Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Agora (de novo), Treblinka.

Amigos e amigas.
Assim como fiz com os dados oficiais de Auschwitz/Birkenau, mostrando seus números estapafúrdios para mim, passo à minha análise dos números de Treblinka, o segundo pior "campo de extermínio" alemão. Começo pelo número estrondoso de judeus mortos, principalmente gaseados em câmaras de gás alimentadas por motores à explosão:

"O campo de extermínio começou a operar com três câmaras de gás, chegando em pouco tempo a seis. De julho de 1942 a abril de 1943, aproximadamente 870 mil pessoas morreram no local. Em sua grande maioria, os judeus eram friamente assassinados apenas duas horas após sua chegada." (http://www.beth-shalom.com.br/artigos/treblinka.html) [870 mil pessoas em 300 dias = 2900 por dia! Média superior à de Auschwitz/Birkenau!]

"Os alemães haviam ordenado que Treblinka II fosse desmantelado no outono de 1943. De julho de 1942 a novembro de 1943, os alemães mataram entre 870 mil a 925 mil judeus no campo de matança." (http://www.ushmm.org/wlc/en/article.php?ModuleId=10005193) [Aqui, são 900 mil judeus em 500 dias = 1800 por dia. Menos incrível, mas...]

"O gaseamento nem sempre acontecia rapidamente. Porque as vítimas eram empurradas para o quarto com força, não havendo espaço para se mover. Consequentemente, as vítimas podiam ficar por trinta a quarenta minutos antes de realmente morrerem. (...) Judeus dos distritos polacos de Varsóvia, Radom, Bialystok e Lublin, bem como de outros campos de concentração de Theresienstadt, Macedônia e do Reich compreenderam quase 750.000 pessoas que morreram nas câmaras de gás de Treblinka, entre julho de 1942 e abril de 1943." (http://www.jewishgen.org/forgottencamps/camps/treblinkaeng.html) [Entendo por "pessoas" como 'todo mundo'; "judeus" é específico. Vai ser difícil eles chegarem a um acordo sobre a quantidade e quem era quem?]

"O campo de extermínio de Treblinka foi o maior campo de concentração nazi. (...) O processo de gaseificação (sic) nas câmaras durava aproximadamente 15 minutos. (...) Inicialmente, os cadáveres eram empilhados num fosso, sendo mais tarde queimados. (...)  Franz Stangl, comandante do campo de Treblinka, respondeu: "A respeito da pergunta do número exato de pessoas gaseificadas (sic) num dia, eu posso indicar que, de acordo com a minha estimativa, o conjunto de 3.000 pessoas transportadas em cerca de trinta vagões era liquidado em três horas. Quando o trabalho durava catorze horas, 12.000 a 15.000 prisioneiros eram aniquilados. Havia muitos dias em que o trabalho durava de manhã à noite." (...) Cerca de 850.000 pessoas foram brutalmente assassinadas no campo de Treblinka." (http://holocausto12a-2.webs.com/treblinka.htm) [Aqui, se afirma que elas eram "gaseificadas" (Jesus!) em 15 minutos com MONÓXIDO DE CARBONO, cuja eficiência letal é muito lenta. Como se pode crer?]

Treblinka funcionou entre "23 de julho de 1942 e 19 de outubro de 1943. (...) Treblinka I foi um campo de trabalho forçado (Arbeitslager) cujos prisioneiros trabalhavam principalmente na mina de cascalho nas proximidades ou na área de irrigação e na floresta, onde cortavam madeira para abastecer os fornos crematórios. (Portanto, não utilizavam o carvão coque, bem mais eficiente.Entre agosto e setembro de 1942, um novo edifício grande com uma fundação de concreto foi construído de tijolos e argamassa. Continha 8-10 câmaras de gás (8 metros por 4 metros cada) com um corredor em seu centro. (...) As novas câmaras de gás tornaram-se operacionais no início do Outono de 1942. (...) As novas câmaras de morte foram capazes de matar 3.000 pessoas em duas horas e 12.000-15.000 vítimas todos os dias, com uma capacidade máxima de 22 mil mortes em 24 horas. (...) Em Treblinka, Sobibor e Belzec, as vítimas morreram por asfixia e intoxicação por monóxido de carbono. (...) As massas de corpos que haviam sido enterradas com a escavadeira durante a operação inicial do acampamento foram exumadas e cremadas, novamente de acordo com as ordens de Heinrich Himmler."

