Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Nancy Scheper-Hughes

Amigos e amigas.
A antropóloga do título é uma feroz defensora dos direitos humanos e há mais de duas décadas combate o tráfico ilegal de órgãos.
No artigo abaixo, vocês verão um pouco da sua luta gloriosa e alguns detalhes dantescos do que essa máfia maldita faz à humanidade que ela não considera humana.
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No acompanhamento do comércio de órgãos, a antropóloga Nancy Scheper-Hughes visitou unidades africanas e sul-americanas de diálise, bancos de órgãos, necrotérios da polícia e hospitais. Ela entrevistou cirurgiões, ativistas de direitos do paciente, patologistas, nefrologistas e enfermeiros. Então, por que as pessoas não a ouvem mais?
Quando ouviu pela primeira vez sobre os ladrões de órgãos, a antropóloga Nancy Scheper-Hughes estava fazendo trabalho de campo no nordeste do Brasil. Era 1987, e um rumor que circulava em torno da favela de Alto do Cruzeiro, com vista para a cidade de Timbaúba, em uma região agrícola de cana de Pernambuco, disse de estrangeiros que viajavam pelas estradas de terra em vans amarelas, olhando para as crianças sozinhas para abocanhar e matar por seus órgãos para transplante. Mais tarde, foi dito, os corpos das crianças iriam parar em valas de beira de estrada ou em lixeiras hospitalares.


