Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A vez de Majdanek.

Amigos e amigas.

Chegamos ao sexto e último dos chamados "campos de extermínio" do 3º Reich. Majdanek tem algumas particularidades (além das corriqueiras discrepâncias numéricas e de datas): pela foto abaixo, notamos que tudo o que ocorria lá dentro podia ser facilmente visível; o campo se encontrava em área urbana; é amplamente sabido que os prisioneiros recebiam alimentos via correios e entidades; e, além de câmaras de gás com zyklon-B e monóxido de carbono, afirma-se terem existido "covas de fuzilamento".

Tudo isto faz de Majdanek um poço de discrepâncias porque também é dito que milhares morriam de fome, doenças e maus tratos. Mas apesar do acesso das entidades para entregar milhares de pacotes com alimentos durante a existência do campo, NINGUÉM viu e denunciou tais alegadas atrocidades. Como é que pode?

Convido-os a conhecer esse campo sui generis.
FAB29

"O acampamento, que operou a partir de 01 de outubro de 1941 [Dizem que foi a construção do campo que começou nesta data] até 22 de julho de 1944, foi capturado quase intacto pelos soviéticos, sendo o campo de concentração nazista mais bem preservado do holocausto. (...) Majdanek não estava localizado na zona rural remota, longe dos centros populacionais, mas dentro dos limites de uma grande cidade.
Visão aérea de Majdanek
Majdanek foi remodelado como um centro de matança em torno de março de 1942. (...)  As câmaras de gás começaram a operar em setembro de 1942 e, quando os assassinatos foram realizados, os métodos utilizados eram, ou usando zyklon-B ou a fumaça dos motores de tanques soviéticos capturados. (...)
[A seguir, uma dicotomia dantesca: afirma-se que se podia enviar alimentos pro campo, mas o morticínio desenfreado com vários métodos não parava. Vai entender?] A partir de fevereiro de 1943, os alemães permitiram à Cruz Vermelha polonesa e ao Conselho Central de Previdência  enviarem comida para os prisioneiros do campo. Os presos também poderiam receber pacotes de comida através da Cruz Vermelha polonesa que lhes eram dirigidas pelo nomeOs arquivos do Majdanek Museum documentam 10.300 presos que receberam tais pacotes. (...) Com relação a Majdanek, a mais notória onda de execuções ocorreu em 03 de novembro de 1943, quando 18.400 de judeus foram mortos em um único dia. (...) Outros 611 presos, 311 mulheres e 300 homens, foram ordenados a classificar através das roupas e restos dos mortos. Os homens foram, depois, executados. As 311 mulheres foram posteriormente enviadas para Auschwitz, onde foram gaseadas. No final da operação "Festival da Colheita", Majdanek tinha apenas 71 judeus restantes (de um total de 6.562 presos). (...)
Entre dezembro de 1943 e março de 1944, Majdanek recebeu cerca de 18.000 chamados "inválidos", muitos dos quais, posteriormente, gaseados com zyklon-B. Execuções por fuzilamento continuaram: 600 em 21 de janeiro de 1944; 180 em 23 de janeiro de 1944, e 200 em 24 de março de 1944. (...)
O número total de vítimas é controverso, começando com a investigação do juiz Zdzislaw Lukaszkiewicz que remonta a 1948, que deu a cifra de 360.000 vítimas.  Ele foi seguido pela estimativa de cerca de 235 mil vítimas, do Dr. Czesław Rajca (1992) a partir do Museu de Majdanek, que foi citada pelo museu por anos. A cifra mais recente foi dada em 2005 por Tomasz Kranz também do Museu [150 mil]. É considerada "extremamente baixa" pelo agora aposentado Dr. Rajca, no entanto, foi aceita pelo Conselho de Administração Museu "com uma certa cautela" (...)  Dos mais de 2.000.000 judeus mortos no curso da Operação Reinhard, cerca de 60.000 judeus (56.000 conhecidos pelo nome) foram certamente exterminados em Majdanek, entre as quase 80.000 vítimas relatadas."


