Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Apresentando Sobibor.

Amigos e amigas.
Começo agora a análise de três dos chamados "campos de extermínio" alemães menos propagandeados. Primeiro, Sobibor, que iniciou suas atividades em 16/05/1942 e encerrou em 17/10/1943, num total de 18 meses (com uma 'pausa' de um mês, pelo menos), sendo atribuídas mais de 200 mil mortes dentro de suas fronteiras.

A história de Sobibor é essencialmente a mesma dos outros "campos de extermínio": os trens chegavam abarrotados de judeus que eram despojados de seus pertences, despidos, levados às câmaras de gás (com monóxido de carbono), enterrados em valas comuns e, posteriormente, exumados e cremados em piras a céu aberto ou em fossos. Este ponto sempre me causa espécie! A Polônia é um país frio (até gelado) onde chove razoavelmente e não raramente neva. Mesmo assim, nesses campos, sempre são citadas as cremações a céu aberto de milhares de corpos. E cheios de terra!

Depois, aparecem aqueles que ficam indignados e horrorizados por eu não conseguir acreditar nos "sobreviventes" que "juram de pés juntos" que viram tudo isso. Confiram os detalhes abaixo e, se quiserem, discordem à vontade de mim.
FAB29

"Em 16 ou 18 de maio de 1942, Sobibor tornou-se plenamente operacional e iniciou suas operações de gaseamento em massa. (...)  Eles [judeus] eram conduzidos ao longo da "Road to Heaven" de 100 metros (330 pés) de comprimento (Himmelstraße) para as câmaras de gás, onde eram abatidos com monóxido de carbono liberado dos canos de escape dos motores de tanque. (...) Karl Frenzel, terceiro em comando de Sobibor, foi entrevistado pelo sobrevivente do campo Thomas 'Toivi' Blatt em 1983, que o gravou.
Frenzel, que esteve no acampamento do início até o seu encerramento, disse o seguinte sobre os prisioneiros mortos em Sobibor: 'Poloneses, ciganos e russos não foram mortos lá. Apenas judeus, judeus russos, judeus poloneses, judeus franceses, judeus holandeses'. Com esse depoimento, Blatt convenceu o governo polonês a mudar a placa comemorativa no local. Agora se lê: 'Neste lugar, entre os anos de 1942 e 1943, existiu um campo de extermínio nazista onde 250.000 judeus e cerca de 1.000 poloneses foram assassinados.' (...)
[Vejam aqui uma curiosidade sobre o julgamento de John Demjanjuk, um dos guardas de Sobibor, acusado de cumplicidade na morte de mais de 26 mil judeus] "Como resultado de sua morte [em 2012], antes que o Tribunal de Apelação alemão pudesse julgar o seu caso, o Tribunal Distrital Alemão de Munique declarou que Demjanjuk era "presumidamente inocente", que a condenação provisória anterior foi invalidada e que ele não tinha antecedentes criminais." [Precisou ele morrer pro circo se desfazer rapidinho. Tinha acabado a graça.]
http://en.wikipedia.org/wiki/Sobibor_extermination_camp


"A área de matança incluía câmaras de gás, valas comuns e quartéis para os presos designados para trabalho forçado. Um caminho fechado estreito chamado de "Tubo" ligava a recepção às áreas de matança. (...) Trens de 40 a 60 vagões chegavam à estação ferroviária de Sobibor. Vinte carros de uma vez entravam na área de recepção. (...) Uma vez que as portas da câmara de gás eram seladas, em um dos quartos adjacentes, os guardas ligavam um motor que introduzia monóxido de carbono nas câmaras de gás, matando todos os que estavam dentro. O processo era repetido com os vagões de carga seguintes. (...) Eles [Sonderkommando] removiam os corpos das câmaras de gás e enterravam as vítimas em valas comuns. (...) No outono de 1942, sob as ordens de Lublin, a SS alemã e o pessoal da polícia, usando trabalhadores forçados judeus selecionados dos transportes que chegavam, começaram a exumar as valas comuns de Sobibor e a queimar os corpos em "fornos" a céu aberto feitos de madeira de trilhos. Os alemães também utilizaram uma máquina para esmagar fragmentos de ossos em pó. Esses esforços visavam obliterar todos os rastros de assassinato em massa. [Neste trecho, quase nenhuma diferença com as histórias de outros campos] (...) Entre o final de julho e setembro de 1942, as deportações por trem para Sobibor de pontos ao sul foram suspensas enquanto os reparos eram feitos na estrada de ferro Chelm-Lublin. [Uns quarenta dias de 'descanso' nas matanças] (...) Ao todo, os alemães e os seus auxiliares mataram pelo menos 167 mil pessoas em Sobibor."


