Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Holocaustos - III

Amigos e amigas.
Desta vez, o Holodomor, em rápida comparação ao notório 'Holocausto judeu'.
Insiro, para início, um vídeo.
FAB29




A palavra 'Holocausto' foi registrada como um elemento-chave da marca judaico-sionista e não é permitido que seja usada para quaisquer outras reais catástrofes provocadas pelo homem, até mesmo as causadas por judeus.
 
Kaganovich e o Holodomor: Lazar Moiseyevich Kaganovich (1893 1991) foi um político soviético e administrador e um colaborador próximo de Joseph Stalin. Nasceu em 1893, de pais judeus. Na década de 1930, ele também supervisionou a destruição de muitos dos mais antigos monumentos da cidade, incluindo a Catedral de Cristo Salvador. Em 1932, ele liderou a repressão implacável da greve dos trabalhadores em Ivanovo-Voznesensk.
 
Kaganovich encorajou ativamente as políticas de coletivização que, de acordo com muitos historiadores, levaram à catastrófica fome na Ucrânia em 1932-1933 (Holodomor), em que milhões de ucranianos morreram. Políticas similares também infligiram enorme sofrimento na República do Cazaquistão, na Ásia Central Soviética, a região de Kuban, Crimeia, região inferior do Volga e outras partes da União Soviética. Como um emissário do Comitê Central do Partido Comunista, Kaganovich viajou para a Ucrânia, a região Central da Rússia, no Cáucaso do Norte e na Sibéria exigindo a aceleração da coletivização e repressões contra os kulaks, que geralmente eram usados ​​como bodes expiatórios para o lento progresso de coletivização, e os seus apoiadores. Em seu livro, "A colheita do sofrimento: coletivização soviética e o Terror-Fome", Robert Conquest nomeia Kaganovich, juntamente com outros líderes stalinistas da URSS, como tendo responsabilidade pessoal pela fome artificial.
 
O jornalista norte-americano Eugene Lyons foi enviado para a Rússia em 1928 como correspondente-chefe para a agência United Press. Chegando como um comunista entusiasmado, ele foi capaz de vivenciar a experiência soviética em primeira mão. Ele tornou-se totalmente desiludido. Ele descreveu a fome em seu livro "Atribuição em Utopia" (publicado em 1937), nos seguintes termos:
 
"O inferno se soltou em setenta mil aldeias russas. Uma população tão grande como toda a Suíça ou a Dinamarca foi despojada de todos os seus pertences. Eles foram levados por baionetas a estações de trem, embarcados de forma indiscriminada em vagões de gado e vagões de carga e jogados semanas mais tarde nas regiões madeireiras do norte congelado, nos desertos da Ásia Central, onde foi necessário trabalhar, para ali viver ou morrer". O número de pessoas que morreram é desconhecido, mas a fome sozinha é estimado conservadoramente ter sido responsável por 6 milhões de mortes, quase metade delas crianças (Conquest, p 303-4). Outros milhões morreram assassinados e por doenças, como resultado das deportações (p 304-7).
 
Na famosa Conferência de Yalta em 1945, Winston Churchill foi capaz de questionar seu amigo e companheiro aliado Stalin sobre o processo. Stalin disse que "dez milhões" tinham sido "tratados", mas que tinha sido "absolutamente necessário". Churchill registra que ele "sustentou a forte impressão de que milhões de homens e mulheres estão sendo apagados ou deslocados para sempre" (Churchill: The Second World War, vol. IV, pág. 448). No entanto, Churchill (Obrigado, Deus, por Winston Churchill!) não tinha mais pensamentos ou comentários a fazer sobre o assunto, ou a sua própria decisão de aprovar Stalin como seu aliado na guerra mais do que meia dúzia de anos após o Holodomor que havia sido relatado como aconteceu no Manchester Guardian e por escritores britânicos, como Aldous Huxley e Malcolm Muggeridge, antes do início da guerra.

Afinal de contas, a guerra começou depois que a Grã-Bretanha deu uma garantia para a Polônia que viria em auxílio dela se a segurança polonesa fosse violada e, depois que a Alemanha tomou a metade ocidental da Polônia e Stalin, a metade oriental, a Grã-Bretanha só declarou guerra à Alemanha; e depois, na Conferência de Yalta, Grã-Bretanha compartilhou a entrega de Roosevelt de toda a Europa Oriental, incluindo a Polônia, a Stalin. Então, a WW2 na Europa foi apenas uma grande farsa.
 
