Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 30 de março de 2014

Pérolas do Barão

Amigos e amigas.
Aparício Torelli foi um jornalista que sempre primou pela acidez, mordacidade, visão crítica, universalidade e consciência, nunca perdendo o bom humor.
Suas frases jamais deixarão a contemporaneidade porque refletem a essência do ser humano, o anti-politicamente correto.
Conta-se que, um dia, ele foi inquirido pelo seu professor: "Aparício, quantos rins nós temos?" "Quatro", respondeu o jovem. O professor pediu para que trouxessem um pouco de capim. "Para mim, um copo d'água, por favor", replicou o jovem. O professor, furioso, o expulsou da sala. Antes de sair, Aparício ponderou: "O senhor me perguntou quantos rins NÓS temos. Dois meus, dois seus. Total: quatro. Resposta condizente com a pergunta." E saiu tranquilamente.
Vejam os exemplos abaixo de sua eterna genialidade.
FAB29

FRASES DO BARÃO DE ITARARÉ
*  De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
*  Quem empresta, adeus!...
*  Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
*  Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.
*  Um bom jornalista é um sujeito que esvazia totalmente a cabeça para o dono do jornal encher nababescamente a barriga.
* Voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.
* Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados.
* A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.
* Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.
* A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.
* Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.
* Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.
* É mais fácil sustentar dez filhos que um vício.
* A esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados.
* Adolescência é a idade em que o garoto se recusa a acreditar que um dia ficará chato como o pai.
* Advogado, segundo Brougham, é um cavalheiro que põe os nossos bens a salvo dos nossos inimigos, mas não diz onde os guardou.
*Senso de humor é o sentimento que faz você rir daquilo que o deixaria louco de raiva se acontecesse com você.
*A criança diz o que faz, o velho diz o que fez e o idiota, o que vai fazer.
*O BRASIL é feito por NÓS. Só falta desatá-los.
*A gente leva da vida a vida que levamos.
*O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
*Quanto mais conheço os homens, mais gosto das mulheres.
*Os vivos são e serão sempre, cada vez mais, governados pelos mais vivos.
*Todo homem que se vende recebe mais do que vale.
*Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.
*Devo tanto que, se eu chamar alguém de "meu bem", o banco toma!
*Viva cada dia como se fosse o último. Um dia, você acerta..."
*Quem inventou o trabalho não tinha o que fazer.
*Tempo é dinheiro. Vamos, então, fazer a experiência de pagar as nossas dívidas com o tempo.
*Se você tem dívida, não se preocupe, porque as preocupações não pagam as dívidas. Nesse caso, o melhor é deixar que o credor se preocupe por você.
*O homem é um animal que pensa; a mulher, um animal que pensa o contrário. O homem é uma máquina que fala; a mulher é uma máquina que dá o que falar.

sexta-feira, 28 de março de 2014

A expressão quer liberdade!

Amigos e amigas.
Entre tantas carências que grassam pela humanidade, a falta de liberdade é uma constante. O "politicamente correto" é imposto a todo instante. Até contar piadas está sujeito à censura e outras excrescências similares.
Li uma notícia recentemente e vi que era necessário passá-la pra frente, num laivo de esperança que começa a brotar nesse negrume ditatorial da "Grande Mídia" e da "Nova Ordem Mundial".
Vejam que interessante! Que ela se alastre!

Durante 102ª Sessão do Comitê dos Direitos Humanos ocorrida em Genebra entre 11 e 29 de julho de 2011, a comissão decidiu claramente que a negação do holocausto pertence ao direito fundamental da humanidade de expressar livremente seu pensamento e não deve ser perseguida criminalmente!

No artigo nº 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, temos o seguinte texto:
“Todo o homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras.”

Aqui não deveria haver mais dúvida quanto a este direito básico do ser humano. Todavia, diante das inúmeras perseguições contra historiadores, engenheiros, juristas, técnicos, professores e outros pesquisadores do suposto holocausto judeu, a ONU parece ter sido compelida a publicar algumas explicações sobre o artigo 19 em seu mais recente comentário de nº 34, nota 49:

“49 – Leis que penalizam a expressão de opinião sobre fatos históricos [116] são incompatíveis com a obrigação que a Declaração impõe aos países membros em relação ao respeito à liberdade de opinião e de expressão. A Declaração não permite a proibição geral de expressões a respeito de uma opinião errônea ou uma interpretação incorreta de eventos passados. Restrições da liberdade de opinião nunca devem ser impostas e no que diz respeito à liberdade de expressão, não deve ir além do que está previsto no parágrafo 3 ou exigido no artigo 20.”

E quais seriam estes fatos históricos? A menção da nota de rodapé nº 116 não deixa margem para qualquer questionamento.