"Dentro desse campo de extermínio, em operação por apenas 18 meses, pelo menos 250 mil homens, mulheres e crianças foram assassinados. (...) Em meados de abril de 1942, as câmaras de gás estavam prontas e um teste com 250 judeus do campo de trabalho Krychow provou-as operacionais. [Fico impressionado com a leviana imbecilidade alemã de destruir mão-de-obra 'gratuita'] (...) Os prisioneiros que trabalhavam em Lager III trabalharam no meio do processo de extermínio. Eles removiam os corpos das câmaras de gás, procuravam nos corpos valores, em seguida, os enterravam (de abril até ao final de 1942) ou os queimavam em piras (final de 1942 a outubro de 1943). (...) Cerca de 200 pessoas eram empurradas através de cada uma das três portas para o que pareciam ser chuveiros, mas que realmente eram câmaras de gás. As portas eram fechadas. Lá fora, em um galpão, um oficial da SS ou um guarda ucraniano ligava o motor de 8 cilindros com 200 cavalos de potência, que produzia o gás monóxido de carbono. (...) Desta forma, 600 pessoas podiam ser mortas de uma só vez. Mas isso não era rápido o suficiente para os nazistas. Por isso, durante o outono de 1942, três câmaras de gás adicionais de igual tamanho foram adicionadas. Então, 1200-1300 pessoas puderam ser mortas ao mesmo tempo.
Havia duas portas para cada câmara de gás; uma pela qual as vítimas entravam e outra, por onde as vítimas eram arrastadas para fora. Depois de um curto período de tempo para ventilar as câmaras, os trabalhadores judeus eram forçados a retirar os corpos das câmaras, jogá-los em carros e, em seguida despejá-los em covas. No final de 1942, os nazistas ordenaram que todos os cadáveres fossem exumados e queimados. Após esse período, os corpos de todas as outras vítimas foram queimados sobre piras construídas sobre madeira e alimentadas com a adição de gasolina."


"Criado em março de 1942, o campo da morte de Sobibor operou de maio de 1942 até outubro de 1943 para um único propósito: matar tantos judeus quanto mais rápido fosse possível. (...) As câmaras de gás de Sobibor mataram um total aproximado de 260 mil judeus. A maioria veio da Polônia e das áreas ocupadas da União Soviética e da Europa Ocidental. (...) Nos dois primeiros meses - do início de maio até o final de junho - 100.000 judeus foram assassinados em Sobibor. [Neste período, as câmaras de gás só tinham condições de matar 600 por vez] (...) A suspensão das operações de campo no verão foi usada para se construir mais três câmaras de gás, duplicando assim o ritmo de extermínio. [Então, a capacidade foi duplicada, mas só conseguiram matar mais 160 mil num período muito maior. Muito estranho. Fora dizer que um diz que as três câmaras de gás foram construídas no verão; outro, no outono. Não concordam nem na estação].
Além de matar os judeus pelo método sistemático, os SS também inventaram novas formas de assassinato [Estas são novidades para mim. Arrepiem!]: eles empurravam os judeus dos telhados com guarda-chuvas para armar pára-quedas; alguns trabalhadores foram esfaqueados nas costas com uma faca pequena, quando se abaixaram para pegar ramos; outros costuraram calças dos presos depois de jogarem ratos dentro; os bebês foram jogados diretamente em covas de lixo ou foram dilacerados pelo meio de suas pernas.