Lyons, ele próprio um judeu, credita ao comissário judeu Lazar Kaganovich a maior parte da responsabilidade pelo maior crime contra a humanidade que o Holodomor representa:

Lazar Kaganovich foi a mente que inventou os departamentos políticos para liderar a agricultura coletivizada com a mão de ferro que aplicava a inclemência bolchevique".  (Lyons, pág. 578). A Encyclopaedia Britannica diz laconicamente, "(Kaganovich) foi um membro do pequeno grupo dos principais assessores de Stalin instigando altas taxas de coletivização depois de 1929. Dentro do Politburo, Kaganovich e Molotov levaram a oposição a concessões propostas por Kirov para os camponeses e suas tentativas de relaxar a severidade do controle de Stalin ... (Kaganovich) se opôs à desestalinização de Krushchev"

Kaganovich morreu com a idade avançada de 98 anos, em 1991 (Encl. Brit.). Etnicamente a salvo de perseguição pelo serviço secreto israelense, a organização Simon Wiesenthal, a mídia-elite intelectual de New York ou outros caçadores de criminosos de guerra reais ou imaginários ou de violadores de direitos humanos.

Wikipedia diz secamente: "O Holodomor é o nome da fome que assolou a população rural da Ucrânia Soviética na época agrícola de 1932-1933 que ocorreu paralelamente a fomes devastadoras em outras regiões da URSS. A fome foi causada pelas ações de requisição de alimentos conduzida por autoridades soviéticas. Holodomor é considerado uma das maiores catástrofes nacionais que afetaram a nação ucraniana na história moderna, onde milhões de habitantes da Ucrânia morreram de fome em uma catástrofe sem precedentes em tempos de paz. A origem da palavra 'Holodomor' vem do ucraniano holod, 'fome', e mor,' praga ', possivelmente da expressão moryty holodom, "para infligir a morte pela fome'"

Só em 2008, o Parlamento Europeu reconheceu o Holodomor como um crime contra a humanidade.

Fonte: http://www.rense.com/general85/holodo.htm

25 comentários:

  1. Erro crasso para início de conversa. Você confunde a religião com a nacionalidade.
    GF

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    1. Amigos e amigas.
      Desta vez, o Holodomor, em rápida comparação ao notório 'Holocausto judeu".
      FAB29

      Cadê o 'erro crasso'?

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    2. Uma ora é judeu racial, outra ora é judeu talmudista. Os caras nem se entendem.
      _______________________________

      Exclusividade do nome holocausto é discriminação.

      Aquela coisa : se um morre, foi assassinato. Se outro morre, foi efeito colateral.

      O Holodomor deu razões suficientes pra Hitler fazer guerra contra o judaico-comunismo. Os "historiadores" não ligam estes pontos. Se o Paraguai fosse um regime assim, haveriam sim tropas na fronteira e consideráveis aquisições militares por parte do Brasil.

      Quem me garante que não pegaram algumas das imagens do Holodomor e anexaram ao holoconto ?

      "Churchill (Obrigado, Deus, por Winston Churchill!) (MAÇON ADORADOR DE GADU) não tinha mais pensamentos ou comentários a fazer sobre o assunto, ou a sua própria decisão de aprovar Stalin como seu aliado", outro crime deste maçon. A lista do cara não acaba, credo !

      Wikipédia generosa : "A fome foi causada pelas ações de requisição de alimentos conduzida por autoridades soviéticas ". FOI PROPOSITAL. TINHA COMIDA.

      Cobalto

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    3. E eu ainda espero que mostrem meu 'erro crasso'.

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  2. "O Holodomor deu razões suficientes pra Hitler fazer guerra contra o judaico-comunismo"

    Eu não li isso...mas enfim, o Holodomor foi mais uma das práticas hediondas de Stalin e cia, digno de um dos maiores - talvez o maior - assassinos da humanidade (junto a MAO, a Hitler, Atila, Tamerlão, Calígula...etc, etc)

    MFF

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    1. E quem é "cia", AFF ?

      Esqueceu Sharon, Bela Kuhn, Sabina Popea, Lênin, Einstein, Bar Kohba e tantos outros judeus.

      ts ts ts sempre desonesto.

      Cobalto

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    2. Einsten foi um sionista judeu e colaborou com o Holocausto japones.

      Alex

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    3. Albert Einstein foi o criador da bomba atômica junto com outro judeu ( Julius Robert Oppenheimer * ) e insistiu com veemência com Roosevelt para que a construísse. Fato. Existem livros, cartas e testemunhos sobre isso.

      O absurdo dos absurdos é que muitos o chamam de ser humano. Oras, alguém que trabalhou feito fanático para construir a bomba atômica chamar de "humano" é ofender a inteligência, a dignidade, a moral, as vítimas japonesas e a Humanidade como um todo. Pois que este "humano" criou e possibilitou o apocalipse total num piscar de olhos. Ele inventou o que todo ditador louco adoraria sempre ter tido e que agora tem ou poderá ter. E não esqueçamos que Israel tem mais de 200 delas e não é assinante do Tratado de Não-Proliferação do Apocalipse de jeito nenhum. E a mídia nada de informar isso aos tatos. Ok, tatoo AFF ?

