Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 4 de maio de 2014

Diferenciações

Amigos e amigas.
O artigo abaixo aborda a inteligência humana e alguns de seus meandros específicos. É bem polêmico, mas não pode ser ignorada. Concordar é outra coisa.
FAB29

"A inteligência humana é multifacetada. Ela  não pode ser adequadamente caracterizada por termos tais como "estupidez" ou "brilhantismo". Uma boa memória e uma língua fácil (ou seja, aquilo a que os educadores modernos se referem vagamente como "habilidades verbais") não implicam em uma capacidade de lidar com conceitos abstratos e resolver problemas.

A primeira e a última são facetas distintas (e independentes) da inteligência. A primeira é o que nós percebemos mais facilmente, mas é sobre a última que nossa civilização está assentada. E a última está intimamente relacionada com a raça.

A dependência racial da capacidade de raciocinio abstrato não é nenhum segredo. Os anatomistas há muitos anos estão cientes das diferenças morfológicas entre os cérebros de negros e brancos e os neurologistas e fisiologistas hoje entendem que é precisamente nestas partes do cérebro que nos negros são menos desenvolvidas do que nos brancos que ocorre o raciocíno abstrato.

Mas como os negros não sofrem de uma deficiência correspondente em sua capacidade para desenvolverem habilidades verbais, nós nos permitimos supor uma igualdade onde não há nenhuma e tentamos racionalizar fatos incômodos como baixas pontuações de QI com bobagens como "enviesamento cultural". Basta olhar as altas pontuações de QI de imigrantes asiáticos recentes, que sofrem de longe mais do que os negros americanos com as diferenças culturais, para se desmascarar este argumento.

Este erro em supor a igualdade intelectual negra com base nas habilidades demonstradas por negros apresentadores de telejornais ou entretenedores é só um aspecto de uma tendência geral, hoje, de se confundir estilo com substância. Feitos de substância requerem severa análise, julgamento prudente e uma compreensão dos princípios subjacentes. Isto parece ser trabalho demais para muitos modernos. Nós agora, pelo visto, passamos a preferir estilo a substância. Isto pode se mostrar fatal para nossa civilização.

“Habilidades verbais” podem ter um alto valor de sobrevivência para os indivíduos que as possuem, mas não são habilidades construtoras de civilização. Uma tirada de conversa mole pode ajudar a vender tapetes ou apólices de seguro; quem fala rápido pode, muitas vezes, faturar o bom emprego ou a garota bonita; a pessoa com um grande vocabulário e um modo fácil e autoconfiante de expressão normalmente causa uma boa impressão nos outros (uma impressão "brilhante"). Mas é o pensador analítico, o solucionador de problemas que, com ou sem lábia, é o fundador e mantenedor de civilizações.

O esperto pleiteante a cargos públicos, o bem-sucedido comerciante de tapetes, o mímico maleável, o apresentador fluente do telejornal, todos têm papéis mais ou menos úteis a desempenharem na vida civilizada, mas a existência mesma da vida civilizada depende de homens com um conjunto de habilidades completamente diferentes. Isto é verdade para a Civilização Ocidental hoje e também será verdade para a civilização futura que deveremos construir se o Ocidente continuar em sua espiral descendente.

Hoje, os esquerdistas ocidentais estão trabalhando duro para ajudar o Terceiro Mundo a se tornar "desenvolvido" (ou seja, civilizado). Eles querem provar que os negros e os pardos deste mundo têm exatamente tanta capacidade para a civilização quanto os brancos. E se alguém visitar o Quênia ou a Nigéria, verá o que realmente parece uma civilização negra: negros dirigindo automóveis, operando elevadores, usando computadores, calculadoras e telefones e até pilotando aviões.

Mas isto é uma ilusão. É antes o estilo da civilização do que sua substância. E até o ponto em que mesmo o estilo seja mantido, há uma minoria branca presente para manter as rodas girando. Naqueles países africanos que forçaram quase todos os brancos a partir, a civilização rapidamente travou e os cipós começaram a tomar conta de tudo novamente. (...)

Hoje, a civilização é mais complexa do que era há 50 anos. Um grau consideravelmente mais alto de "engenhosidade yankee" é necessária para mantê-la funcionando. Pouquíssimos de nós que falam com facilidade sobre naves espaciais, lasers e computadores percebem que nós devemos a existência destas coisas a uma minoria extraordinariamente ínfima de nosso povo. A tecnologia, bem como a ciência envolvida na produção de algo como uma calculadora de bolso é bastante complexa. Muitas pessoas podem falar sobre isto, mas muito, muito poucas pessoas são capazes de realmente resolver os problemas (ou mesmo de serem ensinadas a resolverem os problemas) envolvidos no planejamento e construção de um aparelho a fim de que ele faça o que ele tem a função de fazer.

Uma outra coisa que muitos de nós não percebem é que linha fina é esta que sustenta nossas civilizações em geral e nossa atual civilização tecnológica em particular. Nós estamos nos segurando a esta linha, suspensos apenas por um fio, esforçando-nos ao máximo de nossas capacidades criativas. Eu receio que o americano médio de hoje suporia (se ele se desse ao trabalho de pensar sobre isto) que se o QI médio de nosso país declinasse em, digamos, cinco por cento, em resultado da miscigenação racial ou de outras práticas disgênicas, isto causaria talvez um declínio correspondente de cinco por cento no nível de nossa civilização.

