Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 27 de abril de 2014

Assim falou Dostoiévski.

Amigos e amigas.
Uma das mentes mais brilhantes da Humanidade; um dos sensos de justiça, liberdade e dignidade mais atilados que já surgiu; um paradigma da quintessência da nobreza humana. Dostoiévski teve todos os atributos que alçam um cidadão comum ao status de diferenciado, gênio, iluminado.

Seguem abaixo pequenos trechos de seu livro mais rascante: "Diário de um escritor". Por tudo isso que falei dele acima, suas palavras têm um peso insuportável para quem é alvo delas, fato que motivou a quase excomungação desse livro, tornando-o uma raridade tão grande como a autobiografia de Jesse Owens e vários outros.

Leiam o artigo abaixo com esses trechos e avaliem o peso das palavras desse impoluto homem.
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"Por muito que seu povo o amasse, Dostoiévski também o amou (e desprezou seus inimigos e exploradores). Acima de todos, entre os últimos, estavam os judeus da Rússia. No tempo de Dostoiévski, havia cerca de três milhões deles, alguns deles descendentes dos kazares, uma tribo asiática do sul da Rússia que se convertera ao judaísmo um milênio antes, e alguns que haviam vindo em massa para a Rússia desde o Ocidente durante a Idade Média, quando foram expulsos de todos os países da Europa Ocidental e Central.

Desprezando o trabalho honesto, os judeus grudaram nos camponeses e artesãos russos como um exército de sanguessugas. Empréstimos de dinheiro, o comércio de bebidas e a escravização dos brancos eram seus meios preferidos de sobrevivência (e seus meios de destruírem o povo russo).

Tamanho era o ódio dos russos por seus torturadores judeus que os governantes russos foram obrigados a instituírem leis especiais, tanto para proteger os judeus quanto para limitar sua depredação do povo russo. Entre estas últimas medidas, houve uma proibição contra o assentamento de judeus na Rússia Central; eles ficaram restritos às regiões da Rússia Ocidental e do Sudoeste  (a "Barreira do Assentamento”), onde eles haviam se concentrado mais pesadamente no tempo em que Catarina, a Grande, proclamou a interdição, no século 18.

Isto, é claro, foi considerado pelos judeus como "perseguição" e foi sua choradeira incessante por não terem permissão para grudarem no povo da Rússia Central que primeiro levou Dostoiévski a levar sua pena ao papel a respeito da questão judaica. Na seção de seu "Diário" publicado em 1877, o escritor observou:
"...Eu sei que, no geral, certamente não há outro povo que estaria se queixando tanto de sua sorte, incessantemente, a cada passo e palavra sua, sobre sua humilhação, seu sofrimento, seu martírio. Alguém poderia pensar que não são eles que têm as rédeas da Europa, que estão dirigindo lá ao menos as bolsas de valores e, portanto, a política, os assuntos internos e a moralidade dos estados."
Dostoiévski, que já tinha se tornado muito familiarizado com os judeus e suas atitudes pessoais em relação a seus anfitriões russos, primeiro quando garoto, na pequena propriedade de seus pais, onde eles observava as transações dos judeus com os camponeses locais, e depois na prisão, onde ele notou o comportamento arrogante dos prisioneiros judeus em relação aos prisioneiros russos, especulou, em seguida, sobre o que aconteceria aos russos se os judeus um dia tivessem o chicote nas mãos:
"...Agora, como seria se na Rússia houvesse, não três milhões de judeus, mas três milhões de russos, e houvesse oitenta milhões de judeus, bem, em que eles converteriam os russos e como eles os tratariam? Será que eles permitiriam que eles adquirissem direitos iguais? Será que eles permitiriam que eles praticassem sua religião livremente no meio deles? Será que eles não os converteriam em escravos? Pior que isto: será que eles simplesmente não os esfolariam? Será que eles não os massacrariam até o último, ao ponto do completo extermínio, como eles costumavam fazer com os estrangeiros em épocas anteriores, durante sua história antiga?"
Esta especulação se revelou sinistramente profética, pois apenas pouco mais de quatro décadas depois, comissários judeus sedentos de sangue, os quais constituíam o grosso dos líderes bolcheviques, estavam supervisionando o massacre dos russos aos milhões.

Dostoiévski identificou corretamente o segredo da força dos judeus (na verdade, de sua própria sobrevivência durante um período de 40 séculos) como sendo seu exclusivismo, sua perspectiva mental profundamente enraizada do mundo não-judaico como algo de alheio, inferior e hostil. Esta perspectiva levou os judeus a sempre pensarem em si mesmos como possuindo uma situação ou posição especial. Mesmo quando estavam tentando o mais gentilmente possível convencer os não-judeus de que os judeus eram exatamente como todo mundo, eles mantinham sua atitude interior de um povo que constituía uma comunidade especial dentro da comunidade gentia mais ampla. Dostoiévski aponta que:
...É possível delinear ao menos alguns sintomas deste status sui generis (nem que seja apenas exteriormente). Estes sintomas são: alienação e estranhamento em matéria de dogma religioso; a impossibilidade de fusão; a crença de que no mundo só existe apenas uma entidade nacional, a judaica, enquanto que, muito embora outras entidades existam, deve-se considerar que é como se elas fossem inexistentes. "Aparta-te da família das nações e forma tua própria entidade, e tu saberás que, de agora em diante, és o único diante de Deus; extermina o resto ou faze deles escravos. Tem fé na conquista do mundo inteiro; apega-te à crença de que tudo se submeterá a ti. Detesta estritamente a tudo e não tem relação com qualquer um que seja em teu modo de vida. E quando tu perderes a terra, tua individualidade política e mesmo quando fores disperso por toda a face da terra, entre todas as nações, não te importes; tem fé em tudo o que foi prometido a ti, de  uma vez e para sempre; crê que tudo isto há de se passar e enquanto isto, vive, detesta, une e explora. E espera, espera..."
Será que é de se surpreender que, embora praticamente todo americano com uma educação de ensino médio tenha lido Crime e Castigo ou Os Irmãos Karamazov (ou ambos), seu Diário de um Escritor tenha sido silenciosamente relegado ao esquecimento pelo establishment educacional e editorial manipulados deste país? A única edição do Diário de um Escritor atualmente em catálogo foi publicado por uma editora pequena e especializada (a Octagon Books), à venda nas livrarias por um preço proibitivo de $47.50. Este preço deve mantê-lo a salvo das mãos de americanos curiosos!