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Scheper-Hughes, então uma professora em ascensão na Universidade da Califórnia-Berkeley, tinha boas razões para ser cética. Como parte de seu estudo sobre a pobreza e a maternidade na favela, ela tinha entrevistado funerários da região e os funcionários do governo que mantiveram os registros de morte. A taxa de mortalidade infantil lá era terrível, mas os corpos eviscerados cirurgicamente não foram encontrados. "Bah, essas são histórias inventadas pelos pobres e analfabetos", disse o gerente do cemitério municipal, ela contou.
E, no entanto, enquanto Scheper-Hughes duvidava da verdade literal dos contos, ela não estava disposta a eliminar os rumores. Ela subscreveu uma escola acadêmica de pensamento que jurou impor noções ocidentais de verdade absoluta ou objetiva. Por mais que ela quisesse mostrar solidariedade para com as crenças de suas fontes, ela lutava com a forma de apresentar os rumores em seu livro de 1992, A morte sem chorar: A violência da vida cotidiana no Brasil .
No final, ela argumentou que as histórias de roubo de órgãos só poderiam ser entendidas à luz de todas as ameaças corporais enfrentadas por essa população empobrecida. Além de fome generalizada e sede, os moradores também enfrentavam maus tratos nas mãos de empresários, militares e de aplicação da lei. A assistência médica disponível, sugeriu ela, muitas vezes, fez mais mal do que bem. Trabalhadores de saúde locais e farmacêuticos deram aos moradores desnutridos e doentes crônicos o diagnóstico geral de Nervos e prescreveram tranqüilizantes, pílulas para dormir, vitaminas e elixires. Os moradores estavam bem conscientes de que as pessoas mais ricas no seu país e no exterior tiveram acesso a melhores cuidados de saúde, incluindo os procedimentos exóticos, como tecidos e transplantes de órgãos.
"O povo do Alto pode facilmente imaginar que seus corpos podem ser vistos saudosamente como um reservatório de peças de reposição por aqueles com dinheiro", escreveu Scheper-Hughes em “A morte sem chorar”. As histórias de equipes de transplante assassinando crianças locais e colhendo seus órgãos persistiam, ela escreveu, "porque os moradores de favelas 'mal informados' estão no caminho certo. Eles estão no caminho certo e se recusam a desistir de seu senso intuitivo de que algo está seriamente errado." O livro, que foi muito elogiado e nomeado para o National Book Critics Circle Award, solidificou sua reputação como uma das principais antropólogas da sua geração.
Em 1995, Scheper-Hughes foi a única antropóloga convidada para falar em uma conferência médica sobre a prática do tráfico de órgãos, realizada em Bellagio, Itália. Embora não houvesse nenhuma evidência sólida de que as pessoas estavam sendo assassinadas por órgãos viáveis, rumores semelhantes aos que Scheper-Hughes tinha documentado no Brasil haviam se espalhado da América do Sul para a Suécia, Itália, Romênia e Albânia. Na França, uma história popular contada de crianças sendo raptadas na Euro Disney, pelos seus rins. Os organizadores da conferência pediram a Scheper-Hughes para explicar a persistência desse meme horrível.
O comércio de rins particularmente a fascinava. Ao contrário do comércio de válvulas cardíacas ou córneas, rins estavam sendo transportadas de país para país dentro dos corpos vivos de indivíduos conscientes.
Se os outros participantes na conferência, que eram principalmente cirurgiões de transplante, estavam esperando para aprender com Scheper-Hughes o que era factual e o que era falso entre esses rumores, eles ficaram provavelmente decepcionados. Disse-lhes que as histórias eram "verdadeiras nesse nível indeterminado entre o fato e a metáfora", como ela escreveria mais tarde. Olhando para trás, ela se sente certa que os cirurgiões - que ela imagina de tão brilhantes e habilidosos, como pilotos de caça, mas não muito intelectuais - realmente não entendem suas análises mais teóricas. "Nós estávamos falando línguas diferentes", ela me disse:
Ainda assim, Scheper-Hughes fez o melhor de seu tempo entre os doutores. Em Bellagio, ela decidiu fazer algumas rápidas pesquisas etnográficas sobre as práticas atuais de cirurgiões de transplantes. Enquanto ela falava com eles durante passeios de barco no Lago de Como, ou ao visitar os olivais da du Lac, os médicos responderam as perguntas com franqueza. Um cirurgião disse-lhe que ele sabia de pacientes que viajaram à Índia para comprar rins. Ela se lembra de um cirurgião israelense dizendo que trabalhadores palestinos foram "muito generosos" com os seus rins, e muitas vezes doados para estranhos em troca de "um pequeno honorário." Um cirurgião cardíaco do Leste Europeu admitiu sua preocupação de que o turismo médico iria incentivar os médicos de seu país para a colheita dos órgãos de doadores com morte encefálica, que "não eram tão mortos como gostaríamos que fossem." Nessas novas práticas, Scheper-Hughes começou a entender: órgãos e tecidos humanos, geralmente movidos de sul para norte, a partir dos pobres para os ricos e a partir dos de pele marrom para as pessoas de pele mais clara.