"Inicialmente, eram três câmaras de gás alojadas em um prédio de tijolos usando monóxido de carbono; três câmaras de gás foram adicionadas mais tarde. As operações começaram abril de 1942. Elas terminaram logo após a revolta dos detentos em 14 de outubro de 1943. Estimativa do número de mortes: 250.000, sendo a maioria, judeus. (...) Dentro do prédio de tijolos, estavam abrigadas três câmaras de gás, com cerca de 12 pés por 12 pés [4 x 4m], cada uma das quais poderia receber cerca de 160-180 pessoas. [No mínimo, dez pessoas por metro quadrado?!]  O monóxido de carbono gerado por um motor diesel montado do lado de fora era canalizado para as câmaras de gás. Os cadáveres eram removidos por uma segunda porta e enterrados em grandes covas, especialmente escavadas. Carrinhos e, depois, vagonetes sobre uma pequena via férrea, foram usados ​​para transportar os deportados que estavam muito doentes para caminhar até os fossos, onde eram fuzilados de modo a não se atrasar o processo de matança. (...) De maio de 1942 a julho de 1942 [De dois a três meses], cerca de 100.000 judeus foram assassinados em Sobibor. [Mais de mil por dia] (...) O processo real de abate levava cerca de 20-30 minutos. O processamento de um comboio de 20 vagões levava cerca de 2-3 horas.
Entre agosto e setembro de 1942, os assassinatos pararam enquanto reparos eram feitos na principal via férrea de chegada a Sobibor e o número de câmaras de gás foi aumentado para seis, três de cada lado do corredor central. Isso permitiu que os SS matassem cerca de 1.200 pessoas ao mesmo tempo. Os corpos eram queimados em antigos poços funerários. (...) As operações continuaram em outubro de 1942 e funcionaram até a primavera de 1943.
Neste período [cerca de 7 meses], cerca de 70-80.000 galegos judeus, 145-150.000 judeus do Governo Geral e 25.000 judeus eslovacos foram assassinados. Em março de 1943, o primeiro transporte de judeus franceses chegou. Entre março e julho de 1943, 19 transportes holandeses trouxeram 35.000 judeus da Holanda. Nos últimos meses de seu funcionamento, Sobibor foi utilizado para assassinar os judeus dos guetos de Vilna, Minsk e Lida. [Somando as mortes só deste trecho, por baixo, chegamos a 275 mil mortes, bem mais que as alegadas 250 mil vítimas de toda a existência do campo. O que devemos pensar?]
Mapa de Sobibor
http://www.jewishgen.org/forgottencamps/camps/sobiboreng.html

29 comentários:

  1. E as fontes citadas por vossa senhoria não são do Ministério da Propaganda Nazista, correto ?

    São todas do Ministério de Indução e Indenização de Sião, correto ?

    Abraços, Cobalto

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    1. Só pra completar seu comentário: "rsrsrsrsrsrsrs..."

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  2. Caro Fabiano, lendo essa sua postagem pude constatar que os alemães usaram de inteligência nesse Campo de CONCENTRAÇÃO, puseram um segunda porta que era por onde os SOBREVIVENTES do HOLOCOCONTO podiam sair.

    Está explicado o porque de tantos sobreviventes...

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  3. Gostaria, caríssimo FAB29, de usar seu prestigiado espaço para prestar uma singela homenagem :

    Prisioneiro da cela nº 466/64

    “ Durante a minha vida, dediquei-me a essa luta do povo africano. Lutei contra a dominação branca, lutei contra a dominação negra. Acalentei o ideal de uma sociedade livre e democrática na qual as pessoas vivam juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal para o qual espero viver e realizar. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou disposto a morrer ".