Este final é inacreditável! Centenas de milhares de corpos cheios de terra e num clima gelado foram cremados sem deixar vestígios? Nem sequer a formidável pira necessária para tal feito deixou marcas contundentes? Fora dizer que a madeira utilizada era ainda verde, o que em nada ajuda numa cremação. Abaixo, foto aérea do campo e mapa de um 'sobrevivente' judeu:

Foto aérea recente do campo:
Map of Treblinka shown by investigations of Caroline Sturdy Colls
Em amarelo, as "prováveis áreas de enterro e cremação".
Para mais de 800 mil corpos?!
E neste esboço abaixo, vemos cinco números '34', que seriam as covas de cremação. E ninguém via a fumaça?


Trocando em miúdos: as disparidades numéricas (além do estapafúrdio) pululam na história oficial de Treblinka, que diz que foram até um milhão de pessoas gaseadas (em 3 a 10 câmaras) com monóxido de carbono (gás de baixa eficiência letal) e cremadas em valas (em terra úmida e clima gelado, piorando quando chovia ou nevava) usando madeira verde da floresta (eficiência próxima de zero). Centenas de milhares de vítimas que foram só enterradas foram exumadas (portanto, estavam bem sujas de terra) e cremadas. A fogueira necessária para tal feito seria sem precedentes. O engenheiro químico Germar Rudolf a calculou em minúcias. Confiram neste link, juntamente com um vídeo mostrando a análise de peritos australianos no solo de Treblinka. (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/germar-rudolf.html)

Tudo isso posto, creiam, se assim quiserem. De minha parte, não consigo.
FAB29

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Vive la liberté!!

Amigos e amigas.
O texto a seguir é uma tradução livre que fiz do vídeo no final do post. Mostra o quanto é hipócrita a liberdade que os donos do mundo permitem ao povinho. Só um detalhe: no vídeo, o comediante Dieudonnè aparece na segunda parte, mas, na realidade, o caso dele aconteceu primeiro, como podemos constatar no fim do vídeo.
Confiram.
FAB29

DEBATE NA FRANÇA SOBRE LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

(Um senhor) - Vivemos num mundo onde podemos criticar e ridicularizar. Você sabe: ridicularizamos nada e tudo. O fato de podermos fazer isto é satisfatório para mim. Porque significa que temos liberdade.
(Djamel Bouras) - Temos que ser um pouco sábios e não cairmos nesses tipos de provocações [Cartuns contra Maomé].
(Apresentador) - Mas se tivermos que evitar desenhar cartuns de seu profeta por causa da sensibilidade dos Muslims, isto se torna uma forma de autocensura.
(Djamel) - Para mim, liberdade de expressão e respeito ao próximo andam de mãos dadas. Eu sou pela liberdade de expressão, mas por que exercê-la magoando os outros?
(Apresentador) - Permita-me: eu faço uma caricatura de Maomé, Jesus ou de um rabino. Eu teria o direito de fazer isso, entende? Isto é a França!
(Djamel) - Quando você sabe que vai insultar milhões de pessoas, por que fazê-lo?
(Apresentador) - Tem a ver com liberdade. É disto que se trata.

