Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Exasperação calculada

Amigos e amigas.
Dê à classe alta a fama, os holofotes, o status e a ilusão do poder e ela fará com perfeição o trabalho dos Grandes Corruptores, que é manter a classe média essencialmente no limbo e exasperar a classe baixa.

Os “médios” invejarão os “altos” e constantemente irão almejar “ascender” a esse nível. Ao mesmo tempo, serão acossados pela classe baixa que, sendo esmagadora maioria e estando tão próxima à classe média, também almeja o topo social, mas de maneira mais desesperada, urgente e avassaladora, pelo simples fato de ser diuturnamente espezinhada e privada até do básico.

Tamanhas privações da classe baixa e as opressões que sofre a média são verdadeiras bombas-relógio, sordidamente instaladas, mantidas e controladas pelos Grandes Corruptores. Impostos, alienação, justiça injusta, apedeutismo, miséria, desemprego, doenças, violência e, é claro e principalmente, a fome são imputadas às classes C, D e E, ocupando cada momento de suas vidas, mantendo-as inertes e fazendo-as agir instintivamente (como os animais) para garantir a própria sobrevivência. Migalhas de alegria e satisfação (Carnaval e Copa do Mundo) são suficientes para mantê-las na rédea curta.

A classe média também é assombrada constantemente por esses citados fantasmas da classe baixa, mas como ela tem mais condições de acesso à cultura, à nutrição, à diversão, à moradia, ao emprego e à segurança, é necessária uma campanha mais hipócrita: a perversão de valores. Investindo na classe alta, os Grandes Corruptores seduzem as de baixo com glamour, luxo desenfreado, erotismo e sonhos de grandeza e de consumo. Mantém a grande maioria hipnotizada com tais “maravilhas” e bastante frustrada com as enormes dificuldades para se “chegar lá”.

Para conseguir tal “feito”, você precisa se nivelar a eles, pervertendo ou, até mesmo, abandonando sua moral. Lennon muito bem escreveu (quando ainda era um Beatle): “Eles dizem que ainda há lugar no topo. Mas, primeiro, você precisa aprender a sorrir enquanto mata” (Por esta e tantas outras foi que a CIA e o FBI o caçaram por tantos anos.)

Conclusão: eu amo, cultivo e cultuo a simplicidade lúcida, mantendo minhas faculdades mentais, morais, emocionais e espirituais bem sólidas e direcionadas ao meu engrandecimento e ao dos que quero bem. Nunca me deixo levar por ambições, propagandas, desejos e caprichos. Manter os pés no chão e a mente focada no presente é uma obrigação para quem deseja construir uma realidade saudável para si e para todos os entes queridos. Sonhos, tenho aos montes. Vida, apenas esta. Eles são intrínsecos, mas priorizar o primeiro é abandonar o segundo à própria sorte.

FAB29

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Que dívida é essa?

Amigos e amigas
Há muito escuto esta frase: “Os brancos têm uma dívida moral histórica com os negros!”. Os negros a cobram dos brancos pela escravidão a que foram submetidos. Sem dúvida, a escravidão é uma imoralidade, um nefasto crime. Justiça, respeito e bem querer devem permear toda e qualquer relação. Mas essa “dívida” é uma excrescência; não tem razão, nem lugar.

Quando vejo, por exemplo, essa “cota” que os negros têm para ingressar nas universidades, afirmo que, se eu fosse negro, abdicaria solenemente dela. Vejo-a claramente como uma “esmola aos pobres coitados que precisam de um empurrão para pegar no tranco”. À guisa dessa nefasta “dívida”, essa bela porcaria inconstitucional foi imposta:

Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
(...) III - criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si.”

Fico imaginando um exemplo: os bisavós brancos de A tinham uma fazenda e os bisavós negros de B eram seus escravos. A questão é: o que os bisnetos brancos de A devem aos bisnetos negros de B hoje em dia? SE houvesse uma “dívida moral histórica”, como “pagá-la”?

Agora, um paralelo: há muitos anos, uma mulher foi estuprada e morta. Tanto o estuprador quanto a vítima tinham filhos de colo. Hoje em dia (adultos), que dívida os filhos do estuprador têm com os filhos da vítima? Vergonha? Culpa? Há alguma reparação possível?

Nunca direi que existe inferioridade racial (simplesmente porque não creio nela). Mas eu creio que existe uma “defasagem evolutiva” entre as raças. Neste ponto sobre desenvolvimento tecnológico, as raças branca e amarela estão muito à frente das vermelha e negra.

Não me refiro à cultura em si, pois cada povo de qualquer raça tem a sua. Mas quando a cultura se refere a conhecimento e tecnologia, praticamente tudo o que se sabe sobre medicina, astronomia, matemática, inventos, peças e instrumentos em geral, etc, provém das raças branca e amarela.

E a palavra-chave para o desenvolvimento da humanidade é TECNOLOGIA. Acredito que basta dar oportunidades que qualquer ser humano pode adquirir e desenvolver capacidades fantásticas. Mas sigam o meu raciocínio histórico. É apenas raciocínio! Não serve de justificativa para nenhuma ação deletéria!

Antes das nações caucasianas invadirem o continente africano em busca de mão-de-obra escrava, elas já gozavam de uma substancial evolução em comparação às africanas, que viviam em cultura tribal. Os séculos se passaram e, hoje, vemos o nível tecnológico em que a Europa e outros continentes se encontram. A contribuição dos negros nessa evolução existe. Mas vejam como estão tecnologicamente os países africanos onde a cultura negra é predominante, culturas que não foram tolhidas pelo imperialismo branco. O tribalismo reina, apegado às mais antigas e obscuras tradições e crenças, objurgando qualquer modernidade, mudança ou acréscimo que se queiram fazer ou trazer para suas vidas.

Por mais que possa parecer ofensa, isto mostra que, se desde sempre se tivesse deixado unicamente para os africanos a condução de suas vidas, sem nenhuma interferência, eles não teriam uma perceptível evolução tecnológica. Basta ver a maior parte da África hoje em dia, onde nenhuma tecnologia que eles utilizam foi criada por eles.

