Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Quadrilha maldita.

Amigos e amigas.
Esta notícia escabrosa, que facilmente figuraria nos depoimentos dos "sobreviventes do holocausto", aconteceu há três anos e tenho certeza de que a esmagadora maioria da humanidade não ficou sabendo. Também, quase não foi divulgado; ao menos, nem um milésimo da sua contundência.

Agora, quando os culpados são padres ou qualquer outro que não um judeu, o fato ganha todas as mídias, sendo estampado em primeira página com manchetes garrafais e megafone em todas as televisões e rádios. O mais indigno é a reação das entidades judaicas, além da conivência dos EUA.

Então, convido-os a conhecer essa história de degenerados pouco divulgada, a se revoltarem e que defenda os culpados quem for bem adestrado, como o pit bull estadunidense. Entre colchetes, alguns desabafos meus.
FAB29

Judeus produzem filmes pornográficos com crianças brancas

Descoberta quadrilha de judeus que produziam filmes pornográficos com crianças que eram assassinadas durante os filmes.
Roma, Itália — As polícias italiana e russa, trabalhando em conjunto, descobriram uma quadrilha de gangsteres judeus que está envolvida com o rapto de crianças e a produção de filmes pornográficos com assassinatos.
Três judeus russos e oito judeus italianos foram presos após a polícia descobrir que eles raptavam, de orfanatos russos, crianças não-judias, geralmente brancas, com dois a cinco anos de idade; raptavam as crianças e, então, as matavam durante o filme.
Muitos “clientes[FDPs] destes judeus, incluindo 1700 nacionais, 600 na Itália e um número desconhecido nos Estados Unidos, pagavam até US$ 20.000,00 para cada filme mostrando as pequenas crianças sendo raptadas e assassinadas [Eles mereciam o mesmo tratamento].
Representantes [canalhasjudeus em uma grande agência de notícias italiana tentaram acobertar a história, mas foram driblados pelos repórteres italianos [Heróis!], que colocaram no ar cenas dos filmes, que foram vistas por mais que 11 milhões de telespectadores italianos.
Os [nefastos] representantes judeus, então, atacaram os executivos da televisão italiana, acusando-os de incentivar a “difamação do sangue” [Que poético!].
Durante toda a História, vários grupos acusaram os judeus da prática de rituais onde crianças pequenas são assassinadas. Num destes casos, o Hugh de Lincoln liderou a expulsão dos judeus da Bretanha (hoje Grã-Bretanha) no século 13. Apesar dos esforços para abafar, tais casos tinham tanta repercussão que as organizações judaicas  [escroques] desenvolveram esse nome para eles: “difamação do sangue”.
A organização estadunidense ADL (Liga Anti-Difamação) foi fundada para defender um judeu, Leo Frank [Gente "finíssima"!], acusado de raptar e matar uma menina de 5 anos de idade, Mary Fagan, em sua fábrica de lápis em 1913. A ADL dizia que ele era inocente. Uma multidão linchou Leo Frank após o governador [Vendido!] ter transformado sua pena de morte em prisão perpétua.
Através das agências AP e Reuters, a notícia da prisão dos judeus foi divulgada, mas os conglomerados jornalísticos dos Estados Unidos se recusaram a divulgar esta história na televisão, novamente alegando que a história colocaria os norte-americanos contra os judeus [Veriam que o "povo eleito" não é tão santo].
Na Rússia, quadrilhas de judeus tem sido, de forma progressiva, associadas ao tráfico de “escravos brancos” e prostitutas para Israel, de acordo com uma recente reportagem do Jerusalem Post. Israel faz vistas grossas para a prostituição forçada, e não pune cidadãos israelenses que sejam “proprietários de escravas sexuais, DESDE QUE AS ESCRAVAS NÃO SEJAM JUDIAS.
“E quanto a teu escravo ou a tua escrava que tiveres, serão das nações que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas.
Também os comprareis dos filhos dos forasteiros que peregrinam entre vós, deles e das suas famílias que estiverem convosco, que tiverem gerado na vossa terra; e vos serão por possessão.
E possui-los-eis por herança para vossos filhos depois de vós, para herdarem a possessão; perpetuamente os fareis servir; mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não vos assenhoreareis com rigor, uns sobre os outros.” (Levítico 25: 44-46)