Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Fotos nefastas!

Amigos e amigas.
As fotos abaixo mostram o nível moral do exército israelense contra "terroristas".
Depois aparece um vídeo (http://item.liveleak.com/2/view?i=c06_1353860831) com soldados israelenses "chorando copiosamente" pela morte de colegas. Muito convincente...!
FAB29







E aqui, a famosa propaganda sionista com "leve" dose de hipocrisia:

"IsraHell" "provando" que os palestinos são maus
Vemos nas duas imagens acima como israel só consegue defender suas acusações de uso de escudos humanos pelos palestinos através de desenhos. Por que só desenhos?? Porque se usassem fotografias, elas mostrariam exatamente o contrário... Mostrariam os soldados judeus fazendo aquilo que acusam os outros de fazer. Isso fica evidente nas FOTOS a seguir.
Com os olhos vendados e mãos amarradas, crianças e adolescentes palestinos são forçados a andar na frente de soldados de Israel, para protegê-los de ( Adivinhem! ) pedradas, enquanto o seguram, disparam sobre os seus ombros com modernos fuzis letais. Como no caso deste garoto de 16 anos da aldeia de Dura, que foi usado como escudo humano por uma patrulha israelense e por cima de seus membros dispararam contra jovens em Hebron em 17 de maio de 2005 que jogavam pedras. (Carlos Cobalto - desatracado.com)






E qual o resultado desses malditos atos?



Três de milhares de sórdidos exemplos...

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Deixando bem claro

Amigos e amigas.
Uma das maiores discussões acerca do holocausto (um ponto nevrálgico delas) é a afirmação de que quem o nega está cometendo um crime moral de felonia, mostrando desprezo e insensibilidade pelos sofrimentos brutais que os 'sobreviventes' alegam terem sido impingidos ao povo judeu pelos alemães. Nada mais falso, imbecil e tergiversador!

Por este "crime moral", a Europa vive uma grotesca lei da mordaça, sendo punido exemplarmente qualquer um que o cometa. O que mais irrita (pra dizer o mínimo) é que não existe nenhuma relação aos sentimentos quando pesquisadores, historiadores e outros profissionais escrevem sobre o tema. Todos se utilizam apenas de análises frias, números e confrontações científicas do que os 'sobreviventes do holocausto' afirmam, à luz da ciência forense. Fiz uma rápida lista e afirmo sem medo de errar que ninguém contesta os sete primeiros pontos, comuns em maior ou menor grau a todas as pessoas em todos os conflitos, principalmente numa guerra tão grande e devastadora:
  1. - Sofrimentos;
  2. - Perdas;
  3. - Espoliações;
  4. - Covardias;
  5. - Assassinatos;
  6. - Degredos;
  7. - Humilhações;
  8. - Gaseamentos;
  9. - Enterros e exumações;
  10. - Cremações;
O grande problema reside nos três últimos, que dizem formar o modus operandi das ditas execuções em massa que se afirma terem ocorrido em escala industrial em sete "campos de extermínio". Os sete primeiros podem ser contados livremente, acrescentando-se mil e uma pitadas de requintes de crueldades e muito dificilmente alguém pode alegar serem mentiras ou mesmo exageros. Mas os gaseamentos, enterros, exumações e cremações são bases científicas para os peritos forenses examinarem e concluírem muitas coisas.

É bem sabido que foram feitas milhares de necropsias naqueles corpos esqueléticos e retorcidos que são constantemente mostrados sendo enterrados com auxilio de um trator em documentários sobre o holocausto. É fato (não propalado, lógico) que ficou provado que todos aqueles corpos, sem exceção, morreram de doenças (tifo, tuberculose, etc), inanição ou falta de cuidados médicos. Não foi encontrado sequer um corpo que tenha sido gaseado.

Daí, vêm aqueles "ixpertos", tipo o inoxidável "sobrevivente profissional" Ben Abraham, explicando o motivo: os alemães cremavam os corpos e trituravam os ossos para transformá-los em fertilizante. Só que, antes dessas "cremações", houve os enterros e as exumações que somam milhões de judeus. Só em Treblinka, bem sabemos, afirma-se terem sido gaseados, enterrados, exumados e cremados mais de 800 mil judeus. Considerando que este campo funcionou por cerca de apenas 300 dias, acredite quem quiser nas probabilidades logístico-físico-químicas disso tudo ter ocorrido sem deixar vestígios.

Detalhe: uma execução com a terrível injeção letal leva pelo menos dez minutos para se consumar (Mas vejam isto: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/condenado-morte-agoniza-por-quase-2-horas-em-execucao-nos-eua.html). Mas os 'sobreviventes' afirmam que os alemães matavam centenas de cada vez, intoxicando-os com monóxido de carbono de motor diesel, em 15 minutos.