O mesmo podemos dizer dos índios. Eles também são 100% dependentes e apegados somente às condições que a natureza proporciona, não mostrando até hoje condições de desenvolver tecnologia por si mesmos além de uma cultura tribal.

Tudo isso já descrito vai de higiene pessoal à neurocirurgia. Desde o surgimento do ser humano, as raças branca e amarela mostraram-se mais aptas intelectualmente para criar, evoluir e se desenvolver. ATENTEM: nunca será justificativa para se fazer, nem se mostrar superior, a ponto de submeter o mundo às suas necessidades, opiniões e caprichos. Porém, eu vejo que essa defasagem evolutiva que citei é patente.

Quero concluir com tudo isso é que não concordo que exista uma “dívida histórica com os negros por causa da escravidão”. Apesar da segregação, do racismo, do preconceito, da exclusão e tudo o mais à que as raças negra e vermelha ainda são submetidas por algumas partes intolerantes da humanidade, me parece inegável que TODOS os negros e vermelhos que convivem com brancos e amarelos estão em melhor condição de vida que seus pares que nunca ou muito pouco contato tiveram com a tecnologia européia e asiática.

Podem falar e execrar a escravidão (eu também faço), mas daí a dizer que há uma “dívida” a ser paga, não contem comigo! É tão patético que, quem se arvora nessa imbecilidade, faz da própria vida uma pobreza em qualquer sentido empírico. Uma das minhas filosofias de vida é: Quem guarda mágoas, vive em função de quem o magoou. A escravidão em si é essencialmente passado, mas seus fantasmas (racismo, preconceito,...) ainda assombram a humanidade. O combate diuturno deve ser centrado nesses fantasmas. Vivamos o presente! Façamos dele um prazer! Para tanto, primemos pela base de tudo: o respeito!

E se não concordarem com minha opinião e ainda quiserem cobrar pela escravidão, cobrem dos maiores responsáveis:

FAB29

domingo, 22 de junho de 2014

Outra refutação

Amigos e amigas.
Segue abaixo uma tradução minha de uma carta enviada a Nathanael Kapner por Robert Litoff, um psicólogo judeu, que corrobora com praticamente tudo o que é dito pelo Revisionismo sobre os campos de concentração alemães e o holocausto.
Para completar o que ele diz sobre Elie Wiesel e seu "besta-seller" "A NOITE", vejam excertos aqui: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/wiesel-e-noite.html
FAB29

"Querido irmão NATHANAEL. meu nome é Robert Litoff. Tenho acompanhado o seu site por muitos anos. Você pode publicar esta carta e meu nome.

Eu nasci em New Haven, Connecticut, em 1945, de pais judeus, mas agora sou um judeu não-praticante. Tanto quanto eu posso traçar, todos os meus antepassados ​​são judeus.
Formei-me Phi Beta Kappa em psicologia pela Universidade de Connecticut.
A alegação de que 6 milhões de judeus morreram durante a Segunda Guerra Mundial é errada.

Durante o período da guerra, antes e pouco depois, 5 milhões de judeus foram para Israel, e a população judaica da América do Norte aumentou de 4 a 6 milhões.
Os judeus também foram para o Brasil, Argentina, Austrália e outras nações. Isso explica a redução de 6 milhões de judeus na Europa.
A população judaica mundial era de 15 milhões por volta de 1929, mas chegou a um alto estimado de 18 milhões em 1989, um aumento de 16%, o que não teria sido possível se 6 milhões de judeus tivessem morrido na Segunda Guerra Mundial.

O rabino da minha sinagoga era o rabino Andrew Klein, que era um judeu húngaro. Ele foi internado em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. Sua esposa e dois filhos, Theodore e Lester, foram internados em Bergen-Belsen.
Uma das histórias que você ouve sobre os nazis é que eles matavam todos os judeus que não podiam trabalhar. Mas, Theodore e Lester eram crianças que não poderiam trabalhar quando estavam em Bergen-Belsen, mas elas não foram mortas.

Logo após o fim da guerra, havia algumas histórias diferentes de como os nazistas cometeram assassinatos em massa. Uma delas era que as vítimas foram colocadas em água e uma corrente elétrica era enviada através da água para eletrocutar as vítimas.
Outra foi a de que as vítimas eram jogadas em grandes covas flamejantes. No entanto, outra foi a de que as vítimas eram levadas em caminhões que tiveram seus gases de escape canalizados para o compartimento em que as vítimas foram colocadas, matando-as assim.

Finalmente, há a história sobre as vítimas 'irem tomar banho' em câmaras de gás, que é a única reivindicada hoje. Eu tenho problemas com essa afirmação, pelas seguintes razões.

Zyklon-B foi inventado nos Estados Unidos, não na Alemanha. Foi usado pela primeira vez no Texas para desinfetar as roupas dos mexicanos que atravessavam a fronteira.

Nos campos de trabalho alemães, Zyklon-B foi usado para desinfetar as roupas dos internos para conter a onda de tifo.
Talvez você tenha ouvido a história de que os internos foram levados para uma sala em que eles foram informados de que lhes seria dado banho e, então, eles foram gaseados até à morte.

Na realidade, as portas de uma câmara de gás real teriam de ser herméticas (algo parecido com uma porta de avião). Caso contrário, o gás iria escoar para fora e matar aqueles que operavam a câmara de gás.
Ao empregar uma câmara de gás para uma execução de uma pessoa (como já foi feito nos Estados Unidos), um método utilizado foi o de usar tabletes de potássio que caíam em ácido sulfúrico por uma alavanca. Isto resultaria na produção de cianeto de hidrogênio que mataria a pessoa que estivesse para ser executada.

Antes das portas da câmara de gás poderem ser abertas pós-execução, outro gás, amoníaco anidro, deve ser injetado na câmara para reagir com o gás venenoso para torná-lo um gás resultante menos letal.
Mesmo assim, amoníaco anidro é venenoso, ele reagiria com o gás utilizado e teria de ser limpado à distância. Tudo isso teria sido uma tarefa longa, perigosa, ineficiente e penosa para os nazistas destruírem 'milhões' usando câmaras de gás.