O MESMO JORNALISTA ENTREVISTANDO DIEUDONNÈ, UM COMEDIANTE QUE BRINCOU IMITANDO UM JUDEU ORTODOXO:

(Apresentador) - Você não acha que deveria se desculpar pelo seu ato? Deveria dizer: “Sinto muito! Não foi engraçado! Desculpe ter ferido seus sentimentos! Fui estúpido!
(Dieudonnè) - É parte do meu trabalho. A comédia que faço tem que ter esses pequenos limites.
(Apresentador) - Não posso entendê-lo! Estou chocado! Acho sua atitude indesculpável!
(Dieudonnè) - Vivemos num país onde podemos nos expressar livremente. Por que você é contra?
(Apresentador) - Vou lhe dizer por que você não tem o direito de se expressar livremente: é por causa do holocausto! Eis por que sua comédia causa um pequeno problema.
(Dieudonnè) - Mas por 400 anos, nós também tivemos 100 milhões de negros escravizados, mas isso não impediu de fazermos comédia com os tipos negros. Podemos ver o comediante stand up Michelle Led vestido de macaco, com olhos de vidro, como um negro. Ninguém o parou ou o criticou. Ele é até saudado como um herói.
(Apresentador) - Para alguém que teve toda a sua família exterminada em campos de concentração e vê alguém na TV dizendo “ISRA-HEIL!”. Você percebe a severidade da situação? Não sei se é capaz! (...) Há muitas situações onde dizemos para conhecidos: “Nós não poderemos tê-lo no programa; não é mais possível" Como Lanceral, que nunca será convidado a este programa. Por causa do que ele disse, não podemos mais convidá-lo para este programa. Você imagina o quão sério foi o que você disse?
(Dieudonnè) - Acho difícil de acreditar. Eu era apto a fazer comédia com qualquer grupo de pessoas. Faço uma piada com um israelense e, de repente, vira histeria.
(Apresentador) - Pra dizer a verdade, eu o acho um excelente comediante. Você é muito engraçado, talentoso, mas lamento informá-lo que esta é a última vez que você é convidado a este programa.
(Dieudonnè) - Se eu nunca mais for convidado, que seja. Tenho uma dignidade e uma consciência que não posso violar.
(Apresentador) - Você está pronto para admitir? Que desculpa você está pronto para fazer?

RESUMINDO... (DAQUI, INICIA-SE UMA COMPARAÇÃO DOS DOIS PROGRAMAS, MOSTRANDO O CLARO CASO DE “DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS”: AS CARICATURAS DE MAOMÉ CONTRA AS PIADAS SOBRE JUDEUS. NO PRIMEIRO CASO, DIREITO DE SE EXPRESSAR; NO SEGUNDO, UM CRIME, UMA CRUELDADE.) 
NO FINAL DESTA PARTE, HÁ UM OUTRO PRISMA DO DIÁLOGO ENTRE DIEUDONNÈ E O APRESENTADOR:
[Dieudonnè - "Eu não entendo por que você é contra a liberdade de expressão." Apresentador - "Você sabe bem por que não temos esse tipo de liberdade de expressão! (...) Você percebe a gravidade do que você disse? Acho sua atitude indesculpável, chocante! E você nunca mais será novamente convidado a este programa pelo que você disse."]

(Djamel) - Tem de haver igual liberdade para todos!
(Apresentador) - O que quer dizer?
(Djamel) - Liberdade a todos! Uma pessoa como Dieudonnè, que fez duas piadas de judeus e foi banido. Sua carreira acabou e ele é um bom comediante! Nós temos aprovado muitas leis contra o antissemitismo. Sugiro fazer uma contra a islamofobia.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Números estapafúrdios.