"As operações de matança começaram em abril de 1942 e terminaram em julho de 1944. (...) O número estimado de mortes é de 360.000, incluindo judeus, prisioneiros de guerra soviéticos e poloneses. (...)
Majdanek era tanto um campo de prisioneiros como campo de extermínio e campo de crianças. Inicialmente havia duas câmaras de gás usando Zyklon-B, gás venenoso alojado num edifício de madeira, mais tarde, foram substituídas por câmaras de gás em um prédio de tijolos. (...) A sua composição era de 144 quartéis sub-divididos em cinco seções, incluindo acampamentos especiais para crianças [Pra quê?] e extermínio. (...) Os assassinatos foram feitos por gás Zyklon-B, como em Auschwitz-Birkenau. Judeus e prisioneiros de guerra soviéticos também foram mortos em fuzilamentos em massa. Em abril de 1942, 2.800 judeus foram mortos desta forma. O maior massacre ocorreu em 3 de novembro de 1943, quando 17.000 judeus foram fuzilados como parte da "Aktion Erntefest". Estima-se que até 500 mil pessoas passaram por Majdanek, dos quais 200 mil morreram. Cerca de 125 mil deles eram judeus."
http://www.jewishgen.org/forgottencamps/camps/majdanekeng.html

"Desde a sua inauguração, em setembro de 1941 até a sua libertação, em julho de 1944 (...) e os primeiros prisioneiros chegaram a Majdanek em outubro de 1941 [Começa com datas discrepantes com outras fontes] (...) Ao todo, cerca de 360 mil vítimas pereceram em Majdanek. (...) O campo era composto por cinco seções, incluindo 22 quartéis dos prisioneiros, 7 câmaras de gás, 2 forcas de madeira, um pequeno crematório e vários outros edifícios "essenciais", como armazéns, oficinas, lavanderias e depósitos de carvão. Um crematório maior foi adicionado em setembro de 1943. Até 45.000 prisioneiros poderiam ser alojados em Majdanek a cada vez. (...) Em uma avaliação de grande circulação de 1948, Zdzislaw Lukaszkiewicz estimou em torno de 360.000 mortos (dos quais 200.000 estavam listados como prisioneiros). Lukaszkiewicz estimou que destes, cerca de 200.000 eram judeus e 100.000 poloneses. Em 1966, a estimativa foi reduzida para 120 mil judeus [Simples assim]. (...) Finalmente, em 3 de novembro de 1943, cerca de 18.000 judeus foram mortos a tiros em um único dia. Os judeus foram fuzilados dentro de covas gigantes enquanto, ao fundo, os alemães tocavam músicas de dança para abafar os sons da matança e dos mortos. [Vamos ver: calculando 5 pessoas por m², precisariam de 3600 m². Se fossem duas covas de 200 m² cada, seriam necessárias 9 sessões de matanças. Daí, como teria sido? Será que colocaram mil vítimas em cada cova, fuzilaram-nas, retiraram-nas e repetiram o processo até finalizar tudo? Ou quem imagina outras maneiras?]
http://www.yadvashem.org/odot_pdf/microsoft%20word%20-%206622.pdf

"Foi inicialmente calculado que até 1,7 milhão foram assassinados em Majdanek - dados divulgados no final da guerra. No entanto, os registros capturados mostram que apenas 300 mil foram enviados para o campo no total e que o número de mortes pode ter sido de 235.000. Mas isto não é claro. Os investigadores têm números de mortos que variam de 42.000, no mínimo, até 1,3 milhão, no máximo.[Como podemos notar, uma imperceptível variação]
http://www.historylearningsite.co.uk/majdanek.htm

"Com sete câmaras de gás, duas forcas de madeira e umas 227 estruturas ao todo, Majdanek foi um dos maiores campos. Em setembro de 1943, os nazistas adicionaram um grande crematório contendo cinco fornos. (...) Durante seus quase quatro anos de existência, cerca de 500.000 pessoas de 28 países e de 54 nacionalidades passaram por Majdanek. De acordo com as estimativas mais confiáveis, cerca de 360 ​​mil morreram lá. Destes, cerca de 60 por cento morreram de fome, tortura, ou doença, e cerca de 40 por cento foram assassinados por um pelotão de fuzilamento ou nas câmaras de gás, primeiramente com monóxido de carbono; depois, usando zyklon-B."