Os que tiverem a sorte de conseguir uma cópia emprestada do livro poderão ler muitos e muitos mais comentários penetrantes de Dostoiévski sobre o comportamento e a atitude dos judeus na Rússia em relação ao povo russo durante o século 19. Em especial, Dostoiévski condena a exploração dos camponeses russos pobres, ignorantes e indefesos pelos judeus vorazmente gananciosos e completamente sem coração. Por exemplo:
"Assim, a judiaria prospera precisamente lá onde o povo ainda é ignorante, ou não livre, ou economicamente atrasado. É lá que a judiaria tem um campo livre. E ao invés de aumentar, por sua influência, o nível da educação, ao invés de aumentar o conhecimento, gerando o bem-estar econômico da população nativa, ao invés disto,  o judeu, onde quer que ele tenha se estabelecido, humilhou e depravou ainda mais o povo; lá, a humanidade foi ainda mais rebaixada e o nível educacional caiu ainda mais; lá, a inescapável e desumana miséria e, com ela, o desespero, se disseminaram de forma ainda mais notável. Pergunte à população nativa de nossas regiões de fronteira: O que impulsiona o judeu (e o tem impulsionado há séculos)? Haverá uma resposta unânime: a impiedade.Ele tem sido movido há tantos séculos apenas por impiedade em relação a nós, apenas pela sede de nosso suor e sangue. 
E, na verdade, a atividade inteira dos judeus nestas nossas regiões de fronteira constitui-se em tornar tanto quanto possível a população nativa inescapavelmente dependente deles, aproveitando-se das leis locais. Eles sempre conseguiram permanecer em termos amigáveis com aqueles de quem o povo dependia. Mostre qualquer outra tribo dentre os estrangeiros russos que pudesse rivalizar com o judeu em sua influência terrível nesta associação! Não se encontra outra tribo assim. Neste respeito, o judeu preserva toda a sua originalidade quando comparado com outros estrangeiros russos e, é claro, a razão, portanto, é o seu status sui generis, este espírito do qual especificamente emana a impiedade por tudo o que não é judaico, com desrespeito por qualquer povo e tribo, por toda criatura humana que não seja um judeu.
Agora: e se, de algum modo, nossa comuna rural se desintegrasse, esta comuna que está protegendo nossos camponeses nativos contra tantos males; e se, de repente, o judeu e toda sua kehillah (a judiaria organizada) caísse em cima daquele camponês liberto, tão inexperiente, tão incapaz de resistir a tentações e que, até este momento, tinha sido guardado precisamente pela comuna? Ora, é claro que, imediatamente, este seria seu fim; sua propriedade inteira, toda a sua força, no dia seguinte mesmo estaria sob o poder do judeu e daí se seguiria uma era  a ser comparada não só com a era da servidão, mas mesmo com a do jugo tártaro." [Exatamente o que veio a ocorrer na Revolução Bolchevique de 1917]
Fonte: National Vanguard, Edição n. 72, 1979

http://retrogradolusofono.blogspot.com.br/2013/09/o-que-dostoievski-pensava-dos-judeus.html

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Motivos - por Paul Eisen

Amigos e amigas.
Este intelectual judeu é uma das provas que essa etnia possui nichos inquebrantáveis de dignidade, justiça e coerência. Era um crente do holocausto que, em face das enormes discrepâncias entre os relatos e a realidade, não teve a menor dúvida de "desdizer aquilo tudo que lhes disse antes".

Vejam este curto artigo dele sobre os motivos para as pessoas (inclusive não judeus) verem o holocausto como algo incontestável.
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"A narrativa do Holocausto tem muitos 'criminosos' que quase caíram em si para se declararem culpados com instruções gráficas e confissões chocantes - todos suportam a narrativa das câmaras de gás. O problema é que as provas forenses, topográficas, documentárias, químicas, fotográficas, etc, tudo contradiz a narrativa. Então, o que se dá? Por que esses autores se incriminam? Aqui estão algumas explicações possíveis:
1. As declarações e confissões foram tiradas deles por torturas ou ameaças - isto certamente aconteceu com a principal testemunha, Rudolph Hoess e muitos outros. Como pano de fundo, você pode pesquisar o tratamento dado a nazistas capturados no local dos campos de concentração, nos interrogatórios pré-Nuremberg e em outros lugares.
2. Muitos provavelmente concordaram com o que seus interrogadores queriam a fim de obter uma sentença mais leve (eu teria). [N.T.- Eu também.]

3. Porque a história se tornou tão estabelecida, essas supostas testemunhas juntaram coisas que realmente tinham visto (eu tenho certeza de que houve execuções em Auschwitz, etc) e fora desses (verdadeiros) eventos, criaram por si mesmas a confirmação de todas as (falsas) narrativas de extermínio. Monte de pessoas vai dizer coisas como: "Eu vi as pilhas de corpos" ou "Eu vi as pilhas de sapatos". Bem, eles provavelmente viram essas coisas e então, quando confrontados com a "realidade incontestável" da narrativa de extermínio, fizeram ajustes. Todos nós fazemos isso e eu tenho certeza de que há algum termo psicológico para descrever o fenômeno. Da mesma forma, eles podem muito bem ter ouvido de outras pessoas (os acampamentos e em outros lugares estavam zumbindo com histórias) que disseram que viram as câmaras de gás. [N.T.- Vide Paul Rassinier: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/03/relembrando-o-mestre.html] Na verdade, isso já aconteceu uma e outra vez, quando, na mesinha de testemunha, a 'testemunha' do gaseamento é forçada a admitir (e talvez, perceber) que não chegou a vê-lo em si, mas que conheceu alguém que viu. Como todos sabemos, toda a história é muito mais envolvente na primeira pessoa
4. Muitos nazistas capturados podem muito bem ter sentido que poderiam muito bem ser sacrificados como uma ovelha, como um cordeiro. Se você estiver para ser enforcado de qualquer maneira, pode muito bem ser algo atraente ser pendurado pelo maior crime de todos os tempos. Acho que Eichmann, um perdedor notável, pode ter caído nesta categoria.

5. As pessoas gostam de ser parte da multidão. Isso teria sido verdade tanto no clima do pós-guerra imediato e também no atual. Isto seria especialmente verdadeiro na Alemanha, onde adorar o Holocausto é de riguer. Mas, mesmo aqui no Reino Unido, o culto do Holocausto tem suas vantagens. Eu pessoalmente conheci grande quantidade de judeus que fizeram uma carreira sendo um sobrevivente. É ótimo: você é festejado onde quer que vá e, acima de tudo, as pessoas ouvem. Além disso, você pode fazer uma boa vida; é bem assim.

6. Algumas pessoas adoram judeus e são verdadeiros adoradores do Holocausto. Como tantas pessoas, elas simplesmente "acreditam"."

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Crime contra a Arte

Amigos e amigas.
Imagino que vocês nunca ouviram falar de Arno Breker.
Ele foi, talvez, o maior artista alemão (escultor por excelência) do século XX. Sua obra foi tão extensa quanto impressionantemente bela. Sua maior infelicidade foi ter sido o artista preferido de Hitler.
Assim como aconteceu com o músico clássico Richard Wagner (autor da magistral ópera "O Anel dos Nibelungos" e outro preferido do Führer), Brekker foi 'excomungado' da história pelos vencedores da guerra apenas por ter sido o artista mais identificado com o 3º Reich.
Logo após a 2ª guerra, como em tantos outros casos, a derrota de 1945 trouxe a Breker o começo de uma larga etapa de terrível repressão. Seu atelier foi assaltado, poucos meses depois de acabada a guerra, por tropas americanas.
Suas esculturas e suas enormes instalações (que estavam intactas) junto à enorme quantidade de obras armazenadas ou em construção, foram apanhadas em grandes montes para fora do atelier e totalmente destruídas.
Desde então, passaram-se 35 anos (A entrevista abaixo é de 1990). Há 35 anos, o boicote a Breker tem sido total, durante os quais o Estado alemão impediu qualquer cargo que pudesse exercer, durante os quais recebeu ataques da imprensa e televisão e durante os quais o silêncio sobre sua obra foi interrompido.
Para se fazer um pouco de justiça, peço-lhes que leiam uma entrevista dada pelo artista pouco tempo antes de falecer. Nela, vocês verão muitas coisas que a "história oficial" esconde. Como sempre.
Boa leitura.
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Entrevista

"Javier Nicolás: Você manteve contato com Adolf Hitler?
Arno Breker: Sim, eu o conheci pessoalmente.

Javier Nicolás: Por que ele decidiu visitar a Paris junto consigo?
Arno Breker: Eu lhe explico o motivo, conforme suas próprias palavras: "Quero visitar Paris consigo, porque você é o único, entre todos os que me rodeiam, que viveu vários anos nela". Sua visita a Paris teve como meta principal trazer idéias de novas construções e todo seu urbanismo, porque Hitler desejava transformar Berlim por completo.