“Assim denominadas “leis da memória”, veja Faurisson v. França, nº 550/93” [Nota 116 do Comentário Geral nº 34 do comitê dos Direitos Humanos da ONU, 21/07/2011]"

Robert Faurisson é um revisionista histórico que há mais de 40 anos afirma sobre a inexistência das câmaras de gás na 2ª guerra. Ele dizia: "Até 1960, eu acreditei na realidade desses massacres gigantescos nas câmaras de gás." Mas, indignado com a hipocrisia e ganância sionista, que lucrava (e ainda lucra) bilhões com o dito holocausto, até hoje palestra pelo mundo em busca da verdade e justiça históricas.

Podemos duvidar e contestar tudo neste mundo, mas o 'sacrossanto' holocausto da 2ª guerra, não. Na Europa, é crime contestá-lo. A ditadura velada da "Nova Ordem Mundial" precisa ser confrontada, não com violência (esta é a arma deles); apenas com desobediência. Precisamos ser senhores de nossas vontades e atitudes. Não permita que coloquem um cabresto em você.

Liberdade de ser, agir e pensar! O quanto antes!
FAB29

terça-feira, 25 de março de 2014

Uma opinião de respeito.

Amigos e amigas.
Recebi por e-mail este artigo abaixo que achei por bem publicá-lo. Ele corrobora o vídeo que postei neste link:
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/germar-rudolf.html
Vejam que interessante.

Treblinka não teve covas coletivas


Um exame forense detalhado do local do campo de Treblinka em tempo de guerra, usando radar de solo eletrônico sofisticado, não encontrou nenhuma evidência de valas comuns lá.

Durante seis dias, em outubro de 1999, uma equipe australiana liderada por Richard Krege, um engenheiro eletrônico qualificado, procedeu à análise do solo no local do antigo campo de Treblinka II, na Polônia, onde, os historiadores do Holocausto dizem que mais de meio milhão de judeus foram mortos em câmaras de gás e depois enterrados em valas comuns.

De acordo com a Enciclopédia do Holocausto (1997), por exemplo, "um total de 870 mil pessoas" foram mortas e enterradas em Treblinka, entre julho de 1942 e abril de 1943”. Então, entre abril e julho de 1943, as centenas de milhares de cadáveres teriam sido exumados e queimados em lotes de 2.000 ou 2.500 corpos em grandes blocos feitos de dormentes da rede ferroviária.

A equipe de Krege usou um Radar de 80.000 dólares, com dispositivo de penetração no solo (GPR), que envia sinais de radar verticais que são visíveis em um monitor de computador. GPR detecta quaisquer perturbações de grande escala na estrutura do solo a uma profundidade efetiva normal entre quatro e cinco metros e, às vezes, até dez metros. (Dispositivos de GPR são rotineiramente utilizados em todo o mundo por geólogos, arqueólogos e a polícia.) Em sua investigação de Treblinka, a equipe de Krege também realizou inspeções visuais do solo e usou uma verruma para tirar inúmeras amostras de solo.

A equipe examinou cuidadosamente o sítio de Treblinka II inteiro, especialmente a suposta parcela de "valas comuns", e realizou exames controlados da área circundante. Eles não encontraram nenhuma perturbação do solo que corrobore o enterro de centenas de milhares de corpos, ou mesmo evidências de que o terreno já havia sido perturbado. Além disso, Krege e sua equipe não encontraram nenhuma evidência de sepulturas individuais, restos de ossos, cinzas humanas ou cinzas de madeira.

"A partir desses exames que pudemos identificar claramente as camadas amplamente imperturbável horizontal estratigráfica, mais conhecido como horizontes do solo sob o local de acampamento", diz o pesquisador de 30 anos de idade, Krege, que vive em Canberra. "Nós sabemos de scans de túmulos e outros sítios com distúrbios do solo conhecidos, tais como pedreiras, quando esta estratificação natural é maciçamente interrompida ou inexistente." Como os processos geológicos normais são de ação muito lenta, o rompimento da estrutura do solo teria sido detectável mesmo depois de 60 anos, Krege observou.

Enquanto sua investigação inicial sugere que nunca houve qualquer valas comuns no local de acampamento a Treblinka, Krege acredita que o trabalho ainda é necessário por lá.

"Os historiadores dizem que os corpos foram exumados e cremados no final da utilização do campo de Treblinka em 1943, mas não encontramos nenhuma indicação de que qualquer valas comuns já existiu", diz ele. "Pessoalmente, eu não acho que houve um campo de extermínio lá."