Amigos e amigas.
A guerra de números que a malfadada 2ª Grande Guerra suscita é de dar nó no cérebro e no estômago. Uma delas é a quantidade de pessoas que se afirma terem sido gaseadas e cremadas para não deixar provas nos campos alemães. Pesquisei dados sobre cremações modernas e encontrei:

"O caixão é submetido a uma temperatura de 1 200 ºC. Esse calor faz a madeira do caixão e as células do corpo evaporarem ou volatilizarem, passando direto do estado sólido para o gasoso. O cadáver começa a sumir. Depois de até duas horas no forno, apenas partículas inorgânicas como os óxidos de cálcio que formam os ossos resistem à onda de calor. Esses restos são colocados no chamado moinho, uma espécie de liquidificador que tritura os ossos com bolas de metal que chacoalham de um lado para o outro. O moinho funciona por cerca de 25 minutos.(...) No final do processo, uma pessoa de 70 quilos fica reduzida a menos de um quilo de pó.

"Quantos corpos são cremados de uma vez?
Um de cada vez. Não há qualquer possibilidade de ser diferente, pois o próprio equipamento comporta apenas um corpo a cada vez que é acionado."

Quanto tempo demora a cremação?

Isso depende do peso do indivíduo. Para um adulto de tamanho médio, a cremação pode levar de duas a cinco horas à temperatura de operação normal entre 400°C a 1.200°C.

Pode-se fazer duas cremações juntamente?

Não. Não só é ilegal, as câmaras de cremação mais modernas não são de tamanho suficiente para acomodar mais do que um adulto. Assim, seria uma impossibilidade prática de realizar múltiplas cremações simultaneamente.
http://crematoriovilaalpina.com.br/cremacao-perguntas-mais-frequentes/

Em Auschwitz, também era assim, como se vê na imagem abaixo:
Forno crematório de Auschwitz
Como se pode ver, era um corpo de cada vez.
Daí, pesquisei dados oficiais sobre as execuções e cremações no principal campo alemão: Auschwitz. Encontrei a confissão de Rudolf Höss, comandante deste campo:

"A 14/05/1946, Rudolf Höss assinou um documento no qual afirmou que dois milhões de judeus tinham sido gaseados em Auschwitz/Birkenau entre 1941 e 1943.
"Declaro aqui sob juramento que nos anos de 1941 a 1943 durante o exercício do meu cargo como comandante do Campo de Concentração de Auschwitz, 2 milhões de judeus foram mortos por gaseamento e meio milhão por outros meios. Rudolf Höss, 14 de Maio de 1946.”

"Havia quatro câmaras de gás subterrâneas; duas grandes cada uma acomodando 2000 pessoas, e duas menores, cada uma acomodando 1600 pessoas. (...) Cremar duas mil pessoas levava cerca de 24 horas nos cinco fornos. Geralmente, só conseguíamos cremar cerca de 1700 a 1800 pessoas". [Rudolf Höss, comandante de Auschwitz, em depoimento a Leon Goldensohn na prisão de Nuremberg em 08/04/1946]
Joseph G. Burg foi a 12ª testemunha chamada pela defesa.
Ele testemunhou que, em Auschwitz,
não havia câmaras de gás.

"Deixe-me explicar que enquanto eu estive em Auschwitz,

eu não sabia nada sobre as câmaras de gás.
Pode imaginar aquilo?" Marika Frank Abrams

"Eu estive em um grande campo de concentração na Alemanha. Preciso verdadeiramente afirmar que, em nenhum campo, eu nunca vi qualquer coisa que se assemelhasse a câmaras de gás."

Dr. Benedik Kautsky (passou 3 anos em Auschwitz)

São três testemunhos de judeus que nos dizem que

não havia câmaras de gás,
nem nunca viram câmaras de gás

enquanto estavam em Auschwitz.
No entanto, esta era a "câmara de gás" de Auschwitz
Pela foto abaixo e centenas de outras de Auschwitz e qualquer outro campo alemão, não se vê nada de anormal (valas crematórias, imensas fumaças de cremação,...):
Birkenau em 1943
Em seguida, seguem trechos que falam sobre as cremações em Birkenau (Auschwitz II):