Se Hitler queria matar tantos judeus quanto ele pudesse, ele poderia tê-los baleado com metralhadoras e fuzis automáticos. Esta teria sido a maneira mais barata e mais rápida para cometer assassinatos em massa. E, tragicamente, houve muitos assassinatos em massa na Segunda Guerra Mundial por soldados usando metralhadoras e fuzis automáticos.
Mas, estou apenas afirmando que a alegação de que Hitler cometeu uma guerra genocida contra os judeus é falsa. Não estou a defender Hitler. Ele começou uma guerra que causou a morte de milhões de pessoas.

Li pela primeira vez "A noite", de Elie Wiesel, quando era uma primeira publicação.

Nesta primeira edição, Wiesel não menciona quaisquer câmaras de gás, mas afirma que os assassinatos em massa foram cometidos jogando os judeus de todas as idades em grandes covas flamejantes.
Quando pergunto a vários judeus por que Wiesel não menciona as câmaras de gás, se existiram e, se grandes covas flamejantes foram usadas para matar pessoas, então por que as pessoas não falam sobre as grandes covas flamejantes agora como as pessoas estão sempre falando sobre as câmaras de gás?

A resposta usual é que as vítimas foram mortas por ambos os métodos e que a falha de Wiesel em não mencionar câmaras de gás não é prova de que não existiam câmaras de gás para matar pessoas. Esta resposta não é convincente, visto que Wiesel pretende estar dando um testemunho ocular.

Weasel (erro intencional, para o homem que é um enganador e um furtivo) escreveu sobre os internos tomarem banho, sendo raspados de todos os pelos do corpo e que eram cobertos com desinfetante, que seria consistente com um programa de prevenção de tifo e outras doenças que matariam os internos e não de acordo com um programa que desejaria que os internos morressem.

Na primeira edição de "A noite", escreveu Wiesel que ele passou por uma cirurgia em um dos pés em um "hospital bem equipado" em Auschwitz antes de ser levado para outros campos. Nas edições mais recentes do livro, este foi alterado para uma "enfermaria".
No entanto, em ambas as edições, ele afirma que recebeu duas semanas de folga do trabalho após a cirurgia, o que é incompatível com a alegação de que todos os internos que não pudessem trabalhar eram mortos.

Weasel escreveu que, enquanto ele estava se recuperando, os russos estavam se aproximando de Auschwitz e os alemães sabiam que não podiam sustentar Auschwitz por mais tempo.
Assim, eles ofereceram a todos os seus internos que estavam no hospital que eles poderiam decidir se esperariam que os soldados russos chegassem ou se sairiam com os alemães. Wiesel decidiu sair com os alemães, que teriam supostamente cometido genocídio contra os judeus, em vez de ficar à espera de libertação pelos russos.

Talvez, você tenha visto fotos de pilhas de mortos e esqueletos ambulantes de um campo de concentração libertado.
Mas, até o final da guerra, todos os alemães estavam tendo dificuldade em alimentar-se.

Além disso, as forças aéreas americanas e britânicas estavam bombardeando todos os trilhos do trem, o que fazia com que fosse impossível trazer quantidades suficientes de alimentos para os campos. Assim, a América e a Grã-Bretanha compartilham a maior parte da culpa pela fome nos campos no final da guerra.

Judeus precisam manter o Holocausto para que eles possam extorquir bilhões de dólares dos Estados Unidos e seus sistemas de armas mais avançados para o seu programa sionista em Israel.
Judeus possuem e controlam a linha principal da mídia dos Estados Unidos, de modo que eles podem controlar a maioria de tudo o que os americanos ouvem e veem.

Enquanto os americanos discutem sobre o que fazer em relação a cuidados médicos e quanto ele vai custar, Israel tem um programa muito mais generoso de assistência médica para os seus cidadãos e não precisa se preocupar com os custos, porque é pago por cidadãos americanos que pagam impostos na ajuda que damos a Israel.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Lavanderia

Amigos e amigas.
Lavagem de dinheiro possivelmente existe desde que inventaram o dinheiro. A diferença hoje em dia é o aprimoramento das técnicas, sem contar a indelével cara-de-pau que faz os pegos em flagrante garantirem que não faziam ideia do que de fato acontecia.

Vejam abaixo uma antiga reportagem sobre o assunto, só para ilustrar o tamanho da sujeira e desfaçatez desses super corruptos e corruptores que cada vez mais estão ativos nos bastidores.
FAB29

