Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Pontos Nevrálgicos - 8

Amigos e amigas.
Seguem abaixo pontos do capítulo XI, que é rápido e sucinto.

"Ocupemo-nos das medidas que nos servirão para rematar a transformação do Estado no sentido que já expusemos. Refiro-me à liberdade de imprensa, ao direito de associação, à liberdade de consciência, ao princípio eletivo e a muitas outras coisas que deverão desaparecer do repertório ou serem radicalmente mudadas, quando for proclamada a nova constituição." (E quando isso acontecer, o povinho anestesiado só conseguirá pronunciar: "AAAANNNN?!?!...")

"Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! (...) Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência.
É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado..." (Tudo bem! O povinho está bem acostumado ao mofo.)

"Isso serviu de base à nossa organização da franco-maçonaria secreta, que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos." (Será que foram eles que criaram a expressão "Fingir-se de morto pra traçar o coveiro"?)

Quanto ao capítulo XII, faz uma semana que penso e tento resumir seus pontos nevrálgicos. Hoje, confesso que capitulei. Descobri que ele é um CAPÍTULO nevrálgico. Nele, seus autores explicitam a maneira que conduzirão a liberdade e a imprensa: com rédeas curtas e fortes para se protegerem de ataques. Só terão permissão para imprimir e publicar livros os coniventes a eles, os que tem algum "rabo preso" para serem controlados.

Publicações rápidas e resumidas que se opuserem a eles, se publicadas, serão taxadas grandemente. Só as que seguirem a tendência pré-estabelecida por eles serão quase grátis, para a maioria ter fácil acesso. Eventualmente permitirão passar obras extensas e enfadonhas da oposição, "que serão pouco lidas, sobretudo por causa de seu custo". Mas tudo precisará de autorização deles.

Frisa a absoluta necessidade de se apoderar da imprensa para influenciar os espíritos e o esquema de ter três planos de ação: o oficial, o oficioso e a (falsa) oposição. Esta servirá para os adversários acharem que tem força e condição para exporem suas armas e cairão na armadilha. Desta maneira, o controle das opiniões será completo. Criarão "montanhas russas" de situações conforme a necessidade do momento.

"Todos os órgãos da imprensa estão ligados entre si pelo segredo profissional". Nenhum jornalista ousa trair esse segredo por terem manchas em seu passado (fator obrigatório para sua admissão na órbita da literatura). E as províncias terão nutridas esperanças e aspirações diferentes das da capital (manobradas por eles). E, no final de tudo, a desonestidade pública desaparecerá para se dar a impressão que "o governo supremo atual funciona!"

Peço vênia de resumi-lo assim, com minhas palavras, mas acreditem que fui fidelíssimo. Tudo isso é bem explicitado lá no cap. XII.

FAB29