Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sobre a 1ª Grande Guerra

Amigos e amigas.
Encontrei um fenomenal discurso de um empresário judeu, dito ex-sionista, chamado Benjamin Harrison Freedman, feito em 1961 em um hotel de Washington, o Willard. Nele, Benjamin conta como e porque os EUA entraram na 1ª Grande Guerra.
Por ser muito longo, tentei resumi-lo sem perder nem um ponto importante de sua narrativa. Aqui, podemos entender todo o ressentimento alemão contra os sionistas. Afinal, o autor não deixa dúvidas sobre a culpa deles pela derrocada alemã na 1ª guerra.
Convido-os a se juntarem a mim nesta descoberta.
FAB29

"Nem um único tiro foi desferido em solo Alemão. Nem um único soldado havia cruzado a fronteira dentro da Alemanha. E mesmo assim, a Alemanha estava oferecendo à Inglaterra termos de paz. Eles ofereceram à Inglaterra paz negociada no que os advogados chamam de 'status quo ante basis'. Isto quer dizer: "Vamos cessar a guerra e deixar que tudo volte a ser como era antes dela". A Inglaterra, no verão de 1916, estava considerando – seriamente. Eles não tinham escolha. Era ou aceitar a paz negociada que a Alemanha generosamente oferecia ou continuar a guerra e ser totalmente derrotada. Enquanto isto acontecia, os sionistas na Alemanha, que representavam os sionistas a Oeste da Europa, foram até o Escritório de Guerra Britânico e disseram: "Veja bem. Você ainda pode ganhar esta guerra. Você não tem que desistir. Você não tem que aceitar o acordo de paz negociada oferecido a você pela Alemanha. Você pode ganhar esta guerra se os Estados Unidos entrarem como seu aliado."

Os Estados Unidos não estavam na guerra a essa altura. Nós éramos fortes; nós éramos jovens; nós éramos ricos; nós éramos poderosos. Eles disseram à Inglaterra: "Nós iremos garantir a entrada dos Estados Unidos na guerra como seu aliado, para lutar com você ao seu lado, se você nos prometer a Palestina após você ganhar esta guerra." Em outras palavras, eles fizeram este acordo: "Nós iremos trazer os Estados Unidos como seu aliado. O preço que você tem de pagar é a Palestina após vencer a guerra e derrotar a Alemanha, Áustria-Hungria e Turquia." Agora, a Inglaterra tinha tanto direito de prometer a Palestina a qualquer um quanto os Estados Unidos tem de prometer ao Japão a Irlanda, seja por qual razão for.

É absolutamente absurdo que a Grã-Bretanha, que nunca teve nenhuma conexão ou interesses ou qualquer direito no que é conhecido como Palestina, oferecê-la como moeda para pagar os sionistas pela entrada dos Estados Unidos na guerra. No entanto, eles fizeram esta promessa, em outubro de 1916. E pouco após disto, os Estados Unidos, que eram quase que totalmente pró-Alemanha, entraram na guerra como aliado da Grã-Bretanha. Eu digo que os Estados Unidos eram quase totalmente pró-Alemanha porque os jornais aqui eram controlados por judeus, os banqueiros eram judeus, toda a mídia de comunicações para massa neste país eram controladas por judeus; e eles, os judeus, eram pró-Alemanha porque muitos deles vieram da Alemanha e também queriam ver a Alemanha destruir o Czar; e eles não queriam que a Rússia ganhasse esta guerra. Estes alemães -judeus banqueiros, como Kuhn & Loeb e outras grandes firmas bancárias nos Estados Unidos - se recusavam a financiar à França ou Inglaterra um dólar sequer. Eles ficaram de fora e disseram: "Enquanto a França e Inglaterra estiverem juntos com a Rússia, nem um centavo!" Mas eles jogaram dinheiro dentro da Alemanha, eles lutaram ao lado da Alemanha contra a Rússia, tentando destruir o regime Czarista. Agora, estes mesmos judeus, quando viram a possibilidade de tomar a Palestina, foram até a Inglaterra e eles fizeram este acordo.



A esta altura, tudo mudou, como um sinal de tráfego que muda de vermelho pra verde. Onde os jornais eram todos pró-Alemanha, onde eles estavam dizendo ao povo das dificuldades que a Alemanha estava tendo lutando contra a Grã-Bretanha comercialmente e em outros aspectos, de uma hora pra outra, os alemães não eram mais legais. Eles eram vilões. Eles eram Hunos. Eles estavam atirando em enfermeiras da Cruz Vermelha. Eles estavam cortando fora as mãos de bebês. Eles não eram mais legais. Pouco depois disto, Sr. Wilson (presidente) declarou guerra à Alemanha. Os sionistas em Londres entraram em contato com os Estados Unidos, com Justice Brandeis, dizendo "Vá trabalhando no Presidente Wilson. Nós estamos conseguindo da Inglaterra o que nós queremos. Agora, vá trabalhar no Presidente Wilson e traga os Estados Unidos para a guerra." Foi assim que o Estados Unidos entraram na guerra. Nós não tínhamos mais interesses nisto; nós não tínhamos mais direito de estar nesta do que estar na lua hoje, ao invés desta sala. Não havia absolutamente nenhuma razão para a Primeira Guerra Mundial ser nossa guerra. Nós fomos despejados nela – se eu posso ser vulgar, nós fomos sugados pra dentro dela. Esta guerra era meramente para que os sionistas do mundo pudessem obter a Palestina. Isso é algo que o povo dos Estados Unidos nunca ficaram sabendo. Eles nunca souberam por que nós entramos na Primeira Guerra Mundial."