O campo tinha seções específicas para homens, mulheres, um campo familiar para ciganos deportados da Alemanha, Áustria e do protetorado da Boêmia e Moravia, e um para famílias judias deportadas do gueto de Terezín. (...) A câmara de gás "improvisada" I entrou em operação em janeiro de 1942 e mais tarde foi desmontada. A câmara “improvisada” II funcionou de junho de 1942 até o final de 1944. (...) Entre maio e junho de 1943, foram construídos quatro imponentes prédios de cremação. (...) Pelo menos 960.000 judeus foram exterminados em Auschwitz, além de cerca de 74.000 poloneses, 21.000 ciganos, 15.000 prisioneiros de guerra soviéticos, e 10.000 a 15.000 civis de outras nacionalidades.

"Em Birkenau, havia três crematórios, cada um com uma câmara de gás. Neles podiam ser cremados até 4.756 cadáveres por dia, segundo documentos das SS".

"Birkenau era equipado com quatro crematórios e câmaras de gás, as quais podiam receber, cada uma, cerca de 2.500 pessoas por vez. As mortes em grande quantidade começaram a acontecer no ano de 1942; em Auschwitz II morreram aproximadamente um milhão de judeus e 19 mil ciganos".

"Em Auschwitz, os nazistas liquidavam 2 mil pessoas em pouco mais de 15 minutos. Trancavam-se os condenados em câmaras escuras, enquanto o gás começava a penetrar no ambiente vindo do chão."

Uma autodeclarada "sobrevivente de Auschwitz", Olga Lengyel, afirmou em seu livro "Cinco chaminés" que em Auschwitz  se cremavam 720 corpos por hora, ou 17.280 corpos a cada 24 horasNeste link (http://www.auschwitz.org.pl/> ), é divulgado o número de mortos diariamente em cada um dos cinco crematórios de Auschwitz:

"No 1 - 340 cremados
No 2 - 1440 cremados
No 3 - 1440 cremados
No 4 - 768 cremados
No 5 - 768 cremados

Total= 4756 pessoas/dia"

Neste link (http://holocausto-doc.blogspot.com.br/2009/03/eliminacao-de-corpos-em-auschwitz-o-fim.html), os ‘afirmacionistas’ refutam qualquer contestação sobre as impossibilidades de Auschwitz/Birkenau cremar tantos corpos em tão pouco tempo sem deixar vestígios. Entre tantas, dizem que "É conhecido à partir de cremações realizadas em 1874 que uma criança de 47 libras poderia ser cremada em 25 minutos, uma mulher de 144 libras em 50 minutos e um homem de 227 libras em 55 minutos. Em 1875, foi relatado que um corpo poderia ser cremado em 50 minutos."

Após tanta informação desconexa entre si (há bem mais, mas já servem de exemplo), só para cálculo rápido, consideremos meia hora para a cremação de um corpo. Eram cinco fornos em Birkenau, portanto, dez corpos por hora, perfazendo 240 corpos por dia, o que desdiz o depoimento do comandante Höss, que afirmou: "Queimar duas mil pessoas levava cerca de 24 horas nos cinco fornos." Cerca de um milhão teriam sido gaseados e cremados durante o funcionamento de Birkenau (Entre o começo de 1942 e o fim de 1944). Considerando que ele funcionou dois anos inteiros (730 dias), teríamos uma média diária ininterrupta de 1370 corpos, número mais modesto que os dois mil ditos por Höss e muito mais que os 4756 da "sobrevivente" olga lengyel.

O outro dado diz que havia cinco fornos duplos em Auschwitz e se cremavam até 2000 vítimas por dia. Então, eram 10 fornos e cada um cremava até 200 corpos por dia, ou 7 por hora. Número estapafúrdio!

Faço, também, a conta com 50 fornos com meia hora de cremação para cada corpo, 100 corpos por hora. Em 24 horas, 2400 cremações. Ok. Cada cremação consumia cerca de 30 kg de carvão coque. Logo, diariamente, seriam necessárias 72 toneladas de carvão. Imaginando que os fornos trabalharam por 400 dias inteiros para cremar um milhão de corpos, foram gastas umas 28800 toneladas de coque. É ou não mais um número estapafúrdio?

