Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Resposta justa.

Amigos e amigas.
Segue uma resposta de um pai que se revoltou por sua filha ter expulsado seu filho (neto dele) de casa após ele ter se revelado gay.

“Cara Christine,



Você me desapontou como filha. Você está certa sobre termos uma “vergonha na família”, mas errou sobre qual.

Expulsar seu filho de sua casa simplesmente porque ele disse a você que era gay é a verdadeira “abominação”. Uma mãe abandonar o filho é que “é contra a natureza”.

A única coisa inteligente que ouvi você dizer sobre tudo isso é que “não criou seu filho para ser gay”. Claro que não criou. Ele nasceu assim e escolheu isso tanto quanto escolheu ser canhoto. Você, entretanto, fez a escolha de ser ofensiva, mente-fechada e retrógrada. Então, já que esse é um momento de abandonarmos filhos, acho que chegou a hora de dizer adeus a você. Sei que tenho um fabuloso (como os gays dizem) neto para criar e não tenho tempo para uma filha que é uma vadia sem coração.

Se encontrar o seu coração, ligue pra gente,

Papai."


A atitude radical e explosiva da mulher até mereceu a desaprovação de seu pai. Diálogo é a solução para todos (talvez quase) os problemas sociais. A falta dele (temperado pela hipocrisia e sordidez) é o que fomenta todas as discórdias e guerras. Bastaria a mãe impor limites ao filho com relação às atitudes dele DENTRO DA CASA DELA. Ele teria de agir exatamente dentro de alguns preceitos específicos que a mãe quisesse para seu próprio lar.

Ao atingir a maioridade e arrumar um cantinho para si, o filho passaria a fazer o que achasse correto e agiria de acordo com sua idiossincrasia. Se a mãe preferisse, a partir daí, se isolar do filho, sem problemas. Ele já seria plenamente capaz de caminhar por si só. E, no final das contas, nós criamos um filho sempre para o mundo, nunca para nós mesmos.

Tolerância é algo que precisamos treinar desde sempre em todos os níveis para cada situação que fatalmente um dia aparecerá em nosso caminho direta ou indiretamente. Apenas casos extremos pedem respostas, reações extremas. Se um pai mata alguém que estava tentando sequestrar ou matar sua esposa ou filho, ele merece total e absoluta compreensão. De minha parte, nenhuma punição.

Esses exercícios de socialização são iniciados no seio familiar, colocados em prática na escola e, conjunta e paulatinamente, pelo resto da vida. O envilecimento, a prostituição e o açodamento dessa prática tão nobre e vital no desenvolvimento psico/social/cognitivo de todos nós são os principais vilões hipocritamente imputados à humanidade através de uma grande mídia vendida e apodrecida e de um ensino covarde, submisso e subversivo.

Uma mudança de atitude urge. O primeiro passo é vencermos o marasmo e agirmos firme e localmente para que nosso nicho fique constantemente saudável e em paz. O restante virá na esteira.
FAB29