    Nelson Rolihlahla Mandela (nome de batismo Rolihlahla Dalibhunga Mandela) faleceu nesta quinta-feira (05/12/2013), aos 95 anos. A morte foi anunciada pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma. As palavras acima foram ditas em 1964, durante seu julgamento. Em junho daquele ano, ele seria condenado à prisão perpétua. Enviado para a prisão da Ilha Robben, Mandela passou a ocupar a cela de número 466/64, cujas dimensões eram de 2,5 por 2,1 metros, e uma pequena janela de 30 cm. Viveu ali por 27 anos.

    Nelson, que lutou por uma causa justa, foi considerado, imaginem só, pelo judeu-maçon e terrorista George W. Busch, um terrorista ! Parece piada, mas não é (1).

    E, enquanto o mundo protestava contra o regime de segregação racial do apartheid sul-africano e os governos pressionavam pelo fim do mesmo boicotando politica e economicamente aquele governo (2), Israel negociava livre e impunemente com o regime racista (3). Logo Israel, que tanto se indigna do racismo sofrido por séculos na Europa (vide os pogrons) e do Nazismo. Parece que pimenta nos olhos dos outros, é colírio para os judeus.

    Por isso, entre outros fatos, percebemos que o mundo caminha cego e injusto. Pois Israel, pela sua desobediência aos mais elementares princípios humanos e na contramão do mundo, comercializava e até estava promovendo futuras vendas com possível transferência da tecnologia de armas atômicas com a África do Sul (3). Que não se concretizaram pelo fato de que a justiça foi feita antes que tal abominação se realizasse. O regime racista caíra, solapando este crime de Israel. Creio eu, que tenha sido a Justiça de Deus, a responsável pelo louvável fato.

    O estranho é Israel querer tão sensível e estratégico comércio nuclear com os racistas brancos africâners. Ou não seriam, em verdade, descendentes de britânicos e holandeses brancos como a imprensa sempre fala ? Ou seriam judeus se passando por quem não são ? Parece que sim (4). Isso explica muita coisa.

    Pode-se entender, pelo que brevemente foi exposto, que Israel tem a obrigação moral e histórica para com o povo negro sofrido da África do Sul, para com os amigos e parentes enlutados deste grande expoente negro, e para com o mundo civilizado, pedir sinceras desculpas por ter promovido por tantos anos, este odioso regime, comercializando, portanto, promovendo, dando indevida sobrevida ao regime e a cruel segregação racial. E por que não justas indenizações ?

    E os países que apoiam Israel de forma tão estranhamente incondicional, tem também o mesmo débido à saldar para com o povo negro da África e aos enlutados. Pois, ao promoverem e não censurarem Israel por não respeitar o correto desejo da humanidade pelo fim do crime hediondo de racismo dos judeus-africâners (5), promoveram indiretamente o apartheid.

    Abraços, Cobalto

    (1) http://m.jn.pt/m/newsArticle?contentId=3572709&page=1
    (2) http://www.infoescola.com/historia/apartheid/
    (3)http://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/2010/05/fundo-do-poco-israel-foi-parceiro-ate.html, http://www.uniaoislamica.com.br/index.php?r=noticia/view&id=387
    (4) http://en.wikipedia.org/wiki/Afrikaner-Jews
    (5) http://onedaringjew.wordpress.com/2009/09/15/the-boere-jode-afrikaner-jews/

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    1. Pela importância do fato e do personagem, abro esta exceção.

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    2. Durante os anos em que a África do Sul esteve sob o regime de apartheid, muitos judeus assumiram papéis de liderança no Partido Comunista (PC) e figuraram entre os poucos sul-africanos brancos que tratavam seus companheiros negros com dignidade e igualdade. Como consequência, muitos pagaram um alto preço, com o ostracismo social, prisão e exílio. Dentre eles estava Albie Sachs, que, em 1994, foi nomeado por Mandela juiz do Tribunal Constitucional da África do Sul; Joe Slovo, que posteriormente tornou-se ministro da habitação no gabinete do presidente Mandela; e Gill Marcus, que se tornou vice-ministra das Finanças no gabinete de Mandela, e fez história em novembro de 2009 ao se tornar a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Banco Central da África do Sul (South African Reserve Bank).

