Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Adendos

Amigos e amigas.
Encontrei e traduzi mais estas informações sobre Auschwitz para completar o post "Parem com as mentiras de Auschwitz!". São adendos bem interessantes.
FAB29

"Os alemães mantiveram registros administrativos meticulosos nos campos de concentração. Isso incluiu os campos de Auschwitz, onde os dados nominais foram mantidos até o dia em que Auschwitz foi evacuado: 17 de janeiro de 1945.

Abaixo, são reproduzidos os números nominais dessa data. O Serviço Internacional de Busca da Cruz Vermelha mantém esses dados. Infelizmente, não se planeja compartilhar alguns de seus dados com o público. Os dados nominais conhecidos de 17 janeiro de 1945 mostram o quanto de detalhes sobre os campos de concentração que a Cruz Vermelha tem em sua posse. É uma pena que eles contradizem a lenda do holocausto judeu. Isto significa que o público pode nunca chegar a vê-los. Ou claro, se os dados apoiassem a lenda do Holocausto, já os teríamos visto há décadas.

Auschwitz I
Homens em Auschwitz
10,030
Mulheres em Auschwitz
6,196
Total
16,226

Auschwitz II (Birkenau)
Babitz
159
Budy
313
Plawy
138
Pátio da fazenda-Birkenau
204
Homens em Birkenau
4,473
Mulheres em Birkenau
10,381
Total
15,668

Auschwitz III (IGF Buna, etc,)
Prisioneiros em Auschwitz III
Monowitz (Buna-Werke)
10,223
Golleschau
1,008
Jawischowitz (Jawiszowice)
1,988
Eintrachthutte (Swietochlowice)
1,297
Neu-Dachs (Jaworzno)
3,664
Blechhammer (Blachownia)
3,958
Furstengrube (Wesola)
1,283
Gute Hoffnung (Janinagrube, Libiaz)
853
Guntergrube (Ledziny)
586
Brunn (Brno)
36
Gleiwitz I
1,336
Gleiwitz II
740
Gleiwitz III
609
Gleiwitz IV
444
Laurahutte (Siemianowice)
937
Sosnowitz
863
Bobrek
213
Trzebinia
641
Althammer (Stara Kuznia)
486
Tschechowitz-Dzieditz
561
Charlottengrube (Rydultowy)
833
Hindenburg (Zabrze)
70
Bismarckhutte (Hajduki)
192
Hubertushutte (Lagiewniki)
202
Subtotal
33,023
Prisioneiras em Auschwitz III
Subtotal
2,095
Total
35,118

Total Geral
67,012

Os dados acima são do "Auschwitz kalendarium",  de Danuta Czech.

Só se tem a acrescentar aos 67.012 aqueles no hospital do campo, mas, como um limite por baixo, suponhamos que 67 mil prisioneiros permaneciam em Auschwitz em 17 de janeiro de 1945. Naturalmente, a maioria das centenas de milhares de prisioneiros tinham sido evacuados muitos meses antes. Há registros de transferências de setembro de 1944 em diante. Agora, duas perguntas vêm à mente:

1) Por que os alemães deixaram viver os restantes 67 mil prisioneiros em Auschwitz?

Lembrem-se: a lenda do Holocausto era que os alemães estavam dispostos até a perder a guerra só para matar judeus. Na verdade, cerca de 60.000 prisioneiros passaram de Auschwitz para outros campos de concentração e uns 7.650 prisioneiros foram deixados em Auschwitz para serem libertados pelos soviéticos.

2) Por que os alemães não fizeram todo o sistema de campo de concentração "desaparecer"?

Não me digam que não houve tempo. O momento era de sua própria escolha. Se eles realmente tivessem qualquer coisa a esconder, poderiam ter destruído totalmente os campos muitos meses antes dos soviéticos chegarem. E, além disso, sabe-se que os alemães começaram a evacuar os campos de Auschwitz por volta de setembro de 1944 e que, a 17 de janeiro de 1945, a evacuação foi apenas a última de muitas. [Relatada em detalhes pelo judeu Elie Wiesel, em seu livro "A noite". N.T.] Agora, mesmo com apenas os 60 mil trabalhadores escravos que permaneceram em Auschwitz em janeiro de 1945, teria levado apenas um dia ou dois para se obliterar Auschwitz (mesmo sem caminhões).

Sabemos que os alemães enviaram estes 60 mil para outros campos. Claramente, se os alemães quisessem encobrir algo, teriam marchado com os 60.000 para o próximo campo a ser totalmente destruído; então, ao próximo campo a ser totalmente destruído, etc, até que nada restasse do sistema de campos de concentração.

Na verdade, se os alemães tivessem cometido genocídio, então eles teriam obliterado os campos totalmente  (usando a mão de obra de prisioneiros). Em seguida, eles teriam matado até o último prisioneiro, de modo a não deixar uma única testemunha que os pudesse incriminar.

Sem vítimas, nenhuma cena do crime, muito poucas testemunhas e dezenas de milhões já desaparecidos ou mortos devido à guerra, os mortos nos campos teriam se perdido no nevoeiro da guerra. Teria sido difícil estabelecer se as vítimas não foram mortas em outro lugar, ou apenas deslocadas, e muito menos que tinham sido mortas em um ato de genocídio.

Sabe-se que Auschwitz produzia borracha sintética, suprimentos médicos e armamentos.

Auschwitz foi o local da fábrica de borracha sintética mais nova e mais avançada tecnologicamente da Alemanha - e a Alemanha era a líder mundial neste campo específico da tecnologia. Logo após a guerra, os alemães tiveram interrompida sua oferta de borracha natural. Nos meses que se seguiram, puseram-se a construir suas próprias fábricas de borracha sintética.

Auschwitz foi o maior campo de trabalho que tinha quarenta indústrias diferentes. A verdadeira razão para a existência do campo de Auschwitz é revelada em uma pequena mostra de fotos do complexo industrial, que cercavam o acampamento - a maior parte dela dentro da visão completa do interior do próprio campo.

Bem no complexo industrial de Monowitz, onde a maioria dos presos de Auschwitz foram colocados para trabalhar em uma variedade de indústrias pesadas, ia-se desde a fabricação de borracha e material médico até armamentos e roupas."

Fonte: http://www.rense.com/general69/evac.htm