Mas não! Um declínio de cinco por cento no QI médio causaria o colapso de nossa civilização. É exatamente isto o que aconteceu com muitas outras civilizações no passado, de longe menos tecnologicamente avançadas  do que a nossa. Nossa situação é muito mais precária.

O nível de civilização que um povo consegue desenvolver e manter é uma função da qualidade biológica, da qualidade racial deste povo (particularmente de sua capacidade de resolver problemas). É por isto que os negros e certas outras raças nunca desenvolveram nem uma civilização rudimentar e são incapazes de sustentarem uma civilização construída para eles pelos brancos (apesar do aparente "brilhantismo" de muitos negros). E é por isto que a raça que construiu a Civilização Ocidental não só deve reconquistar a posse exclusiva de seus territórios, mas deve também agir rapidamente para mudar aquelas políticas e instituições que estão fazendo com que uma porcentagem crescente daqueles nascidos em nossa própria raça sejam criadores de problemas ao invés de solucionadores deles.

Nós devemos fazer isto porque este é o único meio de nossa raça, nação e civilização serem resgatadas de seu declínio. Mas nossa civilização não é um fim em sim mesmo. As raízes de uma civilização, uma vez que ela alcança um nível suficientemente alto (e nós já alcançamos este nível) nos permitem não só extrair os criadores de problemas de nosso meio, mas garantir que produziremos ainda mais solucionadores de problemas do que produzimos no passado. Isto, por sua vez, permitirá que alcancemos e mantenhamos um nível ainda mais alto de civilização, o que reforçará ainda mais nossas capacidades para o progresso em todas as áreas."

Dr. William Pierce: The Roots of CivilizationCounter-Currents Publishings

11 comentários:

  1. Não existe relação entre cor da pele e inteligência, o próprio conceito de raça não existe entre os cientistas.

    O QI - medida que não deve ser tomado como verdade absoluta de nada; está crescendo nos países desenvolvidos a mercê da necessidade de selecionar e lidar com muito mais informações.

    Ou seja, um texto digno de um pastor do apocalipse, aprendiz de antropologia.

    MFF

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    1. Sempre digo que o teste de QI mede duas coisas: o Quociente de Inteligência de quem o faz e a Quantidade de "Inguinorância" de quem acredita.

      Mas que ele é um ótimo parâmetro para distinguir os mais aptos da massa operária, não há dúvida. E se nessa lida se provar que tal raça ou etnia tem uma capacidade a mais, qual o problema?

      Quem estiver defasado, que se esforce para evoluir.

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    2. Pela porcentagem relativa entre população mundial x prêmio Nobel, os judeus seriam aclamados os mais inteligentes, mas eu não acredito nisso.

      O ambiente faz o homem, coloque uma criança peques do Sudão para estudar nas melhores escolas da Suécia e ela será tão apta quanto seus colegas (claro, a família que cria também precisa cultivar os mesmos valores.).

      MFF

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    3. Primeiro, não confunda corporativismo com capacidade. Nobel, Oscar, Grammy, etc, são feudos judaicos.

      Segundo, não procede: muitos negros estudam em escolas e faculdades de alto nível há mais de século e a defasagem dita no post ainda é patente.

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    4. A defasagem é em relação ao percentual de negros x brancos em escolas de alto nível, francamente mais favorável ao segundo grupo. Evidentemente que os brancos terão um escopo mais amplo de boas notas.

      Os genes da pigmentação da pele não têm nada a ver com os que formam o sistema cerebral, nenhum cientista sério considera a diferenciação a nível biológico, mas sim...a nível sócio/cultural.

      MFF

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    5. Existem diferenças físicas estruturais e orgânicas entre as raças (ou tonalidades, se preferir). Isso, por exemplo, faz com que os negros corram e saltem um pouco melhor que os outros.

      Por qual razão você acha que não existem diferenças mentais e cognitivas?

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    6. Caracteres meramente secundários, fibras musculares, morfologia...etc!

      A nível cognitivo, não existem diferenças oriundas da disposição genética, leia Stephen Jay Gould e entenderá!

      MFF

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    7. O superpopular e grande evolucionista judeu que recebeu do impoluto congresso dos EUA o epíteto de "Lenda viva"?

      Já li alguns artigos dele e não me enlevei, apesar de reconhecer sua competência. Vejo Richard Dawkins acima dele, apesar de não ser fã deste.

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  2. https://www.youtube.com/watch?v=mZnhmkO5sd4

    No vídeo acima, o prof. Pierluigi fala sobre a inteligência. Alega o distinto professor que ela não é genética, mas hereditária.

    Cobalto

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  3. Antes de podermos afirmar alguma coisa sobre raças, inteligência, QI, superioridade e coisas semelhantes, devemos ver a entrevista do geógrafo Milton Santos no programa Roda Viva:
    [ http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/roda-viva.html ]
    E sobre o "santificado" Einstein, e os Prêmios Nobel:
    [ http://alfredobragasobcensura.wordpress.com/2012/05/25/o-racismo-judeu/ ]

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    1. O que o Milton falou sobre as pesquisas eleitorais (em 97!) é terminante.

      Já seu artigo sobre o racismo judeu, há tempos tornou-se referência de crítica e protesto. Rascante e contundente.

      Grato. Abraço.

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