Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Vamos a Belzec?

Amigos e amigas.
Diz a História que o "campo de extermínio" de Belzec funcionou por menos de 300 dias. Se contarmos o fato dele ter ficado pelo menos um mês parado para reformas, cai para pouco mais de 250 dias. Se considerarmos que houve meio milhão de mortos, temos uma média perto de 2000 mortes diárias por gaseamento com monóxido de carbono de motor diesel.

Causa-me espécie saber que nos primeiros "meses de matança", foram utilizadas câmaras de gás em um edifício de madeira. Um prodígio ou um absurdo, já que num de alvenaria é uma tarefa dificílima? O fato é que a história de Belzec me parece até mais descabida que as de Auschwitz e Treblinka por se ter supostamente cometido um enorme genocídio em tão pouco tempo usando gás de motor diesel, que tem menos eficiência letal que a fumaça de gasolina, que já é de ação lenta.

Mas confiram e julguem por si mesmos.

"Belzec esteve em operação de 17 de março de 1942 até o fim de dezembro de 1942. (...) Acredita-se que entre 430.000 e 500.000 judeus foram exterminados em Belzec, junto com um número desconhecido de poloneses e ciganos. (...) Três câmaras de gás de Belzec começaram a operar oficialmente em 17 de março de 1942. (...) Os mecanismos de câmaras de gás eram problemáticos e, geralmente, apenas um ou dois estavam trabalhando em um determinado momento, causando um atraso. (...) Ele [o comandante] logo percebeu que as três câmaras de gás originais eram insuficientes para completar a tarefa. (...) Um novo complexo com seis câmaras de gás de concreto, cada uma medindo 4 × 5 ou 8 metros, foi erguido e as câmaras de gás de madeira foram desmontadas. A nova unidade poderia lidar com mais de 1.000 vítimas de uma vez. (...) O historiador Eugeniusz Szrojt, em seu estudo de 1947,  estimou o número de pessoas assassinadas em Bełżec em 600.000. Raul Hilberg tinha uma cifra de 550.000.  Yitzak Arad aceitou 600.000 como mínimo. Józef Marszałek calculou 500.000. O historiador britânico Robin O'Neal uma vez deu uma estimativa de cerca de 800.000. Os historiadores alemães Dieter Pohl e Peter Witte deram estimativa de 480.000 a 540.000. Michael Tregenza declarou que teria sido possível ter-se enterrado até um milhão de vítimas no local." 
Telegrama Höfle dizendo ter havido 434,508 judeus assassinados em Belzec.

"Inicialmente, havia três câmaras de gás de monóxido de carbono, utilizando-se um edifício de madeira. Elas foram mais tarde substituídas por seis câmaras de gás em um edifício de tijolo e concreto. O centro de extermínio de Belzec começou a operar em 17 de marco de 1942 e terminou as operações em dezembro de 1942. O número estimado de mortes é 500-600 mil, principalmente judeus. (...) Na primeira fase de suas operações, entre março e maio de 1942, Belzec tinha três câmaras de gás em uma barraca de madeira com uma parede dupla cheia de areia. (...) O gás monóxido de carbono era canalizado a partir de um motor diesel montado do lado de fora. Uma vez que as câmaras de gás eram preenchidas e as portas, fechadas, o processo de matança levava até 30 minutos. (...)  Demorava até três horas para "preparar" uma parte de um transporte. [Ou seja, com esse tempo entre uma "sessão de gaseamento" e outra, realizavam-se, no máximo, 8 sessões por dia.]
Em meados de maio, os transportes pararam enquanto o sistema era aperfeiçoado. Em meados de junho, começou a construção de um edifício de concreto e tijolo abrigando seis câmaras de gás, cada uma de 13 por 16 pés [4 x 4,8m x 6 = 115m²]. Isso permitiu que a SS matasse até 1.200 judeus de cada vez. [ou seja, 10 pessoas por m²!] (...) Estima-se cerca de 600 mil judeus foram mortos em Belzec." [Aqui, temos no mínimo um mês de "folga" no dito genocídio].
(http://www.jewishgen.org/forgottencamps/camps/belzeceng.html)


