Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Graf x Hilberg

Amigos e amigas.
Vejam esse excerto do livro de Jurgen Graf ("O gigante com pés de barro") em que ele sintetiza a aberração do "papa" do holocausto, Raul Hilberg, chamada "A destruição dos judeus europeus";
Vem a comprovar que Graf é um contestador nato. Qualquer dia, seu livro poderá estar disponível a quem quiser esclarecer melhor esse período nefasto e propositadamente nebuloso da História contemporânea.
FAB29

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Resultado de imagem para raul hilberg Raul Hilberg

"Raul Hilberg estragou sua chance. Ele queria documentar não só a perseguição dos judeus europeus, mas também, e principalmente, a destruição dos mesmos, o que significava principalmente o assassinato em massa industrializado em matadouros químicos. Ele tinha uma agenda.

Não há nenhuma evidência física tangível de qualquer assassinato em massa industrializado e, nas montanhas de documentos que foram salvos dos anos de guerra, não há a menor indicação sobre ele. A fim de “provar” esses assassinatos em massa, Hilberg teve de inverter a hierarquia de longa data de provas e fazer depoimentos de uma testemunha ter precedência sobre evidências físicas e documentais. Em vez do último, temos o testemunho de um Rudolf Hoss, que confessou ter visitado em junho de 1941 o campo de Treblinka, que foi inaugurado em julho de 1942; de um Kurt Gerstein, que sustenta que em Belzec se poderia espremer 32 pessoas em um metro quadrado; de um Filip Müller, que nos diz que, quando cadáveres foram incinerados, a gordura correu nos canais de onde se podia recolhê-la com conchas."

Mas temos outros exemplos desse embate:
"A aversão de Hilberg ao encontro da realidade física dos campos de concentração e os chamados ‘campos de extermínio’ também pode ser vista no fato de que ele pessoalmente nunca realizou uma investigação nos locais dos campos. Antes de 1985, este homem que havia começado seus estudos sobre o ‘holocausto’ em 1948 passou exatamente um dia em Treblinka e outro meio dia em Auschwitz I e Auschwitz-Birkenau - e em todos os três casos, isso foi apenas para participar de cerimônias.

Em contraste com Hilberg, revisionistas, como Dietlieb Felderer, Robert Faurisson, Carlo Mattogno, Germar Rudolf e o escritor destas linhas, assim como o não-revisionista Jean-Claude Pressac, fizeram exames minuciosos dos edifícios onde as testemunhas dizem que os assassinatos em massa ocorreram e têm estudado os desenhos de construção aplicáveis. Tal investigação in loco é absolutamente necessária para se resolver esta controvérsia."

Só como bônus, palavras de dois expoentes dos dois lados da batalha. A 23 de Novembro de 1978, o historiador Francês René Rémond declarou a Robert Faurisson:

"Quanto às câmaras de gás [Nazis], estou pronto a segui-lo; quanto ao genocídio, tenho a profunda convicção de que o Nazismo em si foi suficientemente perverso para que este genocídio tivesse feito parte das suas motivações e das suas ações, mas reconheço que não tenho evidências científicas para este genocídio."

E Faurisson completou:
"Eu me recuso a acreditar naquilo que não é crível. Recuso-me a acreditar no que é incrível. Recuso-me a acreditar naquilo a que o próprio Hilberg chama de "um incrível encontro de mentes."

Eu me recuso a acreditar em leitura da mente ou telepatia, tal como eu me recuso a acreditar na geração espontânea."

Eu assino embaixo!