Em contrapartida, após muitos anos de pressão sobre fornecer provas forenses, eis que em 2012 (13 anos depois!) apareceu uma pesquisadora forense e afirmou que toda a história de Treblinka é verídica. Vejam aqui:
http://www.bbc.co.uk/news/magazine-16657363

Atentem para a foto aérea de Treblinka, rodeado de floresta. Nele, um gráfico mostrando "PROVÁVEIS locais de câmaras de gás, lugares de se despir, covas coletivas e cremações". Mais de 800 mil corpos foram enterrados nessas valetas em amarelo? Os alemães fizeram mágica para caber tudo ali?

E no fim das contas, nenhuma certeza para um crime tão colossal? Estranho. Penso que uma confrontação entre os dois pesquisadores seria o melhor tira-teima.
FAB29

domingo, 23 de março de 2014

E ainda falam em Hitler...

Amigos e amigas.
O que agora vou reforçar não é nenhuma surpresa. Apesar de ser mais que sabido e propalado, as multinacionais ainda são grandes exploradoras de mão de obra barata (especialmente na Ásia). A situação não é melhor do que no século passado quando, ao serem denunciadas, as multinacionais prometeram investigar a fundo, acabar com essas excrescências e punir os responsáveis. Pura bazófia!

Essa ponta de um iceberg de sordidezes é a primeira parte de uma pesquisa que estou fazendo para demonstrar duas coisas: primeiro, expor esses malditos parasitas da humanidade; segundo, mostrar que não devemos aceitar cortinas de fumaça, digressões ou tergiversações que nublem nossa consciência desses fatos sórdidos contemporâneos (Daí, o título do post).

Vejam ou relembrem esta primeira iniquidade da série.
FAB29

De acordo com os resultados de uma investigação, que teve duração de um ano, apresentados nesta semana pelo Greenpeace, multinacionais imperialistas que estão envolvidas na produção de produtos texteis na China, tais como a Adidas e a Nike, contaminam as águas de importantes rios da China com altas concentrações de poluentes extremamente perigosos, como os compostos perfluorados, mais conhecidos como PFC’s, e os alquifenóis, que ficam no meio ambiente por um longo período de tempo e têm conseqüências catastróficas para o organismo humano, principalmente para os sistemas endócrino, reprodutivo e hormonal, ocasionando doenças no fígado e problemas de crescimento. Em algumas espécies de peixes já está sendo observada a mudança biológica de sexo. Enquanto nos países desenvolvidos a concentração dos poluentes na indústria têxtil vem diminuindo, na China, maior produtor de tecidos desde 1995, estes só têm crescido. Quase 70% dos recursos hídricos chineses estão poluídos. O rio Yangtze, que abastece os mais de 20 milhões de habitantes da cidade de Xangai, recebe 30 bilhões de toneladas de água com resíduos tóxicos por ano. (...)

A Nike e a Adidas têm sido acusadas de usar trabalho infantil na produção de bolas de futebol no Paquistão, onde são produzidas cerca da metade das bolas de futebol do mundo, beneficiando-se dos baixos salários locais (70 dólares americanos mensais), que permitem que, para costurar os 32 gomos de uma bola que é vendida nos EUA por 50 dólares, cada trabalhador receba apenas 5 centavos de dólar.

 A mesma situação pode ser verificada na Índia, Bangladesh, Vietnam, Camboja, Indonésia e China, entre outros países, onde é comum o trabalho de crianças de 12 e 13 anos em turnos de 12 horas e em condições subumanas. Bolas de Futebol da Nike também são feitas em pequenas aldeias do Afeganistão, em pequenos quartos sem janelas, por velhos, jovens e crianças sentados no chão.

A ONG (organização não governamental) Oxfam divulgou recentemente um relatório condenando as condições de dezenas de fábricas da Indonésia que fornecem suprimentos para a Nike e a Adidas. Cada trabalhador recebe US$ 2 (cerca de R$ 3,3) por dia e os sindicalistas são perseguidos. (...)

A poluição da água e do ar fez do câncer uma das principais causas de morte no país. A China é o maior emissor de dióxido de enxofre do mundo. 700 milhões de chineses (metade da população) consomem água que não corresponde aos padrões mínimos da OMS (Organização Mundial da Saúde).

A busca por altos lucros pelas multinacionais imperialistas, tendo na sua base a superexploração dos trabalhadores e a devastação dos recursos naturais, estão levando a China à beira de uma catástrofe ambiental. 20 das 30 cidades mais poluídas do mundo estão na China; 30% do seu território sofrem com chuvas ácidas; 25% do seu litoral sofrem com poluição moderada ou alta; 81% das foz dos rios transportam produtos poluentes que excedem os padrões nacionais; 70% dos lagos estão poluídos; 26% das águas superficiais estão totalmente inutilizáveis e 62% não podem ser usadas para a pesca; 90% de seus rios estão poluídos ao passar por zonas urbanas; o céu das grandes cidades está cada vez mais acinzentado devido à "mái", misto de fumaça, poeira, gases e elementos químicos; muitas pessoas andam com máscara de oxigênio nas ruas.