Ma'ariv, 2 de Setembro de 1994
Por: Ben Kaspit, o correspondente de Nova York

O Rabino Yosef Crozer caiu por causa de sua boca grande. "Eu lavo dinheiro, um monte de dinheiro", ele disse uma vez a um conhecido. "Cada dia, eu pego US$300.000 da rua 47 em Manhattan, trago-os para a sinagoga, dou um recibo e então pego a comissão". O homem que ouviu aquela história de Crozer era, que azar, um agente secreto judeu da agência Norte-Americana para combate ao uso de drogas (DEA). Um mês mais tarde, em fevereiro de 1990, Crozer foi preso por agentes em seu caminho da rua 47 para o Brooklyn. Encontraram com ele livros de preces, cinco passaportes, e também US$280,000 dólares em dinheiro vivo dentro do porta-malas do seu carro. Ele viajava nesta rota todos os dias. Ele iria chegar ao escritório de comércio de ouro na rua 47 à tarde, e sair logo depois, carregando malas e sacolas cheias de dinheiro. De lá, ele iria dirigir até a sinagoga "Hessed Ve'Tzadaka" ["Mercê e Caridade"] no Brooklyn, que tinha se tornado um instrumento para a lavagem de milhões de dólares, renda obtida da venda de drogas na área de Nova York.
Essa era a maneira como Crozer ganhava a vida. Assumindo que a comissão para lavar dinheiro variava na área de 2 a 6%, pode-se presumir que o Rabino Crozer não tenha passado fome. Os investigadores que o questionaram enfrentaram uma tarefa simples: um judeu respeitável e religioso que nunca imaginou que seria interrogado, filho de um rabino altamente respeitado que liderou um grande yeshiva na cidade de New Square, Crozer não opôs resistência e cooperou. Mas então seu advogado, Stanley Lupkin, argumentou que seu cliente, um judeu devoto, não tinha nenhuma ideia de que estava lavando dinheiro de drogas. Crozer, de acordo com seu advogado, acreditava que ele estava lavando dinheiro para "um comerciante judeu de diamantes que negociava em dinheiro e não para traficantes de droga gentios (não-judeus)", e estava usando a situação para fazer algum dinheiro apenas para sua sinagoga. Parece que este argumento teve algum efeito porque Crozer foi sentenciado a um ano e um dia de prisão. Em troca de uma sentença mais suave, ele forneceu a seus interrogadores informações valiosas que lhes ajudaram a capturar uma pessoa que eles estavam procurando por muito tempo: Avraham Sharir, um outro judeu religioso, proprietário de um escritório de comércio de ouro na rua 47 que era realmente um dos maiores tubarões da lavagem de dinheiro de drogas em Nova YorkSharir, um judeu israelense de cerca de 45 anos de idade, confessou subsequentemente ter lavado $200 milhões de dólares para o cartel colombiano de Kali. (...)
Apesar de sua ativa imaginação, os barões da droga encontram dificuldades para manter isto funcionando. $25 bilhões de dólares é muito dinheiro e deve preencher muito espaço, visto que a maioria do dinheiro ganho em tráfico de drogas vem em notas de $10 a $20 dólares. E é aí que o encontro entre os cartéis das drogas e a rua 47 em Manhattan é feito. Esta rua é o centro mundial para o comércio de diamantes, ouro, jóias e pedras preciosas. Centenas de negócios estão aglomerados lá, entre a Quinta e a Sexta avenida: lojas, comércios, salões de exposição. Nas salas dos fundos e nos andares superiores, longe do acesso público, a ação ocorre. Aquele é o lugar onde os principais comerciantes se sentam; é o lugar onde os negócios são feitos. Os diamantes, o ouro e as jóias passam de mão em mão, com um cumprimento. A frenética atividade lá oferece um encobrimento ideal para transferências ilegais de dinheiro. "De fato, até mesmo negócios legítimos parecem, na rua 47, serem obscuros e misteriosos", disse um oficial investigador de comércio. "Mercadorias chegam constantemente, caixas, malas e pacotes são abertos constantemente, tudo chega em carros blindados, sob pesada segurança e um escudo de segredo. Agora, vá tentar achar o dinheiro sujo".
"A conexão entre os barões da droga e a rua 47 é ideal.", um investigador americano de comércio disse ao "Ma'ariv". Na indústria do ouro e dos diamantes circulam grandes quantidades de dinheiro. Os comerciantes de diamante estão acostumados a transportar grandes quantidades de dinheiro vivo, de um estado a outro, eficientemente e sem deixar um traço. Grandes quantidades de dinheiro passam de mão em mão na rua 47, sem despertar suspeita. Um comerciante de diamantes pode lavar $5 milhões de dólares por dia, sem despertar atenção especial. É difícil monitorar os negócios, localizar as fontes do dinheiro e é muito difícil de se infiltrar naquele campo fechado, que é baseado em conhecimentos pessoais e confiança. Adicionado a isso está o fato de que, no curso dos últimos cinco anos, a indústria do diamante na rua 47 tem estado em um forte declínio, que conduziu muitos comerciantes à bancarrota. "Um comerciante como este", disse um investigador, "enfrenta a escolha da bancarrota ou de fazer dinheiro fácil, rapidamente e relativamente seguro. Não todos são fortes o bastante para resistir à tentação".
Tudo aquilo não seria do nosso interesse se não fosse pela presença maciça israelense ou judaica na rua 47. "No mínimo, 50% dos comerciantes de diamante lá são israelenses", assim disse um comerciante israelense de diamantes, que deseja permanecer anônimo, ao "Ma'ariv". "Não são poucos também os israelenses que operam no campo das jóias, de pedras preciosas e de ouro. Todos vieram a Nova York para fazer dinheiro rápido, conquistar o mercado, obter sua grande fortuna. Nem todos tiveram sucesso, especialmente nos últimos tempos. Mas a presença judaica na rua 47 é muito maior do que isso. Os peritos no campo estimam que 75-80% dos comerciantes ativos na rua são judeus. Uma grande parte deles são judeus ortodoxos muito religiosos, principalmente Hassídicos. Há também uma representação respeitável de judeus do Irã e da Síria, geralmente também muito religiosos. Alguém pode passar muito bem falando hebraico na rua 47. Há muito mais restaurantes kosher na área do que em Tel-Aviv inteira. O lugar é também a maior lavanderia de dinheiro das drogas nos Estados Unidos. (...)
Em meses recentes, os agentes da Eldorado (Força Tarefa especializada no assunto) descobriram um novo centro de operações. Ele foi denominado o Triângulo da Cocaína. Seus lados são: Barões colombianos da droga, lavadores de dinheiro Judeus-Israelenses e Mafiosos Judeus-Russos. Os colombianos captam o dinheiro, os israelenses lavam-no, os mafiosos judeus-russos (que tem recentemente infestado Nova York em verdadeiros enxames), fornecem a segurança e os músculos de proteção. Um jornalista de Nova York disse recentemente ao "Ma'ariv": "Os judeus israelenses estão ganhando notoriedade no mercado de lavagem de dinheiro. Você somente precisa olhar a lista das prisões e dos indiciamentos dos últimos 3 anos, a fim de perceber a enorme extensão da participação israelense nesse campo".
Uma razão para o poder crescente dos Judeus no negócio de lavagem de dinheiro é a Lei do Retorno, com sua fácil possibilidade de fuga para Israel. Em maio de 1993, cinco membros judeus da lavagem de dinheiro internacional que tinham trabalhado com o cartel de Kali foram presos. O círculo mafioso foi exposto depois de uma operação 'de mordida' do FBI, na estrutura na qual esse círculo mafioso estabeleceu, numa empresa fictícia chamada Prisma, que serviu ao grupo para a lavagem de dinheiro. No curso de menos de um ano, 22,5 milhões de dólares foram lavados através da companhia. O chefe do grupo era um israelense chamado Zion Ya'akov Evenheim, conhecido como 'Zero' Evenheim, que tinha dupla cidadania, tanto israelense quanto colombiana, que permanecia em Kali, onde ele coordenava a atividade e supervisionava as transferências de dinheiro. A maioria dos membros do círculo foi presa em maio de 1993. Evenheim foi preso pela Interpol na Suíça e extraditado para os Estados Unidos. Ele está cooperando com o FBI. Outros Israelenses detidos; Raymond Shoshana, 38, Daniella Levi, 30, Binyamin Hazon, Meir Ochayon, 33, Alex Ajami, 34. Muitos outros suspeitos escaparam para Israel, e há dificuldades em extraditá-los para os Estados Unidos.
No curso da investigação, os agentes do FBI gravaram centenas de horas de conversações em Hebraico entre os suspeitos israelenses.Com a finalidade de traduzir o material, empregaram, entre outros, Neil Elefant, um residente Judeu de Nova Jersey, que viveu em Israel por um período e que falava Hebraico fluente. Elefant traduziu e traduziu, até que um dia em maio de 1992 ele se espantou ao descobrir entre os falantes um amigo, Jack Zbeida, um negociante Judeu de antiguidades do Brooklyn. Elefant ficou então em um difícil dilema. Ele foi se aconselhar com seu rabino, Elazar Teitz, que lhe disse que seu dever religioso deveria ser advertir Zbeida. Elefant então secretamente encontrou-se com Zbeida e lhe disse que ele estava sendo visado pelo FBI. Alex Ajami, um judeu israelense que era um dos chefes da gangue também estava presente. Zbeida e Ajami apressaram-se em oferecer cooperação ao FBI, se voltando contra Elefant, denunciando-o. Ele foi preso e acusado de interferir com os procedimentos legais. Ele argumentou que uma das razões para sua decisão em advertir Zbeida era a vigilância, quase aproximando-se de anti-semitismo, que encontrou entre os agentes do FBI, tentando envolver o estado de Israel em casos de drogas.
juiz Kevin Duffy sentenciou Elefant a 18 meses de prisão. No ínterim, o FBI foi forçado a prender apressadamente todos aqueles envolvidos no caso. Apesar da pressa, muitos judeus israelenses envolvidos fugiram para Israel. Alguns poucos das dezenas de judeus americanos e israelenses que fugiram nesta ocasião para Israel são: Raymond ShoshanaAdi TalDavid Va'anunu, seu sobrinho Yishai VanunuYa'akov Cohen. A maioria deles saíram do caso com montes de dinheiro, que levaram consigo também a Israel. Os americanos sabem que as possibilidades de que qualquer um deles seja extraditado para os Estados Unidos são perto de zero.
A história de Adi Tal é digna de descrição. É um jovem que impressiona, de boa aparência, com um bom registro no exército, um filho de uma família israelense fina, anteriormente um guarda de segurança na El-Al. Tudo isso não impediu Tal de se tornar envolvido na lavagem de dinheiro das drogas já em 1988. Em março de 1988, as autoridades americanas prenderam 11 membros do anel de lavagem de dinheiro, incluindo Tal e seu melhor amigo, também um israelense, Nir Goldstein. Os investigadores disseram, então, que Tal e seus amigos tinham operado cautelosamente, usado pseudônimos e códigos e vivido no medo constante. Eles iriam receber grandes quantidade dinheiro de entregadores colombianos, dividir o dinheiro em partes menores do que 10.000 dólares (qualquer quantidade superior à 10.000 dólares que é depositada num banco norte-americano requer um relatório), depositar as partes em bancos e convertê-las em travellers checks que eles enviariam, por meio de entregadores internacionais, para uma empresa falsa no Panamá. O código mais popular que o grupo de Tal usava foi emprestado da indústria do diamante. Quando a informação era transmitida sobre a transferência de um diamante de 30,4 quilates, isto significava a quantia de $30.400 dólares. Tal trabalhava para o lavador de dinheiro do cartel de Kali, Jose Satro. Os Colombianos constantemente exerciam pressão sobre ele para aumentar a amplitude da lavagem de dinheiro. Tal estava temeroso. "Ele vivia no medo constante, suas malas estavam sempre prontas e ele estava preparado para fugir a qualquer minuto para Israel", um investigador disse.

