Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 19 de agosto de 2014

O que podemos?

Amigos e amigas.
Há tempos venho matutando no quanto somos conduzidos, manipulados, impedidos, no que nos é permitido e afins. Vejam algumas conclusões. Temos permissão de:

- Ir e vir, contanto que não seja por lugares não controlados, não vigiados, restritos a poucos. Se nós nos reunimos em lugares sem que as autoridades saibam, vejam, conheçam, tenham ciência ou acesso, imediatamente somos tachados de subversivos ou coisas piores. O "Grande Irmão", vigilante e protetor com suas "câmeras para nossa segurança", sua polícia ostensiva para "dissuadir o mal" e suas leis camufladamente draconianas (quase exclusivamente para os pobres), não tolera recalcitrantes. É o "Hino de Duran", de Chico Buarque;
Quo vadis?
- Opinar, contanto que seja dentro do 'politicamente correto' pré estabelecido. Todo e qualquer assunto que fuja dele, que critique o status quo, causando desconforto às autoridades, expondo seus podres; que bata de frente com a notoriedade imposta (exemplos: o holocausto, o 11 de setembro e a ida do homem à Lua); que abale a paz e a liberdade que eles determinaram (tipo desobediência civil e anarquia) é imediatamente atacado, depreciado, omitido, reprimido, e seu autor, devidamente convidado a se silenciar. Ou eles farão isso por ele;
E dê-se por satisfeito!
- Escolher, contanto que seja dentro das opções dadas pelo poder vigente e caracterizado como o correto. Não é bem visto, nem aceito, improvisar, encontrar ou criar opções alternativas, retornar ao básico sadio, tornar-se independente da sua tutela. Quem demonstra orgulho de ser "minoria" (negro, ou homossexual, ou judeu, ou favelado, etc) ganha aplausos, apoio, compreensão, opções, facilidades, indultos, mídia, etc. Quem se orgulha de ser branco, ou hétero, ou muçulmano, ou bem de vida, etc, é automaticamente estigmatizado, olhado de esguelha, recebendo repreensões, desdéns, achincalhes e até tendo alguns direitos, liberdades e visibilidade castrados;
E por aí vai...
- Expressar-se, contanto que não ultrapasse nenhum dos limites referidos acima;
Pois é...!
Somos levados a nos alimentar (ou nos poluir) com uma quantidade brutal de "coisas" alteradas genética e quimicamente; a tomar remédios que aliviam um mal e causam vários outros; a pagar calados dezenas de impostos que mal se vê seu retorno em benefícios públicos; a nos resignar com saúde, educação, transporte, segurança, etc, tudo sumamente precário e deficitário; a sobreviver com salário pífio num custo de vida grotesco, enquanto banqueiros, empresários e políticos se refestelam em usura, monopólios e mordomias.

Conclusão: podemos obedecer, ser passivos, cobaias, conduzidos, limitados, doutrinados, impelidos, acossados, manipulados,... E, em troca, é permitido sobreviver "alegremente acomodado, conformado, de pagar tudo calado, sem jamais se aborrecer". Quantos conseguem estar fora dessa matrix?
FAB29

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