Na Indonésia, por exemplo, excetuando-se a pequena elite que ganha bem, o salário médio da maioria dos operários é de US$ 21,00 mensais. A maioria dos países asiáticos enfrentava desemprego crônico, corrupção endêmica e, não menos importante, trabalho escravo e prostituição infantil.


Por exemplo: a maior vendedoras de artigos esportivos para o mundo é a Nike, que terceiriza toda a produção. A Nike encomenda bola em fábricas situadas nos países onde a mão-de-obra é mais barata. Em alguns desses países, como na Indonésia, as bolas eram fabricadas por crianças a partir de 6 anos, trabalhando em locais perigosos e insalubres. Como denunciaram a OIT e a Unicef, era trabalho escravo, "feito por mãos pequenas, capazes de darem pontos minúsculos". Segundo a Unicef, em 1993, na Tailândia, para as crianças não fugirem, um fabricante as manteve trancadas no galpão onde elas trabalhavam. O galpão incendiou e morreram duzentas pessoas, a maioria crianças.

O Paquistão é um dos maiores produtores de bolas do mundo. Uma família com quatro costuradores consegue costurar, em média, 80 bolas mensalmente, a US$ 1,20 cada, possibilitando uma "renda" de US$ 96,00. No Vietnã, onde as transnacionais também encomendam bolas, o salário médio dos costuradores é de US$ 32,00 mensais. Uma pesquisa da Toy Manufacturers of América e da Unicef constatou que 90% dos brinquedos oriundos da Ásia são fabricados por mão de obra infantil, ocupando, às vezes, crianças de 5 anos. Na Tailândia, uma fábrica chegou a ter noventa trabalhadores infantis escravos.

No Brasil, a grande fabricante de bolas é a Penalty. Aqui se paga mais do que na Ásia. Os costureiros de bola geralmente são presidiários, que recebem em torno de R$ 240,00 por mês.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Relembrando o mestre.

Amigos e amigas.
Reforçando coisas que nunca devem ser sequer relevadas, reapresento um resumo do histórico do "Papa do Revisionismo", Paul Rassinier.

PAUL RASSINIER DESMENTE

A obra do historiador francês Paul Rassinier foi sem dúvida alguma a contribuição mais importante para restabelecer a verdade sobre o ”holocausto” judaico. O valor dessa obra reside em primeiro lugar no fato de Rassinier ter sido ele próprio um detido dos campos de concentração alemães e, depois, no fato de, dado o seu caráter de socialista anti-nazi, não estar obviamente disposto a defender Hitler e o Nacional-Socialismo. No entanto, preocupado com a verdade histórica, Rassinier, até à sua morte, ocorrida em 1966, consagrou os anos do pós-guerra a investigações que levaram à mais completa refutação do “mito dos 6 milhões”.

De 1933 a 1943, foi professor de História no liceu de Belfort, Academia de Besançon. Durante a guerra, interveio na Resistência e foi preso pela Gestapo em 30 de Outubro de 1943. Ficou detido em Buchenwald e em Dora até ao final da guerra. Atingido pelo tifo nos últimos tempos da sua detenção e não conseguindo restabelecer-se por completo, teve de abandonar o ensino.

Condecorado com a medalha da Resistência e do Reconhecimento Francês, foi eleito deputado da Assembleia Constituinte, cargo que os comunistas lhe retiraram em novembro de 1946. Rassinier empreendeu, então, uma análise sistemática das pretensas atrocidades alemãs, em particular do presumido extermínio de judeus.

Os seus livros são pouco conhecidos, o que não deve nos surpreender. Nenhum foi publicado em português. Os mais importantes são A Mentira de Ulisses, estudo das condições de vida nos campos de concentração, baseado na sua própria experiência; Ulisses Atraiçoado pelos Seus, continuação do anterior, que prossegue na desmontagem das mentiras da propaganda anti-alemã; O Verdadeiro Processo Eichmann e O Drama dos Judeus Europeus, onde, através de uma análise estatística rigorosa, mostra como os fatos foram intencionalmente deformados, ao mesmo tempo que examina as consequências políticas e financeiras da lenda do “extermínio” e a sua exploração levada a cabo por Israel e pelos países comunistas. Escreveu ainda Os Responsáveis da II Guerra Mundial, A Operação Vicario e outros de importância menor.

