Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Um sermão interessante.

Amigos e amigas.
Encontrei este sermão do rabino da sinagoga Adath Yisrael que achei merecedor de atenção. Os detalhes do predomínio judeu na sociedade e política americana são marcantes.
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1994: O rabino da sinagoga Adath Yisrael dedicou o seu sermão do sabbath no centro cultural e político judeu, sediado em Cleveland Park, Washington D.C. aos "grandes" judeus americanos.

"Pela primeira vez na história americana, sentimos que nós, judeus, já não vivemos em diáspora. Os EUA já não têm um governo goyim, mas sim uma administração onde atuam os judeus como sócios do poder decisório atuando em todos os níveis. 

Quem sabe os aspectos da lei religiosa judaica relacionada com o termo 'governo Goyim' devessem ser reexaminados, já que é um termo antiquado nos Estados Unidos. Com efeito, ao que aos judeus diz respeito, o presidente Bill Clinton contribuiu para uma verdadeira mudança no plano da administração, tendo concluído uma série de mudanças que contribuíram para fortalecer o poder dos judeus, um processo que teve início com o Presidente Reagan e o seu Ministro de Assuntos Exteriores, George Shultz. 

A verdade é que a influência política judaica na América também foi um fato nas décadas anteriores. Vimos já um Ministro de Assuntos Exteriores judeu, Henry Kissinger, desfrutando da plena confiança do presidente Richard Nixon. Houve membros de gabinete judeus sob a administração de Carter. No entanto, eram exceções à regra, especialmente aos judeus piedosos, que raras vezes eram designados a participar nos trabalhos no que concernia ao Oriente Médio.

O quadro agora mudou totalmente. Por exemplo: todas as manhãs, por volta das seis horas, carros da CIA deslocam-se até à Casa Branca, com oficiais de altas patentes preparados para apresentar ao Presidente e aos quatro conselheiros superiores, um PDB (President's Daily Briefing) que é o termo mais exclusivo para apresentar informações em Washington. O documento tem entre 5 e 7 páginas, acompanhadas de fotos de satélites altamente secretas, fornecidas pelo Pentágono. Reúnem-se durante a noite os melhores peritos da inteligência americana e analisam telegramas e informações que chegam à CIA, através dos seus agentes em todo o mundo e contêm a mais sensível informação sobre o que se passa no mundo.

O seu caráter particular, comparando com os outros documentos de inteligência americanos, está no feito de que quase sempre se indica a fonte de informação, se se trata de um documento roubado por um espião, de um agente ou "toupeira" que se infiltra nos governos estrangeiros, ou se a informação vem de um toque de satélite.

Se Clinton está em Washington, tem uma discussão curta sobre o conteúdo do documento com os outros cinco destinatários: O vice presidente Al Gore, o Conselheiro de segurança Nacional Anthony Lake, o Chefe de Estado maior da Casa Branca Leon Panetta, o Conselheiro para a Segurança Nacional Samuel Berger e o Conselheiro de Segurança Nacional do Vice Presidente Leon Perth. Dos destinatários, Berger e Perth são entusiastas judeus; alcançaram estes postos que são extremamente sensíveis para a política norte americana e eles não são nenhuma exceção.  No Conselho de Segurança Nacional, sete dos onze cargos superiores são judeus.

Clinton colocou-os no topo das mais sensíveis administrações de Segurança Nacional e Política Exterior. Sandy Berger é o Vice Presidente do Conselho; Martin Indyk, o intencionado embaixador em Israel, é  diretor  responsável pelo Sul da Ásia e Oriente Médio. Dan Schifter é o diretor e conselheiro do Presidente, responsável em África; Richard Steinberg é diretor, conselheiro do Presidente e responsável pela América Latina; Stanley Ross, diretor e conselheiro do Presidente que está a cargo da Ásia.  A situação não é diferente no departamento do presidente, que está cheio de entusiastas judeus. O novo conselheiro da Casa Branca é Abner Mikva.  

A seguir, a lista dos presidentes e gestores de programas:
Ricki Seidman: subdiretor de pessoal;
Phil Leida: conselheiro econômico;
Robert Rubin: diretor de meios;
David Heiser: diretor de pessoal;
Ely Segal: responsável pelos voluntários;
Ira Magaziner: responsável pelo programa de saúde.

Dois membros do gabinete, o secretário do trabalho Robert Reich e Mikey Cantor, responsáveis pela área de acordos comerciais, são judeus. São afiliados de uma longa lista de categorizados judeus no Departamento de Estado, encabeçada pelo chefe dos Assuntos de Paz, na equipe para o Oriente Médio; Dennis Ross, seguido de muitos vice ministros e ainda assim, categorizados como Chefes de Estado Maior das secretarias.
(...)
Adath Yisrael: A sinagoga em Washington não é só um lugar de culto. É uma comunidade judaica central, com um jardim de infância judeu de prestígio, uma escola judia com Judaísmo, literatura, cultura e, por suposto, aulas de hebraico. Aos sábados, há sempre duas sessões separadas de rezas. A primeira é mais extensa atraindo centenas de crentes e que termina com comida bendita na mesa, exibida com bom gosto, com as delicadezas judaicas. Os seus membros pertencem à nata das natas da sociedade de Washington: funcionários hierarquizados da administração, advogados de êxito, homens de negócio muito ricos. Todos são gente rica.

Na próxima semana, no novo ano judeu, as rezas serão feitas por outros judeus que em geral costumam passar os seus fins de semana em clubes exclusivos, nos campos de golfe mais caros, ou cavalgando nos melhores cavalos, ou nas suas dispendiosas casas, perto dos lagos da Virgínia Ocidental, ou navegando nos seus iates privados. 

Na próxima semana, como durante todo o período de férias judeu, as mais caras limousines que se possam imaginar pararão na entrada da sinagoga, para deixarem sair as mulheres elegantes por um lado e, por outro lado, homens mumificados nos seus dispendiosos trajes, seguidos de crianças bem vestidas. O preço da entrada da sinagoga é de 1000 dólares para um só dia de férias.

A enorme influência judaica em Washington não se limita ao governo. Nas Mídias, uma parte muito significativa dos personagens mais importantes e apresentadores dos programas mais populares da TV são entusiastas judeus. Uma parte significativa de responsáveis pelas mais importantes Mídias, redatores de imprensa e analistas são judeus e muitos deles, entusiastas judeus. Muitos deles estão influenciados a favor de Israel, mediante a conveniente assistência destas sinagogas.

O repórter político do AP, Barry Schweid, e a repórter em temas educativos do Washington Post, Amy Schwartz, assistem com regularidade às rezas e aos quais se considera como próximos a Israel, na sinagoga  de Cleveland Park.

Neste contexto, não nos esquecemos do predomínio judeu nas instituições acadêmicas de Washington, nos institutos nacionais de saúde. A percentagem de investigadores judeus é muitíssimo alta em relação ao resto da população. Nos campos da segurança e da ciência, na indústria cinematográfica, na arte, na literatura, a influência judaica só pode ser descrita como imensa, com o correspondente realce do poder judeu."


Fonte: Artigo impresso no jornal israelita "Ma'ariv" em língua hebraica, com o título: "Quem controla o Governo dos EUA?Tradução de Israel Shahak. Encontra-se dentro da base da dados da web Nizkor.