Embora nenhum dos relatos dos cirurgiões tenha confirmado os rumores de sequestro de órgãos, Scheper-Hughes chegou a acreditar que o tráfego "realmente real" em partes do corpo humano, como ela o chamava, estava maduro para um estudo mais aprofundado. "Havia tantas perguntas sem resposta", lembra ela. "Como pacientes descobririam sobre órgãos disponíveis em outros países? Quem eram as pessoas pobres que estavam vendendo suas partes do corpo? Ninguém tinha ido para as trincheiras para descobrir. "
A investigação de Scheper-Hughes sobre o comércio de órgãos seria um caso de teste para um novo tipo de antropologia. Este seria o estudo não de uma isolada cultura exótica, mas de um mundo globalizado, mercado negro interconectado e um que atravessou as classes, culturas e fronteiras, ligando os doadores empobrecidos pagos aos indivíduos e as instituições de maior status no mundo moderno. Para Scheper-Hughes, o projeto foi uma oportunidade para mostrar como um antropólogo pode ter um significado, em tempo real, e um impacto violento sobre uma injustiça em curso. "Há uma piada em nossa disciplina, que diz: 'Se você quiser manter algo em segredo, proclamai-o em uma revista de antropologia", ela me disse uma vez. "Somos vistos como, personagens divertidos benignos." Scheper-Hughes tinha ambições grandiosas. Ela decidiu que era hora, como ela diz, de parar de seguir os rumores e começar a seguir os corpos.
No seu texto, Scheper -Hughes descreveu seus anos de pesquisa sobre o mercado negro internacional de órgãos como uma desorientadora "descida ao Hades." Quando ela discute o tema em pessoa, ela é animada e cheia de energia. Aos 69 anos, Scheper-Hughes apresenta uma mistura estridente da avó e do moderno urbano. Num dia de inverno, quando visitei sua casa perto do campus da UC Berkeley, seu cabelo era curto, cravado, e destacado com estrias de magenta, e ela usava uma camisa de manga curta que revelava uma tatuagem estilizada de uma tartaruga - um presente, ela disse, de seu filho por seu aniversário de 60 anos. Enquanto ela falava sobre suas dezenas de viagens internacionais para entrevistar cirurgiões, doadores, receptores, bem como vários intermediários, ela me mostrou seu escritório, que tinha sido anteriormente garagem da casa. Dentro estavam milhares de arquivos, armazenados em dezenas de grandes caixas de plástico e armários pretos, juntamente com gavetas cheias de fitas cassete e cadernos de campo.
Desde meados da década de 1990, Scheper-Hughes publicou cerca de 50 artigos e capítulos de livros sobre o comércio de órgãos, e ela está atualmente no processo de síntese que o material em um livro, cujo título provisório é A Corte Mundial em dois. Ao longo dos anos, ela teve um impacto descomunal sobre as tendências intelectuais em seu campo, e seu estudo sobre o comércio de órgãos é provável que seja a sua última grande declaração sobre o sentido e o valor da disciplina para o qual ela tem dedicado sua vida. Se este corpo de trabalho representa um triunfo da pesquisa antropológica ou um conto de advertência sobre o vigilantismo acadêmico já é uma questão disputada entre seus colegas. (...)
Na época, havia apenas um punhado de trabalhos na literatura médica que tratavam da ascensão do mercado órgão global. Desde 1970, os transplantes de órgãos vivos tinham mudado de procedimentos experimentais para uma prática comum nos Estados Unidos, a maioria dos países europeus e asiáticos, meia dúzia de países sul-americanos, e quatro países da África. Em 1983, a introdução do medicamento imunossupressor ciclosporina aumentou dramaticamente o potencial conjunto de doações para um determinado paciente. Em meados da década de 1990, havia indícios na literatura médica do surgimento de um novo fenômeno: o turismo de transplante. Em 1989, um pequeno artigo apareceu na revista The Lancet relatando um inquérito sobre as alegações de que quatro turcos haviam sido trazidos para o Humana Hospital Wellington, em Londres, para vender seus rins. Outra pesquisa sugeriu que a venda de rins de doadores vivos estava crescendo rapidamente na Índia, e que na China, órgãos humanos estavam a ser colhidos a partir de corpos de prisioneiros executados.