Nota: Após a entrada estadunidense na guerra, os sionistas precisavam de um documento para garantir o cumprimento da promessa britânica. E assim fizeram:


" A receita tomou a forma de uma carta, que foi codificada em uma linguagem bem encriptada para que o mundo não soubesse do que se tratava. E esta foi nomeada a 'Declaração de Balfour'. Ela era meramente a promessa da Grã-Bretanha de pagar aos sionistas o que eles tinham acordado para trazer os Estados Unidos à guerra. Então, esta era a 'Declaração de Balfour' que você ouve tanto falar, e é tão falsa quanto uma nota de três dólares. (...) Quando a guerra terminou e os alemães foram para Paris, para a Conferência de Paz de Paris, em 1919, lá estavam 117 judeus como representantes da delegação, representando os judeus, dirigidos por Bernard Baruch. Eu estava lá. Eu deveria saber. Agora, o que aconteceu? Os judeus, nesta conferência de paz, quando eles estavam repartindo a Alemanha e parcelando a Europa a todas estas nações que clamaram o direito por uma parte do território europeu, disseram, "Que tal a Palestina para nós?" E eles produziram, pela primeira vez para conhecimento dos alemães, esta 'Declaração de Balfour'. Então, os Alemães, pela primeira vez, entenderam, "Oh, então, esta era a jogada! Então, foi por isso que os Estados Unidos entraram na guerra." (...)


Quando os Alemães entenderam, eles naturalmente se ressentiram. Até este ponto, os judeus nunca estiveram tão bem em qualquer outro país no mundo como estiveram na Alemanha. Você tinha lá o Sr. Rathenau, que talvez fosse 100 vezes mais importante na indústria e finanças como Bernard Baruch é neste país. Você tinha o Sr. Balin, que possuía as duas linhas de navio a vapor, a Lloyd do Norte da Alemanha e a linha Hamburgo-América. Você tinha o Sr. Bleichroder, que era o banqueiro para a família Hohenzollern. Você tinha os Warburgs em Hamburgo, que eram os grandes banqueiros mercantis – os maiores do mundo. Os judeus estavam se dando muito bem na Alemanha. Sem nenhuma dúvida disto. Os alemães sentiram: "Bem, esta foi uma traição." (...)  Bem, foi assim que os alemães se sentiram em relação aos judeus. Eles tinham sido tão bons com eles: desde 1905 em diante, quando a primeira revolução comunista na Rússia falhou e os judeus tiveram que fugir da Rússia, todos eles foram para a Alemanha. E a Alemanha lhes deu refúgio. E eles foram bem tratados. E aqui, eles jogaram a Alemanha pela descarga por razão alguma senão fosse o fato de que eles queriam a Palestina como uma grande "Comunidade Judaica".


Agora, Nahum Sokolow e todos os grandes líderes e grandes nomes que você leu sobre conexões com o sionismo hoje, em 1919, 1920, 1921, 1922 e 1923 escreveram em todos os seus jornais – e a imprensa estava preenchida com seus dizeres – que o sentimento contra os judeus na Alemanha era devido ao fato que eles perceberam que sua grande derrota foi causada por interferência judaica na trazida dos Estados Unidos para a guerra. Os Judeus mesmos assumiram isto. Não era porque, em 1919, os alemães descobriram que um copo de sangue judeu era mais gostoso do que Coca-Cola ou de cerveja Muenschner. Não havia nenhum ressentimento religioso. Não havia ressentimento contra este povo em suas crenças religiosas. Era totalmente político. Era econômico. Não era nada religioso. Ninguém se importava na Alemanha se um judeu ia para casa, fechava as cortinas e dizia "Shemá Yisrael" ou "Nosso Pai". Ninguém se importava na Alemanha, tanto quanto ninguém se importa nos Estados Unidos. Agora, este sentimento que se desenvolveu depois na Alemanha era devido a uma única coisa: os alemães os consideravam culpados pela sua esmagadora derrota. (...)