"Havia quatro celas primitivas de extermínio. Gás monóxido de carbono dos motores diesel era bombeado para matar as vítimas. Um oficial da SS atingido pela consciência, Kurt Gerstein, [cujas 'istórias' hiperbólicas já foram detonadas. Um exemplo: ele afirmou que eram "700 – 800 pessoas em 25 metros quadrados e 45 metros cúbicos!"] deixou uma rara descrição das condições em Belzec. (...) O centro de extermínio de Belzec começou a operar 17 de março de 1942 e terminou as operações de dezembro de 1942. Estima-se que cerca de 600.000 judeus foram assassinados em Belzec e, provavelmente, dezenas de milhares de ciganos. (...) Sob o gramado em que os visitantes pisam hoje repousam os restos retorcidos de incontáveis ​​milhares de judeus. [Esses "restos retorcidos" não foram cremados e esmagados? Daí, as tradições judaicas impedem de serem exumados, certo? Então, ficaremos para sempre reféns da palavra dos 'sobreviventes'?]
http://auschwitz.dk/belzec.htm


Belzec tinha "três lados medindo 275 metros; o quarto, no lado sul, medindo 265 metros. (...) Acampamento II, a área de extermínio, incluía as câmaras de gás e grandes fossos retangulares. Os fossos tinham um tamanho médio de 20 x 30 x 6 m de profundidade. (...) Com um sinal do ajudante Scharfuhrer, o motor de gaseamento foi acionado e depois de aproximadamente 20 minutos, uma inspeção pelo olho mágico da porta da câmara confirmou que todos dentro não estavam mais vivos e o motor pôde ser desligado.(...)  e até o final de março de 1942, mais de 18.000 judeus do gueto de Lublin foram enterrados nas covas de Belzec.(...) No mês de agosto de 1942, no auge de um verão muito quente, cerca de 130.000 judeus, principalmente dos distritos de Galiza e Cracóvia, foram assassinados em Belzec. Durante o mês seguinte, cerca de 90.000 judeus foram deportados para o campo de extermínio. (...) O último transporte de reassentados para Belzec chegou em 11 de dezembro de 1942 e isso acelerou o trabalho de queima dos cadáveres, que tinha começado em novembro de 1942. (...) Trabalhadores judeus da chamada "Brigada da Morte" [que desenterraram os corpos] montaram piras, queimaram os corpos e re-enterraram os restos mortais em valas comuns. [???] (...) As grelhas (piras) foram construídas com seções de bitola padrão de linha férrea em cima de grandes plintos de concreto. [Então, não eram em fossos crematórios?] (...) Os cadáveres foram carregados às grelhas e embebidos em óleo pesado; em seguida, atearam fogo e, durante meses, toda a área esteve sob um manto pesado de fumaça negra oleosa. Os habitantes locais raspavam a gordura humana de suas janelas. As tentativas de destruir todas as provas foram assistidas pelo uso de uma máquina de esmagamento de ossos trazida do acampamento de trabalho Janowska, em Lvov, que foi operada por um homem chamado Szpilke. (...) Em 30 de junho de 1943, um transporte dos últimos judeus de Belzec chegou sob a supervisão de SS-Unterscharführer Paul Groth, a ser liquidado. Assim que foram descarregados, os prisioneiros judeus começaram a correr em todas as direções e foram baleados aleatoriamente por todo o acampamento. [Não podiam ter feito isso bem antes, dentro do trem, etc?] (...) Cerca de cinqüenta judeus escaparam do campo de extermínio de Belzec. Apenas um punhado sobreviveu à guerra e apenas Rudolf Reder, Chaim Hirszman, e o rabino Israel Schapiro, de Lvov, foram capazes de fornecer testemunho ocular sobre o acampamento. [Resumindo: depois de tudo isso, provas forenses,...]

http://www.deathcamps.org/belzec/maps.html

Vimos acima duas datas: que o último comboio de judeus chegou a Belzec em 11/12/42 e em 30/06/43. É um desencontro imenso de informações, seja em quantidade de mortos, a chegada de comboios, a forma de cremação, a época de finalização do campo,... E tudo o que descrevem não levam em consideração as intempéries (chuva e neve) que dificultariam ou até impediriam as ações, principalmente as de cremação. E completando, Michael Berenbaum, ex-diretor do Instituto de Pesquisa do Holocausto dos Estados Unidos, disse: "A matança continuou em Belzec por menos de 10 meses. Entre dezembro de 1942 e a primavera de 1943, as valas comuns foram abertas e os corpos das vítimas foram exumados e cremados." (http://global.britannica.com/EBchecked/topic/60236/BelzecEntão, o campo não fechou em dezembro de 1942?