Javier Nicolás: É verdade que Hitler sentia profunda admiração pela arquitetura francesa?
Arno Breker: Certamente. Escute: não tenho idéia alguma de suas opiniões acerca da arte, porque nossas relações pessoais não eram muito próximas e ele devia pensar mais na guerra e em toda espécie de dificuldades políticas. Mas, depois de sua visita a Paris e inclusive durante ela, me sentei atrás de si e o vi observar a Paris, como se a conhecesse minuciosamente. Graças aos livros e aos mapas, conhecia Paris melhor do que eu. Eu havia me equivocado e ele me dizia: "Escute, você está se equivocando...""Eu não sou parisiense, mas não posso me equivocar", eu lhe respondia. E paramos diante de um edifício que havia escrito na parte de cima: Câmara de Comércio. Como ele havia dito que se tratava da Cúpula da Câmara de Comércio, este título me indicou: "Leia isto!".

Javier Nicolás: Qual foi a impressão de Hitler sobre o urbanismo da grande cidade de Paris?
Arno Breker: Ele se emocionou bastante diante da beleza da arquitetura parisiense e do urbanismo dos Campos Elíseos, do Arco do Triunfo, da Torre Eiffel, etc. Duas horas depois, Paris despertava; não podíamos atravessar Les Halles, quando vieram as primeiras pessoas ao nosso encontro. O primeiro homem que vimos foi um vendedor de jornais. Ele os levava sob os braços e gritava, dirigindo-se a nós: "Le Matin! Le Matin!". Quando reconheceu Hitler ao lado do chofer, ficou em pânico: tirou todos os periódicos ao chão e se escondeu em uma casa. Instantes depois, vimos três mulheres que falavam juntas e pelo fato do carro andar lentamente, voltaram-se para nós exclamando: "Olha, veja! É ele! O pai Adolf!". 

Parte da população mostrava grande admiração, mesmo que a outra sentisse calafrios ao vê-lo. O povo francês estava dividido.
A última visita foi ao Sacre Coeur, para contemplar o panorama. Depois desta visita, voltamos ao avião e ele retornou ao seu trabalho. Pela tarde, antes de jantar, saiu de seu refúgio, de seu Bunker. Todos os generais estavam ali, mas ele me viu entre eles todos. Fez um sinal para mim. Fui até ele e dirigimo-nos juntos para um bosque vizinho. Quando nos encontramos suficientemente próximos, parou e colocou minha mão direita entre as suas, dizendo-me: "Breker, queira me desculpar, porque durante vários anos eu não o vi com bons olhos, devido à falsa informação que tinha de sua pessoa. Agora sei quem você é".

Javier Nicolás: Qual foi a impressão geral de Hitler em relação à sua visita a Paris?
Arno Breker: Ficou muito impressionado. Depois me disse: "Disse a Bormann que todos os arquitetos tenham recebido pedidos de Berlim, Munique, etc., e que devem voltar a se empenhar em seus trabalhos, porque sua arquitetura é demasiado pesada - sem graça. Hoje aprendi muito em Paris". E completou: "Teria podido baixar pelos Campos Elíseios em frente de minhas tropas, mas não quis ferir a alma do povo francês. Eu a vi com meus artistas, tal como uma incógnita". Sua conduta foi sensacional e isto mostra a nobreza de um homem. Em relação aos mortos, permaneceu comovido diante da tumba de Napoleão, e se lhe ocorreu a idéia de colocar a seu filho, que descansa em Viena, ao lado do pai. Você não acha isto formidável? Mas nunca recebeu uma só palavra de agradecimento por parte da França.

Paris, 1940, tomada pelos "bárbaros" alemães


Berlim, 1945, "libertada" pelos "anjos democráticos"

Javier Nicolás: Ele não voltou a Paris?
Arno Breker: Não. Foi a única vez que a visitou. E você sabe por que? Não creio no que dizem, que Hitler desejava queimá-la. Isto jamais ocorreria. Nunca teria admirado-a desta forma. São apenas invenções dos vencedores, com o intuito de destruir sua imagem.

Javier Nicolás: Fez algum comentário sobre o resultado de uma guerra no próprio coração de Paris?
Arno Breker: Certamente. Ele disse: “Está morta para sempre”. Para ele, Paris representava o símbolo e o apogeu da cultura. Seu sonho era alcançar a mesma qualidade nas cidades alemãs. Por isso, devia estudar a arquitetura e o urbanismo parisiense, tal como Haussman o fez.

Javier Nicolás: Havia algum plano similar para Berlim?
Arno Breker: Sim. Mas seu plano para Berlim, pelo que eu conhecia, era bastante baseado em Paris. E estou certo de que antes de sua visita a Paris, ele já o tinha em mente.

Javier Nicolás: Depois da visita a Paris, você continuou em contato com ele?
Arno Breker: Sim, freqüentemente na Chancelaria. Ali, eu almoçava. Comia com ele. Assim foi sempre, durante a guerra, e os generais tratavam do papel principal: vinham da Frente e lhe explicavam a situação do momento.

Javier Nicolás: Você acredita que ele desejava a guerra?
Arno Breker: Não. A guerra destruiu seus planos. Ele não queria declarar guerra à França. Seus exércitos não marcharam contra a França, até que não houve mais remédio. Permaneceram quase um ano retidos, de agosto de 1939 até quando teve de avançar, com a declaração de guerra do governo francês. Hitler sempre acreditou que uma guerra seria inútil, justamente porque ele não queria absolutamente nada da França. Havia renunciado a Alsácia e Lorena, solenemente. Mas hoje, toda interpretação história se encontra às avessas.

Javier Nicolás: Uma vez superadas as dificuldades econômicas e sociais, o que ele desejou para seu país?
Arno Breker: Este homem, segundo escutei em diversos discursos e ocasiões, temia e desconfiava do comunismo. Para ele, a fronteira do Leste estava demasiado próxima de Berlim. Se a União Soviética empenhasse um ataque que tivesse lugar ali, como se demonstrou mais tarde, seria impossível barrá-los e Berlim tombaria. Por isto, ele preparava a Frente.

Javier Nicolás: Você acredita que a guerra com a Polônia foi dirigida pelos governos da França e da Inglaterra?
Arno Breker: Certamente. Não quero dizer que seja necessariamente assim, mas Hitler esperava ter a Polônia como uma nação amiga, que deixaria passar as tropas alemãs até a fronteira da União Soviética. Nesta época, de todas as formas, o plano de destruir a Alemanha já se encontrava nos dossiês.

Javier Nicolás: Você poderia nos dar sua opinião sobre as intenções de Hitler na Alemanha, se a guerra não tivesse sido desencadeada?
Arno Breker: Hitler encontrou uma nação completamente arruinada por causa da situação econômica mundial - esta era a situação mais terrível da Alemanha. Por exemplo, quando atravessei ao Ruhr, centro da grande Indústria, a principios dos anos 30, recordo que nenhuma indústria funcionava. Em uma situação que voltei a ver depois da guerra, com a derrota alemã em 1945. Logo, o que este homem fez constitui-se de um verdadeiro milagre, conseguindo fazer com que o povo se fortalecesse e voltasse a viver alegre e de modo ordenado.

Javier Nicolás: Hitler era popular?
Arno Breker: Completamente. Se hoje uma mulher passa pela calada da noite, se encontra em perigo, mas naquela época, todos os criminosos se ocupavam trabalhandoTodos foram corrigidos e a Alemanha se converteu em um paraíso. Uma mulher podia andar completamente só pelos passeios e bosques, sem nenhum risco de ser atacada.

Javier Nicolás: Professor Breker, quando a guerra acabou, soubemos que o General Franco lhe chamou para que fosse à Espanha, provavelmente para fazer "O Vale dos Caídos", que Juan de Avalos realizaria. O que há de correto nisto? E por que você não foi?
Arno Breker: Correto. O General Franco me chamou para fazer uma série de esculturas, por mais que não tivesse especificado sobre o que se tratava o Vale dos Caídos. Mesmo assim, eu deveria realizar obras em escultura.