Um membro importante do anel de lavagem de dinheiro de Tal era o Rabino Shalom Leviatan, um Hassídico Lubavitch, o cabeça da filial em Seattle. Supõe-se que todo o considerável poder político destes Hassídicos e de seu rabino (então vivo), era aplicado em favor desse anel de lavagem de dinheiro. "Minhas intenções eram boas", Leviatan disse depois que foi capturado. "Uma pessoa aprende da experiência", ele completou. De acordo com ele, ele não sabia que lavava dinheiro das drogas, e tinha certeza de que estava ajudando aos judeus iranianos a tentar contrabandear seu dinheiro para fora do Irã. Leviatan saiu facilmente dessa encrenca e foi sentenciado com serviço para a comunidade por 30 dias. Tal, que confessou lavar 10 milhões de dólares, foi sentenciado a 52 meses de prisão. Ele cumpriu a sua sentença na cadeia de Danbury em Connecticut, mas não aprendeu sua lição. Quando foi liberado, ele se juntou a uma gangue que foi capturada na operação 'sting' do FBI. E desta vez, ele conseguiu fugir para Israel, onde aparentemente ele permanece até hoje. (...)
Indubitavelmente, uma das maneiras mais populares e mais bem sucedidas de lavar o dinheiro é através das instituições religiosas judaicas, tais como yeshivas e sinagogas. Uma vez que a maioria comerciantes de ouro e de diamantes da rua 47 são judeus religiosos, o processo é feito mais facilmente. As instituições religiosas judaicas necessitam profundamente de fundos. Os traficantes de drogas colombianos podem ser generosos. Eles transferem seu dinheiro das drogas como doações, que vão para instituições religiosas judaicas por uma porta e saem pela outra porta de volta aos doadores. Nesse processo, a sinagoga ou o yeshiva obtêm uma porcentagem respeitável para seus usos religiosos. Todos ficam felizes: os barões das drogas, que lavam seu dinheiro rapidamente e eficientemente e as sinagogas ou os yeshivas, que fazem dinheiro fácil.

