Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Nunca ouvi falar!

Amigos e amigas.
É realmente impressionante a quantidade de informações que nos são ocultadas. Tanto se fala do campo de concentração de Auschwitz/Birkenau/Monowitz e de todos os seus horrores, mas eis que aparece uma (para mim) novidade.
Vejam abaixo a resumida história do campo de Zgoda. E a dúvida: por que esse campo é totalmente omitido da historiografia oficial de Auschwitz?
FAB29

Campo de concentração Zgoda
Da Metapedia

O campo de concentração polonês Zgoda, em Schwientochlowitz, era anteriormente (de 26 de maio de 1943 a 23 de janeiro de 1945) um campo de retenção complementar do campo alemão de Auschwitz, com a denominação de Eintrachthütte.
Com a ocupação polonesa, a localidade e o campo receberam nova denominação e foram reorganizados para receber a população civil alemã aprisionada pelos poloneses após o final da guerra.

História

O campo desativado pelos alemães foi ocupado em 23 de janeiro de 1945 pelo exército soviético e renomeado para Zogda. Em fevereiro de 1945, foi entregue ao controle da policia secreta do "Ministério de Segurança Pública" do governo comunista polonês em Varsóvia (Warschau) e passou a ser utilizado para aprisionamento de alemães. Assim ativado, fez parte dos numerosos campos instalados na Polônia para aprisionamento da população alemã que vivia nos territorios alemães então ocupados pela Polonia. Ao total, calcula-se que foram aprisionados 120.000 cidadãos civis alemães, dos quais aproximadamente 20% perderam a vida.
O comandante do afamado campo de Zogda passou a ser Salomon Morel, um ex-partisan, membro da guerrilha comunista polonesa Armia Ludowa .
A quantidade de presos no campo chegou em agosto de 1945 a aproximadamente 6.000 pessoas. Do total, 60% eram mulheres; de 20 a 25% eram crianças e o restante, na sua maioria, idosos. Tratava-se na maioria de alemães expulsos de suas moradias após as regiões alemãs-orientais cairem sob domínio polonês; porém havia também outras nacionalidades, como, por exemplo, ucranianos.
Somente em Zogda, calcula-se, conforme o Instituto Polonês da Memória Nacional (IPN-Instytut Pamieci Narodowej), que pereceram 1855 pessoas; grande quantidade foi torturada sistematicamente.
O ex-comandante do campo, Salomon Morel, sendo cidadão judeu, refugiou-se no ano de 1994 em Israel. Foi procurado pelo governo polonês sob a acusação de crimes contra a humanidade . A Polonia solicitou sua extradição, porém o governo israelense negou-a, mantendo o criminoso sob a proteção do Estado. Salomon Morel faleceu em 14 de fevereiro de 2007, sem ter sido responsabilizado pelos seus crimes.

(PS - Estranho como este país é pobre em biografias. Por exemplo: até hoje, não encontrei uma decente de Henry Ford. Mesmo as biografias em inglês são difíceis de se encontrar. Procurei sobre o 'distinto' carrasco judeu, mas 99,9% das informações estavam em inglês ou polonês. A única 'salvação da lavoura tupiniquim' foi a Metapedia. Se quiserem saber mais dele, acessem:)