Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 27 de abril de 2014

Assim falou Dostoiévski.

Amigos e amigas.
Uma das mentes mais brilhantes da Humanidade; um dos sensos de justiça, liberdade e dignidade mais atilados que já surgiu; um paradigma da quintessência da nobreza humana. Dostoiévski teve todos os atributos que alçam um cidadão comum ao status de diferenciado, gênio, iluminado.

Seguem abaixo pequenos trechos de seu livro mais rascante: "Diário de um escritor". Por tudo isso que falei dele acima, suas palavras têm um peso insuportável para quem é alvo delas, fato que motivou a quase excomungação desse livro, tornando-o uma raridade tão grande como a autobiografia de Jesse Owens e vários outros.

Leiam o artigo abaixo com esses trechos e avaliem o peso das palavras desse impoluto homem.
FAB29

"Por muito que seu povo o amasse, Dostoiévski também o amou (e desprezou seus inimigos e exploradores). Acima de todos, entre os últimos, estavam os judeus da Rússia. No tempo de Dostoiévski, havia cerca de três milhões deles, alguns deles descendentes dos kazares, uma tribo asiática do sul da Rússia que se convertera ao judaísmo um milênio antes, e alguns que haviam vindo em massa para a Rússia desde o Ocidente durante a Idade Média, quando foram expulsos de todos os países da Europa Ocidental e Central.

Desprezando o trabalho honesto, os judeus grudaram nos camponeses e artesãos russos como um exército de sanguessugas. Empréstimos de dinheiro, o comércio de bebidas e a escravização dos brancos eram seus meios preferidos de sobrevivência (e seus meios de destruírem o povo russo).

Tamanho era o ódio dos russos por seus torturadores judeus que os governantes russos foram obrigados a instituírem leis especiais, tanto para proteger os judeus quanto para limitar sua depredação do povo russo. Entre estas últimas medidas, houve uma proibição contra o assentamento de judeus na Rússia Central; eles ficaram restritos às regiões da Rússia Ocidental e do Sudoeste  (a "Barreira do Assentamento”), onde eles haviam se concentrado mais pesadamente no tempo em que Catarina, a Grande, proclamou a interdição, no século 18.

Isto, é claro, foi considerado pelos judeus como "perseguição" e foi sua choradeira incessante por não terem permissão para grudarem no povo da Rússia Central que primeiro levou Dostoiévski a levar sua pena ao papel a respeito da questão judaica. Na seção de seu "Diário" publicado em 1877, o escritor observou:
"...Eu sei que, no geral, certamente não há outro povo que estaria se queixando tanto de sua sorte, incessantemente, a cada passo e palavra sua, sobre sua humilhação, seu sofrimento, seu martírio. Alguém poderia pensar que não são eles que têm as rédeas da Europa, que estão dirigindo lá ao menos as bolsas de valores e, portanto, a política, os assuntos internos e a moralidade dos estados."
Dostoiévski, que já tinha se tornado muito familiarizado com os judeus e suas atitudes pessoais em relação a seus anfitriões russos, primeiro quando garoto, na pequena propriedade de seus pais, onde eles observava as transações dos judeus com os camponeses locais, e depois na prisão, onde ele notou o comportamento arrogante dos prisioneiros judeus em relação aos prisioneiros russos, especulou, em seguida, sobre o que aconteceria aos russos se os judeus um dia tivessem o chicote nas mãos:
"...Agora, como seria se na Rússia houvesse, não três milhões de judeus, mas três milhões de russos, e houvesse oitenta milhões de judeus, bem, em que eles converteriam os russos e como eles os tratariam? Será que eles permitiriam que eles adquirissem direitos iguais? Será que eles permitiriam que eles praticassem sua religião livremente no meio deles? Será que eles não os converteriam em escravos? Pior que isto: será que eles simplesmente não os esfolariam? Será que eles não os massacrariam até o último, ao ponto do completo extermínio, como eles costumavam fazer com os estrangeiros em épocas anteriores, durante sua história antiga?"
Esta especulação se revelou sinistramente profética, pois apenas pouco mais de quatro décadas depois, comissários judeus sedentos de sangue, os quais constituíam o grosso dos líderes bolcheviques, estavam supervisionando o massacre dos russos aos milhões.