A primeira operação de lavagem de dinheiro na qual um instituto judaico em New York estava envolvido já tinha sido exposta já em 1984. Um anel que lavava aproximadamente $23 milhões de dólares quando faziam um lucro de $2 milhões operava no yeshiva mais velho da cidade, "Tifereth Yerushalayim", situado em Manhattan. A lavagem era executada para o cartel de Kali. O homem de contato era David Va'anunu, mencionado no contexto do caso da Prisma, que trabalhou com o lavador principal do cartel, Jose Sairo. O representante do yeshiva era um Hassídico muito religioso, Mendel Goldenberger, que diariamente recebia o dinheiro de Va'anunu e depositava o dinheiro nas contas do yeshiva. Goldenberger, que reivindicou não conhecer a fonte do dinheiro, foi condenado por forjar documentos bancários e lhe foi dada uma sentença de cinco anos. Vanunu foi condenado, sentenciado a oito anos de prisão, mas liberado antes, depois que ele se tornou um informante para a DEA. Mais tarde, como foi dito, ele se envolveu em encrencas novamente e fugiu dos Estados Unidos. Nove pessoas foram condenadas neste caso, incluindo o Rabino Israel Eidelman, vice-presidente do yeshiva, e alguns de seus dignitários. A Tiferet Yerushalayim enfrentava dificuldades financeiras nesse período. Seus líderes tentaram manter o número dos estudantes pagando com os lucros da lavagem do dinheiro das drogas.
Esse fenômeno é muito comum entre os judeus de Nova York. Muitas congregações judaicas estão acabando porque seus membros estão saindo da cidade ou de suas vizinhanças anteriores. Assim, estão perdendo suas fontes de renda e estão enfrentando dívidas enormes. Nesta situação, o caminho é curto para que a sinagoga ou o yeshiva lave o dinheiro das drogas como um dever religioso, desde que isso signifique dinheiro fácil; montes dele. "A lavagem de dinheiro é extremamente benéfica aos yeshivas e outras instituições religiosas judaicas", disse uma fonte próxima da investigação. "Eles estão em uma situação difícil e conseqüentemente fazem vista grossa para o problema das drogas. Não perguntam qual é a fonte do dinheiro desde que ele continue vindo". A atitude da comunidade judaica religiosa, de acordo com a mesma fonte, é a de que "drogas são vendidas de qualquer forma. Enquanto ela não prejudicar nossa própria comunidade e somente fizer bem para ela, não importa se nós nos beneficiamos do comércio de drogas". O papel de Israel é, em muitos casos, fazer a conexão entre as comunidades judaicas religiosas de Nova York e os Colombianos.
Os Colombianos estão mais satisfeitos com este método de lavagem do que qualquer outro porque, por razões políticas, ele é uma maneira relativamente segura que possivelmente poderia-se assumir que não fosse investigada com rigor pelas autoridades Norte-Americanas. Somente em julho de 1990 a situação começou a mudar. As autoridades federais reiniciaram uma investigação sobre alguns judeus hassídicos de Williamsburg, proprietários de joalherias na rua 47 que se tornaram suspeitas de lavagem de dinheiro das drogas. A investigação focalizou-se nos irmãos NaftaliMiklosh e Yitzhak Shlesinger, e em Ya'akov Shlesinger (filho de Naftali) e em Milon Jakoby seu sobrinho. Os investigadores encontraram evidências de conexões próximas entre os Shlesingers e os irmãos Andonian, membros de uma família colombiana acusada de lavar quase um bilhão de dólares. Os Shlesingers foram suspeitos da lavagem de dinheiro por meio de uma subsidiária chamada Bali, através de cheques assinados da conta do "Acampamento Yereim" ["Acampamento dos religiosos"] - um acampamento de verão de judeus Hassídicos em Catskills. O Acampamento Yereim nega qualquer ligação com aqueles cheques. Em 7 de Abril deste ano, o Rabino Abraham Lau, um Hassídico  proeminente da sinagoga "Magen Abraham", em Los Angeles, foi condenado de conspiração para lavar dinheiro das drogas. Lau é casado com a sobrinha do Satmar Rebbe,  Moshe Teitlebaum, que detêm uma influência política enorme no estado de Nova York. Infelizmente, Lau disse a um agente disfarçado do FBI sobre "uma rede sagrada" de Satmar Hassídicos, em que outros judeus ortodoxos participavam também. A "rede sagrada", cuja sociedade era limitada estritamente a judeus religiosos, operava na área da rua 47 em New York e era capaz de lavar até $5 milhões por semana, graças a seus amplos contatos com instituições de caridade judaicas.
Completo aqui: http://www.radioislam.org/shahak/portug/laund.htm

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Aquelas dúvidas pertinentes

Amigos e amigas.
Todos nós que desejamos conhecer a verdade dos fatos não nos cansamos de insistir em questionar, expor, escutar, debater, etc, principalmente se o assunto é insistentemente repetido e propalado por todas as mídias.

Segue abaixo uma lista de dúvidas expostas e enumeradas por Michael Santomauro a respeito da historiografia do holocausto na 2ª guerra e que ainda não foram dirimidas. Resumidamente, é por estas e muitas outras que eu e tantos outros insistimos em questionar, em contrapartida aos "afirmacionistas", que insistem em relevá-las e defendem fanaticamente tal fato notório.