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Os recrutadores de órgãos: Scheper-Hughes descobriu que os brasileiros, muitas vezes homens tentando apoiar as famílias, estavam sendo traficados para a África do Sul para vender seus rins para pacientes provenientes de terceiros países. Alberto da Silva (foto) contribuiu com um órgão a uma mulher do Brooklyn. (Foto: Organs Watch)
Enquanto a maioria dos governos e associações médicas internacionais condenaram a venda de órgãos humanos, leis e orientações profissionais foram inconsistentes e muitas vezes mal aplicadas. O que ficou claro foi que a demanda por órgãos superou a oferta em quase todos os países. Nos Estados Unidos, apesar das significativas campanhas de sensibilização pública para incentivar doações, já havia mais de 37.000 pessoas em listas de espera de órgãos. A cada ano, 10 por cento dos pacientes à espera de um transplante de coração morrem antes que um órgão doado possa tornar-se disponível.
Pesquisa de Scheper-Hughes no comércio de órgãos começou de verdade não muito tempo depois da conferência de Bellagio, quando ela se juntou com o organizador do evento, um historiador médico da Universidade de Columbia chamado David Rothman, sua esposa, Sheila, professora de ciências médico-sociais em Columbia, e Lawrence Cohen, um antropólogo companheiro de UC Berkeley. Os quatro decidiram se espalhar por todo o mundo, dividindo-se nos crescentes pontos cruciais mundiais para o turismo de transplante. Os Rothmans focariam suas pesquisas sobre a China; Cohen iria investigar a Índia; e Scheper-Hughes iria viajar, principalmente, para o Brasil e África do Sul.
A pesquisa teve um início rápido. Durante os intervalos de ensino no final de 1990, Scheper-Hughes visitou unidades africanas e sul-americanas de diálise, bancos de órgãos, necrotérios policiais e hospitais para entrevistar cirurgiões, patologistas, nefrologistas, enfermeiros, ativistas dos direitos dos pacientes e funcionários públicos. "Tornou-se como um trabalho de detetive", ela me disse. "Eu usei uma técnica simples: bola de neve. Eu iria para um necrotério ou uma enfermaria de transplante e eu pegaria uma pessoa para me dizer alguma coisa e, em seguida, perguntar: 'Para onde eu vou a partir daqui?’ Eu achei muito satisfatório começar a juntar as peças."
Seus colaboradores, também, rapidamente avançaram. Embora as estimativas confiáveis ​​de quantos transplantes foram acontecendo no mercado negro eram difíceis de encontrar, evidências de que existiram neste mercado apareceram em quase tudo que os colaboradores viram. Na Índia, Cohen encontrou pessoas que venderam seus rins para transplante em clínicas particulares que atendiam aos pacientes em todo o mundo, apesar de uma lei de 1994 ter tornado essas transações ilegais. Vendas de rins, ele descobriu, tornou-se tão comum na Índia que alguns pais pobres ainda falaram de vender um órgão para levantar um dote para uma filha. David Rothman, por sua vez, havia se convencido de que uma campanha anti-crime chinesa foi associada a uma empresa em crescimento que vendia órgãos de prisioneiros executados.
Tanto no Brasil como na África do Sul, Scheper-Hughes descobriu que, dos corpos de muitas pessoas pobres, foram colhidas, sem permissão, as córneas úteis, pele, válvulas cardíacas a serem exportadas para países mais ricos. Em São Paulo, ela trabalhou com um membro do conselho da cidade que havia rastreado o comércio ilegal de tecidos humanos retirados dos cadáveres de indigentes e pacientes de enfermagem caseira. Ele mostrou os documentos provando que mais de 30.000 glândulas pituitárias tinham sido enviadas para os Estados Unidos ao longo de um período de três anos. Na África do Sul, o diretor da unidade de pesquisa em uma escola médica pública mostrou os documentos que aprovaram a venda de válvulas cardíacas para centros médicos na Áustria e na Alemanha. Ela também descobriu, em centros médicos privados no Brasil e na África do Sul, que rins de doadores vivos estavam sendo comprados e vendidos.
Em 1998, enquanto Scheper-Hughes ainda estava escrevendo seus primeiros grandes papéis de sua pesquisa de campo, ela e seus colaboradores se conheceram em um Starbucks em Tóquio, durante uma conferência de ética médica para comparar notas. O material que eles estavam compilando parecia tão notável que eles pensaram em iniciar uma organização chamada Organs Watch, que serviria como um repositório de informações sobre a atividade de transplantes mundial e um centro de pesquisas futuras. Em 1999, eles tinham garantido um subsídio de 230 mil dólares do Open Society Institute, juntamente com o compromisso da Universidade da Califórnia, para ajudar a criar a nova organização.
