Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Exército de um racista

Amigos e amigas.
Tudo se fala do "ódio mortal de Hitler por todas as raças não arianas, especialmente judeus". Mas há muito tempo, venho encontrando várias reportagens, artigos e livros que atestam que a coisa tem outro lado. Aliás, dizem que a História tem sempre três lados: o meu, o seu e a Verdade.

Em um blog (http://verdade1945.blogspot.com.br/2009/03/os-soldados-judeus-de-hitler.html) e um sítio (http://www.taringa.net/posts/info/3332160/Los-soldados-negros-y-asiaticos-de-Hitler.html), encontrei os textos (que resumi) e algumas fotos que lhes apresento abaixo. Com seriedade, imparcialidade e paixão só pela verdade dos fatos, seus autores mostram mais uma faceta da guerra e colocam mais um prego no caixão de mentiras que os grandes corruptores criaram para moldar a História da maior e mais sórdida das guerras ao seu bel prazer e necessidades.

Contestar é preciso!
FAB29

Do Blog "Verdade1945":

"Com suástica no peito e sangue judeu nas veias, milhares de soldados das Forças Armadas alemãs foram às frentes de combate em defesa do regime nazista, afirma o historiador norte-americano Bryan Mark Rigg.
O soldado judeu, Werner Goldberg, que era loiro e de olhos azuis, chegou a ter sua fotografia publicada em um jornal alemão, à qual aparecia escrito: "O soldado alemão ideal".
A estimativa que resulta da tese de Rigg é de que pelo menos cem mil combatentes da Wehrmacht teriam antepassados judeus, sendo que a maioria destes seria "assimilada" e batizada segundo costumes cristãos. Entre os envolvidos estariam não apenas soldados, mas oficiais e generais, alguns até mesmo condecorados com medalhas de reconhecimento pelos nazistas.



 

À esquerda o judeu Erhard Milch, que foi condecorado com a Ritterkreuz
graças a sua campanha aérea na Noruega em 1940.
Ao lado encontra-se o lendário herói da aviação alemã durante a Primeira Guerra Mundial,
o Barão ou General Wolfram von Richthofen.



                                                       DO SÍTIO "TARINGA.NET":

"Um grande número de asiáticos vindos da Ásia ou daqueles que já viviam na Europa apareceram para lutar no exército alemão. Isso fez o alto comando do Reich agir e enquadrá-los no mesmo batalhão e foi criado o Batalhão 43, que foi incorporado a Wehrmacht e enviado para a frente russa. 

A Alemanha havia ocupado parte da Europa e da Rússia e as divisões Waffen-SS foram incorporadas ao longo de muitos países europeus, estes também asiáticos. Pela Waffen-SS, passaram muitos mongóis, indonésios, tailandeses, japoneses, entre outros. A maioria destes foi incorporada à Divisão Lützow, o Carlos Magno francês e algumas das divisões SS húngaros. Muitas meninas asiáticas, a maioria de japonesas, tiveram um papel importante na Waffen-SS fazendo um trabalho atrás das linhas inimigas para os soldados alemães ou como enfermeiras na frente.

brasão

hitler

Muitos asiáticos no final da guerra morreram na Hungria defendendo o país nas divisões SS húngaras. Outros morreram na defesa da Alemanha e muitos deles caíram sob fogo russo em Berlim. Após a guerra, a maioria teve que buscar uma nova vida na América ou na difícil Europa. A Legião Saudita Freies Arabien foi uma legião de voluntários do Oriente Médio, Norte da África e em partes islâmicas do Sudeste da Europa, que lutou pela Wehrmacht. Especialmente nos Balcãs, foram recrutados homens muçulmanos em 1943. Até 19 abril de 1943 registrou-se mais de 20 mil voluntários, em sua maioria muçulmanos, para servirem o Reich alemão. O Grande Mufti Muhammad Hajj Amin al-Husseini Freies Saudita ajudou a Legião com o recrutamento de voluntários muçulmanos.

brasão

Soldados negros e asiáticos de Hitler

Nazis

Soldados negros e asiáticos de Hitler

Na França, alguns negros se alistaram no LVF e homens negros foram os primeiros a usar o uniforme alemão na Segunda Guerra Mundial. Finalmente, 12 deles se alistaram e um deles morreu perto de Moscou, sendo enterrado na neve. Outro era um fascista preto, Joachim Louis Eugene, (40 anos de idade, em 1942), que atuou na equipe do LVF em 1941.

Soldados negros e asiáticos de Hitler

A partir de janeiro 1943, na Tunísia é criada a unidade chamada "Kommando Deutsch-Arabische Truppen" ou "KODAT". Em meados de fevereiro de 1943, a KODAT tinha dois batalhões de voluntários árabes da Tunísia, um batalhão argelino e outro batalhão marroquino que contavam com um total de 3.000 homens, comandados por oficiais e sargentos de origem alemã. O KODAT Sonderverband fazia parte do 287, chamado "Deutsch-Arabische Lehr Abteilung", também chamado "Deutsch-Arabische Truppen". Deutsche-Arabische Lehr AbteilungA unidade sofreu por lutas de poder entre Hadji Muhammed Amin Al-Hussein, mufti de Jerusalém, e Ai Rashid Al-Gailani, o ex-primeiro-ministro do Iraque.

A Legião da Índia ou Azad Hind Legion é um desses casos estranhos que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, onde os voluntários morreram heroicamente defendendo países remotos do Terceiro Reich. Soldados do Batalhão Azad usava uniforme militar Hindoustan padrão italiano e um turbante. Suas túnicas saarianas italianas levavam um remendo no pescoço com três listras verticais em laranja, branco e verde do Congresso Nacional hindu."
Nazis

Nazis

Soldados negros e asiáticos de Hitler

Segunda Guerra Mundial

Soldados negros e asiáticos de Hitler

Nazis

brasão

Soldados negros e asiáticos de Hitler