São mais dúvidas e contestações minhas que compartilho com vocês. Pelo jeito, visto que tudo o que postei acima, apesar das disparidades, é oficial e vigente, nada vai ser revisto. Passivos, comodistas e coniventes (além de outros piores) que continuem acreditando. E continuo repelindo o impossível.
FAB29

38 comentários:

  1. FAB29, você está concorrendo ao Prêmio Faurisson para este ano.

    Parabéns.

    Soube isso da Academia agora mesmo.

    Cobalto

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    1. Muito grato.
      Se eu ganhar tal prêmio primeiro que você, dedicarei a todos aqueles que, como nós dois, não se deixam levar por "verdades notórias".
      Abraço.

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  2. 700 – 800 pessoas em 25 metros ? Matematicamente falando acho impossível.

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    1. É impossível. Confira aqui:
      http://pt.metapedia.org/wiki/Kurt_Gerstein

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    2. Veja este,KURT GERSTEIN e a capacidade da câmara de gás em Belzec
      Por Charles D. Provan http://holocaust.skeptik.net/documents/provan_gerstein.html

      Cálculos e fotos

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    3. Gerstein milimetricamente detonado.
      Link muito bom.

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  3. http://www.youtube.com/results?search_query=la+gran+mentira+del+Holocausto&sm=3

    Herr Achtundachtzig

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  4. Estranho. Você faz referencia a links que não fazem sentido com o que escreve. P.E. o link sobre o T4

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    1. O último link, da Enciclopédia Britannica, se referia às palavras de Michael Berenbaum. Todos os outros foram de onde retirei as informações para montar o post.

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  5. Me desculpe, mas os links não se conectam. Outro assunto que induz a erro, é o fato de se tratar as mortes como sendo em câmaras de gás o correto seria "também" em câmaras de gás, o que muda drasticamente a interpretação do texto.

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    1. Cada link conta a sua versão sobre Belzec. Se a única conexão entre eles for o nome do campo, a culpa é daqueles que os escreveram. Eu simplesmente os traduzi.

      Quanto à "drástica mudança de interpretação" pela ausência de um "também", não consigo vê-la. E mesmo se ela existisse, novamente, créditos (ou deméritos) aos responsáveis pelo original.

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  6. Friedrich Berg & A Questão Diesel Parte 1 de 2

    http://www.nizkor.org/features/denial-of-science/diesel-01.html

    Abraços

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    1. Eu tenho esse "Projeto Nizkor" por inteiro, creio.
      Cada vez que o consulto, sensações diferentes me acometem: gastura, calafrio, desânimo, riso, incredulidade,...

      Esse seu link mostra a síntese do poder de argumentação sionista sobre as discrepâncias do holocausto. Crê quem quer.

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    2. Precisa responder com deboche? Quer vomitar? vomita!
      Gente aos montes assassinadas e você debocha?
      Repito que teus link são incorretos. No original, em nenhum momento se escreve que "todos" morreram em câmaras de gás e que foram cremados.

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    3. Todas as vítimas de qualquer guerra criada pelos grandes corruptores (ou seja, todas) são dignas de total respeito. E eu nunca falto com ele.

      Porém, sempre ironizarei os histriônicos, os vendidos, os corruptos, etc (os quais chamo de papel higiênico) que insistem em proteger seus donos de qualquer maneira, a qualquer custo.

      Sua opinião sobre os links já foi devidamente anotada.

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    4. Sobre gente aos montes mortas e vomitar , deveriam antes de falar do suposto holocausto , verificar o VERDADEIRO HOLOCAUSTO.

      Holocausto do povo alemão . Durante a 2GM, morreram aprox. 17 milhões de alemães ( entre civis, militares, mulheres, crianças, idosos (as), agricultores, comerciantes, etc etc ). Sendo que desses 17 milhões, 12 milhões morreram DEPOIS DA GUERRA TERMINAR. Como ? Por fome, sede, frio, falta de remédio feitos de propósito pelos aliados. Milhares de mulheres adultas, moças, meninas e até idosas foram estupradas ATÉ A MORTE em escala industrial digamos assim, feridos alemães internados eram arrastados de dentro dos hospitais e sumariamente fuzilados, soldados rendidos também eram simplesmente fuzilados por que os russos e americanos estavam com raivinha. Os crimes das hordas russas e dos bárbaros yanques são escondidas a 7 chaves. Desafio cada um de vcs. Isso sim foi o único e verdadeiro holocausto. O resto é manipulação e na base da forca da lei. Por isso proibem pesquisas sérias.