A Mentira de Ulisses faz alusão às histórias incríveis que costumam fazer parte dos relatos dos que regressam de países longínquos ("Muito mente quem de longe vem"). Até a data da sua morte, Rassinier leu tudo o que se publicou sobre o “holocausto” e tentou encontrar - e encontrar-se com - os autores dessas histórias. Desfez completamente as afirmações extravagantes de David Rousset que, no seu livro The Other Kingdom (Nova Iorque, 1947), pretendia que em Buchenwald havia câmaras de gás. Tendo ele mesmo estado em Buchenwald, provou que nesse campo nunca houve câmaras de gás.

1. Interpelou também o padre Jean Paul Renard, que afirmara o mesmo no seu livro Chaines et Lumières. Na contestação com que este prelado respondeu à afirmação de Rassinier, afirmou que “...houve pessoas que lhe disseram havê-las”;

2. A seguir, Rassinier procedeu a uma verdadeira dissecação do livro de Denise Dufournier, Ravensbrück: The Women Camp of Death (Londres, 1948) e descobriu também que as únicas provas que a autora tinha eram “certos rumores”... Chegou ao mesmo resultado com os livros de Philip Friedman, This Was Auschwitz - The Story of a Murder Camp (Nova Iorque, 1950) e de Eugen Kogon, The Theory and Practice of Hell (Nova Iorque, 1950).

Nenhum desses autores foi capaz de apresentar uma só testemunha autêntica da existência de câmaras de gás em Auschwitz. Eles próprios não tinham visto nenhuma. Kogon pretendeu que uma ex-detida já falecida chamada Janda Weiss lhe tinha dito, a ele somente, que vira câmaras de gás em Auschwitz, mas, como já tinha falecido, como Kogon sustentava, Rassinier não pôde, naturalmente, pedir-lhe esclarecimentos.


Rassinier conseguiu encontrar-se com Benedikt Kautsky, autor do livro Teufel und Verdammte, onde pretendia que em Auschwitz haviam sido exterminados milhões de judeus. Kautsky limitou-se a confirmar o que já escrevera no livro, ou seja, que não tinha visto nunca câmaras de gás e que baseava as suas informações no que “...outros lhe tinham contado”.

Segundo Rassinier, o Oscar da Literatura sobre o “extermínio” devia ser atribuído ao livro de Miklos Nyizli, Doctor at Auschwitz: “A falsificação dos fatos, as contradições evidentes e as mentiras descaradas mostram que o autor fala de lugares que manifestamente nunca viu”. Segundo este “doutor de Auschwitz”, ter-se-iam exterminado ali diariamente 25.000 pessoas durante 4 anos e meio, o que representa um grande progresso relativamente às 24.000 diárias durante 2 anos e meio de Olga Lengyell. Tal cadência faria com que em 1945 nos encontrássemos com um total de 41 milhões de pessoas só em Auschwitz, ou seja, duas vezes e meia a população judaica do mundo inteiro antes da guerra. Rassinier tentou descobrir a identidade da estranha “testemunha”, mas foi-lhe dito que tinha morrido antes da publicação do livro, o que, obviamente, o levou à convicção de que tal pessoa nunca existiu.

Depois da guerra, Rassinier visitou todos os cantos da Europa à procura de uma testemunha ocular de extermínios em câmaras de gás em campos de concentração alemães. Não encontrou uma única. Nenhum dos autores dos numerosos livros que acusavam os alemães do extermínio de judeus tinha visto alguma vez uma câmara de gás construída com esse propósito, e menos ainda uma câmara de gás a funcionar. Nenhum autor conseguiu apresentar uma testemunha autêntica, viva, que tivesse visto uma só câmara de gás. Invariavelmente, os ex-detidos como Renard, Kautsky e Kogon baseavam as suas afirmações, não no que realmente tinham visto, mas no que “ouviram dizer” de pessoas “dignas de fé”, mas que, por uma lamentável casualidade, tinham todas falecido e não podiam, por isso, confirmar ou desmentir as afirmações feitas.

O mais importante dos fatos que surgem dos estudos de Rassinier e sobre o qual não fica dúvida alguma é a mentira, a lenda das “câmaras de gás”. Investigações feitas no lugar revelaram de maneira irrefutável que, contrariamente às declarações das “testemunhas” sobreviventes, nunca houve câmaras de gás em nenhum dos campos de concentração alemães, sejam Buchenwald, Bergen-Belsen, Ravensbrück, Dachau, Dora, Mauthausen ou outros. O fato foi certificado em primeiro lugar por Stephen Pinter, do Ministério da Guerra dos Estados Unidos, e hoje admitido e reconhecido oficialmente pelo Instituto de História Contemporânea de Munique.

