Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 22 de dezembro de 2013

Um excerto patético

Amigos e amigas.
J.F. Steiner
Quero proporcionar-lhes abaixo um excerto de um livro do autor judeu francês Jean-François Steiner, com a ajuda do "ghost writer" Gilles Perrault, um romance supostamente baseado em declarações de ex-detentos de "Treblinka". Nele, pode-se ter uma ideia da quantidade de sandices que os "sobreviventes do holocausto" tentam enfiar goela abaixo dos incautos. Parênteses, sublinhados e negritos são meus:

“Magro e louro; a fisionomia bondosa e ar modesto, ele apresentou-se um dia com sua maleta diante das portas do reino da morte. Chamava-se Herbert Floss e era especialista em cremação de cadáveres. [...]
A primeira fornalha foi preparada no dia imediato. Herbert Floss confiou então seu segredo: a montagem da fornalha-padrão. Consoante explicou, os cadáveres não queimavam todos da mesma maneira: havia os bons cadáveres e os maus, os cadáveres refratários e os inflamáveis. [Refratários?!?] O segredo consistia em servir-se dos bons para consumir os maus. De acordo com suas pesquisas – e, a julgar pelos resultados, elas foram bastante intensas – os cadáveres antigos queimavam melhor do que os novos, os gordos melhor que os magros, as mulheres melhor que os homens. Deduzia-se aí que o cadáver ideal era um cadáver antigo de mulher gorda. ["Artigo comum" em Treblinka!...] Herbert Floss selecionou todos os desse tipo, procedendo em seguida à triagem dos homens e das crianças. Depois de ter desenterrado e separado parte de mil corpos, passou-se a carregar a fornalha, o bom combustível por baixo, o mau em cima. Floss recusou os galões de gasolina e ordenou que lhe trouxessem lenha. [Pra quê gasolina, se ele era "o cara", né?!] Sua demonstração teria de ser perfeita. A lenha foi disposta sob grelha da fornalha em pequenos feixes que lembravam fogueiras de acampamento. [Que preciosismo!!] Soara a hora da verdade. Uma caixa de fósforos lhe foi apresentada com toda a solenidade; ele debruçou-se, acendeu a primeira fogueira, depois as outras sucessivamente e , enquanto a madeira começava a arder, encaminhou-se, com seu passo esquisito, ao encontro do grupo de oficiais que esperava a alguma distância.
As chamas, cada vez mais altas, começaram a lamber cadáveres, relutantemente a princípio, e depois com um impulso contínuo, como a chama de uma lâmpada de soldar. [...]
A pira inflamou-se de uma só vez. Súbito, as chamas atiraram-se para o alto, soltando uma nuvem de fumaça; um ronco surdo elevou-se, as fisionomias dos mortos contorceram-se e suas carnes estouraram. O espetáculo tinha qualquer coisa de infernal e os SS, eles próprios, quedaram-se por momentos impassíveis, contemplando o prodígio. Herbert Floss exultava. Aquele era o maior dia de sua vida. [...]
Um acontecimento daquele porte teria de ser condignamente comemorado. Trouxeram mesas que foram armadas próximo à fogueira, [Mesmo com as carnes de mil corpos estourando?] recobertas de dezenas de garrafas de bebidas de todos os tipos.
O dia morria aos poucos; ao fulgor das altas labaredas correspondia ao longe, no limiar da planície, o clarão rubro do sol que se despedia numa magnificência de incêndio. [Até vejo a cena em Hollywood!...]
A um sinal de “Lalka”, as rolhas saltaram. Uma comemoração das mais extraordinárias teve então início. O primeiro brinde foi erguido ao Führer. A essa altura, os condutores das escavadoras já haviam reassumido seus postos ao volante das máquinas. No instante em que os SS levantaram suas taças numa saudação frenética, as escavadoras pareceram animar-se, e repentinamente lançaram em direção ao céu seu longo braço articulado, num arremedo entusiástico e sacolejante da saudação hitlerista. Foi como que um sinal: por dez vezes os homens ergueram o braço fazendo reboar de cada vez o “Sieg Heil”. As máquinas animadas devolviam a saudação aos homens-máquinas e a atmosfera vibrava com os gritos de louvor ao Führer. A festa durou até que a fogueira se houvesse consumido por completo. [Quanto tempo dura uma fogueira para se cremar mil corpos?] Aos brindes seguiram-se os cantos, selvagens e cruéis, cantos de ódio, cantos de ira, cantos de glorificação à Alemanha eterna”. (Versão brasileira extraída da edição do Círculo do Livro - pág. 350-352)
Sobre Herbert Floss: "Ele serviu no campo de Sobibor a partir de sua criação em abril de 1942 até a insurreição em 14/10/1943."  E faleceu uma semana depois, em 22/10/1943, em Zawadówka. Então, quando que ocorreu tudo isso relatado pelo Steiner?

E vejam só o trecho final do prefácio de Simone de Beauvoir:
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Simone de Beauvoir
“O tom geral do livro é absolutamente singular: nem patético, nem indignado, e sim de uma frieza calculada e às vezes mesmo de um sombrio humorismo. O horror é apresentado em sua banalidade cotidiana e quase como inevitável. Como uma voz que recusa as inflexões humanas, o autor descreve um mundo desumanizado; no entanto, é de homens que se trata; o leitor não o esquece e esse contraste provoca nele um escândalo intelectual mais profundo e mais durável que qualquer emoção. O escândalo, entretanto, não passa de um recurso. Acima de tudo, Steiner quis compreender e fazer compreender. Acreditamos tenha atingido plenamente seu objetivo”. [Ou seja, ela acreditou totalmente nos relatos. Que grande intelectual, não? Falou um monte sem dizer nada!]
Daí, vocês podem conferir aqui (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/11/agora-de-novo-treblinka.htmlcomo era oficialmente o cotidiano em Treblinka e outros detalhes sórdidos e racionalizar sobre mais essa patacoada inventada por um debiloide, patrocinada pelos grandes corruptores e avalizada por uma pseudo intelectual.
FAB29

3 comentários:

  1. Depois quando ninguém acredita em holocausto, o pessoal acha ruim.

    Cobalto

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  2. Para todos um Feliz Natal

    Duas estrelas cruzaram o céu
    A primeira trouxe a salvação
    A segunda, destruição
    Está contada a história da Palestina

    http://desatracado.blogspot.com.br/2013/12/siga-estrela-certa.html

    Abraços, Cobalto.

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    1. Apesar da data do nascimento do Mestre Maior ter sido arbitrariamente colocada em 25/12, comemorar Sua imortal presença é obrigação de todos aqueles que amam a Luz, a Verdade e a Vida resumidas Nele.

      Felicidades a você e aos seus, meu caro.

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