Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 15 de março de 2013

Gângsteres.

Amigos e amigas.
Relendo uma edição da revista Humanus, da editora Sama Multimídia, vi uma matéria sobre o gangsterismo. Nunca deixarei de me impressionar com o tanto que nos é omitido a respeito de tantos pontos nevrálgicos da História. Sempre tive os europeus (especialmente italianos) como os maiores (quase um monopólio) gângsteres dos EUA. Que surpresa ao relembrar que o dedinho judaico/sionista manipulava demais esses cordames também.

Total destaque aos Bronfman, que iniciaram seu superimpério durante a "Lei seca" na década de 1920, ajudaram a extorquir as nações (Suiça, pra começar) à guisa do holocausto e cujo domínio se estende até os tempos contemporâneos, cada vez mais poderoso e ramificado.
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“Gângsteres judeus na América (1890 – 1980)”, publicado por Oz Almog.
Da introdução de Erich Metz:
Benjamin"Bugsy" Siegel
“A dificuldade na reconstrução da história dos gangsteres judeus nos EUA se deriva principalmente da escassez de acontecimentos comprovados e exatamente documentados. O que aconteceu realmente no submundo é envolto por inúmeros mitos e lendas. Desta forma, a história dos gangsteres judeus também pode ser compreendida somente em conjunto com todo o desenvolvimento do crime organizado nos Estados Unidos. Os judeus requereram seu espaço conscientes de seu valor com não menos falta de escrúpulos, junto aos clássicos clãs familiares dos italianos. Seus mais famosos representantes foram: Meyer “Little Man” Lansky, Benjamin “Bugsy” Siegel, Louis “Lepke” Buchalter e Arthur “Dutch Schultz” Fleggenheimer. A maioria deles se diferenciava na mentalidade dos italianos, à medida que conduziam seus negócios ilegais afastados dos laços familiares e evitaram os holofotes da mídia. Eles vieram e se foram como uma geração vem e vai, enquanto os chefões italianos deixavam sua esfera de influência aos seus herdeiros. Os italianos construíram suas dinastias; os chefões judeus fundaram seus impérios.[...]

O poderoso 'godfather'

"Jeffrey Bronfman pertence à conhecida e bilionária família Bronfman, ex-proprietária da Seagram’s, uma gigantesca empresa de bebidas alcoólicas com matriz em Montreal, Canadá. As atividades da família no ramo iniciaram-se com Samuel Bronfman, fundador do atual império comercial Seagram’s Company, na década de 20 do século passado, com a comercialização de bebidas alcoólicas, sendo a principal delas uma “inovação” inventada por Aeneas Coffey em 1831: o blend whiskey.

Samuel Bronfman dizia: “A destilação é uma ciência; o blending é uma arte”. Stephen Birmingham, autor de "The Rest of Us: The Rise of American Eastern European Jews" (O Resto de Nós: A Ascensão dos Judeus Americanos da Europa Oriental), relata que “…enquanto o verdadeiro Scotch whiskey levava de dois a doze anos para ser envelhecido, o ‘fenômeno’ Scotch Bronfman poderia envelhecer em dois dias sem que ninguém notasse!”. A coisa se dá através de uma aleatória mistura de álcool com diferentes espécies de malte (cujo número pode variar de quinze a quarenta), dois a três tipos de whiskey de grão e outros ingredientes. Foi por meio de tal líqüido que Samuel Bronfman deu início a um verdadeiro império. Detalhe: Samuel Bronfman, tio-avô de Jeffrey, na realidade não nasceu Bronfman, mas tornou-se, uma vez que o mesmo significa “whiskey man” (homem-whiskey) em yiddish. (...)

Meyer Lansky (nascido Maier Suchowljansky), um dos chefões da Máfia de Chicago, era um reacionário, fanático sionista, tendo contribuído com milhões de dólares pela causa de Israel, e elegeu como seu epitáfio uma frase que repetia constantemente em vida: “Jamais me ajoelhei ante um cristão”. (...)

Edgar (nada saudoso) Bronfman
Edgar Bronfman é presidente do Congresso Mundial Judaico desde 1981, apoiador fiel do governo de Ariel Sharon e um dos maiores responsáveis pela gigantesca campanha mundial contra o “anti-semitismo” (apenas em relação a judeus, nunca a árabes, obviamente), tendo conseguido colossais indenizações para os judeus chamados “sobreviventes do Holocausto”. Estes, cumpre observar, parecem multiplicar-se surpreendentemente a cada dia, uma vez que, no final da Segunda Guerra, o número de sobreviventes era de vinte e cinco mil, e atualmente já são cerca de oitocentos mil! Teria ocorrido com eles o milagre da ressurreição, tal qual aconteceu com o Divino Jesus? De qualquer forma, tal fato ainda tem passado despercebido para a maioria, mas se continuar no ritmo em que está, não tardará o dia em que os alardeados seis milhões de mortos ressuscitem todos, diante das incomensuráveis fortunas que são extorquidas dos povos e nações em seus nomes. (...)