      No famoso Julgamento por traição, que se iniciou em 1956 e terminou apenas em 1961, com todos os acusados inocentados, um número expressivo de judeus ativos na luta contra o racismo estiveram presentes como réus e como advogados de defesa. Anos mais tarde, em 1964, no Julgamento de Rivonia, em que dez líderes do Congresso Nacional Africano (CNA) foram julgados por sua oposição ao regime – entre eles, Nelson Mandela, que recebeu a pena de prisão perpétua – um fato curioso: todos os cinco réus brancos daquele Tribunal eram judeus.

      Outra personalidade de destaque com quem Mandela cultivou amizade foi Helen Suzman. Ativista na luta contra o apartheid, durante 13 anos (de 1961 a 1974) protagonizou um papel importante no Parlamento: a de ser a única deputada a se opor abertamente às práticas racistas na África do Sul. Ela visitou Mandela inúmeras vezes na prisão e esteve ao lado dele em 1996, ao assinar a nova Constituição.

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    3. E, com este comentário, finalizo a exceção a Mandela neste post.
      Grato.

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  4. Ao anônimo que enviou as histórias pós-guerra de Gustav Wagner e Franz Stangl.

    Já abri exceção para dois comentários em homenagem a Mandela. Peço que simplesmente conteste ou concorde com o post, que mostra números incompatíveis com a lógica e conflitantes entre os links. Argumente sobre eles como achar melhor, sem "encheção de linguiça", acréscimos inúteis, etc.
    Grato.

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    1. Estranho pois tanto Wagner quanto Stangl estão diretamente ligados a Sobibor.

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    2. Reforçando: Argumente sobre eles (os números absurdos) como achar melhor, sem "encheção de linguiça", acréscimos inúteis, etc.

      Não preciso de "pseudo complementos" ao post.

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  5. Eu gostaria de saber o que aconteceu com os judeus que desembarcavam nesses trens então; - no post, temos um relatório sobre o destino dos mesmos.

    O autor da postagem, contesta o modus operandis e os números de óbitos nesse campo de extermínio, como não podemos acreditar que os trilhos ali colocados eram usados para transportar somente carvão, e não existiu um arrebatamento coletivo dos judeus poloneses nesse local; é de se perguntar se todos morreram "de tifo" ou aconteceu outra coisa.

    MFF

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    1. A primeira real pergunta é se tantos judeus estiveram mesmo nesses "campos de extermínio". Meu post mostra a história oficial (que mais me parece "ofalsial") e, portanto, cabe a quem afirma a veracidade de tais números provar.

      E me é muito interessante saber que tais "absurdices" de números oficiais sobre os principais campos alemães que venho postando nem sequer lhe causam espécie. Não atino se é frieza ou coisa pior.

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    2. Não têm nada a ver com frieza; seria fantástico se o teu pensamento mágico de fato refletisse a verdade;

      Já seria ótimo se os números de fato fossem muito mais baixos; mas talvez vamos chegar a essa questão: os mortos foram em números muito menores, mas foram.

      Frieza é ignorar que milhares (aí tui decide o número pela tua conveniência) de famílias foram destruídas;
      Frieza é acreditar que mandar civis para esses campos foi uma atitude correta, já que eram "inimigos do Estado";
      Frieza é idolatrar um estadista como Hitler, que deu várias provas de sua psicopatia bélica, escrita e reescrita em várias biografias alemãs;

      E frieza é considerar que mais uma vez "estou apelando para o sentimentalismo e fugindo das verdadeiras discussões acerca do tema".

      Isso eu chamo de frieza!

      MFF

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    3. - Não ignoro nenhuma das vítimas verdadeiras da guerra (judias, cristãs ou muçulmanas; alemãs, japonesas ou inglesas);
      - Numa guerra, você deixaria seus inimigos à solta?
      - Eu só idolatro a Vida e a Verdade. Se seus donos são tão culpados como dizem ser Hitler, que eles sejam desmascarados e paguem por isso;

      - Você está longe do sentimentalismo. Já ultrapassou a frieza.