      Só o judeu e maçon Eisenhower, matou de fome, frio, sede, 1,7 milhão de soldados alemães rendidos em campos de concentração sem nenhum abrigo, cobertura, comida, .... nada ! Ao menos tivesse usado as antigas instalações dos campos alemães para lá colocar os soldados alemães rendidos, mas nem isso. Deixou-os ao relento, na chuva, vento e frio. Passando fome, sede, não dando remédios, nem curando os ferimentos , nada ! Absolutamente nada ! Judeus não eram tratados assim. General Patton estava vendo isso e iria denunciar tudo qdo chegasse aos EUA. Deram um jeito de assassina-lo ( alguma novidd nisso ? )

      Dos 17 milhões de alemães mortos durante a 2GM, 12 milhões morreram DEPOIS DA GUERRA TERMINAR POR PURA MALDADE DOS VENCEDORES.

      Cobalto.

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    5. Eles apenas repetiram o que já haviam feito após a sangrenta Revolução Russa: de 1917 a 1920, cerca de 30 milhões de russos morreram, a maior parte, por inanição.

      Mas os sionistas precisam vitimizar ao máximo seus pares para os crédulos cristãos. Eles se enternecem fácil e aceitam bovinamente pagar toda e qualquer conta.

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  7. " O historiador Eugeniusz Szrojt, em seu estudo de 1947, estimou o número de pessoas assassinadas em Bełżec em 600.000. Raul Hilberg tinha uma cifra de 550.000. Yitzak Arad aceitou 600.000 como mínimo. Józef Marszałek calculou 500.000. O historiador britânico Robin O'Neal uma vez deu uma estimativa de cerca de 800.000. Os historiadores alemães Dieter Pohl e Peter Witte deram estimativa de 480.000 a 540.000."

    O interessante é que nenhum endossa a possibilidade de não ter havido extermínio, apesar dos números muitas vezes gritantes.

    Cabe ao autor do blog e aos demais se aterem aos detalhes técnicos para chegarem a sua verdade.

    MFF

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    1. Todos eles são pró-holocausto.

      A simples intenção destes últimos posts sobre os "campos de extermínio" (e os próximos) é expor as discrepâncias (muitas vezes, esdrúxulas) entre as historiografias oficiais, bem como as impossibilidades.

      Quanto a cada um chegar à "sua verdade", vale pra você, também. A minha está exposta.

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    2. Essa foi ótima!!! Pro Holocausto? E você é o que?
      E ainda me respondeu que você não debocha das vitimas.
      Vai é ganhar o troféu cara de pau!

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    3. Documentos comprovam que foram no máximo 271.000 judeus mortos, a maioria de causas naturais oriundas de doenças, brigas entre os internos, fuzilamento por roubo e outros crimes.

      Dizem insistentemente e sem provas ( pra variar ) que foram 6 milhões, foram os 6 milhões que depois da guerra pediram indenizações. Total : 12 milhões só de judeus.

      Perguntinha : haviam tando judeus assim nas regiões alcançadas pelos nazistas ?
      Isso sem falar nos milhões de ciganos, homo, religiosos diversos, soldados inimigos capturados , etc.
      Isso merece sim, uma devida e rigorosa investigação que os sionistas se "horrorizam". Então, entra a fase 2 : da chantagem , da ameaça.

      Oras, se tudo era verdade, qual o receio por estes estudos e pesquisas ?? Apenas comprovariam tudo que é dito. Ou não ??

      Cobalto

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    4. Cobalto, respondendo ao desinfeliz logo acima:

      Eu debocho, ironizo, desprezo, etc, os vendidos e similares, por exemplo, que criaram o "Projeto Nizkor".

      Qualquer um minimamente decente que o ler (e eu já o li quase inteiro), sente tudo aquilo que o desalento pode suscitar em alguém. É um amontoado de bobagens que tenta provar e dar credibilidade ao impossível da maneira mais burlesca possível.

      Eles (e tipinhos como você) é que debocham das vítimas.

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    5. E "meio que mais ou menos" respondendo à sua dúvida, caro Cobalto

      O receio que os sionistas tem das investigações chama-se CULPA. A deles é imensurável por tudo o que eles fizeram depois da 2ª guerra. Eles sabem que não terão perdão. Então, já que se atolaram até a raiz dos cabelos nesse lodaçal, não desistirão das mentiras que criaram.

      Simples de se entender, impossível de se aceitar.

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    6. Caro, FAB29, por que eles não respondem as minhas indagações ? rsrs

      Não acreditar em estorietas virou deboche agora ? Fala sério.