Cada qual seja livre para crer se quiser. Eu não quero porque o impossível não me agrada.
FAB29

Sempre nos enganando!

Amigos e amigas.
Já escrevi aqui sobre as justas considerações que tenho sobre a presença de seres superiores (deuses?) nos primórdios da Terra. Seres responsáveis por povoar o planeta com animais e vegetais, trabalhando a natureza e criando a humanidade, ensinando-a a evoluir rapidamente.

Agora, essa reportagem abaixo acrescenta mais uma camada nesse bolo. Muitos a classificam como FAKE, mas a publico apenas para consolidar o título do post. Quanto mais o povinho se enreda numa trama dentro de um labirinto escuro com mil portas falsas, melhor pros grandes corruptores.

Não deixa de ser interessante. Entre colchetes, não resisti a um eventual comentário.
FAB29

"Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida, por uma equipe de cientistas americanos e europeus. Duas foram descobertas a cerca de 16 milhas para o interior, enquanto a terceira muito perto da costa.

Os primeiros relatórios sobre as pirâmides apareceram na mídia ocidental no ano passado. Algumas fotos foram publicadas em alguns sites com um comentário de que as estruturas estranhas poderiam servir como prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o suficiente para ter sido habitado por uma civilização [HÁ EVIDÊNCIAS QUE A SIBÉRIA JÁ FOI UMA FLORESTA TROPICAL, ASSIM COMO O DESERTO DO SAARA]

Imagem aérea tomada através do gelo do Pólo Sul parece mostrar duas ou, possivelmente, três pirâmides em uma linha, em uma formação semelhante às pirâmides de Gizé.

Até agora, pouco se sabe sobre as pirâmides e a equipe prefere manter silêncio sobre a descoberta. A única informação confiável, fornecida pelos cientistas, era de que eles estavam planejando uma expedição para as pirâmides e continuar a investigar e determinar, com certeza, se as estruturas eram artificiais ou naturais [PIRÂMIDE NATURAL?!]. Nenhum detalhe foi dado sobre o calendário da expedição.

Se os pesquisadores provarem que as pirâmides são estruturas feitas pelo homem, a descoberta poderá levar a uma revisão da história da humanidade [POR ISTO, NÃO PERMITIRÃO].

Enquanto isso, uma série de descobertas estranhas, mas interessantes, têm sido feitas recentemente na Antártida. Em 2009, cientistas encontraram partículas de pólen, o que poderia permitir afirmar que as palmeiras cresceram na Antártica e que as temperaturas do verão chegaram a 21ºC. Três anos depois, em 2012, os cientistas do Instituto de Pesquisas do Deserto, em Nevada, identificaram 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida, na Antártida Oriental. Uma civilização que não aparece na nossa história.

Será possível afirmar que a Antártida já foi quente o suficiente, num passado recente, para ter permitido a existência de uma civilização por ali? E ainda mais surpreendente é a questão de saber se os restos de uma cultura avançada e desenvolvida estarão enterrados sob o gelo.

Os estudiosos e egiptólogos já suspeitavam que a Esfinge é muito mais antiga do que o imaginado, possivelmente mais de 10.000 anos de idade. Os cientistas descobriram que há evidência de erosão hídrica [VERTICAL!] na estátua antiga, a maior do mundo; tem uma história de mudanças climáticas a partir de uma floresta tropical no calor do deserto há alguns milhares de anos. Se o clima no Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima da Antártida também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?

De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé foi realizada em um período anterior, entre os anos 12,500 e 10.500 AC, motivando, nesta retroatividade uma correlação entre a localização das três principais pirâmides na Necrópole de Gizé e as três estrelas da constelação de Órion, e que esta correlação foi intencionalmente criada por pessoas que construíram as pirâmides.