Concluindo: o que mais me causa espécie na historiografia do holocausto é aquele esquema do "Se não der pela razão, vai pela emoção ou pela coação". Basta alguém enveredar pelo caminho dos questionamentos lógicos para uma saraivada de impropérios, acusações, ameaças, achincalhes, etc, brotarem de todos os lados, fazendo tudo para desacreditar, intimidar, calar o recalcitrante. De minha parte, tudo esforço baldado! Questionar não é crime (só na Europa). Continuarei neste trabalho de formiguinha, sendo uma mosca zunindo, importunando o status quo. E evitando os pesticidas.
FAB29

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Como assim?!

Amigos e amigas.
Um monte se diz sobre as afamadas "execuções por gaseamento" nos campos de concentração da 2ª Guerra, principalmente da quantidade delas aliadas a uma incrível eficiência em se executar entre 2500 e 3000 judeus diariamente. A maioria desses gaseamentos teria ocorrido com o uso de monóxido de carbono, cuja letalidade é reconhecidamente baixa, principalmente de motor diesel. Um tenente-coronel do corpo de bombeiros, Joilson Santos de Paula, afirma que a vítima não costuma apresentar sintomas físicos por conta da inalação e a morte, geralmente, é lenta. Veja a notícia abaixo:

Um homem de 61 anos morreu na noite desta quinta-feira (10/07/2014), após passar aproximadamente seis horas em um quarto de motel em Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina. De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade, o casal foi encontrado na cama e o homem estava desacordado deitado ao lado da mulher.

O casal teria entrado no motel por volta das 13h e foi encontrado no local perto das 19h, no bairro São Romero. Ainda segundo os bombeiros, um funcionário achou estranho o tempo que o casal estava no quarto e o fato do carro continuar ligado. Quando foi verificar, ele encontrou o homem desacordado e acionou o Corpo de Bombeiros.

O casal foi encaminhado ao Hospital Regional São Paulo (HRSP). O homem morreu por volta das 22h, com suspeita de intoxicação por monóxido de carbono. A mulher, de 46 anos, foi atendida na emergência da instituição.

O corpo do homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Xanxerê. De acordo com informações do HRSP, a mulher continua em observação na emergência da unidade, sem previsão de alta.

Podemos constatar que o homem demorou a morrer pela intoxicação e a mulher sobreviveu. Nada demais, visto o que se sabe do monóxido de carbono e da resistência de cada um. Vejamos estes exemplos sobre os campos alemães da 2ª Guerra:

"O campo de extermínio de Treblinka foi o maior campo de concentração nazi. (...) O processo de gaseificação (sic) nas câmaras durava aproximadamente 15 minutos.(...) Inicialmente, os cadáveres eram empilhados num fosso, sendo mais tarde queimados. (...)  Franz Stangl, comandante do campo de Treblinka, respondeu: "A respeito da pergunta do número exato de pessoas gaseificadas (sic) num dia, eu posso indicar que, de acordo com a minha estimativa, o conjunto de 3.000 pessoas transportadas em cerca de trinta vagões era liquidado em três horas. Quando o trabalho durava catorze horas, 12.000 a 15.000 prisioneiros eram aniquilados. Havia muitos dias em que o trabalho durava de manhã à noite."(...) Cerca de 850.000 pessoas foram brutalmente assassinadas no campo de Treblinka." (http://holocausto12a-2.webs.com/treblinka.htm

"O gaseamento nem sempre acontecia rapidamente. Porque as vítimas eram empurradas para o quarto com força, não havendo espaço para se mover. Consequentemente, as vítimas podiam ficar por trinta a quarenta minutos antes de realmente morreram. (...) Judeus dos distritos polacos de Varsóvia, Radom, Bialystok e Lublin, bem como de outros campos de concentração de Theresienstadt, Macedônia e do Reich compreenderam quase 750.000 pessoas que morreram nas câmaras de gás de Treblinka, entre julho de 1942 e abril de 1943."
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/11/agora-de-novo-treblinka.html

Nos links acima, constatamos brutais discrepâncias sobre os ditos gaseamentos naqueles campos. E em nenhum das centenas de casos de intoxicação por monóxido de carbono pelo mundo, como o visto na reportagem do início, foi relatado que as mortes tenham ocorrido com a rapidez alegada aos campos alemães (Nem injeção letal é tão rápida quanto às mortes dos campos alemães. Veja aqui:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1490469-condenado-a-morte-agoniza-por-duas-horas-nos-eua.shtml).

Dizem os "afirmacionistas" que tudo depende da concentração do monóxido. O problema é que os relatos dos 'sobreviventes' afirmam que era um simples motor que não tinha condições de gerar fumaça suficiente para matar dezenas ou até centenas de uma vez em poucos minutos. Além do quê, algumas vezes, ele engripava e atrasava as famigeradas 'execuções'.

Por tudo isso é que perguntei: Como assim?! Como é que só os alemães conseguiram extrair absoluta eficiência no gaseamento por monóxido de carbono, ainda por cima utilizando meros galpões de madeira ou alvenaria como câmaras e tendo tantos atravancos logísticos? Por mistérios como este e vários outros detalhes é que eu apoio a revisão da História, sendo que a do holocausto se mostra uma prioridade.