Eventuais colchetes são meus.
FAB29

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1. Por que é que Elie Wiesel e inúmeros outros judeus sobreviveram ao Holocausto se era intenção do Terceiro Reich eliminar cada um dos judeus que eles receberam nas suas mãos? Elie foi prisioneiro durante vários meses; outros judeus sobreviveram ainda mais tempo. A maioria destes “sobreviventes” eram pessoas normais que não tinham qualquer perícia rara que os Alemães pudessem ter explorado para o seu esforço de guerra. Não havia nenhuma razão lógica para eles ser mantidos vivos. A existência de mais de um milhão de sobreviventes [além de não existir estatística que mostre que havia sequer 6 milhões de judeus na Europa do pré-guerra] nos dias de hoje, aproximadamente sessenta anos depois, contradiz um dos componentes básicos do holocausto, isto é, que os Alemães tiveram uma política de eliminar cada judeu que eles recebiam nas suas mãos.
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2. Por que não há nenhuma menção ao Holocausto nos seis volumes de História escritos por Churchill sobre a Segunda Guerra Mundial, nem nas memórias de guerra de De Gaulle, ou de Eisenhower, nem em qualquer dos outros intervenientes menores que escreveram sobre aquele conflito [São mais de 7 mil páginas de biografias!]? Lembrem-se que todos eles foram escritos anos depois da guerra ter acabado e também depois do Holocausto ter sido supostamente provado nos Julgamentos de Nuremberga. No que diz respeito ao Holocausto, o silêncio quanto a esta questão é ensurdecedora!
3. O que é que uma enfermaria para os prisioneiros (e um bordel) estavam a fazer em Auschwitz se aquilo era, realmente, um campo da morte? [Havia bem mais coisas. Ver aqui: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/09/parem-com-as-mentiras-de-auschwitz.html]
4. Por que iriam os Alemães reunir judeus dos confins do seu império, envolvendo uma tão grande quantidade de pessoal e material, lutando uma guerra mundial em duas frentes, e entregar essas pessoas em “campos da morte”, a centenas de milhas de distância e que, supostamente, algumas eram executadas logo à chegada? Uma bala logo no início não teria apelado ao lendário sentido alemão de eficiência?
5. Por que é que, após sessenta anos, os historiadores ainda não conseguiram encontrar um único documento alemão que aponte para o Holocausto? Devemos acreditar em pessoas como Raul Hilberg que defendem que, em vez de ordens escritas, havia um “incrível encontro de mentes” que levou a que, literalmente, dezenas de milhares de pessoas coordenassem as suas ações para desenvolver um empreendimento desta magnitude? [mais detalhes: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/04/palavras-de-raul-hilberg.html]
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6. Como é possível que se insista no número de seis milhões de judeus mortos quando o número oficial de judeus mortos em Auschwitz, o principal gulag do Holocausto, foi reduzido do número imediato após o fim da guerra – 3 milhões – para um número que se situa abaixo de um milhão? Por que é que muitas pessoas respondem a esta observação dizendo: “Qual é a diferença se são seis milhões ou se é um milhão”. A resposta é que a diferença são cinco milhões. Outra diferença é que dizendo isso, podemos apanhar três anos numa cadeia Austríaca. Basta perguntar a David Irving!
7. Todos os códigos de guerra da Alemanha foram identificados, inclusivamente aqueles usados para enviar os relatórios diários de Auschwitz para Berlim. As cópias destas mensagens não fazem qualquer menção a execuções em massa, nem mesmo remotamente sugerem qualquer programa de genocídio em progresso. Além do mais, insiste-se que os alemães usaram um tipo de código eufemista para discutir o seu programa de extermínio dos judeus, como por exemplo solução final, tratamento especial, restabelecimento, etc. Por que é que seria necessário eles usarem um tal eufemismo codificado para conversarem entre si, a menos que eles pensassem que os seus códigos tinham sido descobertos pelos Aliados?
8. O nível hidrostático em Auschwitz está a umas meras 18 polegadas abaixo da superfície, o que faz insustentáveis as afirmações de enormes fossas a arder para a eliminação de dezenas de milhares de vítimas [Principalmente as de Elie Wiesel: http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2012/08/wiesel-e-noite.html].
9. Inicialmente, foram feitas afirmações de que tinham acontecido execuções em massa em câmaras de gás homicidas em campos localizados dentro do Antigo Reich, como por exemplo, em Dachau e em Bergen-Belsen. As “provas” para esse efeito eram semelhantes às que nos tinham oferecido para os outros campos, localizados na Polônia ocupada. Porém, sem qualquer explicação, no início dos anos sessenta, passou a ser dito que afinal não era o caso e que todos os “campos da morte” estavam localizados a Leste, ou seja, na Polônia, fora (alguns diriam de forma conveniente) dos olhos dos investigadores ocidentais.
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Planta de Auschwitz

10. Ainda ninguém foi capaz de conciliar as afirmações das testemunhas oculares que entraram nas câmaras de gás e lá estiveram por vinte minutos sem qualquer aparelho protetor com o fato do Zyklon B ser um fumegante “temporal” que teria tido uma capacidade letal pelo menos para mais de vinte e quatro horas. E mesmo depois das vinte e quatro horas, os cadáveres teriam permanecido suficientemente contaminados pelo gás de cianeto de hidrogênio que teriam tido a capacidade de matar qualquer um que os tocasse e que não usasse qualquer proteção.
11. Por que é que deixamos de ouvir as afirmações de que os alemães manufaturaram sabão e candeeiros dos corpos de judeus mortos – poderá ser porque, à luz dos modernos testes forenses e ADN, estas afirmações são totalmente insustentáveis?
12. Por que é que já não ouvimos as afirmações de que um elevado número de judeus foram exterminados em câmaras de vapor ou electrocutado em grades especiais – foram apresentadas “provas” disto em Nuremberga – evidências que chegaram a enviar homens para a forca.
13. Quantas pessoas saberão que os alemães foram acusados em Nuremberga, juntamente com a morte de cerca de seis milhões de judeus, de terem:
- vaporizado 20.000 judeus perto de Auschwitz com energia atômica;
- assassinado 840.000 prisioneiros de guerra russos num campo de concentração de Sachsenhausen, colocando-os depois em crematórios celulares;
- torturado e morto prisioneiros judeus ao ritmo do “Tango da Morte” em Lvov;
- cozinhado em vapor judeus como se fossem lagostas em Treblinka;
- eletrocutado-os em massa em Belzec;
- feito não apenas candeeiros e sabão, mas também bolsas, luvas, encadernações, selas, calções de montar, chinelos, etc, dos restos das suas vítimas;
- morto prisioneiros nos campos de concentração pelos motivos mais fúteis?
[Exemplo: Além de matar os judeus pelo método sistemático, os SS também inventaram novas formas de assassinato: eles empurravam os judeus dos telhados com guarda-chuvas para armar pára-quedas; alguns trabalhadores foram esfaqueados nas costas com uma faca pequena, quando se abaixaram para pegar ramos; outros costuraram calças dos presos depois de jogarem ratos dentro; os bebês foram jogados diretamente em covas de lixo ou foram dilacerados pelo meio de suas pernas.] http://auschwitz.dk/sorbibor.htm
14. Elie Wiesel tem sido descrito como o “Apóstolo da Recordação”. No entanto, na sua autobiografia, “A Noite”, que retrata a sua estada em Auschwitz, ele não faz nenhuma referência às infames câmaras de gás homicidas [reforçando: http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2012/08/wiesel-e-noite.html]. Isto não é um pouco como um dos Evangelhos não fazerem qualquer menção da Cruz?