      Era um gênio ? Não interessa. Pelo seu invento está mais para demônio. Para ter criado o apocalipse (a minha, a sua, a nossa exterminação num piscar de olhos), é porque não tinha civilidade nem amor a vida ou às pessoas.

      Sendo ele e os demais que tanto labutaram pela concretização de tão macabro e desumano artefato explosivo, serem todos judeus, poderíamos dizer que a bomba atômica é semita, assim como o dólar ** ?

      E veja como enganam as massas ( os tatos ) papagaiando numa neurose incenssante como ele sendo o criador daquele plágio da teoria da relatividade apenas, o tal E=m2. Sobre sua efetiva participação no apocalipse, um silêncio tumular.

      Ele deve ser justamente reconhecido como um dos grandes responsáveis pela possibilidade de se conseguir de fato a exterminação completa da raça humana. Esta foi a grande "contribuição" deste "humano".

      * "Ao ver sua invenção em ação, o brilhante, e por todas as contas insuportáveis, físico sentiu: "Eu me tornei a Morte, o destruidor de mundos." Truman estava revoltado por seu remorso." Fonte : http://www.haaretz.com/news/features/this-day-in-jewish-history/this-day-in-jewish-history-robert-oppenheimer-a-father-of-the-bomb-dies.premium-1.504226 ( nota: o judeu Truman disse que "estava revoltado por seu remorso". E aí, tato AFF ? ) A fonte é o Haaretz e não o Ministério da Propaganda Nazista.

      ** O FED (banco central nos EUA) é o que emite, cota, distribui, imprime e recolhe o dólar. Sendo o FED nada mais que um consórcio, um conglomerados de uns 13 bancos judeus, pode-se deduzir com segurança que não existe dólar americano, mas que o dólar é semita ?

      E como não questionou os demais judeus citados por mim, é porque concorda.

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      PSIU ! ESQUECEU ? POR QUE ?

      >>>> E quem é "cia", tato AFF ? <<<<

      Cobalto

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    4. Fugazes contribuições, caro Cobalto.

      - uma enquete no Japão há muitos anos 'redimiu' o "jênio" judeu: mostrou que muitos jovens japoneses creem que foram os russos que lançaram a bomba A sobre eles. Doutrinação eficiente num país evoluído. Imagine por aqui.

      - einstein não era gênio, mas sim, muuuuito esperto. De carimbador arquivista numa firma de patentes a formulador da teoria da relatividade (que passou por suas mãos e ele registrou para si). Tanto que não ganhou o "oscar sueco" por essa teoria (nem a restrita, nem a geral); seu "oscar" foi pelo "efeito fotoelétrico" que o grande judeu brasileiro Cesar Lattes deu um bico por ser uma coisa mal formulada.

      - e quando lhe perguntaram como seria uma 3ª guerra após o advento da bomba nuclear, ele entregou: "A 3ª, nem imagino, mas a 4ª será com tacapes e arco e flecha".

      O purgatório deve estar lotado com ele e muitos da sua patota...

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    5. Ah, sim! O grande AFF "questionou" Lênin, também.
      Tal escárnio é inaceitável.

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    6. Cesar Lattes. Isso que dá ler Alfredo Braga, o falsificador.
      Só um detalhe. Cesar Lattes era judeu

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    7. "A 3ª, nem imagino, mas a 4ª será com tacapes e arco e flecha", com isso, confessou a culpa.

      Lênin ? ! putz

      Cobalto

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    8. Pois é, Cobalto. Se você tivesse que falar resumidamente do vagabundo do Lênin, seria um novo post.

      Caro anônimo cegueta. Procure uma entrevista em que o grande judeu (bem especificado por mim mais acima) Cesar Lattes detona o 'jênio ainstain'. O Alfredo apenas se baseou nela.

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    9. Ignoram que a bomba atômica já era de conhecimento alemão também? E que um reduzido grupo de cientistas alemães já dominavam a mecânica da coisa?

      Einstein não soltou a bomba no Japão; e apesar dos resultados nefastos destas, foi o terror nuclear que impediu que o mundo terminasse em uma terceira guerra mundial.

      MFF

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    10. Conhecimento é uma coisa; execução é outra.

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    11. PSIU ! ESQUECEU ? POR QUE ?

      >>>> E quem é "cia", tato AFF ? <<<<

      Eu também tenho "conhecimento" da bomba atômica. E agora ?