FAB29

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Crateras

Amigos e amigas.
Um amigo me atentou para um fato. É dito que as crateras na Terra e na Lua são obras de meteoros que caíram por aqui e por lá. Uma simples pergunta: Como é possível que essas crateras sejam circulares? Vejam:

Cratera terrestre

Crateras lunares

Afinal de contas, é notório que a Terra e a Lua não estão estáticas no espaço. Estando em movimentos rotatórios e/ou orbitais, as crateras deveriam ser obrigatoriamente ALONGADAS porque esses meteoros só atingiriam o solo INCLINADAMENTE.

É a mesma coisa se você atirar uma pedra num banco de areia fina alisada estando em movimento numa bicicleta ou dentro de um carro. A marca deixada pela pedra NUNCA será circular. Isto só ocorrerá se você soltar a pedra VERTICALMENTE e estando parado. A UNICAMP propôs esta experiência a alunos de 12 a 16 anos, mas não esclareceu esta minha questão do impacto inclinado dos meteoros. Só colocou um pouco mais de dúvidas:

• A Lua (e alguns outros planetas e suas luas) mostra muito claramente crateras de impacto. Elas não foram destruídas por processos tectônicos ou por intemperismo, porque tais processos, se alguma vez estiveram presentes lá, cessaram há milhões de anos atrás. Por outro lado, a atividade na superfície terrestre (nela própria ou abaixo dela) removeu a evidência da maioria das crateras de impacto produzidas por meteoritos extraterrestes.

Percebam que eles afirmam que as crateras da Lua não foram modificadas por condições meteorológicas, mantendo-se da mesma forma desde seu surgimento. Assim sendo, por qual motivo as milhares de crateras na Lua não são alongadas? Sequer uma? Há quem tente dar explicações técnicas aparentemente terminantes como ESTA, mas não explicam o formato delas. Já AQUI, tentam um pouco mais, porém, só convencem os de pensamento estreito.

Creio ser mais um daqueles mistérios que arrepiam a Astronomia.
FAB29

sábado, 19 de julho de 2014

...e assim sempre será!

Amigos e amigas.
A Alemanha do pós-guerra é "reconhecidíssima" por ser uma senhora potência econômica e social, com mil atributos e ótimas qualidades e referências. E está na "crista da onda" com a conquista da Copa do Mundo de futebol. Tudo muito bom, muito lindo, etc.

Só que tudo, tudo e tudo dentro de um severo e super rígido controle e vigilância, não permitindo em momento algum que ela possa "gostar da coisa" e "criar asas", se achar livre e independente, que pode isso, aquilo e mais um pouquinho. Não, não e não!! Se tentar essas coisas absurdas, logo vem a maldição do "Porrete de Auschwitz", uma covarde, hipócrita e funesta retórica inventada e imputada pelos vencedores da 2ª Guerra para acachapar toda e qualquer ideia ou mínimo de esperança de se afrouxarem essas poderosas amarras, esses pesadíssimos grilhões. À Alemanha, não é permitido sequer um tratado de paz (que a todos os países já foi permitido) e o que rege o país é uma Lei Fundamental, cujo artigo final diz:

Art. 146[Período de validade da Lei Fundamental] Esta Lei Fundamental, que vale para todo o povo alemão após a completa união e liberdade da Alemanha, perde sua validade no dia em que uma Constituição entrar em vigor, a qual seja determinada soberanamente pelo povo alemão. (Art. 146 nova redação devido EVertr. de 31.8.1990 (BGBl. II Pág. 889,890).

Podemos constatar que a Alemanha não tem uma constituição. Para piorar, as brutais injustiças e covardias que ela sofreu durante e pós-2ª Guerra são olimpicamente desprezadas pelo mundo. Ver mais aqui: http://inacreditavel.com.br/wp/tratado-de-paz-com-a-alemanha/

E abaixo, outro exemplo de servilismo atroz dos mandatários fantoches alemães (da podre grande mídia, é melhor nem falar):

O chanceler federal Gerhard Schröder assumiu sem reservas a culpa da Alemanha e rechaçou reivindicações de reparação feitas por alemães que viviam em territórios hoje poloneses. Grande parte da imprensa elogia seu discurso em Varsóvia.