12 comentários:

  1. "Mas apesar do acesso das entidades para entregar milhares de pacotes com alimentos durante a existência do campo, NINGUÉM viu e denunciou tais alegadas atrocidades. Como é que pode?"

    Quem denunciaria alguma coisa em um país dominado e barbarizado por uma força tão onipotente como o exército nazista? Até parece que fora os campos de concentração, a vida seguia normal na Polônia....

    "
    Destes, cerca de 60 por cento morreram de fome, tortura, ou doença, e cerca de 40 por cento foram assassinados por um pelotão de fuzilamento ou nas câmaras de gás, primeiramente com monóxido de carbono; depois, usando zyklon-B"

    Que bacana, "poucos" morreram nas câmaras de gás; o passamento dos outros foi "só" por fome, tortura, fuzilamento ou doença.

    MFF




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    1. Você está dizendo que a Cruz Vermelha polonesa e o Conselho Central de Previdência não tinham nenhuma condição ou até capacidade de avisar o mundo sobre as alegadas atrocidades? Foram coagidos ou foram coniventes?

      Quanto aos "60% de um jeito e 40% de outro", é só mais uma das tantas (a)versões que criaram pro holocausto. As "covas de fuzilamento" foram o supra sumo!

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    2. Então que processem a Cruz Vermelha, oras. É mais uma graninha.

      Mas só vendo esta foto aérea do campo, já podemos ver que não era campo de extermínio. Este campo era um enorme alojamento. Está nítido demais. Não enxerga quem não qer.

      Oras, imaginemos como seria um campo de extermínio e de judiação. Ele jamais teria esta estrutura . Seriam muros externos e internos separando tudo, Portões com vigias e torres em cada passagem de área para área. Fato.

      Cobalto

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    3. Construir isso tudo só pra matar gente, é ser muito burro.
      Eram enormes alojamentos.

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    4. Também penso como vocês dois.

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  2. No próprio site da Cruz Vermelha.

    http://www.icrc.org/por/who-we-are/history/second-world-war/overview-2-world-war.htm

    Leia logo abaixo de: Impotentes para evitar a perseguição

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    1. Imagino três coisas para essa "declaração" da CIV:

      - Subserviência ao status quo;
      - Dando uma de "João-sem-braço" para tirar o deles da reta;
      - Conivência com os alemães.

      Destas, a primeira se destaca para mim. E não a culpo. Deve ser uma pressão monstruosa, do tipo que o próprio Vaticano sofre diuturnamente há séculos e também já capitulou em tantos pontos.

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    2. O problema é que você imagina.
      Basta ler sem a bengala branca que você usa.

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    3. Então, devo fazer como você: ler ajoelhado no milho e dizer "Amém!"

      Você e seus pares fazem isso com relação ao holocausto. Se ele não tivesse tantas 'aberrações oficiais' como as que postei sobre os seis "campos de extermínio", não haveria problema nenhum em bater o martelo e simplesmente aceitar os fatos.

      Minha vida continuaria a mesma. Mas como mentiras não me apetecem, continuarei a contestar seus donos. Simples assim.

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    4. É que você é "fera". Talvez a pessoa mais importante do mundo hoje. Descobriu o que ninguém imaginava. Fenômeno! Sabe o que está certo e errado. Uma mente brilhante.
      Agora chega, você já teve seus cinco minutos de minha atenção.
      Sucesso!

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    5. Maravilhosa atenção!... De quem?
      Esqueça! Sem relevância.

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  3. https://www.youtube.com/watch?v=zmiHEkMfpvw

    Abraços, Cobalto

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