Não fui à Espanha porque os americanos não permitiram, deixando-me retiro na Alemanha. Se não fosse por isto, eu teria estado.

Javier Nicolás: É verdade que os russos lhe fizeram uma oferta similar?
Arno Breker: Sim. Pouco depois que Franco o fez. Stalin pessoalmente enviou um avião de Moscou para realizar trabalhos de escultura. Naturalmente, eu neguei. Ademais, isto coincidiu com uma enfermidade que me obrigou a permanecer em um hospital. Nesta ocasião, os americanos permitiram, mas eu não o quis. 

Em outra ocasião, também recebi uma proposta de fazer trabalhos ao General Perón, mas desta vez, do mesmo modo ocorrido com Franco, fui vetado pelos americanos que não me deixaram ir."

Fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/entrevista-com-arno-breker/
(Depoimentos como este deveriam ser mais divulgados. Não as tantas falcatruas que vemos, lemos e ouvimos por aí.)

sábado, 19 de abril de 2014

A arte da guerra

Amigos e amigas.
As batalhas pela vida são constantes, diárias, absolutamente necessárias para nosso progresso, evolução, engrandecimento. Já a guerra é sinônimo de mentira, sordidez, sofrimento e tudo aquilo que não se faz necessário para que galguemos degraus saudáveis e melhoremos. Ela só serve aos vermes parasitas que se refestelam na carnificina e na incapacidade de reação gerada pela destruição e pelo aleijamento do moral, do físico e da alma da humanidade.

Tanto podemos dizer (e já foi dito) contra ela. Seres inomináveis, abomináveis, a defendem e veem sua "importância e necessidade". A grande maioria deles não mostra a face, mas é representada no comando das nações (o caso mais emblemático foi o "nobel da paz" Barack Obama, que a exaltou e exortou o mundo a pensar o mesmo no seu discurso ao receber tal honraria que se transformou em lixo).

Quero "fechar" minha opinião sobre a guerra neste poema tridimensional. Ele funciona assim: são dois poemas separados que, lidos conjuntamente verso a verso, formam um terceiro, um soneto alexandrino. As pontuações e entonações ficam a cargo de quem lê.

Quem quiser ler outros assim, vejam aqui:



SUN TZU

A arte de guerrear................arte da escumalha
tem nas armas seu pincel...que pinta desgraças
sua espátula e cinzel............lavrando trapaças
tem o sangue pra pintar......na flor da batalha

Guerra só faz propalar...........a voz da canalha
As amarguras do fel...............acima das massas
que mentes aquém do Céu....mais aquém das Graças
nunca param de criar............tecendo a mortalha

Destilando sordidez.........com hipocrisia
a maldita assim se fez.....na dor e agonia
para horror de todo ser...vem a derrocada

Deixemos ódios pra trás...na nau suicida
para que tenhamos paz.....ao longo da vida
quando o amor renascer...tudo será nada

FAB29

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Não estamos cansados de...

...saber que os políticos mentem com total desfaçatez quando se comprometem a lutar pela justiça social, pela melhoria das condições de vida e pelo fim da corrupção, quando, na prática, legislam em causa própria (salários, mordomias, proteção), delegam melhorias ao povo em conta-gotas e se unem num corporativismo nefasto para protegerem um ao outro quando um deles é “pego no flagra”?

...ver as miserabilidades mental, moral, emocional, espiritual e financeira da sociedade serem cultivadas e cevadas por todos os meios de comunicação, nas novelas, seriados, filmes, revistas, jornais, rádios, internet, exasperando o cidadão com a desvirtuação dos valores básicos do respeito, decência, bem querer, amizade, bom senso, humildade, castidade,...?

...nos sentir impotentes diante da violência, das drogas e dos assaltos que nos mantêm reféns e prisioneiros em nosso próprio lar?

...até perder o sono ao ver um filho “sair pra balada”, conscientes de que ele estará à mercê de dezenas de esparrelas, aproveitadores, corruptores, “vermes” que se valem das sombras, dos aglomerados e das eventuais fraquezas e distrações das “vítimas” para “se darem bem”?

...saber que o “povinho” inculto, iletrado, alienado, que é a base de sustentabilidade dos políticos por ser a grande maioria do eleitorado, é “treinado” e acostumado ao “toma lá, dá cá” pela politicalha e se acomoda na sua pasmaceira, achando que já fez a sua parte ao votar, repetindo a cantilena: “Agora, o governo tem que nos ajudar” (só que não cobra melhorias sociais. Contenta-se com coisas, que vão de xerox “grátis” até eventuais cestas básicas e pagamento de contas de água, luz,...)?

...nos horrorizar com a promiscuidade, libertinagem e grosserias permeando sordidamente não só a educação e evolução de nossos filhos, como também suas horas de entretenimento e lazer, banalizando tudo o que há de mais nefasto, distorcendo o seu desenvolvimento sadio?

...nos exasperar com a infinidade de mentiras diariamente marteladas em nossas mentes, além das manchetes e notícias camufladas, editadas, “douradas” para não ferir ou chocar suscetibilidades, mas cujo verdadeiro intuito é manter o grosso da sociedade na mais obscura ignorância das incontáveis iniquidades que os grandes corruptores patrocinam para manter ou aumentar o nível de deterioração das idiossincrasias do povo?

Enfim, se você não se vendeu, não se entregou e o seu "saco cheio" se equivale ao meu, acorde e não mais se entregue ao comodismo! Não aceite passivamente o que o mundo lhe diz ou mostra! Saiba que você pode ajudar a fazer a diferença! Coloque na cabeça que deve “PENSAR GLOBALMENTE E AGIR LOCALMENTE”! Questione! Duvide! Analise! Pondere! Racionalize! Execute! Reconsidere! Descanse, mas nunca se entregue!

Se você conseguir manter seu “filtro mental” ativo o tempo todo, manterá sua lucidez e, com ela, a sua sanidade para poder ser de mais valia aos que você ama e aos que dependem da sua força e capacidade! Tornando-se, desta maneira, um líder verdadeiro, você será o farol, o porto seguro e o baluarte para quem quiser e precisar de uma orientação, de carinho, de apoio, até de salvação!

Com isso, sua vida e as de quem ama serão paradigmas de vitória. Certamente, muitos se “contaminarão” com seu sucesso e agirão de maneira semelhante. Se seu modus faciendi se alastrar, acredite: em pouco tempo, o mundo será cada vez mais fraterno e verdadeiramente melhor.

FAB29

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Despertemos!

Dê à classe alta a fama, os holofotes, o status e a ilusão do poder e ela fará com perfeição o trabalho dos grandes corruptores, que é manter a classe média essencialmente no limbo e exasperar a classe baixa.

Os “médios” invejarão os “altos” e constantemente irão almejar “ascender” a esse nível. Ao mesmo tempo, serão acossados pela classe baixa que, sendo esmagadora maioria e estando tão próxima à classe média, também almeja o topo social, mas de maneira mais desesperada, urgente e avassaladora, pelo simples fato de ser diuturnamente espezinhada e privada até do básico.

Tamanhas privações da classe baixa e as opressões que sofre a média são verdadeiras bombas-relógio, sordidamente instaladas, mantidas e controladas pelos grandes corruptores. Impostos, alienação, justiça injusta, apedeutismo, miséria, desemprego, doenças, violência e, é claro e principalmente, a fome são imputadas às classes C, D e E, ocupando cada momento de suas vidas, mantendo-as inertes e fazendo-as agir instintivamente (como os animais) para garantir a própria sobrevivência. Migalhas de alegria e satisfação são suficientes para mantê-las na rédea curta.