"Nós, alemães, sabemos muito bem quem começou a guerra e quais foram suas primeiras vítimas. Por isso, hoje não pode haver mais nenhum espaço para reivindicações de reparação por parte da Alemanha, que viram a história de cabeça para baixo", declarou o chanceler federal Gerhard Schröder na capital da Polônia, onde participou da cerimônia em memória dos 60 anos do Levante de Varsóvia. "Hoje, nós nos curvamos de vergonha pelos crimes cometidos pelas tropas nazistas."
Para boa parte da imprensa, Schröder encontrou "as palavras adequadas de vergonha e culpa" (Die Welt, Berlim) no discurso que pronunciou na qualidade de primeiro chefe de governo alemão convidado a participar da rememoração em Varsóvia. Foram "palavras dignas, pensativas, mas que ao mesmo tempo apontam para o futuro", opina o Neue Osnabrücker Zeitung, para o qual os políticos de Varsóvia também mostraram, com o convite a Schröder, "que estão dirigindo o olhar para a frente".
"A história funesta continua pesando nos ombros dos dois povos", lembra o Mannheimer Morgen. "Por debaixo da superfície, dominam de ambos os lados preconceitos e desconfiança, medo e rejeição. Mas a Alemanha e a Polônia estão a caminho de deixar as sombras do passado." O fato de Gerhard Schröder ter sido convidado a fazer um discurso num dia tão significativo para os poloneses "é um sinal de que ambas as partes levam a sério sua reconciliação, apesar de todos as perturbações. A cooperação teuto-polonesa está apenas começando."

Penso não ser necessário exemplificar o servilismo à décima potência perpetrado pela judia Rebbekah Kasner Jentsch (vulgo "Angela Merkel"). Neste ritmo, poucas décadas serão necessárias para a derrocada irreparável desse povo ancestral, exemplo de força de trabalho, capacidade inventiva e criativa e poder de superação.
E toda a humanidade está indo na mesma toada cega e passiva à sua escravidão total.
FAB29

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Inúteis?!

Amigos e amigas.
Segue abaixo uma pequena lista de "inúteis" que foram prisioneiros dos campos de concentração alemães durante a 2ª Guerra, ajudando a contrariar levemente aquela notória afirmação de que crianças e idosos eram imediata e sumariamente gaseados logo à chegada aos campos:
Crianças registradas para quê?
Idosos judeus tranquilos e agasalhados
11/08/1941 – Josek N. – Operário (71 anos)
01/03/1942 – Chaim R. – Vendedor (81 anos)
04/06/1942 – Ernestine H. – (70 anos)
22/06/1942 – Josef H. – Açougueiro (89 anos)
02/07/1942 – Abraham S. – Vendedor (79 anos)
22/07/1942 – David R. – Camponês (70 anos)
19/08/1942 – Armin H. – Vendedor (70 anos)
15/02/1943 – Emil K. – Advogado (78 anos)
01/04/1943 – Irmgard L. (4 anos)
07/05/1943 – Ingrid M. (2 anos)
12/05/1943 – Agathe B. (2 anos)
25/05/1943 – Jan B. (2 anos)
09/08/1943 – Paul Rudolf B. (8 anos)
31/10/1943 –Frieda B. (4 anos)
28/11/1943 – Grete O. (4 anos)

Para quê registrar aqueles que iriam morrer em seguida? Há também uma organização judaica chamada C.A.N.D.L.E.S., que compreende quase 400 gêmeos, além de outros 320 nomes. Segundo a pesquisadora de Auschwitz, Helena Kubica:
Componentes da C.A.N.D.L.E.S.
“No ano de 1984, as vítimas das experiências do Dr. Mengele, que viviam nos campos como crianças, criaram a organização Children of Auschwitz Nazi Deadly Lab Experiment Survivors (CANDLES), que tinha a missão de documentar os crimes do Dr. Mengele, informar o mundo sobre isso e capturar o 'anjo da morte' e colocá-lo diante do tribunal”.

Há também os milhares de sobreviventes que grassam pelo mundo contando suas peripécias (Elie Wiesel, Ben Abraham, Silvia "Anne Frank brasileira" Jaffe,...) até hoje. Portanto, eram crianças "inúteis" à época que os "malditos nazistas" não mataram. Será que "deu um apagão" naqueles seres tão 'metódicos e ciosos em executar minorias'?

Concluo que temos que nos contentar com a nefelibata, onírica e metafísica "explicação" do inoxidável Elie Wiesel sobre o fato dele ter optado fugir com os nazistas que ele tanto odiava: "Foi um mistério religioso desconhecido e inexplicável"! E durmamos todos felizes e em paz.
FAB29

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Brasilzinho...

Amigos e amigas.
Não bastassem as obras superfaturadas nos estádios para a Copa (principalmente a Arena Amazônia, séria candidata a se tornar o maior "Penico de Pombos" do planeta), vemos novamente abusos das "otoridades", dos "nobres edis" deste "País das Maravilhas", como a abaixo:

BRASÍLIA — Pelo menos dois senadores utilizaram passagens aéreas pagas pelo Senado para verem jogos da Copa do Mundo: Anibal Diniz (PT-AC) e Cidinho Santos (PR-MT), suplente de Blairo Maggi, licenciado desde março para cuidar de seus negócios. Diniz mandou a conta das três passagens aéreas, R$ 2.988,27 no total, referentes à ida a dois jogos, para o Senado quitar. Já o senador Cidinho gastou R$ 1.044,53 numa passagem de São Paulo para Cuiabá, após assistir ao jogo de abertura da Copa do Mundo.

