Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Haja números!

Amigos e amigas.
Uma das maiores críticas ao holocausto é que "os números não fecham". Uma das situações mais emblemáticas foi as placas de Auschwitz que sempre mostraram "4 milhões de mortos" e, após a visita do papa João Paulo II e um laudo de uma comissão polonesa, diminuíram para "1,5 milhão". Esta "perda" de 2,5 milhões "desfalcou" a cifra oficial de 6 milhões, mas incrivelmente, não abalou a certeza sionista dos 6 milhões.

O fato de nunca terem encontrado corpos gaseados para necropsias é outro ponto contra o holocausto. Os "sobreviventes" afirmam que esses corpos foram todos cremados e seus ossos, moídos para virar fertilizante. No Brasil, Ben Abraham afirmou isto num debate na rede Bandeirantes. Desse jeito, pode-se alegar qualquer número de mortes. Mas há dois detalhes: primeiro é que a maneira que os "sobreviventes" afirmaram que as câmaras de gás funcionavam não encontra nenhum respaldo na Física e na Química, fato que as torna impossíveis. Segundo: considerando que tivesse sido possível o gaseamento de 1 milhão de pessoas e todas tenham sido cremadas, novamente a Física e a Química não avalizam. Vejam o exemplo verdadeiro abaixo, de 2001:

"Crematórios na Índia trabalham 24 horas por dia em Ahmedabad (Índia) [da ap]:

Um crematório da cidade de Ahmedabad, devastada pelo terremoto da última sexta-feira (26), está tão sobrecarregado de cadáveres que as trancas da porta do forno se derreteram. Piras funerárias à lenha queimam 24 horas por dia. 

Os cadáveres não param de chegar. Os 11 crematórios da cidade não dão conta de tantos corpos. Funcionários do governo dizem que já contaram, até agora, 6.200 mortos, mas o número varia entre 10 mil e 20 mil."
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u18609.shtml

Agora, os pseudo-intelectuais, vão perguntar: “O que isso tem a ver?” Vejam:

Fatos: em Auschwitz, havia CINCO crematórios! O site 
http://en.auschwitz.org/m/
divulga o número de mortos diários em cada um deles:

No 1 - 340 cremados
No 2 - 1440 cremados
No 3 - 1440 cremados

No 4 - 768 cremados
No 5 - 768 cremados

Total= 4756 pessoas/dia

Conclusão: se 11 crematórios de 2001 não dão conta de tantos corpos, funcionando 24h/dia, imaginem 5 crematórios de 1941!!! Fica claro que é impossível esses números serem verdadeiros!!! 

Em seu livro "five chimneys" ("cinco chaminés", Londres, 1959), olga lengyel diz ser uma ex-prisioneira de auschwitz e afirma que o campo cremava “720 corpos por hora, ou 17.280 corpos a cada 24 horas”. Ela também afirma que, em adição, 8.000 pessoas eram queimadas todos os dias em “covas coletivas da morte”, portanto, “em números redondos, cerca de 24.000 corpos eram destruídos todos os dias.” (p. 80-81). Isto dá uma taxa anual de mais de 8,5 milhões. Portanto, entre março de 1942 e outubro de 1944, Auschwitz teria finalmente destruído mais de 21 milhões de pessoas."

O primeiro e maior contestador brasileiro do holocausto, S. E. Castan, disse:
Numa passagem do seu artigo no jornal Zero Hora, de 26/04/87, o sr. Isaac Ainhorn cita “a morte de 6 milhões de civis que nunca estiveram em guerra com ninguém, que não eram soldados, que não usavam armas”.

Justamente este mágico número de 6 milhões é que motivou a expressão do meu livro de "mentira do século". À pág. 210, eu cito as palavras do dr. Listojewski, um judeu, que declarou há 35 anos atrás:
“Como estatístico, tenho me esforçado durante 2 anos e meio em averiguar o número de judeus que pereceram durante a época de Hitler (1933-1945). A cifra oscila entre 350.000 e 500.000. Se nós, os judeus, afirmamos que foram 6.000.000, isto é uma infame mentira”.
Note-se que faz referência a um período de 6 anos antes da guerra e aos quase 6 anos da II guerra mundial. Esta afirmação, portanto, não é minha, é de um judeu! Chamo a atenção dos leitores de que a média, encontrada pelo dr. Listojewski, incluindo os 6 anos antes da guerra, se situa em 425.000 mortos, número inferior aos alemães mortos em apenas 48 horas, em fevereiro de 1945, na cidade de Dresden, por ataques aéreos de extermínio contra a população alemã!


Para completar, palavras de Robert Faurisson:
“Fotografias como a que segue abaixo, de pessoas esquálidas, vestidas com batas de hospital e aparentemente subalimentadas, vêm sendo mostradas, à exaustão, desde 1945 pela propaganda judeo-sionista, como “prova” das “atrocidades nazistas”.
O que não se conta, é que essas pessoas eram pacientes já em estado avançado de fraqueza devido ao tifo epidêmico e que, mesmo assim, foram retiradas pelas tropas soviéticas dos pavilhões hospitalares e enfermarias, para servirem de material de propaganda de guerra.
Qualquer médico sanitarista, ou clínico bem formado, num rápido olhar saberá reconhecer naqueles pobres homens, todas as graves seqüelas do tifo, doença infecto contagiosa que em estágios avançados, entre outros sinais e a magreza extrema, incha e deforma as articulações de suas vítimas. São fotografias de cenas montadas como esta que, durante décadas, têm sido mostradas como “prova irrefutável” do alegado “holocausto” e do eterno “sofrimento judeu”.



Concluo que o assunto precisa ser revisitado e revisto constantemente. Sou um daqueles que não ficarão passivos e acomodados, aceitando bovinamente a hipocrisia dos grandes corruptores.

FAB29