Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 10 de junho de 2013

De mão beijada!

Amigos e amigas.
Só para rapidamente relembrar o quanto este país está vendido e entregue ao capital mundial, eis abaixo um trecho de um artigo de Eduardo Ferraz, da Frente Integralista Brasileira.

"Não seria audacioso imaginar o porquê em 2010 nosso governo-fantoche, então presidido por Luiz Inácio Lula da Silva, provavelmente aconselhado por algum agente Rothschild, orgulhosamente anunciou ter efetuado a maior capitalização em capital aberto da história da humanidade, onde o valor estratosférico de US$ 72,8 bilhões (o equivalente a R$ 127,4 bilhões) em ações foi negociado na Bovespa (transformando esta na segunda maior bolsa do mundo em ações capitalizadas). Ocorre que, novamente, os Rothschild entraram em cena e adquiriram US$ 70 bilhões dos US$ 72,8 bilhões que foram negociados, tornando-se, depois do próprio governo brasileiro, o maior acionista da Petrobras.

Tal cenário repete-se ainda ao retroceder a nossa história recente quando, no governo-fantoche de Fernando Henrique Cardoso, provavelmente seguindo também a alguma orientação de Rothschild, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) foi entregue “em cerca de metade a testas-de-ferro ‘nacionais’ e a outra metade diretamente a investidores estrangeiros. A coordenadora global desta transação foi a Merril Lynch & Co. ABN AMRO Rothschild: a empresa que fez a avaliação do valor de ‘venda’ e, depois, ela mesma, acabaria por se tornar uma das acionistas (algo não só ilegal, como imoral)” [Obs: o 1º presidente da Vale pós-privatização foi o judeu Benjamin Steinbruch. David Zylberstajin, ex-genro de FHC, presidia a Agência Nacional do Petróleo].

Só para recordar, a Vale foi doada aos Rothschild no ano de 1997 pela insignificante cifra de US$ 3,3 bilhões. Dez anos depois, a companhia valia US$ 298 bilhões, tendo superado a Petrobras e a IBM em valor de mercado. A venda da Vale foi ilegal, pois o valor da transação considerou propositalmente apenas a infraestrutura da empresa e não as reservas de minério de ferro em seu poder; caso contrário, o valor de venda (falando hipoteticamente, já que nós, nacionalistas, sabemos que a privatização dos recursos estratégicos nacionais é inadmissível, pois constitui grave atentado contra a soberania de nossa Pátria) superaria facilmente a casa dos trilhões de dólares."

Ressaltando que, no best seller “Brasil – Colônia de Banqueiros”, o mestre Gustavo Barroso esmiuça os primeiros empréstimos que a turma dos Rothschild fez ao (des)governo brasileiro alguns anos após a “independência”.
Quem ler, vai entender que o Brasil é muita coisa desde a sua “independência”. Principalmente dependente. Inclua-se vendido, corrompido, dominado, subserviente,…
Inicialmente, graças ao ‘titio’ Nathan Mayer Freiherr von Rothschild.


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