No início da década de 2000, quando estava tentando juntar uma imagem mais completa dos corretores, caçadores de rins e as redes que compõem o comércio internacional de rim, Scheper-Hughes fez uma descoberta que apareceu para conectar o mercado órgão global a grandes hospitais norte-americanos. Informantes de pesquisa em Israel haviam dito a ela no final de 1990 que um homem chamado Levy Izhak Rosenbaum era um grande jogador no internacional "tráfico de rins". Então, alguns anos mais tarde, no verão de 2002, Scheper-Hughes começou a receber e-mails de um homem pedindo sua ajuda para desembaraçar-se de uma organização - chamada United Lifeline - e liderada por Rosenbaum, que ele descreveu como "a ligação entre Israel e os Estados Unidos no negócio de tráfico ilegal de rim".
Como ela recolheu mais informações sobre Rosenbaum e seus laços com vários hospitais norte-americanos em todo o país, Scheper-Hughes tomou as informações diretamente dos cirurgiões e dos hospitais envolvidos. Em 2002, ela marcou uma reunião com os cirurgiões no Hospital Albert Einstein, na Filadélfia, para que ela pudesse enfrentá-los em pessoa com o que ela estava descobrindo sobre transplantes de lá que tinham sido organizados por Rosenbaum. "Eu estava muito nervosa", lembra ela. "Eu estava pensando: o que estou fazendo de ser uma senhora promotora? Mas eu senti que, se eu ia publicar este material, eu precisava informá-los".
Na mesma época, Scheper-Hughes também tomou outra decisão incomum para um antropólogo: ela começou a compartilhar suas descobertas com a aplicação da lei dos Estados Unidos, incluindo funcionários do FBI, a Food and Drug Administration e a unidade do Departamento de Estado que fiscaliza fraudes. Sua informação pareceu despertar pouco interesse e menos ação. Ela se lembra de uma reunião particularmente frustrante com um agente do FBI em 2003: "Eu podia ver que a mente do homem estava em outro lugar", ela contou. "Ele não parece entender que se tratava de um crime grave." Frustrada, ela se viu pensando: ‘Olha, eu posso fazer isso. Dê-me um distintivo e eu vou fazer uma prisão’", ela me disse.
Scheper-Hughes reconhece que outros antropólogos consideram que dar informação para a aplicação da lei atravessa uma linha ética, mas contrapõe que, dado o que ela estava documentando, era mais do que justificada. "Eu não me importo se alguns antropólogos acham que temos uma promessa absoluta de sigilo aos nossos assuntos", ela me disse. "Eu acho que esse tipo de pureza cheira mal."
Para Scheper-Hughes, o aparente desinteresse de autoridades norte-americanas estava em nítido contraste com a sua recepção por agentes da lei em outros lugares. Em 2004, ela foi convidada para informar os investigadores de polícia e os procuradores de estado na África do Sul em relação à sua investigação sobre transplantes ilegais envolvendo doadores brasileiros em vários hospitais de destaque em Durban, Joanesburgo e Cidade do Cabo. Ela compartilhou com um capitão da polícia de bigode chamado Louis Helberg os nomes e informações de contato de corretores, cirurgiões, receptores de órgãos e doadores no Brasil e Israel, bem como os nomes dos hospitais que acreditava estarem envolvidos no comércio. Em troca, Helberg dava acesso a Scheper-Hughes para arquivos hospitalares apreendidos e registros de faturamento, que ela ajudou a peneirar e decifrar. Com a ajuda e conselhos de Scheper-Hughes, Helberg, eventualmente, refez os passos de sua investigação internacional, viajando para o Brasil e Israel, e reuniu-se com muitas de suas fontes. Como resultado da investigação, o maior grupo hospitalar da África do Sul, Netcare, admitiu mais de uma centena de transplantes ilegais e concordou em pagar multas substanciais. A história, quando emergiu, foi notícia de primeira página na África do Sul. Um nefrologista não se declarou culpado de 90 acusações de violar o “Human Tissue Act” do país. Quatro outros cirurgiões da Netcare e dois funcionários do hospital foram acusados ​​de vários crimes (embora as acusações tenham sido retiradas mais tarde).
Nos EUA, no entanto, não foi até o verão de 2009 - cerca de sete anos depois que ela começou a compartilhar suas informações com o FBI - que os procuradores federais chamaram Scheper-Hughes para dizer a ela que prenderam Rosenbaum. Ele havia sido varrido como um jogador menor no maior desbaratamento de corrupção e lavagem de dinheiro político de New Jersey, que incluiu a prisão de 44 pessoas. Agora que eles estavam construindo um caso contra Rosenbaum, o Ministério Público Federal ficou finalmente muito interessado na pesquisa de Scheper-Hughes, e eles se encontraram com ela em várias ocasiões. Ela se ofereceu para depor no julgamento, mas em outubro de 2011, Rosenbaum se declarou culpado de corretagem três transplantes de rim ilegais e de conspirar para intermediar um transplante ilegal.