Dostoiévski identificou corretamente o segredo da força dos judeus (na verdade, de sua própria sobrevivência durante um período de 40 séculos) como sendo seu exclusivismo, sua perspectiva mental profundamente enraizada do mundo não-judaico como algo de alheio, inferior e hostil. Esta perspectiva levou os judeus a sempre pensarem em si mesmos como possuindo uma situação ou posição especial. Mesmo quando estavam tentando o mais gentilmente possível convencer os não-judeus de que os judeus eram exatamente como todo mundo, eles mantinham sua atitude interior de um povo que constituía uma comunidade especial dentro da comunidade gentia mais ampla. Dostoiévski aponta que:
...É possível delinear ao menos alguns sintomas deste status sui generis (nem que seja apenas exteriormente). Estes sintomas são: alienação e estranhamento em matéria de dogma religioso; a impossibilidade de fusão; a crença de que no mundo só existe apenas uma entidade nacional, a judaica, enquanto que, muito embora outras entidades existam, deve-se considerar que é como se elas fossem inexistentes. "Aparta-te da família das nações e forma tua própria entidade, e tu saberás que, de agora em diante, és o único diante de Deus; extermina o resto ou faze deles escravos. Tem fé na conquista do mundo inteiro; apega-te à crença de que tudo se submeterá a ti. Detesta estritamente a tudo e não tem relação com qualquer um que seja em teu modo de vida. E quando tu perderes a terra, tua individualidade política e mesmo quando fores disperso por toda a face da terra, entre todas as nações, não te importes; tem fé em tudo o que foi prometido a ti, de  uma vez e para sempre; crê que tudo isto há de se passar e enquanto isto, vive, detesta, une e explora. E espera, espera..."
Será que é de se surpreender que, embora praticamente todo americano com uma educação de ensino médio tenha lido Crime e Castigo ou Os Irmãos Karamazov (ou ambos), seu Diário de um Escritor tenha sido silenciosamente relegado ao esquecimento pelo establishment educacional e editorial manipulados deste país? A única edição do Diário de um Escritor atualmente em catálogo foi publicado por uma editora pequena e especializada (a Octagon Books), à venda nas livrarias por um preço proibitivo de $47.50. Este preço deve mantê-lo a salvo das mãos de americanos curiosos!

Os que tiverem a sorte de conseguir uma cópia emprestada do livro poderão ler muitos e muitos mais comentários penetrantes de Dostoiévski sobre o comportamento e a atitude dos judeus na Rússia em relação ao povo russo durante o século 19. Em especial, Dostoiévski condena a exploração dos camponeses russos pobres, ignorantes e indefesos pelos judeus vorazmente gananciosos e completamente sem coração. Por exemplo:
"Assim, a judiaria prospera precisamente lá onde o povo ainda é ignorante, ou não livre, ou economicamente atrasado. É lá que a judiaria tem um campo livre. E ao invés de aumentar, por sua influência, o nível da educação, ao invés de aumentar o conhecimento, gerando o bem-estar econômico da população nativa, ao invés disto,  o judeu, onde quer que ele tenha se estabelecido, humilhou e depravou ainda mais o povo; lá, a humanidade foi ainda mais rebaixada e o nível educacional caiu ainda mais; lá, a inescapável e desumana miséria e, com ela, o desespero, se disseminaram de forma ainda mais notável. Pergunte à população nativa de nossas regiões de fronteira: O que impulsiona o judeu (e o tem impulsionado há séculos)? Haverá uma resposta unânime: a impiedade.Ele tem sido movido há tantos séculos apenas por impiedade em relação a nós, apenas pela sede de nosso suor e sangue. 
E, na verdade, a atividade inteira dos judeus nestas nossas regiões de fronteira constitui-se em tornar tanto quanto possível a população nativa inescapavelmente dependente deles, aproveitando-se das leis locais. Eles sempre conseguiram permanecer em termos amigáveis com aqueles de quem o povo dependia. Mostre qualquer outra tribo dentre os estrangeiros russos que pudesse rivalizar com o judeu em sua influência terrível nesta associação! Não se encontra outra tribo assim. Neste respeito, o judeu preserva toda a sua originalidade quando comparado com outros estrangeiros russos e, é claro, a razão, portanto, é o seu status sui generis, este espírito do qual especificamente emana a impiedade por tudo o que não é judaico, com desrespeito por qualquer povo e tribo, por toda criatura humana que não seja um judeu.
Agora: e se, de algum modo, nossa comuna rural se desintegrasse, esta comuna que está protegendo nossos camponeses nativos contra tantos males; e se, de repente, o judeu e toda sua kehillah (a judiaria organizada) caísse em cima daquele camponês liberto, tão inexperiente, tão incapaz de resistir a tentações e que, até este momento, tinha sido guardado precisamente pela comuna? Ora, é claro que, imediatamente, este seria seu fim; sua propriedade inteira, toda a sua força, no dia seguinte mesmo estaria sob o poder do judeu e daí se seguiria uma era  a ser comparada não só com a era da servidão, mas mesmo com a do jugo tártaro." [Exatamente o que veio a ocorrer na Revolução Bolchevique de 1917]
Fonte: National Vanguard, Edição n. 72, 1979

http://retrogradolusofono.blogspot.com.br/2013/09/o-que-dostoievski-pensava-dos-judeus.html

