por arthur feijó, os mesmos ERROS GRAMÁTICAIS, AS MESMAS OFENSAS, em suma é o CARA.

    Abraços.

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    1. Amigo Ragi.
      O esquizofrênico "arthurzin" tem adoração por tanta saraivada que leva de meio mundo. Por que acha que o apelidei de "Geni Virtual"? Ele é licencioso até a medula.

      Mas você viu que o "The Washington Post" publicou ontem que foram os EUA que municiaram os rebeldes na Síria? Agora, terão de trabalhar dobrado para encobrir o fato de que foram os rebeldes os (ir)responsáveis pelo ataque químico por lá.

      E, para desgosto dos talmudistas/estadunidenses/sionistas, o Assad ainda aceitou entregar seu arsenal químico, coisa que os EUA prometeram há mais de década e, até hoje, não cumpriu. Perdão também pelo trocadilho: quero ver a batata do Obama 'Assad'.

      Abraço.

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  6. temos também o HOLOCAUSTO SILENCIOSO http://contra-o-aborto.blogspot.com.br/2013/08/holocausto-silencioso-um-clipe-pro-vida.html

    http://www.youtube.com/watch?v=TqqsmEvgtxY#t=120

    Abraços

    Carlos Cobalto

    e ref. o texto, mandei pro http://somostodospalestinos.blogspot.com.br/

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  7. acessem o blog do bourdokan.

    Cobalto

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  8. cara, sério.... não sei como não conseguem acreditar/ver nesse papo de "teoria" da conspiração,como o seu texto acima. Deve ser alguma nova doença que nem o "europeu" Freud explica ou descobriu ! kkkkkkkkkkkkkkk

    Abraços

    Cobalto kkkkkkkkkkk

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    1. Primeiro, o texto não é meu e nem do Shahak. Este apenas o traduziu de uma revista exclusivista judaica;

      Segundo, "teoria" da conspiração é uma expressão "politicamente correta" que seus donos tentam impetrar na humanidade para mantê-la subjugada;

      Terceiro, você "falar sério" é o mesmo que uma vaca falar iídiche. E entender!

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  9. Caro, FAB29.
    1 -Qdo me referia "ao seu texto acima", era forma de expressão. Sei que o original não é seu. Que apenas postou.
    2 -Coloquei teoria entre aspas justamente por isso.
    3 -Neste, me parece que vc não me entendeu.
    ----------------------
    http://nhacdj.org/Not%C3%ADcias+de+sa%C3%BAde/Ele+deve+proibir+o+ritual+judeu+ultra-ortodoxos+de+chupar+p%C3%AAnis+em+crian%C3%A7as_24102.html formos em 'busca' judeus chupam pênis em circuncisão, aparecem bastante opções.
    Abraços, Cobalto

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    1. Tem razão, colega.
      Interpretei mal, mesmo.
      Grato pela correção e compreensão.
      Abraço.

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  10. De nada, FAB29

    Mudando de saco pra mala, que ritual mais repugnante
    http://vista-se.com.br/redesocial/um-corte-na-garganta-em-nome-de-deus/

    Abraços, Cobalto

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    1. Melhor nem comentar...
      Cada louco com sua mania.
      Abraço

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