Até agora, a sua acusação é a única bem sucedida contra o tráfico de órgãos no âmbito da Lei Nacional de Transplante de Órgãos de 1984. Scheper-Hughes tinha esperança de que o caso Rosenbaum anunciasse o início de muitas investigações e processos, mas não era para ser. "Por que ele está sozinho na sala de audiências Trenton?", ela me escreveu em um e-mail após Rosenbaum ter se declarado culpado de conspiração. "Onde estão os que conspiraram com ele?" Frustrada com a falta de vontade aparente os investigadores norte-americanos para levar esses crimes seriamente, novos processos abertos, ou perseguir os cirurgiões e hospitais sem os quais o comércio de órgãos não poderia funcionar, Scheper-Hughes continuou a sua própria investigação.(...)
Nos Estados Unidos, a lista de espera por um rim agora se estende próxima a 100.000 pessoas, enquanto a taxa de doações tem permanecido relativamente estável durante a última década ou assim. Dados recentes da Organização Mundial de Saúde sugerem que, em 2010, os 107.000 transplantes de órgãos realizados em 95 países membros da organização satisfizeram apenas 10 por cento da necessidade global. A OMS estima que um em cada 10 de todos os órgãos transplantados foi adquirido no mercado negro.
Qual o impacto que Scheper-Hughes teve sobre práticas de transplantes é uma questão em aberto. Organs Watch ainda existe. Embora ela não tenha um pessoal de escritório, Scheper-Hughes ainda treina estudantes de graduação e pós-doutorados a fazerem trabalho de campo internacional. O site da organização só contém a seguinte frase: "O Web Site Organs Watch está atualmente em reconstrução e será transferido para um novo endereço, em agosto de 2009" Scheper-Hughes diz que teve que fechar às pressas o local após ver que um corretor de órgãos estava usando informações de lá para localizar populações dos doadores mais baratos e mais dispostos. (...)
Nas Filipinas, os vendedores de rins que ela entrevistou muitas vezes puxaram a camisa, exibindo suas cicatrizes de nefrectomia com evidente orgulho. (...)
Rumores sobre pessoas sendo assassinadas por causa de partes de seus corpos ainda circulam em algumas partes do mundo. Em 2009, um jornalista chamado Donald Boström escreveu um artigo no jornal sueco Aftonbladet com a manchete: "Nossos filhos são pilhados de seus órgãos." O artigo sugere que as vítimas palestinas em conflitos na Cisjordânia estavam sendo usadas ​​como doadores relutantes de órgãos. Em meio a estatísticas sobre intensa demanda israelense de rins e fígados, Boström contou que ele conheceu "os pais que contaram como seus filhos tinham sido privados de órgãos antes de estarem mortos." O artigo causou um racha internacional entre Suécia e Israel, e foi condenado como infundados "libelos de sangue" pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Scheper-Hughes saiu em defesa de Boström em Counter-Punch, apresentando o que chamou de uma "arma fumegante" para respaldar as declarações em seu artigo. Sua prova foi uma entrevista que ela havia realizado com um patologista israelense chamado Yehuda Hiss, o diretor do Instituto Forense Abu Kabir, instalação da central de Israel para a realização de autópsias. Na entrevista, que Scheper-Hughes tinha gravado em 2000, mas ainda não tinha escrito sobre, Hiss fez a admissão notável que seu instituto teve, sem a permissão da família, tomadas as córneas, pele, ossos e outros tecidos dos cadáveres de palestinos, bem como a partir de cadáveres de soldados das Forças de Defesa de Israel e de outros cadáveres que vieram através de seu necrotério. Os órgãos e tecidos foram utilizados para formação e investigação médica, e as peles e córneas, para transplantes. (Depois que a fita foi lançada, Hiss negou qualquer irregularidade.)
A entrevista de Scheper-Hughes com Hiss foi uma prova de seu talento extraordinário para a obtenção de acesso a informações sensíveis e de impacto. Hiss já foi removido de seu posto em Abu Kabir. As repercussões da controvérsia, legais ou não, provavelmente serão sentidas por muitos anos.