A classe média também é assombrada constantemente pelos fantasmas da classe baixa, mas como ela tem mais condições de acesso à cultura, à nutrição, à diversão, à moradia, ao emprego e à segurança, é necessária uma campanha mais hipócrita: a perversão de valores. Investindo na classe alta, os grandes corruptores seduzem as de baixo com glamour, luxo desenfreado, erotismo e sonhos de grandeza e de consumo. Mantém a grande maioria hipnotizada com tais “maravilhas” e bastante frustrada com as enormes dificuldades para se “chegar lá”.

Para conseguir tal “feito”, você precisa se nivelar a eles, pervertendo ou, até mesmo, abandonando sua moral. Lennon escreveu (quando ainda era um Beatle): “Eles dizem que ainda há lugar no topo. Mas, primeiro, você precisa aprender a sorrir enquanto mata” (Por esta e tantas outras foi que a CIA o caçou por tantos anos.)

Conclusão: eu amo, cultivo e cultuo a simplicidade lúcida, ter minhas faculdades  mentais, morais, emocionais e espirituais bem sólidas e direcionadas ao meu engrandecimento e ao dos que quero bem. Nunca me deixo levar por ambições. Manter os pés no chão e a mente focada no presente é uma obrigação para quem deseja construir uma realidade saudável para si e para todos os entes queridos. Sonhos, tenho aos montes. Vida, apenas esta. Eles são intrínsecos, mas priorizar o primeiro é abandonar o segundo à própria sorte.

FAB29

sábado, 12 de abril de 2014

A religião holocáustica.



Amigos e amigas.
Robert Faurisson, do alto de seus 85 majestosos anos de vida, é um dos baluartes vivos da verdade histórica. Em 2008, ele escreveu um artigo em que falou sobre a substituição das religiões do mundo por uma criada no século XX e imposta ao estilo da época medieval, porém usando como maior arma a propaganda.

Retirei o excerto abaixo só para demonstrar suas contundência e lucidez:


Até das falsas?
"Os Seis Milhões (de judeus supostamente mortos no holocausto) constituem uma religião secular com seus próprios dogmas, mandamentos, decretos, profetas, sacerdotes e santos, como Santa Ana (Frank), São Simão (Wiesenthal) e Santo Elias (Wiesel). Tem seus lugares sagrados, seus rituais e suas peregrinações. Tem seus templos e suas relíquias (barras de sabão, pilhas de sapatos etc.), seus mártires, herois, milagres e sobreviventes milagrosos (milhões deles), sua lenda dourada e seus justos. Auschwitz é seu Gólgota, Hitler é seu Satã. Ela dita sua lei às nações. Seu coração bate em Jerusalém, no monumento Yad Vashem.

            É uma nova religião que tem gozado de um crescimento meteórico desde a Segunda Guerra Mundial. Conquistou o Ocidente e está se preparando para conquistar o mundo. Enquanto o progresso do pensamento científico em nossa sociedade de consumo enfraqueceu o domínio de todas as religiões clássicas ao tornar as pessoas mais e mais céticas tanto para a verdade das narrativas religiosas quanto para as promessas que a religião oferece, a nova religião prospera a ponto de qualquer um que seja pego negando seu dogma básico venha a ser taxado de “revisionista”, expulso da comunidade, e tratado como apenas os hereges costumam ser tratados. É, com efeito, uma religião, e é atualmente o maior instrumento, e, pode-se dizer, a religião popular da ímpia Nova Ordem Mundial".

O maior problema para a história do holocausto está justamente na sua base, sua origem: suas "testemunhas" com seus depoimentos. Ao se colocarem na armadilha de contar suas histórias de sofrimentos, perdas, perseguições, espoliações (coisas que ninguém contesta) acrescentando pontos impossíveis, números estapafúrdios, detalhes incabíveis e descabidos, essas "testemunhas" causaram o maior desserviço à "causa holocáustica".

Muitos desses depoimentos se chocam entre si. Talvez o mais contundente choque venha do inoxidável prêmio Nobel da Paz de 1986, Elie Wiesel, que afirmou em seu livro "A noite" que as mortes em Auschwitz ocorriam em verdadeiros holocaustos: valas crematórias aonde bebês eram lançados de um caminhão basculante. Milhares de outras "testemunhas" (como o "meio-saudoso" meio-tupiniquim Ben Abraham, nascido Henry Nekrycz) afirmam de pés juntos sobre execuções em câmaras de gás com pesticida.

Por isto e tantos outros detalhes é que Faurisson tem razão em classificar o holocausto como uma nova religião. Nela, é preciso essencialmente fé (há aqueles que se vendem), acreditar do fundo do coração e da alma, não necessitando de comprovações físicas e químicas. Isto vai de cada um. É livre! O problema é que os "novos hereges" sofrem perseguições e punições incompatíveis com o livre arbítrio, a liberdade de pensamento e atitude, até mesmo de desprezar esse "fato notório" como tantos outros também são desprezados.

Ainda que o holocausto tivesse ocorrido como suas "testemunhas" alegam, as novas gerações não teriam de carregar nenhuma culpa, nenhuma vergonha, nenhuma dívida. Se assim não for, tantos outros morticínios da História gerariam tudo isso a tantos povos num ciclo vicioso dantesco e a humanidade se perderia em eternas convulsões.

Resumindo: enquanto não se provar cabalmente o holocausto, que os crentes nele se satisfaçam com sua fé, rituais, homenagens, etc, e permitam liberdade aos que preferem simplesmente viver a vida. Acho que estou pedindo muito!...
FAB29

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Magníficos!

Amigos e amigas.
O Brasil é um prodígio musical. Nisto, somos incomparáveis! Estou pensando em fazer um apanhado de genialidades tupiniquins e expô-las com todo o orgulho.

Por enquanto, fiquem com uma "palhinha" do Duo Siqueira Lima. É emocionante e embasbacante!
FAB29


Versão brasileira: "Picaretation"!

Amigos e amigas!
Não sou um "revisionista juramentado", mas quis revisar este post que trata de uma 'sobrevivente' brasileira da 2ª Guerra entrevistada por Spielberg. Ela contou que conheceu a verdadeira Anne Frank e também escreveu um diário.
Neste artigo (que resumi por ser muito extenso), algumas 'pérolas' saltam por serem histórica e oficialmente impossíveis.
É mais um daqueles tristes casos em que pessoas inescrupulosas tentam lucrar o seu em cima de sofrimentos legítimos, vendendo falsidades. E a 2ª Guerra é pródiga em produzir esse tipo de excrescência (http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2011/12/istoria-de-herman-rosenblat.html).

Conheçam ou relembrem a Sra. Lívia Jaffe, a "Anne Frank brasileira".
Boa leitura! 
FAB29
Chegada em Auschwitz
sem brutalidade ou tumulto
1) A “Anne Frank brasileira” alega que chegou a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940, viajando num trem de porcos, onde também se encontrava seu futuro marido. Ela teria 14 anos. Da cidade de Senta, na Iugoslávia, teria sido conduzida - igualmente num trem de porcos - para a Hungria, antes de ser despachada para Auschwitz. Logo que chegaram teriam sido selecionadas “para esquerda e para direita”. Sua mãe tentou escondê-la no seu casaco para não ser separada, mas um soldado tirou-a da mãe, que foi conduzida para o crematório, com duas sobrinhas de 4 e 6 anos. “Anne” alega ter sido testemunha ocular do assassinato de sua mãe num crematório.
Sua chegada a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940 não confere com a realidade histórica. De acordo com o livro “Auschwitz”, publicação oficial vendida no próprio campo nos dias de hoje, somente em 27 de abril daquele ano foi autorizada a construção do campo de concentração de Auschwitz e, conforme, consta na página 13 desse livro oficial, somente no dia 14 de junho de 1940 chegaram os primeiros prisioneiros-operários para ajudar na construção do complexo: eram 728 presidiários poloneses. E todos homens.