      A Alemanha estava longe de fabricá-la. A bomba atômica é semita, tato AFF ? Putz !! O tato considerar um tal de "conhecimento" acima do uso sobre civis indefesos .... é o cúmulo do ... do .... esperem, vou procurar uma palavra no dicionário pra tentar definir isso.

      Graças ao gênio do armagedon Einstein, hoje é possível o apocalipse. Fato. Não é teoria da conspiração.


      Cobalto

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  3. Grande Fabiano, esses LETRADOS deformados na "ISKOLA EBLAIKA DE INÇINO INFERIOR" são mesmo "FELOMENAIS", tal qual o ORA e HORA eles também confundem o "çer" seguidor da SEITA judaica, pois vejamos o camarada pode ser judeu mas se não segue se dizem ATEUS, como é que pode permanecer judeu nesse caso é NACIONALIDADE ou RAÇA?

    Abraços.

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    1. Muitos me perguntam, caro Ragi, por que eu insisto em aceitar alguns "comerdários" no meu blog. E eu dou três motivos:

      1- Todos podem emitir sua opinião aqui, desde que não abusem, apelem ou qualquer tipo de podridão;

      2- É só apertar um pouquinho que eles entregam seus donos de bandeja. Conhece a história do luto? Pergunta pro Cobalto;

      3- Além de adquirir subsídios para defesa, eu "se divirto" aos montes!.

      Abraços.

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  4. Fabiano:

    Muito boa lembrança a respeito desta tragédia ainda pouco conhecida, que foi o Holodomor.

    Um holocausto pela fome que, ao que parece, apesar de usar uma arma milenar – a fome – foi muito mais eficiente do que o outro que se serviu de meios industriais. Pois a tragédia ucraniana vitimou 7 milhões de pessoas no espaço de apenas um ano.

    Gostaria de deixar uma outra sugestão de pauta e lhe agradecer por ter atendido a primeira que lhe fiz:

    Esta outra e sobre um holocausto de outra natureza, não de pessoas, mas da memória que foi a destruição do mosteiro de Motecassino.

    Mais do que uma instituição da Igreja, esse mosteiro foi uma verdadeira obra de arte em si mesmo, além de centenas de outras que continha no seu interior. Tudo reduzido a pó pela vilania aliada.

    Um autêntico crime de guerra sem dúvida nenhuma.

    Será que vai aparecer alguém por aqui dizendo que a destruição de Montecassino foi necessária e que o mosteiro era um legítimo alvo militar?

    Augusto Landini.

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    1. Caro Landini, confesso que relembrar esses holocaustos está calando fundo em mim. Mas não pretendo parar em respeito aos que padeceram.

      Essa impiedade chamada holocausto pela fome foi iniciada alguns anos antes pelos bolcheviques, logo após a revolução russa. Se bem me lembro, perto de 30 milhões de cidadãos russos morreram até 1920; a maioria, de inanição.

      Pesquisarei sobre o Montecassino mais a fundo, conjuntamente sobre os Cátaros. Grato pela dica.

      Abraços.

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    2. O total é inconclusivo. Estima-se de 7 a 10 milhões de mortos no Holodomor na UCRÂNIA. Se somarmos de outras nações sob jugo judaico-comunista, o número é de tal monta, que se percebe a discriminação descarada que se faz sobre tão lamentável fato.

      Cobalto

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    3. Interessante saber, Cobalto, que há uma pequena corrente que afirma ser o holodomor uma farsa. Uma criação nazista para amenizar os crimes do 3º Reich, em especial, o holocausto.

      Como se uma coisa relativizasse a outra. Se o segundo tivesse ocorrido como as testemunhas e os historiadores oficiais afirmam, jamais seria perdoável e os judeus mereceriam as honras que hoje se prestam.

      A relegação do holodomor a segundo plano e essa acusação infame da sua não existência são crimes de lesa humanidade.
      Abraço.

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    4. Os próprios ucranianos e o governo hoje dizem que foi o judaico-comunismo o autor deste crime e fazem todo ano homenagens para relembrar o triste episódio.

      http://www.news.va/pt/news/no-angelus-francisco-lembra-o-holomodor-maior-trag

      http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=9852&cat=Ensaios

      Como foi para o Holodomor, a imprensa não deu destaque, mas se o senador brasileiro tivesse ido à Israel e beijado o holoconto, teria cobertura :

      http://www.glup.com.br/old/alvaro_dias_esta_embarcando_para_kiev_ucrania/5484

      Abraços

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  5. Interessante notar que no primeiro link, os historiadores afirmam que foram de 3 a 3,5 milhões de mortes; no segundo e terceiro, foram 10 milhões, sendo que o segundo coloca em 32 milhões o total de vítimas do regime bolchevique.

    "Trabalhar" números é a tônica dos grandes corruptores.

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