Mas, dadas as tensões políticas extraordinárias que persistem entre israelenses e palestinos, este parece ser um caso em que é especialmente importante para delinear claramente rumores de fatos. Por mais horríveis que as admissões gravadas de Hiss fossem, elas não confirmaram as histórias que circulam entre famílias palestinas, e relatadas por Boström, que os órgãos de seus filhos estavam sendo colhidos, enquanto os jovens ainda estavam vivos. Em 2013, num ensaio sobre a polêmica que ela co-escreveu com Boström, Scheper-Hughes criticou os meios de comunicação internacionais por interpretarem a história do Aftonbladet como afirmando que "os soldados israelenses foram deliberadamente à caça de jovens palestinos, a fim de cortar os seus órgãos." Ela escreveu que esta era uma "distorção" do relato de Boström, para distrair da questão das práticas de transplantes. Embora seja verdade que o artigo original não chega a fazer precisamente essa afirmação sobre a "caça", ele não criticamente relata a percepção que as vítimas palestinas ainda estavam respirando quando desapareceram de suas aldeias. Não é surpreendente que o público internacional poderia encontrar este detalhe moralmente saliente.
Quando sugeri que parecia haver uma diferença importante entre as acusações repetidas no artigo Boström e as revelações de sua entrevista com Hiss sobre colheita de tecido cadavérico, Scheper-Hughes ficou frustrada que eu não estava vendo o grande retrato. "As distinções que você está fazendo estão apenas começando no ofuscamento", disse ela. "É verdade que os mortos não se importam com o que acontece com o seu corpo, mas os vivos se importam. Essas famílias palestinas importam. Não é que eu não entendo a diferença."
"Será que a minha entrevista com Hiss suporta o artigo Boström? Absolutamente. Não é tão diferente", disse ela. "Se você perder esse ponto, você está perdendo o que eu estou pensando. Eu me preocupo com o corpo, vivo ou morto. Isso é o que os antropólogos médicos são bons. Somos guardiões do corpo." (...)
O CORRETOR: Israelense Gadalya "Gaddy" Tauber descrito por Scheper-Hughes como facilitador de um esquema de tráfico que enviou brasileiros pobres para clínicas
na África do Sul para abastecer rins para transplante em turistas israelenses.
(Foto: Nancy Scheper-Hughes)
No verão de 2012, eu me encontrei com Scheper-Hughes nas etapas do tribunal federal em Trenton, New Jersey, para a audiência de sentença para Rosenbaum. No tribunal do quarto andar, Scheper-Hughes tomou um assento na primeira fila, onde ela podia ver o perfil barbudo e corpulento de Rosenbaum. Defendendo uma sentença dura, promotor McCarren chamou quatro testemunhas. Ele questionou um administrador do Hospital Albert Einstein e um cirurgião que trabalhava lá enquanto Rosenbaum estava na ativa com seu negócio de comércio de rim. Ele ligou para o suporte de uma mulher de meia idade chamado Beckie Cohen que, em lágrimas, descreveu como estava grata que sua família tinha sido capaz de pagar a Rosenbaum 150 mil dólares para organizar um transplante de rim em um hospital de Minneapolis para seu pai doente, Max Cohen. McCarren também questionou Elahn Quick, um jovem nascido em Israel de pais americanos, a quem foram pagos cerca de US$ 25.000 para doar um de seus rins para o Sr. Cohen.
Ao descrever suas relações com Rosenbaum, Quick falou de nenhuma pressão ostensiva ou ameaças. No final, ele disse que se sentiu usado e um pouco vitimado pela transação, mas ele não se arrependeu da operação. "Eu queria fazer algo significativo", disse Quick. "Eu ainda estou atinado para o fato de que eu salvei uma vida." Neste ponto Scheper-Hughes inclinou-se para mim e disse que esse refrão sobre "salvar uma vida", era um disparate: "Essas pessoas que recebem transplantes são na sua maioria apenas velhos."
Scheper-Hughes passou a maior parte da audiência rapidamente escrevendo em seu notebook, mas ela deixou claro, sussurrou em apartes, sua desaprovação do processo. Quando o juiz mencionou que tinha sido movido pelas cartas de apoio a Rosenbaum, enviadas pelos receptores de transplantes de órgãos que ele tinha organizado, Scheper-Hughes suspirou e disse: "Oh, Jesus Cristo!" Quando Beckie Cohen chorou, contando a angústia de sua família sobre a doença de seu pai, o que os levou a pagar a Rosenbaum para conseguir um doador de rim, Scheper-Hughes se inclinou para mim e disse: "Ela poderia ter-lhe dado seu rim." Quando um médico do Hospital Albert Einstein declarou que ele não tinha certo conhecimento no início de 2000 que os doadores estavam sendo pagos por Rosenbaum, Scheper-Hughes sussurrou: "McCarren não é um bom inquisidor. Eu poderia fazer melhor." Durante o curso da longa audiência, Scheper-Hughes teve um comentário afiado para cada jogador no tribunal: o médico, o doador, a filha do destinatário, McCarren, os advogados de defesa, e o juiz. Ela tinha se tornado, quase literalmente, o bobo da corte que ela descreve em sua escrita, uma zombadora, discordante voz da bancada.