Também é conflitante sua afirmação de ter sido “selecionada” naquela data, pois as primeiras seleções “para a vida ou para a morte”, conforme os relatos de famosos “sobreviventes” e “historiadores exterminacionistas", teriam acontecido nas rampas de desembarque de Birkenau, e não em Auschwitz, e muito menos, no dia 4 de junho de 1940, mas - pasmem - em 1943, ou seja, três anos após a chegada de “Anne”.

É totalmente impossível ela ter sido “testemunha ocular do gaseamento” de sua mãe, pois, sempre de acordo com o livro oficial do campo, à pagina 28, somente no dia 3 de setembro de 1941 teria sido feita a primeira experiência de gaseamento de prisioneiros, uma informação - como a quase totalidade de tudo que se afirma sobre o assunto - sem base documental. De qualquer forma, teria sido um ano e três meses após a data indicada pela "nossa Anne”.

Adendo: Sua filha Noemi diz que ela passou só um ano entre Auschwitz e Bergen Belsen e foi resgatada no final da guerra. Assim, ela não chegou em 1940:
(http://bravonline.abril.com.br/materia/as-lutas-intimas)
Aqui diz que ela chegou em abril de 1944 e tinha 19 anos, e não 14. Ela nasceu em 1926:
(http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2013/03/16/testemunho-de-tres-geracoes-da-familia-jaffe-489920.asp)

Crematório de Auschwitz
2) A “Anne Frank brasileira” relata que “Bebíamos água preta para nos esquentarmos. O pão que nos davam não dava pra morder: parecia um tijolo”. Conta também que em Auschwitz existiam 30 blocos, cada um comportando de mil a 30 mil pessoas e que cada um era dividido com arame farpado eletrificado. Fala em oito crematórios “que estavam sempre em chamas”. Ela dormia numa mesma cama com doze outras mulheres. Era tão apertado que, à noite, tinham que combinar a hora que deviam acordar para virar-se para o outro lado. “Era uma lata de sardinhas”.
O livro oficial citado acima informa que as refeições tinham um mínimo de 1.300 calorias para quem fazia trabalho leve e 1.700 para quem trabalhava pesado. Em Auschwitz, realmente existem 30 excelentes prédios, incluindo a cozinha-refeitório. É totalmente falsa a versão de “Anne” de que cada bloco ou prédio fosse dividido com arame farpado eletrificado. Somente a totalidade do conjunto, com amplas avenidas, era cercada por cercas duplas eletrificadas separadas entre si e possuía torres com guardas. As demais edificações internas, onde se fabricavam móveis, roupas, etc, não possuíam nenhuma cerca.

Para evitar fugas - que realmente aconteciam - os internos recebiam uma tatuagem com número de identificação no braço para uma fácil e rápida identificação quando recapturados. A informação de que Auschwitz possuía de 30 mil a 900 mil (!) internos, identifica claramente que esta “sobrevivente” nunca esteve em Auschwitz, nunca esteve sequer num estádio de futebol com 30 mil pessoas, não conhece uma cidade de 900 mil habitantes, acredita que somos todos idiotas ou, talvez, necessite de um tratamento psiquiátrico: todas as pesquisas - até dos círculos exterminacionistas - indicam uma população carcerária média de 12 mil pessoas. Os oito crematórios existiram somente na sua fantasiosa imaginação: em Auschwitz existiu apenas UM crematório - não câmara de gás - para incineração dos mortos e que começou a operar - segundo o livro oficial - em novembro de 1941, portanto, um ano e cinco meses após a sua pretensa chegada e funcionou até fins de maio de 1943, quando foi transformado em abrigo antiaéreo.

Se couberem doze ali,...
Por fim, imagine treze mulheres numa cama individual - que podem ser vistas em Auschwitz até hoje. A mulher de baixo aguentaria o peso das outras doze? Ao invés de combinarem a hora de trocarem de lado, teria sido melhor trocarem de posição, dando uma chance para a de baixo, caso ainda estivesse viva…

3) A “Anne Frank brasileira” teve a sorte de ser escolhida para trabalhar na cozinha. Mas precisava roubar comida para manter-se viva: “Para mim, era a maior delícia, um verdadeiro banquete quando conseguia roubar um punhado de cascas de batatas”.
De acordo com os outros depoimentos pesquisados, todos afirmam que gostavam de trabalhar na cozinha, onde podiam comer à vontade, além de ser um trabalho relativamente fácil. Nossa “Anne”, porém, por motivos totalmente inexplicados, tinha que roubar comida para manter-se viva…

Ainda bem que não eram cascas de batatas podres, conforme depoimento idêntico (padrão?) dado em programa televisivo pela esposa de Ben Abraham, outro “sobrevivente” famoso que agia no Brasil…

4) Relatou a “Anne Frank brasileira”: “E quando éramos pegas roubando comida vinha o castigo dos nazistas: nós, adolescentes, tínhamos de ficar olhando fixamente, sob a mira das armas dos nazistas, como funcionavam os fornos de extermínio (uma nova categoria de máquina letal, apresentada em primeira mão naquela reportagem). Tínhamos de ficar olhando, sem desviar os olhos, os caminhões (plural) cheios de crianças chorando, crianças que eram levadas para as câmaras de gás”.
Esta afirmação de que eram obrigadas a ficar olhando fixamente o funcionamento dos fornos de extermínio é inédita. Repita-se que os fornos crematórios destinavam-se a incinerar pessoas já mortas.

Conforme o especialista norte-americano em câmaras de gás, Fred Leuchter Jr., a comissão oficial de pesquisa polonesa e outros pesquisadores abalizados, nunca existiu uma única câmara de gás para execução de pessoas em Auschwitz. O que existiram foram instalações para desinfecção e despiolhamento de roupas e utensílios, pequenas demais para alojar pessoas e que podem ser vistas por pesquisadores até os dias de hoje.

Cercas de Auschwitz
5) “Anne Frank brasileira”: “Eu costumava, em Auschwitz, colocar as minhas mãos entre o arame farpado e eletrificado, para trocar coisas com os moradores que viviam nas imediações do campo de concentração”.
Para começar, as cercas eram de arames eletrificados com uma energia mortal de 2.200 volts e com uma distância de aproximadamente 10 cm entre cada fio. Também seria impossível ela não ter sido vista pelos guardas nas torres de observação. E supondo que ninguém a observasse - nem às pessoas do lado de fora que participassem das trocas - então, além da coragem e sangue frio extraordinários, nossa “Anne” teria que ter um braço com mais de dois metros de comprimento, pois o campo era totalmente cercado com cerca eletrificada dupla, com uma distância de mais de dois metros entre cada uma, tornando humanamente impossível qualquer contato!

6) Nossa “Anne Frank”, apesar de roubar costumeiramente mantimentos, um dia, foi punida pelos nazistas por roubo que não fez. Uma injustiça. E desta vez os nazistas realmente exageraram: iam levá-la diretamente para a “câmara de gás”. Porém, um oficial resolveu poupá-la (!?). Então obrigaram-na a ajoelhar-se, em público, sobre pedregulhos “e, com as duas mãos para cima, olhando para frente, tive de ficar segurando, por cinco horas, uma pedra de dez quilos (sic). Depois disso, fiquei tão machucada que não conseguia andar. Demorou dez dias para que eu voltasse a caminhar”.
Isto é simples de se tirar a prova: pegue dois sacos de arroz (5 kg cada), erga acima da cabeça e sustente por 10 minutos. Não precisa ficar ajoelhado. Se aguentar, fique mais 10 e assim por diante. Se passar da “primeira fase”, você já será uma FERA!
Fonte: http://www.vho.org/aaargh/port/af.html

domingo, 6 de abril de 2014

E ainda falam em Hitler... - II

Amigos e amigas.
Na primeira parte, falei e mostrei sobre o trabalho escravo infantil. Desta feita, o assunto é o descaso geral. Parece que nada é permitido funcionar decentemente ao povinho: saúde, educação, habitação, segurança, transporte, alimentação... É só pontuarmos para constatar:

- Cada vez mais, a saúde é elitizada, sendo relegado às massas arremedos de atendimento. Uma simples olhada nos noticiários e vemos a quantidade de pessoas que dependem de um hospital. Há um tempo, li que apenas um deles no RJ passou a abranger quase três milhões de pessoas. Corte de verbas é uma constante (http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-02-15/saude-do-rio-tem-corte-de-r-216-milhoes.html). Falta de médicos, leitos e infraestrutura, idem (http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/01/falta-de-medicos-em-hospitais-publicos-prejudica-atendimento.html). Cada vez mais, pessoas morrem nas filas de espera. Mesmo os planos de saúde não garantem muita coisa (http://www.conjur.com.br/2013-mar-21/plano-saude-acusa-itau-unibanco-fraude-bancaria-37-milhoes) além de lucros aos donos deles. Um descalabro!