Os alemães não combateram os outros com pistolas. Bem, esta era a forma como nós, os judeus, estávamos combatendo na Alemanha. E a esta altura, vale notar, havia de 80 a 90 milhões de alemães e nós éramos somente 460.000 judeus. Cerca de meio por cento da população da Alemanha era de judeus. E mesmo assim, eles controlavam toda a imprensa; e eles controlavam grande parte da economia, pois eles vieram com muito dinheiro, quando o marco estava desvalorizado e eles compraram praticamente tudo. Os judeus tentaram ocultar estes fatos. Eles não queriam que o mundo inteiro entendesse corretamente que eles haviam entregado a Alemanha e que os alemães se ressentiram disto. Os alemães tomaram ações apropriadas contra os judeus. Eles, devo dizer, discriminaram contra eles em todos lugares possíveis. Eles os evitaram. Da mesma forma que nós iríamos evitar os chineses, ou os negros, ou os católicos, ou qualquer um neste país que tivesse nos entregado para um inimigo e causado nossa derrota. Pouco após, os judeus do mundo organizaram um encontro em Amsterdã. Judeus de todos os países do mundo participaram neste encontro em julho de 1933. E eles disseram para a Alemanha: "Vocês dispensem Hitler, e vocês coloquem cada judeu em seu lugar anterior, tanto faz se ele for comunista, não importa o quê. Vocês não podem nos tratar desta forma. E nós, os judeus do mundo, estamos lhe impondo um ultimato." Você pode imaginar o que os alemães nos disseram. Então o que nós, judeus, fizemos?

Em 1933, quando a Alemanha recusou a se entregar na conferência mundial de judeus em Amsterdã, a conferência se desmanchou e o Sr. Samuel Untermeyer, que era diretor da delegação americana e o presidente de toda a conferência, veio aos Estados Unidos e do barco, para os estúdios da Columbia Broadcasting System, de onde fez uma transmissão de rádio para todo os Estados Unidos que dizia: "Os judeus do mundo, agora, declaram uma 'Guerra Sagrada' contra a Alemanha. Nós estamos engajados em um conflito sagrado contra os alemães. E nós iremos vencê-los pela fome. Nós iremos fazer uso de um boicote mundial contra eles. Isto os irá destruir porque eles são dependentes em negócios de exportação." (...) Não menos, os judeus do mundo declararam um boicote contra a Alemanha, e isto foi tão eficiente que você não podia achar nada em nenhuma loja do mundo com as palavras "produzido na Alemanha" nele.


De fato, um executivo da Companhia Woolworth me disse que eles tiveram que jogar rio abaixo, louças e pratos valendo milhões de dólares, que suas lojas eram boicotadas se alguém viesse e encontrasse um prato escrito nele "produzido na Alemanha", eles eram pregados com placas dizendo "Hitler", "Assassino" e daí em diante, algo como esses protestos que estão acontecendo no Sul. Em uma loja pertencendo à liga R. H. Macy, que era controlada por uma família chamada Strauss, que também era judia, uma mulher encontrou meias lá que vieram de Chemnitz, escritas "produzidas na Alemanha". Bem, eram meias de algodão e ela devia estar lá há uns 20 anos. Desde então, eu tenho observado as pernas das mulheres e faz tempo que eu não vejo nenhuma meia de algodão nelas. Eu vi a Macy boicotada, com centenas de pessoas passando em volta com placas dizendo "Assassinos", "Hitleristas" e daí em diante. Até este tempo, nenhum único fio de cabelo na cabeça de um judeu havia sido tocado na Alemanha. Não havia sofrimento, não havia fome, não havia assassinato, não havia nada. Naturalmente, os alemães se perguntaram: "Quem são estas pessoas para declararem um boicote contra nós e manterem todo nosso povo sem trabalho, fazerem nossas indústrias ficarem paralisadas? Quem eles pensam que são para nos fazerem isto?" Eles naturalmente se ressentiram disto. Certamente, eles pintaram suásticas nas lojas dos judeus. Por que deveria um alemão dar o dinheiro para um vendedor que fazia parte do boicote que iria matar a Alemanha e fazê-la se render para os judeus do mundo, que iriam ditar quem iria ser seu premier ou chanceler? Bem, isto era ridículo. O boicote continuou por um tempo, mas não até 1938, quando um jovem judeu da Polônia (N.T.- Herschel Grynszpan) fora até a embaixada alemã em Paris e atirara em um diplomata alemão. Nessa, os alemães realmente começaram a ser rígidos com os judeus na Alemanha. (...)


Por último, os judeus também foram responsáveis pela Segunda Guerra Mundial porque, após isto sair do controle, era absolutamente necessário para os judeus na Alemanha agarrarem-se a uma guerra para ver qual deles iria sobreviver. Enquanto isto, eu tinha vivido na Alemanha e eu sabia que os alemães haviam de decidir se a Europa iria ser cristã ou comunista: não havia meio termo. E os alemães decidiram que eles iriam mantê-la cristã, se possível. E eles começaram a se re-armar. (...)  Os judeus do mundo, os sionistas e seus co-religiosos em todo lugar (até hoje em dia) estão determinados que eles novamente irão usar os Estados Unidos para ajudá-los permanentemente a manter a Palestina como sua estaca para seu governo mundial. Isto é tão verdade quanto eu estou em pé aqui. Não só eu li isso, mas muitos aqui leram isto e é sabido em todo o mundo."


Nota: Na continuação do discurso, Freedmann discorre sobre a origem do judaísmo, que achei muito interessante. Caso queira conferir, acesse:

http://www.radioislam.org/islam/portugues/sionismo/primeira_guerra.htm