A referência à data de 12.500 anos atrás é significativa para Hancock, uma vez que a posição das pirâmides pode indicar o momento exato em que uma civilização avançada desapareceu devido a um cataclismo global.

Em seu livro "As Pegadas dos Deuses", Graham Hancock encontrou as pistas que levam a uma conclusão. De acordo com Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas ao redor do planeta [BÓSNIA, GUATEMALA,...] e os seus monumentos contêm claras configurações astronômicas mais ou menos evidentes.

De antigos testemunhos de muitas comunidades – a Grande Esfinge do Egito, os misteriosos templos de Tiahuanaco, as linhas gigantes de Nazca, no Peru, as pirâmides maciças do Sol e da Lua no México – o estudo os comparou com os mitos e lendas universal e mapas que datam dos tempos antigos, sugere a existência de um povo com uma inteligência superior que possuía tecnologia sofisticada e conhecimento científico detalhado, cuja “pegada”, no entanto, foi completamente exterminada por um desastre de enormes proporções [MAS MUITAS DESSAS "PEGADAS" SÃO CRIMINOSAMENTE OCULTADAS PELOS GRANDES CORRUPTORES].

Cada cultura tem adorado os seus reis como deuses. Suas religiões foram todas destinadas a encontrar a imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com o conhecimento antecipado dos movimentos celestes. A cobra - réptil - é uma figura simbólica que está presente em todas as culturas e é considerada sagrada [FALA-SE MUITO DOS REPTILIANOS...]

Esta grande unidade cultural, de acordo com Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de uma saída repentina do nada, mas foi “ajudada” por alguém com conhecimento cultural e tecnologia avançada. A prova que sustenta esta teoria é a expansão da agricultura.

Descobriu-se que a agricultura nasceu, simultaneamente, em, pelo menos, seis regiões do mundo sem ligação aparente entre eles: América Central e do Sul, o Crescente Fértil, África Central, Leste da China e do Sudeste Asiático."

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Haja números!

Amigos e amigas.
Uma das maiores críticas ao holocausto é que "os números não fecham". Uma das situações mais emblemáticas foi as placas de Auschwitz que sempre mostraram "4 milhões de mortos" e, após a visita do papa João Paulo II e um laudo de uma comissão polonesa, diminuíram para "1,5 milhão". Esta "perda" de 2,5 milhões "desfalcou" a cifra oficial de 6 milhões, mas incrivelmente, não abalou a certeza sionista dos 6 milhões.

O fato de nunca terem encontrado corpos gaseados para necropsias é outro ponto contra o holocausto. Os "sobreviventes" afirmam que esses corpos foram todos cremados e seus ossos, moídos para virar fertilizante. No Brasil, Ben Abraham afirmou isto num debate na rede Bandeirantes. Desse jeito, pode-se alegar qualquer número de mortes. Mas há dois detalhes: primeiro é que a maneira que os "sobreviventes" afirmaram que as câmaras de gás funcionavam não encontra nenhum respaldo na Física e na Química, fato que as torna impossíveis. Segundo: considerando que tivesse sido possível o gaseamento de 1 milhão de pessoas e todas tenham sido cremadas, novamente a Física e a Química não avalizam. Vejam o exemplo verdadeiro abaixo, de 2001:

"Crematórios na Índia trabalham 24 horas por dia em Ahmedabad (Índia) [da ap]:

Um crematório da cidade de Ahmedabad, devastada pelo terremoto da última sexta-feira (26), está tão sobrecarregado de cadáveres que as trancas da porta do forno se derreteram. Piras funerárias à lenha queimam 24 horas por dia. 

