Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Por favor, me esclareçam!

Amigos e amigas.
Sempre repetirei: guerra é sinônimo de mentira. A primeira não existe sem a segunda. Logo, a maior das guerras é a maior das mentiras. E sempre digo que a guerra é filha predileta da mãe Mentira com o pai Ódio. Ambos sobejam na idiossincrasia dos grandes corruptores.

Há muito tempo, venho me perguntando quanto de verdade existe no ponto fulcral da 2ª guerra: o holocausto. Há muitos anos, venho lendo sobre o assunto e cheguei a uma encruzilhada: ou simplesmente acreditava no que tantos sobreviventes contavam, sem questionar, ou procurava provas cabais sobre o que era relatado. Preferi o segundo.

Resolvi assim porque não conseguia aceitar principalmente quatro pontos centrais do holocausto:

Esta era a "câmara de gás" de Auschwitz I
Mapa de Auschwitz: acima à direita,
a "câmara de gás" defronte ao hospital do campo
À esquerda, porta da suposta câmara de gás de Auschwitz.
À direita, porta de uma câmara de gás nos EUA, em 1938.
1- As câmaras de gás, onde os sobreviventes relataram ter sido usado um pesticida jogado para dentro de um galpão de alvenaria através de buracos no teto (em outros campos, afirma-se ter sido usada fumaça de óleo diesel). Pesquisei pra saber como uma câmara de gás verdadeira é e funciona. Não tem nada a ver com o descrito. Mostrou-se impossível ter ocorrido como foi dito (veja ao lado);

2- As valas crematórias, que relataram (principalmente Elie Wiesel) ter existido em Auschwitz/Birkenau e muitos outros campos. Auschwitz encontra-se em um terreno pantanoso, onde a água começa a brotar a partir de meio metro de profundidade. Isto as torna impossíveis de ter existido.

3- As eletrocussões em série, que afirmavam matar dezenas de cada vez, transformando os condenados em cinzas. As condições do campo impossibilitavam isso. Não havia como gerar tamanha energia. Além disso, não foi encontrado nada das maquinarias que executariam tal tarefa.

Treblinka - Vista aérea 3D

Chegada à Treblinka - Ilustração 3D

Imagens virtuais oficiais de Treblinka - BBC
Espaço exíguo para enterrar mais de 800 mil.
- Em Treblinka, afirma-se que mais de 800 mil pessoas foram mortas de diversas maneiras (mas praticamente todas gaseadas), sendo enterradas, desenterradas e cremadas numa pira funerária sem precedentes. E tudo isso em cerca de 400 dias. Um feito impossível se levarmos em conta que alguns pouquíssimos sobreviventes (falam em 67, mas também se afirma terem sido menos de 20) relataram que a pira foi  feita com dormentes de linha férrea e madeira verde. Mas a propaganda sionista tenta a todo custo dar alguma credibilidade a essas impossibilidades.
Treblinka - Desenho do último sobrevivente Samuel Wilenberg
Desde que inaugurei meu blog, tenciono encontrar as respostas para essas quatro dúvidas. Visitei dezenas de blogs e sítios especializados no assunto (Yad Vashen, Beth Shalom, etc), perguntei a dezenas de pessoas, conclamei meus visitantes a me mostrarem referências, onde procurar, etc. Até hoje, foi esforço baldado.

Em contrapartida, encontrei mais um monte de pequenas outras discrepâncias na historiografia do holocausto que me causaram espécie, fato que me deixou mais ainda cético. No final do post, eu as elenco numa sequência de links onde exponho algumas.

Ultimamente, tenho recebido vários comentários de pessoas iradas com meu posicionamento contrário a simplesmente aceitar a palavra dos sobreviventes da 2ª guerra. Alguns chegam a me dizer que eu até mereceria sofrer o que seus parentes sofreram "para aprender a respeitar o sofrimento alheio". Que ridículo! O sofrimento de cada um me é muito caro e eu respeito e me compadeço com TODOS os que passaram pelas agruras dessa guerra maldita cevada pelos malditos supremacistas que querem simplesmente dominar a humanidade a qualquer custo. E esses meus detratores, ou são muito ingênuos e crédulos, ou já se venderam ao status quo sórdido. Eu, sim, respeito a memória dos que de fato sofreram na guerra. Quem crê no que foi inventado para alimentar a "Indústria do Holocausto" não passa de um pobre coitado. Na melhor das hipóteses.

Não há dúvidas de que houve incontáveis covardias, injustiças, assassinatos, etc. Não apenas contra os judeus; aconteceram contra todos os que foram lançados nessa guerra pérfida pela dominação mundial. Eu JAMAIS negarei isto! O que não posso e nunca irei fazer é ficar passivo, alienado, comodista, a ponto de aceitar o impossível sem contestar. Se qualquer um de vocês que me tem como um insensível ou qualquer coisa pior puder me esclarecer os quatro pontos que listei neste post, ficarei imensamente grato e pararei de contestar este assunto, o holocausto. Reitero este compromisso, que já fiz há tempos.

No mais, espero um mínimo de compreensão dos que são contra meu posicionamento. Não tenho ódio, preconceito ou desejo de aparecer. Apenas quero uma verdade plausível. Se conseguirem me esclarecer, muito grato desde já. Se não, lamento, mas continuarei a ferir suscetibilidades.

Eis alguns links para quem não conhece meu blog:


Quem se interessar, há vários outros.
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