Diniz gastou R$ 1.431,25 para voar de Brasília a São Paulo em 12 de junho, a tempo de ver a partida entre Brasil x Croácia, na abertura da Copa, no Itaquerão. Voltou a Brasília no mesmo dia, tendo pago R$ 535,47 pelo trecho. Diniz foi a mais dois jogos: Brasil x Camarões, em Brasília, em 23 de junho; e na última terça-feira, no Mineirão, onde assistiu à derrota do Brasil para a Alemanha. Só para voar de Brasília a Belo Horizonte, gastou R$ 1.021,55. Sem que sua assessoria conseguisse um voo para voltar à capital federal, e sem querer aguardar na lista de espera, o petista fez o trajeto de ônibus, pagando cerca de R$ 130, nesse caso, pago do próprio bolso.

Santos viajou de Cuiabá a Brasília em 10 de junho com a verba indenizatória — dinheiro a que os parlamentares têm direito para compromissos relacionados ao mandato — para trabalhar no Congresso. No dia seguinte, viajou a São Paulo com recursos próprios. Porém, fez o trajeto de São Paulo a Mato Grosso com dinheiro público: R$ 1.044,53.

DINIZ DIZ QUE NÃO DEVOLVERÁ DINHEIRO

Diniz disse ao GLOBO que, em sua opinião, não extrapolou o uso de recursos públicos comprando passagens aéreas. Argumentou ter ido aos três jogos a convite da CBF porque integra a Subcomissão de Acompanhamento da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas de 2016.

— Usei as passagens para ir institucionalmente a um evento organizado pelo governo brasileiro e pela CBF — disse o senador, que não pretende devolver o dinheiro aos cofres públicos.

A subcomissão citada por Diniz foi criada pelos senadores em 15 de março de 2011. Alguns dias depois, eles aprovaram um cronograma de trabalho que previa reuniões e audiências públicas com ministros, governadores, prefeitos, presidentes dos tribunais de contas das cidades escolhidas para sediar os jogos e com a Controladoria Geral da União. Essa subcomissão, no entanto, se reuniu apenas três vezes até hoje; o último encontro ocorreu há mais de dez meses, em 13 de agosto de 2013, quase um ano antes da realização da Copa. Na ocasião, os senadores ouviram o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, sobre o andamento das obras.(...)


USO IRREGULAR DE AVIÕES DA FAB

Ano passado, na Copa das Confederações, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), utilizou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para levar sua noiva, parentes e amigos ao Rio de Janeiro para assistirem à final entre Brasil e Espanha, no Maracanã. Alves e os familiares postaram fotos nas redes sociais, despertando atenção.

Após noticiado o episódio, a assessoria do deputado informou que ele devolveria o dinheiro. Foi feito um cálculo para estimar os gastos, chegando a R$ 1,5 mil por ocupante do avião da FAB. Outro episódio de uso irregular da aeronave, recentemente, foi protagonizado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. Em dezembro do ano passado, o peemedebista requisitou um avião da FAB para ir a Pernambuco, onde fez um implante capilar.


Viva nosso "Congreço Nassional"!!!
FAB29

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ajudar, sim, mas...

Amigos e amigas.
Pegando uma dica do amigo Cobalto, aceitei expressar o que penso da celeuma criada por uma jornalista chamada Eliane Sinhasique ao responder às repetidas cartas enviadas por Renato Aragão, via UNICEF, pedindo sua doação ao Criança Esperança. Quem quiser lê-la ou relê-la na íntegra, postada pela própria autora, veja aqui:

A carta desabafo é de 2007 e continua atual, a despeito das mudanças nos valores. Nas dezenas de comentários no seu blog, a maioria a apoia das mais diversas formas e alguns a espinafram, chamando-a de oportunista e outras. Exceto por um tanto de notoriedade (bela bobagem!), não vejo o que mais ela ganhou para merecer ser detratada por aqueles poucos em seu blog. Penso que a coisa é simples: nós devemos, sim, fazer nossa parte e esta não consiste em apenas e tão somente votar, deixando para os 'nobres edis' decidirem e resolverem tudo.

A maioria do nosso povinho alienado, comodista, desdentado e apedeuta faz exatamente isso, ficando assim a reclamar, reclamar e reclamar, dizendo que nada neste país presta. Digo que realmente várias coisas não prestam por aqui, a começar desse povinho que se arvora no assistencialismo mais nefasto, barato, mesquinho, etc. Se ele exercitasse seu amor próprio, combatendo sua preguiça em todos os sentidos e dedicando-se à construção dos mais sublimes valores (família em primeiro lugar), deixaríamos para trás essa pecha de "Jeca-tatu", esse "Complexo de Vira-Latas", em apenas uma geração.