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    4. Os campos de concentração, eram campos de trabalho e só isso. Adiantou falar isso ? Querem provas ? Provem de forma decente, ou seja, forense, o que vocês e suas estranhas “testemunhas” alegam.

      Os trilhos estavam lá para levar, por trem obviamente, matéria-prima, além dos insumos como carvão e comida, materiais de saúde, reparos para construções, etc. E buscar produtos acabados. Adiantou falar isso ? Provem que estou errado, que eu, como muitos, nos retrataremos.

      Atitude muito diferente de vós que, sendo desmascarados, não tem mínimo de respeito ou vergonha na cara para o mesmo retratamento. Quero ver a cara de vocês quando Sião vos excluir da folha de pagamento.

      Para vosso gosto egoístico*, estou sendo "frio" ? ( * já provo o egoísmo )

      E estou no aguardo das "irrefutáveis provas da belicidade de Hitler", qdo temos é provas, e muitas, do contrário :

      - Hitler não queria a guerra
      http://desatracado.blogspot.com.br/2013/12/adolf-hitler-nao-queria-guerra.html

      Manipulação jewllywoodiana
      http://desatracado.blogspot.com.br/2013/12/como-hollywood-manipula-as-pessoas.html

      - Cruz Vermelha Internacional documenta a mentira do holocausto
      http://desatracado.blogspot.com.br/2013/12/holocausto-e-uma-fraude-informa.html

      - Mais manipulação e inversão de valores
      http://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/a-verdade-e-traicao-no-imperio-das.html

      Adiantou provar que mentem ?

      Ou estou sendo "frio" de novo e "mágico" também ? Não sou eu que digo, são milhares de pessoas, pesquisadores, testemunhas que não se curvaram ante a ditadura do holocausto. São pessoas que pensam, coisa rara entre certos seres.

      Será que podemos discutir a "caliente" atitude de Israel para com os negros ? Ou é ser “frio” ?

      Esse negócio de "frio", de "mágico", não deixa de ser tergiversação. Por que não explicam de forma forense as questões levantados pelo artigo e comentários ? Talvez (talvez não, com certeza) o holoconto deve ser "sentido" como "frio" ou não, como uma realidade "mágica" ao invés de se analisar de forma clássica como quando se investigam crimes de toda ordem em todo o planeta e épocas. Só neste caso "mágico" não pode . Por que não pode ? É muito "frio" ? Por que é "frio" ? (*) Seria porque a morte de uns é mais importante e grave que a morte de outros ? Temos ou não aí um caso de discriminação ? Chamar a investigação do holocausto de “frio” e de outros genocídios de não-frios é pura discriminação . Correto ou estou sendo "frio" novamente ? Falei alguma coisa “mágica” ?

      Cobalto

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    5. Isto é ser rascante, caro Cobalto.
      Em um comentário, fez um bom e contundente resumo do que peço há anos no meu blog e em outros de que participei.

      Responderão? Nunca. Ou os donos deles já o teria feito há décadas e já teria lucrado o dobro, pelo menos.
      Abraço.

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  6. PARTE 1 -

    Sobre “frieza” e “mágica”, tenho ainda mais algumas considerações irrespondíveis para dizer.

    O VERDADEIRO HOLOCAUSTO - Foi Holocausto do Povo Alemão.

    Durante a 2GM, morreram aprox. 17 milhões de alemães [entre civis, militares, mulheres, crianças, idosos (as), agricultores, comerciantes, etc etc].

    SENSO QUE DESSES 17 MILHÕES, 12 MILHÕES MORRERAM DEPOIS DA GUERRA TERMINAR.

    Como ? Por fome, sede, frio, falta de remédio, higiene e muito mais. E tudo isso foi feito de propósito pelos Aliados. Os alemães fizeram isso com seus prisioneiros ? Será que estou sendo muito “frio” ou falando “mágica” ?