15. Praticamente cada sobrevivente (ele ou ela) que foi examinado em Auschwitz diz que foi examinado pelo infame Dr. Mengele.
16. De acordo com o testemunho de sobreviventes, centenas de milhares de judeus foram executados em Treblinka e enterrados em sepulturas em massa nas áreas adjacentes. Por que é que extensas investigações a esses cemitérios com sonares revelaram que este legado descanso final para as vítimas do Holocausto permanece intocável desde, pelo menos, a última era glacial?
17. As “provas” do Holocausto assentam principalmente em testemunhos de sobreviventes; existem poucas, se é que existem, provas fortes. As melhores foram descritas por Jean-Claude Pressac como meros “vestígios criminosos”. Até mesmo o Juiz Grey que presidiu ao Julgamento de Irving-Lipstadt comentou que ele tinha ficado surpreendido com as provas que apontavam para o Holocausto serem “extremamente poucas”. Parafraseando Arthur Butz: “Um crime desta magnitude teria deixado uma montanha de provas.” Onde é que elas estão? Existiam muito mais provas contra OJ Simpson no seu julgamento, e ele FOI CONSIDERADO INOCENTE!
18. Por que é que o Revisionismo do Holocausto foi criminalizado pelo menos em onze países? Que outra verdade histórica necessita que a ameaça de prisão ou a destruição de uma carreira se mantenha? Deverá alguém ser enviado para a prisão pelo cepticismo expresso sobre a afirmação oficial chinesa de que eles sofreram trinta e cinco milhões de mortos na Segunda Guerra Mundial?
19. Por que é que os historiadores insistem que “negar o Holocausto” é como negar a escravidão ou dizer que a Terra é plana, quando não se trata de nada disso? Os principais revisionistas são acadêmicos de primeira que possuem graus avançados das principais universidades do mundo. Há algum entre eles que algum que defenda que o mundo é plano ou que escravidão nunca existiu?
20. Os sobreviventes do Holocausto testemunharam que saía fumaça dos crematórios enquanto eles consumiam os corpos das vítimas assassinadas – algumas testemunhas oculares alegaram mesmo elas podiam detectar as suas origens pela cor da fumaça. Como é que isto pode ter credibilidade se é um fato que os crematórios em funcionamento não produzem fumaça de nenhuma cor?
21. De acordo com a versão oficial do Holocausto, centenas de milhares de Judeus Húngaros foram concentrados em meados de 1944 e enviados para Auschwitz onde a maioria foi gaseada logo à chegada e os seus corpos colocados em enormes fossas a arder a céu aberto usando dormentes da via férrea e gasolina. Por que é que não há nenhuma evidência dessas enormes piras funerárias nas fotografias de vigilância e de alta resolução tiradas pelos aviões Aliados que sobrevoavam os campos quase diariamente durante este período de tempo? Além do mais, por que é que não foram encontrados quaisquer corpos, uma vez que as fossas a céu aberto, mesmo quando é usado gasolina, não geram calor suficiente para consumir totalmente um corpo?
22. Todos os campos libertados estavam cobertos de cadáveres; porque é que não existe um único relatório de autópsia ou qualquer outra evidência forense que prove que uma única destas mortes foi em consequência de gás tóxico [As milhares de necropsias feitas por patologistas aliados, como o Dr. Charles Larson, atestam que as vítimas morreram de inanição ou doenças]?
23. O número de mortos no Holocausto conta exclusivamente com estatísticas de população fornecidas por fontes Judias; existe algum estudo demográfico independente que mostre que, aproximadamente, seis milhões de judeus “desapareceram” no fim da guerra?
24. Por que é que os relatórios de inspeção durante a guerra em campos de concentração feitos pela Cruz Vermelha Internacional não contêm nenhuma referência a execuções em massa? Esforça-se por dar credibilidade a que tais crimes monumentais pudessem ser ocultados. As únicas explicações para isso são que, ou estes crimes não ocorreram ou a Cruz Vermelha foi cúmplice no seu encobrimento [Há alguns anos, a Cruz Vermelha soltou um comunicado se desculpando por terem se deixado enganar pelos nazistas, dizendo que "Auschwitz foi o maior erro que cometemos"].
25. Por que é que não houve qualquer esforço para responder ao “Relatório Leuchter”?
26. “O Holocausto foi tecnologicamente possível porque aconteceu”. Por que é que este argumento intelectualmente falido, que é uma autêntica ofensa à nossa inteligência e que é considerado pelos promotores do Holocausto como verdade histórica, é considerado uma resposta suficiente às provas apresentadas pelos Revisionistas?
27. Que outras verdades históricas, além do Holocausto, se assentam apenas nos depoimentos das denominadas “testemunhas oculares” e por que é que nenhum desses testemunhos já algum vez foi examinado?
28. De acordo com a versão oficial do Holocausto, os judeus ignoravam o seu destino mesmo até o fim, tão hábil eram os seus assassinos nazis em enganar as suas vítimas. Como é que podemos aceitar esta ignorância se os judeus, historicamente, foram sempre o grupo das pessoas mais alfabetizadas e altamente informadas do planeta, com acesso lendário aos escalões mais altos do governo [Sem contar que não viam as pilhas de "cadáveres gaseados" que saíam diariamente das "câmaras de gás"?]?

Revisionismo em Linha, 23/01/2012.