4 comentários:

  1. Caro FAB, como venho afirmando sempre, eu e o livro sagrado dessas pragas e claro também deus viemos afirmando, esses seres não são seres humanos, são outra coisa!!
    E venhamos e convenhamos, eles não degeneraram tudo porque não fomos avisados, ou porque somos tadinhos, esses troços SEMPRE afirmam que não são humanos, ou pelo menos que não são como os gentios (os originais humanos).

    Mas quando a massa acéfala acredita que um nazareno judeu (sic) é o salvador, só o que essa massa merece é holocausto, e é exatamente isso que está vindo a velocidade das ondas surfantes!!
    Sei que não apoias guerra, mas graças ao ensinamento nazareno de paz na terra aos homens de boa vontade, vivemos não em guerra, mas em massacre!! Somos exterminados seja com reprodução mutante, seja através da saúde, seja atrave´s da assimilação cultural, seja lá o que for, somos excrementalizados!!
    Se queremos paz, temos que estar preparados para EXTERMINAR o inimigo, pois inimigo vivo é ameaça constante!
    Não foi em vão que o "nazareno sábio"esqueceu de ensinar esses fatos...
    Tudo graças a deus, ao filhote dele e ao poveco transgênico feito a imagem de uma imundície!
    Me perdoe a rascância, mas não se limpa gangrena sem a extirpação do membro e nem se cura uma ferida com mamãe dizendo que um beijinho sarah... :-D

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    1. Prezado Vapera.
      A despeito das pequenas discordâncias que possamos ter, acho sua rascância bem vinda.

      Eu sou avesso à guerra por ela ser produzida pela hipocrisia dos supremacistas sobre a total ignorância e subserviência da humanidade visando domínio e lucro. As batalhas diárias pela sobrevivência e evolução já me são gratificantes.

      Não quero dizer que vacilaria em combater até à morte com um inimigo que viesse atentar contra minha vida e de meus entes queridos. Nunca!

      Quanto ao Mestre Maior, repito a cantilena: Ele não era judeu e Sua Palavra foi grotesca e criminosamente distorcida pelos fariseus e outros "eus" no decorrer da História, com a anuência dos sucessivos papas, visando o amansamento das massas.

      Ele era bem mais rascante do que o NT e os Evangelhos insistem em afirmar. Afinal, enfrentar o império romano e o sinédrio sozinho não é pra um borra-botas.

      Abraço.

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    2. Jesus não enfrentou o império romano, pois que dizia que o Reino dEle não era deste mundo. Os romanos nunca O perseguiram e nem aos cristãos até quando foram falsamente acusados de incendiar Roma quando Nero era o imperador.

      Enfrentou sim, o Sinédrio expulsando cambistas, chamando-os de raça de víboras, filhos do diabo e outros neste nível. Dizia também que haveriam mais gentios na Casa de Deus que filhos de Israel e várias vezes elogiou a fé dos gentios, humilhando e irritando aos judeus com isso entre outros casos e ensinamentos. Seus ensinos são anti-talmúdicos na lata.

      Até o apóstolo Paulo chamou os judeus perseguidores dos cristãos de "inimigos da humanidade" (forte isso) ou "inimigos de todos os homens", dependendo da tradução. Os primeiros cristãos eram hebreus (ou judeus) que abandoram o judaísmo ou talmudismo para seguirem o cristianismo.

      A questão é que são coisas não ensinadas nem pregadas atualmente nas igrejas ou denominações cristãs. A ideologia relativista maçônica mancomunada com o sionismo anticristão entrou nas igrejas e diluiu muitas verdades espirituais e históricas.

      Jesus mesmo advertiu em certo sentido sobre isso, perguntando se encontraria fé quando voltasse pela segunda vez.

      Abraços, Cobalto

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    3. Sem dúvida, meu amigo, os inimigos do Mestre Maior eram os fariseus e outros "eus". O judaísmo, nas palavras de judeus como Crèmieux, Untermeyer e Weizmann, têm como inimigo ancestral o Cristianismo.

      Mas não há dúvidas de que o império romano foi usado como bucha de canhão pelo sinédrio, assim como os EUA são atualmente. Portanto, tem sua parcela de culpa. 10% pelo menos.

      Abraço.

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