Sabedores que somos das atitudes ignóbeis, corporativistas, egocêntricas e tudo o mais contra a sociedade por parte dos mega empresários, super banqueiros e políticos, deveríamos desobedecer suas sutis ou não imposições, rechaçar suas ofertas diuturnas de entretenimento podre, ignorar suas convocações para ajudar o próximo (tipo Criança Esperança). Sim, eu também não apoio esse tipo de "iniciativa" pelo simples motivo que se arrecada muitos impostos para sanar gradativamente as mazelas da sociedade e há governantes de toda estirpe para aplicá-los onde se deveria. O grande porém está na honestidade dessa gente odiosamente corporativista e egocêntrica.

Além disto, eu pratico o "Pensar globalmente; Agir localmente". Na minha cidade (em todas, na verdade), não faltam problemas diários que necessitam de assistência. No máximo, podemos auxiliar uma cidade vizinha, caso a nossa esteja estabilizada (política da boa vizinhança). É a mesma coisa de cuidarmos da nossa própria casa, mantendo-a limpa e saudável e, conjuntamente, ficarmos atentos para que a vizinhança não destoe das normas de civilidade que seguimos.

Se isto fosse praticado sobejamente (em vários países o é, mas a brutal miscigenação os está desestabilizando), a base de uma vida digna seria solidificada e todos se agradariam dela, lutando para mantê-la e alastrá-la. No bojo dessas atitudes, incluiria-se a constante cobrança ao poder público para que este se prestasse às suas obrigações para com a sociedade. O parasitismo seria paulatinamente obliterado de nossa convivência. Tudo questão de boa educação e cultura desde os verdes anos.

Só para citar: uma vez, foi encontrado numa capital do Nordeste um enorme galpão lotado de doações de alimentos que políticos haviam desviado dessas campanhas de solidariedade. Tudo estava estragado e muito estava embalado tipo cesta básica para suas campanhas políticas. Naquelas enchentes há poucos anos em Santa Catarina, vários voluntários e até alguns profissionais da polícia e bombeiros foram pegos desviando vários donativos (roupas e comida) para si. Certamente, centenas de casos sórdidos como esses podem ser lembrados por cada um de nós relativos a essas campanhas que, essencialmente, são belíssimas e dignas de aplausos, mas não me dão nenhuma segurança.

Convido você a centrar seus esforços e seu bem querer naqueles necessitados que você vê na sua cidade, além de cobrar seus vereadores e prefeito para que invistam de fato nas melhorias dela. Associações de Moradores de Bairro são uma excelente opção para ações coordenadas e decisivas da sociedade. Invista nisto e propague tal ideia. Verá como as coisas evoluirão.

Boa sorte!
FAB29

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Dá-lhe fraude!

Amigos e amigas.
As duas notícias abaixo se completam e dispensam comentários.
FAB29


Eleições: Procuradoria de SP pede verificação de “falha grave”

em urnas eletrônicas no Brasil

Uma falha em urnas eletrônicas usadas nas eleições no Brasil foi alvo de um procedimento por parte da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) de São Paulo. O documento, encaminhado ao procurador regional eleitoral, André Carvalho Ramos, pede que os problemas já verificados por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), em 2012, sejam verificados para as eleições deste ano.

Em 2012, o grupo de especialistas do Centro de Informática da UnB, coordenado pelo professor Diego Aranha, do Departamento de Ciência da Computação, conseguiram passar pela segurança da urna eletrônica durante uma série de testes realizados. Os votos são armazenados na urna eletrônica e embaralhados aleatoriamente; porém, durante os testes, realizados atendendo a chamada pública do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os pesquisadores conseguiram colocar em ordem os 950 registros realizados.Com base nos resultados, foi possível detectar a fragilidade da proteção ao sigilo do voto e à integridade dos resultados. “Os partidos recebem o arquivo com a votação embaralhada, o que é feito pelo software instalado nas urnas eletrônicas. Com a reordenação dos votos, é possível, sabendo os horários que os eleitores foram a determinada seção eleitoral, descobrir em quem eles votaram, sendo certo que, para isso, basta que um dos fiscais anote tais horários”, explicou o professor.

O mesmo estudo apontou ainda a possibilidade de alterar a contagem dos votos, apesar de que tais vulnerabilidades não tenham sido testadas por limitações feitas pelo próprio TSE. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a área de Tecnologia da Informação do TSE deveria corrigir as falhas apresentadas pela equipe da UnB relativas à proteção ao sigilo do voto, mas isso não aconteceu.

Para as eleições deste ano, a preocupação existe em razão da ausência de novos testes públicos como os realizados há dois anos pela UnB, ficando o processo restrito a servidores do TSE.