    Milhares de mulheres alemãs adultas, moças, meninas e até idosas (olha só) foram estupradas ATÉ A MORTE em escala industrial, de propósito, à sangue frio (sem aspas agora) ! Me digam quem são os “frios” ? Acaso nos tais campos de concentração havia alguma onda de estupros ? Alguma mulher, menina ou idosa judia foi estuprada até a morte ? A pergunta foi muito “mágica” ?


    Alemães feridos sem possibilidade de combate ou de se defenderem que estavam internados em hospitais eram arrastados brutalmente pelos americados dos seus leitos e sumariamente fuzilados. Me digam quem são os “frios” ?


    Soldados rendidos nas regiões de conflito, portanto desarmados e indefesos e sujeitos a tratamentos prescritos em leis internacinais, também eram simplesmente fuzilados por que os Aliados eram o que ?

    Os crimes das hordas russas e dos bárbaros yanques são escondidas a 7 “mágicas” chaves. Estou sendo “frio” ?

    Só o JUDEU e maçon Eisenhower, matou de fome, frio, sede, 1,7 milhão de soldados alemães rendidos em campos de concentração sem nenhum abrigo, sem cobertura, comida, agasalho, remédio, água, .... nada ! Se ao menos tivesse usado as antigas instalações dos campos alemães construídas em conformidade com as leis internacionais e com toda infra-estrutura necessárias para passar pelos rigores do clima e guerra. Mas, não . Deixou-os ao relento, na chuva, vento e frio. Passando fome, sede, não dando remédios, nem curativos aos ferimentos , nada ! Absolutamente nada ! Judeus não eram tratados assim. A verdade doi ou é “fria” ?

    O General Patton estava vendo isso e iria denunciar tudo qdo chegasse aos EUA. Assassinaram-no, assim como o Mossad faz com todos os desafetos dos “eleitos”. Alguma novidade isso ? É algo “mágico” para alguém isso ?

    Cobalto ( continua na parte 2 - final )

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  7. PARTE 2 - FINAL

    Dos 17 milhões de alemães mortos durante a 2GM, 12 milhões morreram DEPOIS DA GUERRA TERMINAR POR PURA MALDADE DOS VENCEDORES. Muito “frio” ? Isso sim é frieza, insensibilidade, selvageria.

    Documentos comprovam que foram no máximo 271.000 judeus mortos, a maioria de causas naturais oriundas de doenças, brigas entre os internos, fuzilamento por roubo e outros crimes.

    Dizem insistentemente e sem provas forenses ( pra variar ) que foram 6 milhões “gaseificados magicamente” e que depois da guerra, mais 6 milhões de sobreviventes surgiram , como “mágica”, para pedir vultosas indenizações. Total : 12 milhões só de judeus.

    Portanto, temos uma “mágica” cifra de judeus, fora os ciganos, homossexuais, dissidentes, comunistas, religiosos, soldados inimigos, criminosos, etc etc. A “mágica' fica maior ainda. Seriam quantos no total global presos nos campos ? A pergunta soa “fria” a alguém ? Alguém tem uma resposta para relato e cifra tão “mágicos” ?

    Perguntinha “mágica”: haviam tando judeus assim nas regiões alcançadas pelos nazistas ?

    Isso sim, merece uma devida e rigorosa investigação que os sionistas inconformados tacham de “frieza”.

    Oras, se tudo era verdade, qual o receio por estes estudos e pesquisas “frias” que sejam ? Apenas comprovariam tudo que é dito. Ou não ?

    Quem não deve, não teme, diz o “mágico” adágio popular.

    Desafio cada um de vocês para provar que o acima não é verdade. Que é tudo “mágica”, “frieza”.

    Isso sim foi o único e verdadeiro holocausto. Sem mágica e com verdadeira frieza. O resto é manipulação e é na base da forca ( com C ) da lei.

