Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 24 de julho de 2013

A miséria de sempre!

Amigos e amigas.
Este post é "só" para registrar por escrito uma reportagem do (PASMEM!) "Bom dia, Brasil", da Rede Globo, que divulgou números da organização "Transparência Brasil" a respeito dos democráticos políticos do "País das Alegrias" e seus "módicos" custos.
Apesar do vídeo ainda grassar via email por aí, vejo toda a necessidade de reforçar seus dados (apesar de já defasados). Vejam só:

- O minuto do "trabalho" dos parlamentares brasileiros custava R$ 11.545,00;
- Um senador custava R$ 33 milhões por ano;
- Um deputado, cerca de R$ 6,6 milhões anualmente;
- Na média entre senador e deputado, o custo chegava a R$ 10,2 milhões. Só para comparar: na Itália, chegava a R$ 3,9 milhões. Na França, R$ 2,8 milhões. Na Argentina, R$ 1,3 milhão. Na Espanha, R$ 850 mil.
- Em Brasília, há 24 deputados distritais, que custavam anualmente R$ 10 milhões;
- Os vereadores cariocas e paulistanos custavam R$ 5 milhões por ano.

Aí, vem a inevitável pergunta: Valem o custo-benefício? Resposta pra lá de óbvia: DE JEITO NENHUM! Os que verdadeiramente sustentam, mantêm e constroem o país ganham salários risíveis (até aviltantes) e não têm um décimo das benesses desses "simpáticos inoperantes". São professores, médicos, agricultores, policiais, bombeiros,... NUNCA esquecendo de uma "casta" tão desprezada quanto fundamental em nossas vidas: a que cuida das limpezas (faxineiros, lixeiros, etc). Estes são quase invisíveis (os piores aspones os tratam como estorvos), mas imensuravelmente mais importantes que os políticos.

Quem foi que disse que "Democracia é exercício: quanto mais a praticarmos, mais evoluiremos"? Estamos nos aproximando de 25 anos de eleições diretas e qual é a evolução que se destaca? O aumento das mordomias da classe política e o seu encastelamento. A miséria das massas populares e o abismo entre as classes não tiveram alívio real (não me venham com "vale-esmola"!), muito ao contrário.

Como bem disse certa vez o grande Quino (via sua maior criação, a Mafalda): "Nós, os bons, estamos ficando de saco cheio!" Essa represa não resistirá muito tempo.
FAB29