TSE não fará teste público das urnas eletrônicas antes das eleições

RIO — Apesar de reconhecer que “os testes de segurança das urnas eletrônicas fazem parte do conjunto de atividades que garantem a melhoria contínua deste projeto”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não fará nenhum antes das eleições de outubro. Desde 2012, aliás, quando uma equipe de técnicos da Universidade de Brasília (UnB) simulou uma eleição com 475 votos na urna eletrônica e conseguiu colocá-los na ordem em que foram digitados, o tribunal não expõe seus sistemas e aparelhos à prova de técnicos independentes. Mesmo assim, continua a afirmar que eles são seguros e invioláveis.
UrnaPara especialistas em computação, o TSE se arrisca ao dispensar as contribuições e os ajustes que poderiam florescer em testes públicos independentes e erra ao adotar uma postura de extrema confiança em relação a seus sistemas de registro, transmissão e contagem de votos. Muitos lembram que, recentemente, até mesmo as comunicações da presidente Dilma Rousseff foram rastreadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) americana.

Eu aguardava ansiosamente os testes de 2014 para verificar pelo menos se os problemas de segurança que descobrimos (em 2012) haviam sido corrigidos — disse ao GLOBO o professor de computação Diego Aranha, hoje trabalhando na Unicamp. — Mas isso não vai acontecer e lamento por isso. Eu realmente acredito que as urnas eletrônicas brasileiras seriam viradas pelo avesso se pudéssemos fazer testes realistas e sem restrições nelas. Mas o TSE nos impede.

Em 2012, Diego e três técnicos da UnB se cadastraram no TSE para participar de um teste público das urnas e, segundo contam, conseguiram provar a vulnerabilidade delas sem precisar abri-las.

No teste, o TSE abriu o código de programação do software da urna e nos deu cinco horas para analisar mais de 10 milhões de linhas de programação. Em menos de uma hora descobrimos a equação usada pelas urnas para embaralhar os votos que ela registra e, para provar isso, simulamos uma eleição com 475 votos e, em seguida, ordenamos os votos que foram registrados nela. Resumindo: achamos um erro banal do sistema — afirmou Aranha.

Desde então o TSE não realiza testes desse tipo. E afirma, via assessoria de imprensa, que não tem previsão para fazê-los.

A ausência de testes públicos, livres, sem controle sobre o que será testado, per se, já é um dano. Independentemente de eventuais riscos técnicos — o professor da FGV Direito Rio, Pablo Cerdeira. — É direito nosso, de todos os cidadãos, não apenas saber dos resultados mas também como foi todo o processo para se chegar a ele. Imagine se a apuração de uma eleição feita em papel fosse realizada a portas fechadas, de forma secreta, sem que ninguém pudesse acompanhar. O sistema não seria confiável. É a mesma coisa com a votação eletrônica. Se a sociedade não puder acompanhar, sem restrições, como funcionam as urnas, podemos dizer que temos dois danos: não estão respeitando nosso direito à transparência e estamos corremos o risco de ter alguma falha no sistema que permita a violação das eleições.

Cerdeira lembra que a presença de erros em computadores é algo “muito comum” e que, nos últimos 30 dias, foram descobertas duas “falhas catastróficas” em sistemas utilizados por empresas do mundo todo:

O OpenSSL, com a falha conhecida como Heartbleed, responsável pela comunicação criptografada de bancos, e-mails e redes sociais, por exemplo, afetou dois terços de todos os computadores do mundo. Falha descoberta na semana passada no Internet Explorer, da Microsoft, permite a violação de segurança de todos os computadores com Windows e Internet Explorer. Tão séria a ponto de o Governo Norte-americano sugerir que as pessoas não usem esse navegador. Imaginar que nosso sistema de urnas eletrônicas é mais seguro do que os sistemas desenvolvidos por milhares ou mesmo milhões de programadores, como é o caso do Internet Explorer e do OpenSSL, não parece razoável.

Para tentar contornar essa questão, em fevereiro o TSE lançou uma portaria convocando um “grupo de segurança” para testar os aparelhos e sistemas usados nas eleições. A equipe de 12 pessoas tem, no entanto, apenas um membro “independente”. Oito são oriundos de tribunais regionais eleitorais e três do próprio TSE.

Segundo o tribunal, o “grupo de segurança” tem por objetivo completar quatro trabalhos — sem data fixada para sua conclusão. Ele deve “mapear requisitos de segurança das diversas fases do processo eleitoral brasileiro, elaborar um plano nacional de segurança do voto informatizado, propor um modelo ágil de auditoria da votação e totalização dos votos e estudar, propor e validar modelos de execução do teste de segurança”. Diante da informação oficial o professor Diego Aranha retruca:

Mas isso não deveria já ter sido feito há muito tempo?

E, sobre a composição do grupo, o professor Pablo Cerdeira comenta:
A escolha de tanta gente de dentro dos tribunais é uma decisão política — diz ele. — Mas o importante é observar que há dois problemas aqui: a baixa representação independente (apenas um) e, depois, a dúvida sobre o que uma única pessoa conseguirá auditar. Na prática, quase nada. É preciso não apenas que outros atores auditem o sistema, mas que eles realizem testes em ambientes não controlados pelo TSE. Imagine que um novo modelo de carro só possa ter sua segurança testada no laboratório, dentro das condições que os desenvolvedores definirem. É claro que na prática ele vai enfrentar situações que muitas vezes podem não ter sido previstas pelos desenvolvedores. É por isso que é preciso testes no ambiente real.