Os cadáveres não param de chegar. Os 11 crematórios da cidade não dão conta de tantos corpos. Funcionários do governo dizem que já contaram, até agora, 6.200 mortos, mas o número varia entre 10 mil e 20 mil."
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u18609.shtml

Agora, os pseudo-intelectuais, vão perguntar: “O que isso tem a ver?” Vejam:

Fatos: em Auschwitz, havia CINCO crematórios! O site 
http://en.auschwitz.org/m/
divulga o número de mortos diários em cada um deles:

No 1 - 340 cremados
No 2 - 1440 cremados
No 3 - 1440 cremados

No 4 - 768 cremados
No 5 - 768 cremados

Total= 4756 pessoas/dia

Conclusão: se 11 crematórios de 2001 não dão conta de tantos corpos, funcionando 24h/dia, imaginem 5 crematórios de 1941!!! Fica claro que é impossível esses números serem verdadeiros!!! 

Em seu livro "five chimneys" ("cinco chaminés", Londres, 1959), olga lengyel diz ser uma ex-prisioneira de auschwitz e afirma que o campo cremava “720 corpos por hora, ou 17.280 corpos a cada 24 horas”. Ela também afirma que, em adição, 8.000 pessoas eram queimadas todos os dias em “covas coletivas da morte”, portanto, “em números redondos, cerca de 24.000 corpos eram destruídos todos os dias.” (p. 80-81). Isto dá uma taxa anual de mais de 8,5 milhões. Portanto, entre março de 1942 e outubro de 1944, Auschwitz teria finalmente destruído mais de 21 milhões de pessoas."

O primeiro e maior contestador brasileiro do holocausto, S. E. Castan, disse:
Numa passagem do seu artigo no jornal Zero Hora, de 26/04/87, o sr. Isaac Ainhorn cita “a morte de 6 milhões de civis que nunca estiveram em guerra com ninguém, que não eram soldados, que não usavam armas”.

Justamente este mágico número de 6 milhões é que motivou a expressão do meu livro de "mentira do século". À pág. 210, eu cito as palavras do dr. Listojewski, um judeu, que declarou há 35 anos atrás:
“Como estatístico, tenho me esforçado durante 2 anos e meio em averiguar o número de judeus que pereceram durante a época de Hitler (1933-1945). A cifra oscila entre 350.000 e 500.000. Se nós, os judeus, afirmamos que foram 6.000.000, isto é uma infame mentira”.
Note-se que faz referência a um período de 6 anos antes da guerra e aos quase 6 anos da II guerra mundial. Esta afirmação, portanto, não é minha, é de um judeu! Chamo a atenção dos leitores de que a média, encontrada pelo dr. Listojewski, incluindo os 6 anos antes da guerra, se situa em 425.000 mortos, número inferior aos alemães mortos em apenas 48 horas, em fevereiro de 1945, na cidade de Dresden, por ataques aéreos de extermínio contra a população alemã!


Para completar, palavras de Robert Faurisson:
“Fotografias como a que segue abaixo, de pessoas esquálidas, vestidas com batas de hospital e aparentemente subalimentadas, vêm sendo mostradas, à exaustão, desde 1945 pela propaganda judeo-sionista, como “prova” das “atrocidades nazistas”.
O que não se conta, é que essas pessoas eram pacientes já em estado avançado de fraqueza devido ao tifo epidêmico e que, mesmo assim, foram retiradas pelas tropas soviéticas dos pavilhões hospitalares e enfermarias, para servirem de material de propaganda de guerra.
Qualquer médico sanitarista, ou clínico bem formado, num rápido olhar saberá reconhecer naqueles pobres homens, todas as graves seqüelas do tifo, doença infecto contagiosa que em estágios avançados, entre outros sinais e a magreza extrema, incha e deforma as articulações de suas vítimas. São fotografias de cenas montadas como esta que, durante décadas, têm sido mostradas como “prova irrefutável” do alegado “holocausto” e do eterno “sofrimento judeu”.



Concluo que o assunto precisa ser revisitado e revisto constantemente. Sou um daqueles que não ficarão passivos e acomodados, aceitando bovinamente a hipocrisia dos grandes corruptores.

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