Como faz notar Rassinier, não obstante a verdade histórica oficial não faltarem “testemunhas”, que, no processo contra Eichmann, fossem declarar de novo terem visto em Bergen-Belsen prisioneiros partirem para as câmaras de gás.

No que se refere aos campos do Leste, na Polônia, Rassinier mostra que a única “prova” da existência de câmaras de gás em Treblinka, Chelmno, Belzec, Majdanek e Sobibor é o relatório do ex-oficial das SS, Kurt Gerstein, cuja autenticidade foi total e definitivamente impugnada. De início, se pretendeu terem sido exterminadas 40 milhões de pessoas durante a guerra, número absurdo que, na primeira declaração escrita e assinada, se reduziu para 25 milhões e que voltou a ser reduzida na segunda. Recordemos ainda que, depois de declarações tão precisas, Gerstein se suicidou (?!) na prisão.

A autenticidade das notas de Gerstein foi tão duvidosa que nem o tribunal de Nuremberga, não obstante todas as tentativas, conseguiu aceitá-las... No entanto, continuam a circular por aí, em três versões diferentes, uma alemã (distribuída nas escolas) e duas francesas, mesmo sem concordarem entre si. Foi a versão alemã que serviu como “prova de convicção” no processo Eichmann, em 1961...

Finalmente, Rassinier chama a atenção para uma confissão importante feita pelo Dr. Kubovy, diretor do Centro Mundial de Documentação Judaica Contemporânea de Telavive, em La Terre Retrouvée: que não existe uma só ordem escrita de extermínio procedente de Hitler, de Himmler, de Heydrich, de Goering, nem de ninguém.

Rassinier nega a cifra de 6 milhões

O nosso autor, baseando-se numa análise estatística muito minuciosa, prova a total falsidade do número de 6 milhões adotado por razões de propaganda. Por um lado, aumentou-se artificialmente o número da população judaica antes da guerra, ignorando propositadamente todas as emigrações e evacuações. Por outro, reduziu-se, também artificialmente, o número de sobreviventes em 1945. Este último foi o método usado pelo Congresso Mundial Judaico. Rassinier repudia também todos os depoimentos, escritos ou verbais, das “testemunhas” do gênero antes citados que indicam a cifra de 6 milhões, visto estarem cheios de contradições, exageros e mentiras. E termina, realçando o fato muito significativo desse número não ter sido mencionado no processo de Eichmann: “No processo de Jerusalém, a acusação viu-se consideravelmente enfraquecida pela ausência do seu motivo central: os 6 milhões de judeus europeus que se pretende terem sido exterminados em câmaras de gás. Esta alegação conseguiu impor-se facilmente logo depois da guerra, aproveitando o caos geral, espiritual e material. Mas hoje, já foram publicados muitos documentos que não estavam disponíveis no momento dos processos de Nuremberga e que provam que, apesar dos judeus terem sido prejudicados e perseguidos pelo regime hitleriano, não pôde haver 6 milhões de vítimas”.

A emigração como solução final

Rassinier afirma ainda que o governo do III Reich não teve nunca outra política em relação aos judeus que não fosse fazê-los sair da Alemanha. Depois da promulgação das leis raciais de Nuremberga em setembro de 1934, os alemães negociaram com os ingleses o envio dos judeus alemães para a Palestina na base da Declaração Balfour. Quando esse plano fracassou, pediram a outros países que aceitassem a imigração judaica, pedido que todos recusaram. O projeto de emigração para a Palestina foi retomado em 1938, mas voltou a fracassar em face da obstinação dos organismos internacionais judaicos, mais interessados numa política hostil ao III Reich e propiciadora da guerra do que na salvação dos próprios “irmãos de raça”. O Reich conseguiu, apesar de todas estas dificuldades, fazer emigrar a maioria dos judeus alemães, sobretudo para os Estados Unidos. Rassinier fala também da negativa francesa de aceitar nos finais de 1940 o plano de emigração dos judeus para Madagáscar e analisa as alternativas posteriores dessa negociação.

Os judeus, recorda Rassinier, tinham declarado a guerra financeira, econômica - e a outra - à Alemanha em 1933 e, por isso, foram internados em campos de concentração “...que é o que fazem todos os países em guerra com os cidadãos dos países inimigos... Decidiu agrupá-los e fazê-los trabalhar num imenso ghetto instalado no final de 1941 - depois da invasão à URSS - nos territórios do Leste, perto da antiga fronteira que separava a Rússia da Polônia: em Auschwitz, Chelmno, Belzec, Majdanek, Treblinka, etc. Deveriam esperar ali o final da guerra, até que pudessem reiniciar-se as negociações internacionais que decidiriam o seu futuro”.