      Já são 2.000 anos a mesma tática. Não puderam contra a mensagem de Jesus , foram contra o Mensageiro.

      Neste blog, no ano de 2013 , não podem contra as postagens , vão contra o blogueiro .Nada mudou em 2.000 anos.

      Abraços, Cobalto

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    7. - Peça a um analfabeto para ler uma placa qualquer. Resultado? Igual ao dos "defensores do indefensável", segundo o Ragi.

      - Reforçando: toda e qualquer vítima inocente merece total compaixão e respeito. A turma do "Projeto Nizkor" finge defender supostas vítimas de algo que não tem embasamento nenhum na Física e na Química. Daí, merecerem ironias, desprezo, escárnio,...

      - Se fizeram o que fizeram com o Mestre Maior, por que aliviariam conosco? Imoralidade milenar.
      Abraços.

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    8. "algo que não tem embasamento nenhum na Física e na Química" nem na Vergonha na Cara.

      Cobalto

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  8. Caros Fabiano e Cobalto, os fiscais a soldo do sionismo estão perdendo de vez a oportunidade de nos calar, coisa simples, basta para tanto responderem a umas poucas perguntinhas básicas que foram colocadas no blog nos últimos dias.

    Foi insinuado por um deles que haveria um DEBOCHE às VÍTIMAS do HOLOCOCONTO...

    Quais VÍTMAS?

    6 milhões, 4.5 milhões, 3 milhões, os números continuam baixando, eles tem que parar de BAIXAR os NÚMEROS para que "FASSAMOS" a devida "omenagi".

    Os jornais da época não mencionavam nada de "ESCALAFOBÉDICO" sobre a guerra meio que mundial, apenas as NOTÍCIAS de praxe.

    Se eles pudessem recolheriam todos os jornais já publicados para darem uma VERSÃO nova à guerra...

    Abraços.





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    1. Caro Ragi.
      Como poderiam responder sobre algo inexistente?

      E eles jamais "baixarão os números" pois isto resultaria na devolução de milhares de containeres de dinheiro pra Alemanha e o total descrédito (no mínimo) da humanidade neles.

      Tirando os Haaretz da vida, os jornais tratavam a guerra como mais uma que seus senhores fabricam até hoje.
      Abraço.

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    2. Vários "historiadores" , "pesquisadores", "vítimas" , "testemunhas" , "livros", "filmes de jewllywood" , "atores" , "juízes" , "processos" , "documentos" etc etc ficariam ridicularizados. Todos veriam os trouxas que foram .

      O mundo veria quem eles realmente são.

      O mundo veria quem realmente sofreu um holocausto ( alemães, russos e ucranianos ).

      O mundo veria quem realmente são os "nazis".

      Abraços, Cobalto

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  9. Essa é para os mulambos brazucas, os "arianos" tupiniquim.
    PRECONCEITO FORA! - A Academia Brasileira de Filosofia, por iniciativa de seu presidente João Ricardo Moderno, acaba de expulsar “post mortem” o médico e escritor paulista Renato Kehl (1889-1974). Era o patrono da cadeira número 1. Ele foi um dos principais expoentes da eugenia no Brasil, defensor do “acasalamento entre pessoas saudáveis”, que excluía índios e pretos. Nos anos de 1930, Kehl elogiou a política eugênica lançada na Alemanha por Hitler.

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    1. Grande João Ricardo!
      Num gesto heroico, quase divino, sintetizou a importância do seu cargo! A relevância do seu ato será eternamente louvada.
      A humanidade tem salvação!

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    2. o próximo será Barroso da academia de letras

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    3. A chanukah vai durar meses.

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    4. Deveriam expulsar estas academias do país.

      A de Letras deu prêmio pro Ronaldinho Gaúcho ... fala sério.

      http://www.youtube.com/watch?v=ubQLQdVQ1t8

      Machado de Assis deve estar se revolvendo no seu túmulo.

      Cobalto

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    5. Lamento informar ao meio anônimo que quis aproveitar o gancho da chanukah e "falar de luzes ao invés de trevas": o assunto deste post é sombrio e seus pares lucram injustamente com ele há décadas.

      Mas já que você propôs luzes, que tal clarearmos este assunto e os referentes a ele? Depois disto, me comprometo a pesquisar e postar sobre a chanukah e outras tantas festas.

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  10. Fab,
    Quando tiver um tempinho,leia este site revisionista: http://nazigassings.com/

    Abraços

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    1. Informações novas e interessantes. Vou me aprofundar.
      Grato.

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