Professor titular da Faculdade de Ciência da Informação e diretor do Centro de Pesquisa em Arquitetura da Informação da UnB, Mamede Lima-Marques integra o “grupo de segurança”. É, na verdade, o único membro “independente”. Lima-Marques conta que a equipe já fez uma reunião presencial em Brasília, mas que mantém contato virtual. Em sua meta estão a preparação de um Plano Nacional de Segurança, para que as decisões tomadas pelo TSE cheguem de forma mais transparente e rápida aos TREs, e a “instrumentalização da auditoria do sistema eleitoral”, que busca facilitar a rechecagem do sistema.

Estamos trabalhando para a criação de uma agenda de trabalho para o grupo, mas agimos de forma completamente independente ao calendário das eleições — ressalta ele.

Lima-Marques reconhece que os testes públicos são de “suma importância”. Ele, inclusive, coordenou o de 2012, mas diz que essas provas não precisam ser realizadas todos os anos.
As urnas que vamos usar em outubro são da mesma geração das usadas em 2012, e as fragilidades detectadas no último teste já foram sanadas — explica. — Fazer esses testes é algo caro, complicado e demorado. E a vulnerabilidade das urnas não depende do tempo de vida delas. Está muito mais vinculado às condições técnicas.
Fonte: O GLOBO

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Prepúcio, sim!

Amigos e amigas.
Sempre me perguntei se a circuncisão tem algo de útil, necessário, producente. Como tradição religiosa ancestral, não há nenhuma dúvida: é uma "marca de Deus". Mas fora isto, nada corrobora com sua prática. Vejam abaixo as funções do prepúcio, pele que cobre a glande peniana:

- Impedir a glande de se tornar queratinizada (endurecida, seca e sem flexibilidade), sustentando-a úmida e macia (impossível sem o prepúcio) e mantendo-a sensível;

- Proteger a glande de se ferir por descamação, escoriação, queimadura ou qualquer outro tipo de atrito que causasse sua insensibilização;

- Impedir a dispareunia (intercurso doloroso) masculina;

- Armazenar feromônios (hormônios capazes de despertar o desejo sexual, atraindo o[a] parceiro[a]) e liberá-los durante o relacionamento íntimo;

- Proteger a glande de queimadura por frio. Por ser bem vascularizado, o prepúcio recebe sangue suficiente para sustentar o calor local a baixas temperaturas;

Também em várias culturas religiosas, a mulher sofre clitoridectomia (extirpação do clitóris, algo semelhante à circuncisão). Mas qual seria o "objetivo dos deuses" nessas mutilações? Obviamente, nunca iria aparecer para que se pudesse identificar o[a] crente (ou infeliz); não melhora a virilidade; não o[a] torna mais "potente" (muito ao contrário) ou mais fértil. Estava lendo Zecharia Sitchin sobre os sumérios e os Anunnakis e lá apareceu uma explicação bem plausível: controle demográfico.

O objetivo dos deuses em retirar o prepúcio ou o clitóris de seus criados nada mais seria (além de deixar uma 'marca divina') do que inibir a libido para a prática sexual pelo simples prazer ou excitação, evitando a multiplicação desenfreada da espécie humana. Segundo Sitchin, Enlil (ou Yaweh) não aceitava tanto a adoração a outros deuses quanto a promiscuidade que geraria superlotação. Assim, tal controle possibilitaria outro controle: o produtivo, visto que o ser humano teria sido criado para trabalhar para os deuses, principalmente em minas, extraindo o ouro necessário à sobrevivência de seu mundo, Nibiru. Então, Enlil preferia uma quantidade determinada de criados que "durassem pouco tempo" (ao contrário do irmão Enki) e fosse rápida e constantemente substituída.

É esse tipo de coisa que me faz torcer o nariz para a adoração cega a tradições milenares. A evolução mental, o desenvolvimento espiritual e o progresso científico fazem com que a humanidade melhore exponencialmente a cada geração, tornando-a plenamente capaz de questionar e/ou melhorar as  ancestrais "determinações dos deuses" que poderiam ter suas lógica e necessidade à época, mas, sem sombra de dúvidas, após tantos milênios, caducaram, revelando-se simplesmente um capricho. Muito me dói ver que tantos se deixam levar por tradições canhestras e obrigam seus filhos ao mesmo destino, mantendo uma viseira estreita que impede que se vislumbre um horizonte de belas possibilidades e oportunidades que levariam todos a felizes existências.

Respeito às tradições. Mas primeiro, respeite-se o livre arbítrio. Quem quer seguir outras trilhas para si e sua família não pode ser tolhido. Nossa vida tem de ser exclusivamente nossa para que a dividamos com quem bem quisermos. Nascemos e morremos sós, indivíduos.
FAB29