Rassinier insiste na exploração deliberada da lenda do “holocausto” tendo como fim vantagens políticas e financeiras e considera que a União Soviética e Israel se puseram de acordo para explorar o “filão”. Faz notar que, depois de 1950, se viu aparecer a avalanche de livros fraudulentos a propósito do “extermínio” que traziam o selo das organizações cujas atividades estão sincronizadas de tal maneira que só podem ter sido concebidas de comum acordo. A primeira é o Comitê de Investigação dos Crimes e Criminosos de Guerra auspiciada pelos comunistas de Varsóvia; a segunda, o Centro Mundial de Documentação Judaica Contemporânea, de Paris e Telavive. As suas publicações aparecem em momentos favoráveis de clima político e no que se refere à União Soviética, Rassinier afirma que tem por único objetivo distrair a atenção sobre as suas próprias atividades.

Fonte: http://www.vho.org/aaargh/port/rass.html

Isto tudo posto, só resta a todos aqueles que não se vendem ou não são comodistas continuarem com a luta pela verdade dos fatos, "Dando a César o que é de César". Digna luta.
FAB29

terça-feira, 18 de março de 2014

Relembrando as misses.

Amigos e amigas.
Relendo meus alfarrábios internéticos, deparei-me com esta pérola de 2012 que foi mais propagada do que os donos da carne podre gostariam. Se bem que, lá no fundinho, vale tudo para não deixar a peteca cair.
De fato, é tão histriônico que concordo com eles. Por isso, resolvi relembrar, incluindo alguns comentários. Eles merecem.
FAB29

Idosas disputam "Miss sobrevivente do holocausto" em Israel 

PARA CRÍTICOS, EVENTO TRANSFORMOU UM GENOCÍDIO EM ENTRETENIMENTO

Senhoras israelenses com idade entre 73 e 89 anos participaram nesta quinta-feira (28/06) de um concurso de beleza inusitado chamado "Miss Sobrevivente do Holocausto".

A proposta do concurso gerou polêmica uma vez que, para os mais conservadores, ele teria banalizado um tema trágico para o qual não cabem celebrações (E que não deixam também ninguém sequer relevar e muito menos contestar, não é verdade?).

O jornal Yedioth Aharonoth chegou a publicar a carta de um leitor enfurecido, também sobrevivente do genocídio, que alegou que o evento é uma “tentativa de explorar o mais cruel derramamento de sangue na História visando ao entretenimento” ("Se cobrir, vira circo; se cercar, vira hospício").

Uma das finalistas foi Esty Lieber, de 74 anos, que nasceu na Polônia em 1937 e perdeu seu pai quando tinha apenas cinco anos. A candidata subiu ao palco e contou sua história para o público e para as demais concorrentes. A vencedora, contudo, foi Hava Hershkowitz, de 78 anos, nascida na Romênia (Será que ela mentiu menos?).

O promotor do concurso de beleza, Shimon Sabag, rejeitou todas as críticas e argumentou que o evento é muito importante para manter viva a ”lembrança da história” e, ao mesmo tempo, “fazer com que os sobreviventes pensem no presente” (Mas que lucrem e vivam do passado). (FONTE: operamundi.uol)


Sinceramente, é de doer! O sacrossanto e tão decantado "Maior crime da História" ser reduzido cada vez mais a um arremedo histórico.

Eu fico pensando: como seria se um dia, o holocausto voltasse às manchetes, com muita gente questionando sua veracidade? Suas milhares de histórias e "istórias", seus números estapafúrdios, as tantas sem-vergonhices que um monte de "ixpertos" fez e faz para "lucrar um pouquinho" com os crédulos e comodistas? Suas impossíveis câmaras de gás, cremações a céu aberto com madeira verde,...?

Eu me pergunto o quanto você, que sempre "ajoelhou no milho", crendo em tudo que os 'sobreviventes', mídia e hollywood propalavam sem contestar, vai se revoltar. Se for um reles conivente, apenas precisa se manter nas sombras para se adequar à nova situação.

Os sionistas, através do seu 'representante-mor' Elie Wiesel, o mais notório 'sobrevivente' do holocausto, desejam há décadas que a 1ª Emenda da Constituição Norte Americana tenha uma exceção no item 'liberdade de expressão': criminalizar a negação do holocausto, como em boa parte da Europa. Ou seja, você não teria o direito nem de contestar esse "fato notório". Aceite-o e pronto! E continue pagando, lógico.

