Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 14 de setembro de 2013

Dresden para sempre!

Amigos e amigas.

Já que a propaganda sionista insiste em enfiar em nossas mentes e corações através da sua podre mídia tantas falcatruas inventadas, travestidas de sofrimentos e covardias extremas contra o povo judeu, ignorando olimpicamente sua responsabilidade em massacres colossais e tão covardes quanto os que alegam ter sofrido, permitam-me mais uma vez falar de um caso. Além dos inapeláveis Hiroshima e Nagasaki, o sempre minimizado ao máximo caso de Dresden. Recapitulando este:

Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinham maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade tinha sido declarada "Cidade-hospital" para os feridos da 2ª guerra. Dresden era a capital da Saxônia e conhecida como "Florença do Elba" devido à sua mundialmente famosa arquitetura Barroca. A economia de Dresden era sustentada, em tempo de paz, pelos seus teatros, museus, instituições culturais e indústrias artesanais, nomeadamente a cerâmica.

Sua população de mais de 600 mil já passava do milhão devido à presença de refugiados que fugiam dos massacres perpetrados pelo exército soviético, comandado pelo cruel e impiedoso assassino Ilja Ehrenburg, um dirigente judeu que incitava seus comandados à destruição do exército alemão com exortações do tipo: "Matem, matem, matem! Ninguém é inocente! Nem os que estão vivos, nem os que ainda não nasceram!" Ou então: "Se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã), então, vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética!"  Ou ainda: "Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança! Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do exército vermelho!"

Dito e covardemente feito. Incontáveis mulheres alemãs (de adolescentes a idosas) foram estupradas e seviciadas, muitas na frente de suas famílias. Todos eram executados depois. Conta-se que os bolchevistas invadiam igrejas, escolas e hospitais e faziam todas as barbaridades que o império sionista/estadunidense acusou e acusa os islâmicos de fazerem no Afeganistão, Iraque, Líbia e, atualmente, na Síria.

Após terem posto em prática tantas atrocidades contra os civis alemães, foi a vez do dantesco bombardeio a Dresden, que seria a pá de cal no esfacelamento do brio e da moral da Alemanha. A 13 e 14 de fevereiro de 1945, perto de 1200 bombardeiros aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. Começaram com bombas explosivas para, depois, lançarem as incendiárias. A temperatura do ar atingia os 1100 graus Fahrenheit (quase 600ºC!). Eis alguns dados divulgados mais tarde:

- O fumaça que saía da cidade era vista a 50 milhas de distância e a 15.000 pés de altitude.
- Mais de dois terços de Dresden ficaram completamente destruídos em 14 horas de ataques.
- Quase 25 mil casas desapareceram.
- Mais de 35.000 corpos foram mais tarde identificados.
- Perto de 500.000 corpos estavam irreconhecíveis, transformados numa massa amarela derretida nas ruas.

Um jornal contabilizou desta maneira os mortos que não foram identificados:
- 37.000 crianças.
- 46.000 jovens em idade escolar.
- 55.000 hospitalizados, incluindo médicos, enfermeiros e pessoal hospitalar.
- 12.000 pertencentes a equipes de salvamento.
- 330.000 descritos simplesmente como "homens e mulheres"

As estimativas do total de assassinados (que os "vencedores" insistem em reduzir a menos de um décimo ou dizer que "são sequelas de qualquer guerra") apontam um mínimo de 250 mil, mas a cifra de meio milhão não pode ser desprezada. Os números de Hiroshima e Nagasaki, juntos, não chegam a 300 mil. A "cereja" deste "bolo cruento" foi o ato criminoso de promotores que apresentaram fotografias dos mortos de Dresden (exemplos abaixo) como a "evidência" das atrocidades nazistas contra os judeus nos campos de concentração!


Então, para sempre lembrar que os "heróis do bem" não merecem nem um centésimo do bom cartaz que pintam para si, meus respeitos à memória dos que foram massacrados e aos descendentes destes que, até hoje, são aviltados pelas falsidades que os 'vencedores' insistem em sobrepor ao crime que cometeram contra o povo alemão.
FAB29