    Por que proibir pesquisas sérias ? Por que não devemos parar de “sentir frio” ou outra coisa ? Para a “mágica” do holoconto continuar a existir ?

    A quem interessa que um crime não seja devidamente esclarecido ?

    Cobalto

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    1. Penso que o mais simples e cabal exemplo desse medo atroz dos sionistas em proibir pesquisas sérias está neste link:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/germar-rudolf.html

      Só esta análise e o vídeo são massacrantes pro holocausto.
      Se for aprofundado, os sionistas é que afundam.
      Abraço.

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    2. Pra não ficar só nas minhas palavras, 2 vídeos que devem causar acme psico-física em certos tipos :

      http://www.youtube.com/watch?v=lKQaEDb0Av0

      http://www.youtube.com/watch?v=inpbH3GhTQ8

      No 2º vídeo mostra parte do "julgamento" de Nuremberg ( fato que deveria envergonhar juristas do mundo inteiro ) com juízes dos países vencedores, qdo o correto deveriam serem juízes de países neutros.

      Perguntinha "fria" : uma democracia que enforca e fuzila tem moral pra falar de algum outro regime que faz o mesmo com quem sabota, invade, saqueia seu povo e nação ? E ainda faz disso um show ?

      Cobalto

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    3. Aonde que é proibido a pesquisa? Negacionista tem é mania de perseguição.

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    4. Coniventes tem a 'mania' de proteger seus donos.

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    5. Pergunte ao Castan, ao Faurisson, ao Germer, ao Zündel, ao Irving, ao Rassinier, .... sobre proibição de pesquisas .

      Faça estas pesquisas na Alemanha. Vá lá e nos conte de um telefone do presídio. Ficaremos no aguardo.

      Boa viagem e abraços, Cobalto

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    6. Sem tergiversação. Provem-me de forma forense, nada de "mágica" ou "frieza" que o holocausto alemão é uma farsa.

      Não vamos perseguir vocês, nem criar leis proibindo pesquisas e análises. Nem vamos considerá-los racistas ou trollar com um reductio alguma coisa, ok ?

      Boa sorte, ficaremos no aguardo.

      Abraços, Cobalto

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    7. Continuo dizendo que não é proibido pesquisar. Vá em frente.
      Castan foi condenado por discriminação.

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    8. Todos os outros citados também?
      Que eu saiba, foi por algo apelidado 'delito de opinião'.
      Sendo contra o holocausto, vira "crime de alma".

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    9. Caro, Trollernonymous de Marte.

      Faça estas pesquisas na Alemanha. Ficaremos no aguardo. E boa sorte.

      E não esqueça, fujão : Prove-me de forma forense, nada de "mágica" ou "frieza" que o holocausto alemão é uma farsa, ok ?

      "Delito de opinião' é crime de genocídio para estes paranóicos.
      Para eles, é o mesmíssimo que pegar um fuzil municiado e sair descarregando sem errar os alvos.

      E querem que sua doença vire lei mundial, dia mundial, memorial mundial .... Isso se chama dis-cri-mi-na-ção , pois para eles, seu suposto genocídio é mais grave que qualquer outro genocídio da Humanidade.

      Para ver o grau de insanidade, tem um genocídio que eles praticaram que virou até festa - Pogrom Purin

      Ao invés de buscarem ajuda médica séria, não ... ficam a idolatra-la.

      Israel esta condenada aos olhos de Deus, pois do jeito que perdoa, será perdoada e do jeito que condena, será condenada, palavras do Altíssimo.

      Boa viagem, caro Trollernonymous de Marte,

      Estaremos no aguardo de sua ligação ou de seu advogado.

      Cobalto

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  8. Fabiano e essa coisa radioativa é o máximo que o Negacionismo consegue produzir?
    Que bosta, né?

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    Respostas
    1. Incalculavelmente pior está o "afirmacionismo" que produz uma enorme quantidade de 'nadas': nada de verdades, nada de provas, nada de liberdade, nada de útil e, principalmente, aspones anônimos.

      Em compensação, bolsos cheios.

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