- Escolas públicas, há muito, viraram depósitos de jovens e crianças para aliviar o trabalho dos pais em criá-los, educá-los. Um colega meu, professor de Ciências, me contou uma vez que ouviu numa rodinha de mães que uma delas comentou que as aulas retornariam no dia seguinte. Em uníssono, as outras louvaram, dizendo "Graças a Deus!", "Um pouco de paz!", "Já não aguentava mais!", etc. Daí, vemos as escolas sucateadas (https://www.google.com.br/search?q=escola+pública+sucateada&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=xPNBU9fEG6m_0gHczoAI&ved=0CDwQsAQ&biw=1093&bih=515); a falta de profissionais qualificados e os salários ridículos (http://www.udemo.org.br/2012/Destaques/Destaque12_0060_Falta-de-professores.html); a qualidade do ensino se deteriorando sempre (http://www.diarioliberdade.org/brasil/lingua-educacom/4724-ideb-revela-retrato-do-ensino-no-brasil-ao-mesmo-tempo-que-o-esconde.html). Só nestes péssimos exemplos já podemos ver aonde o país está chegando. Que futuras gerações!...

- Habitação no Brasil é quase um luxo. Há lugares em condições piores, mas não possuem um terço da riqueza deste país. Por aqui, a quantidade de favelas é gritante. Só na cidade de São Paulo, são quase 1600, ocupando mais de 30 km², abrangendo perto de 2 milhões de pessoas (http://pt.wikipedia.org/wiki/Favelas_na_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo) e suas visões são tenebrosas (https://www.google.com.br/search?q=favelas+são+paulo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=zvRBU7SzDYie0AHduIHwBg&ved=0CC4QsAQ&biw=1093&bih=515), expostas a tudo o que há de dificuldades (de acesso, chuvas, superlotação, sujeira, doenças,...). A classe média se endivida para a vida inteira quando financia sua casa própria. Se ocorrer qualquer tragédia como um incêndio (http://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/2014/04/03/14981928-vitimas-de-incendio-em-sp-nao-recebem-seguro.html), nem com seguro as pessoas estão seguras. Isto quando não são assaltadas.

- Insegurança é a tônica de qualquer grande cidade. Enquanto o crime (cada vez mais) organizado usa jovens e crianças (inimputáveis) como agentes no front para distribuir drogas, espalhar medo e desunião, encarcerando a população em suas próprias casas, a polícia se mostra insuficiente para manter a ordem e a tranquilidade. Baixo efetivo, aparelhamento insuficiente, pífia remuneração, mínimas garantias, eles prendem, a justiça solta, além de terem de seguir rígidas regras de conduta (do tipo "avise primeiro, atire depois". O oposto dos bandidos). De fato, fica difícil exigir que os policiais cumpram suas obrigações e estejam sempre disponíveis. Vejam só alguns exemplos: (https://www.google.com.br/search?q=baixo+efetivo&source=lnms&sa=X&ei=GnZAU5G2JrHq0QGY6YCYCQ&ved=0CAcQ_AUoAA&biw=1093&bih=515&dpr=1.25) Some-se a tudo isso a corrupção,...!

- Ir e vir é tanto um direito como uma necessidade premente, principalmente nas grandes cidades. Justamente nelas é que o problema se agiganta. O transporte público nas maiores cidades brasileiras vive no fio da navalha, um nervo exposto que grita ao menor contato. O sucateamento dele é criminoso e força a comunidade aos limites da sua tolerância. Não bastam eventuais enchentes e acidentes que atravancam constantemente o trânsito, há tempos que revoltas sociais têm como alvo os ônibus, metrôs e trens metropolitanos. Suas depredações provam duas coisas: a saturação da sociedade e a sua brutal ignorância, que não permite que ela enxergue o óbvio. Ao destruir o erário, ela se torna a principal vítima, tornando-se mais refém de um sistema cruel e cruento que a parasita e exaspera.

- Comida é a maior arma do poder das sombras, pois é sabido que "a fome cria escravos perfeitos". Sabedor disto, esse poder não só controla com mãos de ferro a distribuição de alimentos (muitas vezes o sonegando) como o desvirtua sordidamente, ocultando ao máximo sua nocividade: a química que os conserva, sua origem, sua fabricação e seus efeitos deletérios a médio e longo prazo (http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/um-espanto-fotografa-documenta-que-um-lanche-do-mcdonalds-751-dias-depois-de-comprado-nao-se-deteriorou/). Você já deve saber isto sobre a margarina (http://precisa-saber.blogspot.com.br/2012/08/margarina-um-veneno-disfarcado.html) e se pesquisar um pouquinho, verá que só os transgênicos que são hipocritamente enfiados goela abaixo do jacó-povinho causam uma enorme lista de males. Mas a maior e pior face da miséria é quando vemos tantas milhares de famílias que vivem nos e dos lixões (http://www.jornalcontexto.net/noticia_detalhe.php?id_noticia=1078). Esta é a maior 'vitória' dos malditos "senhores do mundo".

Mas e quanto ao título do post? Bem, com esses "pequenos e simples" exemplos de iniquidades que grassam pelo mundo e que mereceriam toda a atenção da sociedade e seus esforços para pelo menos minimizá-los, assisti ontem a uma reportagem que afirmou: Eva Braun, amante de Hitler, era 80% judia askhenazi. Foi descoberta (quase 70 anos depois!!) uma escova dela onde havia alguns fios de cabelo que, numa análise de DNA,... TCHARAAAAMM!!... desvendou esse vital e importantíssimo fato!!

Nessas últimas décadas, após "descobrirem" que Hitler tinha ascendência judia; que milhares de seus comandados (até oficiais) também; que até 1939 (seis anos de seu governo), milhares de judeus continuavam morando e trabalhando na Alemanha; que centenas de profissionais (médicos, enfermeiros, dentistas) e comandantes de campos de concentração eram judeus e bem mais, eis que mais essa inefável notícia é destacada e ocupa a atenção de todas as urgências que citei. Alguma chance delas serem solucionadas? Sonhar é de graça.

Não é uma maravilha?!?
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sexta-feira, 4 de abril de 2014

"Desesclarecimentos"

Amigos e amigas.
O fatídico e famigerado 11/09 vai completar 15 anos e a polêmica não diminuiu. Ao contrário! Segue abaixo um artigo mostrando um pedaço do outro lado dessa história.
No mínimo, é digno de ser levado em conta. Afinal, acreditar que combustível de avião pode causar três implosões como no 11 de setembro é digno de internar o crédulo num manicômio no meio da floresta amazônica.