Em 1996, algumas organizações judaicas afirmaram que os bancos suíços mantinham contas bancárias abertas, até então, de judeus ricos nas décadas de 30 e 40 que morreram durante a II Guerra Mundial e que, portanto, não foram capazes de retomar o seu dinheiro; por isso, agora, os sobreviventes estariam exigindo o mesmo. O Presidente da Suíça na época, Jean-Pascal Delamuraz, acusou os sionistas de terem cometido “chantagem” e “extorsão” ao tentarem fazer com que a Suíça lhes desse dinheiro sem qualquer prova de que tinham, para tal exigência, um direito legítimo.

Porém, seu sucessor à presidência não compartilhava dessa opinião e estava propenso a pagar a indenização para evitar problemas. Os banqueiros, por sua vez, não concordavam com a opinião do novo Presidente, e assim, diante dessa resistência por parte da Suíça em pagar indenizações sem provas de qualquer espécie, Edgar Bronfman encontrou-se com o embaixador desse país nos EUA e o ameaçou dizendo que, se a Suíça não liberasse imediatamente US$ 250 milhões de dólares, as próximas reuniões do House Banking Committee seriam, tanto quanto possível, difíceis para ela.

Concomitantemente, um grupo de judeus nova-iorquinos que também afirmava ser sobrevivente do Holocausto, entrou com uma ação contra três dos maiores bancos da Suíça e “pediu” ao Federal Reserve Bank de Nova Iorque que suspendesse as licenças destes bancos até a resolução do processo. Israel também entrou na campanha e convocou um boicote mundial contra os bancos da Suíça.

Finalmente, após estas e mais algumas dezenas de pressões e ameaças, a afirmação de que a campanha sionista era extorsiva foi retirada por parte do governo suíço, com melindrosos pedidos de perdão aos judeus, e os US$ 250 milhões de dólares exigidos por Bronfman foram liberados. Porém, (Pasmem!) os sionistas disseram, depois, que se tratava apenas do primeiro pagamento! E então, sugeriram que US$ 7 bilhões de dólares talvez fosse um total razoável para receberem da Suíça! (...)

Neste ritmo, os Bronfman ergueram um imenso conglomerado de mega-empresas que compreende:
- MCA (empresa de entretenimentos);
- Universal Pictures (uma das maiores companhias cinematográficas do mundo);
- Interscope Records (o maior promotor de um novo tipo de música, gangsta rap [sugestivo, não?], cujas letras incitam explicitamente os negros a cometerem atos de violência contra brancos);
- Universal Music e PolyGram (empresas discográficas, sendo esta última a maior da Europa).

Com a compra da PolyGram, em 1998, Bronfman apropriou-se também da Deutsche Grammophon, da Decca-London e das empresas discográficas Philips. (...) Incluíram, depois, a Warner Music, a maior indústria fonográfica do mundo, e subsidiárias. Entre os mais populares veículos de entretenimento que os Bronfman já produziram, controlam ou empresariam, contando “artistas”, parques temáticos e filmes, estão: Madonna; Guns N’ Roses; Led Zeppelin; Metallica; Sheryl Crow; Bee Gees; Dru Hill; Enrique Iglesias; Elton John; Jay-Z; Kirk Franklin; Woody Woodpecker (o Pica-Pau); Motown Live; Blind Date; Linkin Park; The Flintstones; E.T. – o extraterrestre; Jurassic Park; Xena, a princesa guerreira; Bruce Lee; Dionne Warwick e R.E.M. Como se vê, a afirmação do escritor norte-americano John Whitley de que os Bronfman, juntamente com mais seis detentores da mídia do sistema mundial, controlam os EUA e o mundo, não é de se desprezar. (...)

Além de traficar bebidas, a "whiskey family" traficaria mulheres russas, as quais são prostituídas e mantidas na escravidão em boates de Israel e em bordéis de outros países; também estaria envolvida com o Mossad (serviço secreto do governo israelense), com o assassinato de John Kennedy, com o narcotráfico e com a prostituição no Canadá.

O resultado de tudo isso, conforme afirmam pesquisadores, é um controle da economia, da política e da mídia internacional pelos Rothschild na Inglaterra, pelos Rockfeller na América e pelos Bronfman tanto no Canadá como também na América, aos quais se somam mais de uma dúzia de Banksters (gangsters da usura), todos com o apoio dos Bilderberger, da Comissão Trilateral, do CFR (Conselho de Relações Estrangeiras), do Comitê dos 300 (as 17 mais ricas famílias do mundo chamadas de “elite”), e da B’nai B’rith, que inclusive é dirigida por Edgar Bronfman, além de todos os governos podres e vendidos."