Eis o que reza a 1ª Emenda estadunidense, um exemplo de lisura que aplaudo. O Congresso não pode:
Aqui no Brasil, mal e porcamente, ainda temos direitos semelhantes, também. E que assim minimamente sempre seja! A 'liberdade vigiada' dos europeus não é bem vista por ninguém que seja saudável mental, moral e espiritualmente.

FAB29

AH! E vida longa à "Rainha dos Sobreviventes"!...

domingo, 16 de março de 2014

Sionismo é racismo

Amigos e amigas.
Existe preconceito contra os judeus (assim como contra gays, negros, ciganos, etc. Nem mais, nem menos!), mas contra o sionismo, "o buraco é mais embaixo".

A maioria não consegue separar judeu de sionista. É fato que o sionismo é um movimento político, filosófico e nacionalista judaico (apesar do judeu Adolphe Crémieux ter afirmado em 1860: "Outros povos e raças são divididos em nacionalidades; nós mesmos não temos cidadãos, mas exclusivamente correligionários."). Mas ele não é abraçado pelos 'judeus de alma', que professam a Torá (a grande maioria). Apenas os talmudistas o fazem.

A brutalidade do sionismo levou a ONU a adotar uma resolução que veremos abaixo. Destaque para Idi Amin Dada, que é execrado pela História oficial, assim como Saddam, Khadafi e Ahmadinejad, como "ditador sanguinário". No post, podemos constatar um "bom" motivo para a grande mídia sionista execrar Idi Amin e o "poder de fogo" dos sionistas em "convencer" a ONU (além do Vaticano e da Cruz Vermelha) a fazer o que eles mandam.
FAB29 

"A Resolução 3379 da Assembléia Geral das Nações Unidas, adotada em 10 de Novembro de 1975 por uma votação de 72 votos contra 35 (com 32 abstenções) pela Assembléia Geral das Nações Unidas, considerou que o sionismo equivale a racismo. A resolução foi anulada pela Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 16 de Dezembro de 1991 e é frequentemente referenciada nos debates que decorrem das acusações ao sionismo de racismo.

A resolução de 1975 teve o objetivo, por parte de seus seus patrocinadores, de formalizar, pela ONU, uma condenação ao sionismo. Em 1947, a ONU havia antes aprovado o Plano de Partição que estabeleceu o estado de Israel.

Após a Guerra dos Seis Dias, guerra em que uma coligação de estados árabes havia sido derrotada, a intensidade de esforços públicos contra Israel aumentou (ver Sionologia). Por outro lado, o boicote do petróleo árabe que se seguiu à Guerra do Yom Kippur de 1973 aumentou os fundos disponíveis para os esforços anti-sionistas.

Em 12 de Setembro de 1972, o presidente de UgandaIdi Amin Dada enviou um telegrama ao secretário-geral das Nações Unidas no qual ele elogiou o Holocausto e propunha construir uma estátua a Adolf Hitler em Uganda, uma vez que não tinha sido erigida qualquer estátua na Alemanha.

Em 1 de Outubro de 1975, as Nações Unidas ofereceram uma recepção de boas-vindas a Idi Amin, que presidia àquela altura a Organização da Unidade Africana.

Foi aplaudido de pé pelos presentes antes do seu discurso. Foi muito interrompido por aplausos durante o mesmo. Quando terminou, foi mais ainda aplaudido. Nesse discurso, ele condenou a "conspiração Sionista-Americana" e exortou a expulsão de Israel das Nações Unidas e a "extinção" de Israel.

No dia seguinte, o secretário-geral das Nações Unidas e o presidente da Assembleia Geral ofereceram um jantar público em sua honra.

A resolução afirmava na sua conclusão que:
"O Sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial."
A resolução "tomou nota" de várias afirmações prévias em encontros internacionais pela eliminação do Sionismo.
  1. A Declaração do México sobre a Igualdade da Mulher e sua contribuição para o Desenvolvimento e Paz, afirmava que ...“a cooperação e paz internacionais requeriam [...] a eliminação do [...] Sionismo."
  2. A Resolução 77 da Assembléia de Chefes de Estado e do Governo da Organização da Unidade Africana considerava que "o regime racista na Palestina ocupada e o regime racista no Zimbabwe e na África do Sul têm uma origem imperialista comum, formando um todo e tendo a mesma estrutura racista e sendo organicamente ligados na sua política destinada à repressão da dignidade e integridade do ser humano“.
  3. A Declaração Política e Estratégia para Fortalecer a Paz Internacional e Segurança e Intensificar a Solidariedade e Assistência Mútua entre Países Não Alinhados, na conferência de ministros dos negócios estrangeiros dos países não alinhados, em Lima, Peru, condenou o Sionismo como "racismo, imperialismo e uma ameaça para a paz e segurança mundiais."(Fonte: Wikipédia.)