"Combustível de avião?!
Essa é ótima!!"
“Quando olhamos para o desenrolar oficial dos fatos em torno do 11/9, então vemos com surpresa que as autoridades nunca provaram até hoje o embarque dos 19 árabes para o interior dos quatro aviões e que estes teriam sido sequestrados. Na lista de passageiros que foi publicada, não aparecem os nomes dos supostos sequestradores! Sim, não há qualquer vestígio de nomes árabes. Como é possível (já que ninguém vai a bordo de um avião sem que tenha sido controlado várias vezes) que alguém possua uma passagem e não esteja presente na lista de passageiros?

E justamente assim também faltam os nomes dos sequestradores no obituário dos cadáveres identificados. Com grande surpresa, praticamente todos os passageiros foram identificados segundo análise de DNA, embora nada tenha sobrado do avião: nenhum assento, nenhuma bagagem, nenhuma turbina, nenhum motor, NADA! Todos os quatro aviões, cada um composto de 100 toneladas de alumínio, aço e titânio, evaporaram no ar, mas sobraram partes suficientes dos corpos para ser reconhecidos pelo DNA. Apenas dos sequestradores nada foi encontrado. Da mesma forma seus nomes não estão no obituário. Como isso é possível? Além disso, após o 11 de setembro, sete dos alegados terroristas estavam vivos e declararam estar sãos e salvos no Marrocos, Egito e Arábia Saudita, e que eles são as pessoas das fotos, mas que ainda vivem e nada têm a ver com o que aconteceu. Aparentemente, eles tiveram suas identidades roubadas.

Também os vídeos que nos são apresentados após o 11 de setembro, e que mostram os sequestradores caminhando no aeroporto, não são prova alguma. As imagens não mostram os terroristas no aeroporto do ponto de partida, mas, sim, são gravações ou de algum outro dia ou de uma escala aérea anterior. Não existe qualquer vídeo das câmeras de segurança que mostre os sequestradores se registrando no aeroporto a 11 de setembro, de onde eles supostamente teriam partido. Também não existe nenhum funcionário das companhias aéreas que tenha visto os terroristas nos balcões. Com estas falsas suposições, nós devemos acreditar que são os terroristas e que eles embarcaram. E para isso, foram ainda encontradas provas nos automóveis no estacionamento do aeroporto, como um Corão, ou um manual de instruções de voo dos jatos, em árabe, um testamento que nos deve convencer: foram os “malvados” sequestradores.

O passaporte resistiu a tudo isso...
Da mesma forma como foi encontrado “casualmente” um passaporte do sequestrador nos escombros, totalmente intacto. Dos aviões, nada sobrou, mas justamente a identificação em papel de um dos terroristas sobreviveu, colidiu com 700 coisas nos edifícios, resistiu ao impacto, não se queimou naquela bola de fogo, aguentou ainda por uma hora no edifício em chamas, sobreviveu à completa destruição e pulverização das torres, e então pousou inteiro e suavemente nos destroços, até que um policial tropeçou nele. Tudo isso cheira numa consciente ação para plantar provas e manipulação de evidências.

Existe apenas uma “prova” que é apresentada pelo governo dos EUA para mostrar que 19 árabes estavam a bordo. São as conversas telefônicas que alegadamente teriam sido realizadas pelos passageiros a bordo. Por exemplo, Barbara Olson fala a seu marido: São quatro árabes aqui com estiletes, eles atacaram a tripulação e tomaram o controle da aeronave”. Mas agora temos que saber quem é Barbara Olson e seu marido. Ela foi uma comentarista conservativa da CNN e esposa de um funcionário federal do judiciário, Ted Olson, ou seja, um funcionário do governo Bush. Esta única declaração, que foi disseminada prontamente pela CNN, é a única base para a estória do sequestro. Sem este “telefonema”, não existe sequestrador, nenhum Osama Bin Laden que controlou a operação a partir das cavernas no Afeganistão, nenhuma “guerra contra o terror” e nenhuma invasão do Afeganistão e Iraque. Esta mentira foi tão perspicaz e diabólica que ela convenceu as pessoas a respeito da história do 11/9 através de truques psicológicos. (...)

Ted Olson não teve nada melhor para fazer do que informar a mídia desta sensação. Nenhum sentimento, nenhum pesar, nenhuma emoção. Ao invés disso, ele diz à mídia: “Ela teve problemas em conseguir, ela não utilizou seu celular, ela telefonou através de um telefone instalado no assento. Como ela não encontrou sua bolsa, ela ligou a cobrar (Collect-Call), ela tentou me encontrar no ministério da justiça, o que nem sempre é fácil. Ela me perguntou: O que eu devo dizer ao piloto? O que eu devo fazer? Como eu devo parar isso?”. (...)

Com esta declaração, a mentira foi revelada, pois o telefone no avião deve ser acionado com um cartão de crédito. Apenas com a retirada do cartão da leitora seria possível uma conversa, mas ela não achou sua bolsa. Se ela utilizou o cartão de crédito de outro passageiro, por que fazer uma ligação a cobrar, quando podia ligar sem qualquer impedimento?

Perguntado pelos jornalistas sobre estas inconsistências, e porque Ted Olson nunca pode mostrar a conta telefônica, onde a ligação a cobrar deveria estar assinalada, ele alterou sua versão. Ele disse que a ligação não aconteceu através de um telefone de bordo, mas sim com o celular. Só que não dá para acreditar nesta declaração, pois é impossível telefonar com o celular em um avião a 10.000 metros de altitude e a uma velocidade de 800 km/h. Tente fazer isso em seu próximo voo. Poucos instantes após a decolagem, o sinal é interrompido. Hoje (2007), não é possível e há seis anos, muito menos.

O que também é estranho: por que apenas um único passageiro fez uma ligação a partir do voo 77, apenas Barbara Olson, embora a aeronave tenha estado no ar por 1 hora e 15 minutos? Por que os outros 60 passageiros não telefonaram para seus parentes? (...)

A verdade sobre a alegada conversação de Barbara Olson é conhecida agora. No processo contra Moussaoui, em 2006, o governo dos EUA teve que admitir que existiu apenas uma tentativa de conversação a partir do voo 77, de Barbara Olson, mas que “não aconteceu” e durou “0 segundos”. O que seu marido nos conta é a mais pura mentira.

O mesmo serve para a ligação do voo 93, que caiu na Pensilvânia. Todd Beamer fez uma ligação de 13 minutos, mas não  para a esposa, mas sim pro funcionário da empresa telefônica. Ele forneceu informações detalhadas sobre a situação e disse que os passageiros iriam fazer algo. Assim, este último mito entrou em cena, a partir do qual foi feito um filme hollywoodiano. (...)


No processo jurídico contra Zacarias Moussaoui, em 2006, o governo teve que apresentar provas contra ele. Não é interessante que justamente quando o tema veio à tona e o governo foi acareado pela defesa, ele não tinha mais nove conversas telefônicas, mas sim apenas duas? Além disso, ele não estava em condições de apresentar qualquer documento das companhias telefônicas, onde estariam listadas as ligações. Com isso o governo admitiu que mentiu por todos esses anos sobre as ligações telefônicas nos aviões. (...)

Aliás, como a American Airlines confirmou diante de uma solicitação, seus Boeing 757 não estavam equipados com telefones de bordo em 2011. Apenas isso mostra que toda essa conversa de telefonemas é uma gigantesca mentira. Junta-se a isso o fato de que diversas linhas aéreas anunciaram recentemente sua intenção de investir numa técnica para possibilitar a conversação a bordo pelo celular. No interior, iria ser instalado um receptor/retransmissor que promove a ligação através de satélites. Isso é um novo serviço para os passageiros a negócios. A questão é justificada, por que estas companhias devem instalar isso hoje, em 2007, se já em 2001 não havia problema em ligar a partir de celulares... segundo o governo dos EUA??!!"

Os estadunidenses alardeiam até hoje o quanto sofreram. Mas o sofrimento do resto do mundo não passa de detalhe para eles.
FAB29