28 comentários:


  1. "Por mais horríveis que as admissões gravadas de Hiss fossem, elas não confirmaram as histórias que circulam entre famílias palestinas, e relatadas por Boström, que os órgãos de seus filhos estavam sendo colhidos, enquanto os jovens ainda estavam vivos", e nem prova o contrário de que só faziam a retirada quando estavam mortos. Tergiversaram ao que parece, pois que ninguém nega a retirada ilegal.
    ----------------------------
    "Há uma piada judaica antiga que fala de um comerciante judeu moribundo que chama o filho em seu leito pouco antes dele morrer. Ele lhe diz: "Ouça-me Moisha'le, a vida não é apenas sobre o dinheiro ... você também pode fazer ouro e diamantes." O monitoramento de notícias israelense e judaica revelam um fato devastador, não é "apenas" sobre o dinheiro. Também pode ser acerca de órgãos humanos. Algumas semanas atrás, nós ficamos sabendo sobre um círculo de rabinos americanos que haviam sido presos em New Jersey por suspeita de tráfico de órgãos humanos."

    http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=128267.0

    Cobalto

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    1. Tergiversação e tantos outros esquemas sórdidos mais foram imensamente disseminados pelos grandes corruptores.

      Vide Escola de Frankfurt, por exemplo.

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  2. Traficantes de órgãos israelenses cobravam até US$ 200 mil de pacientes desesperados :

    http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2014/09/09/traficantes-de-orgaos-israelenses-cobravam-ate-us-200-mil-de-pacientes-desesperados.htm

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    1. Mas o governo judeu se apressou (pra variar) a dizer aquelas pérolas: "Já estamos investigando"; "Estamos trabalhando para eliminar de vez o problema"; "São exceções à regra"; "Isso tem em todos os países";...

      Desfaçatez é a regra!...

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  3. Como ja era esperado por aqui, o caminho é estigmatizar judeus e israelenses.

    Se pegam um israelense ou um judeu roubando, entao " israelenses são ladroes, Israel é ladrao , judeu é ladrao, os grandes corruptores sao ladroes. E o governo de Israel ou " governo judeu" (sic) é culpado tambem .
    Se pegam um judeu ou israelense traficando droga ou contrabandeando ou traficando rins, então " judeu é tudo traficante, contrabandista, criminoso ; israel é pais de traficante, contrabandista, criminoso"

    Entao " trafico, contrabando, roubo, é coisa de judeu, coisa de israelense, coisa de rabino."

    Ja vi brasileiro ser preso por trafico de drogas, contrabando, prostituicao, roubo, trafico de orgaos, assalto, pedofilia, crime de prostituição, corrupcao . Entao isso significa que brasileiro é tudo pedofilo , traficante, ladrão, corrupto ?

    Fabiano, voce talvez não esta percebendo........voce está com fixação por judeus, Israel, Holocausto, "grandes corruptores" .....e está se transformando num Alfredo Braga !

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    1. Se você de fato crê que é fixação de minha parte, só me dê sua opinião para esta dúvida que muita gente tem:

      Por que os judeus são mal vistos, mal quistos e expulsos de praticamente todos os lugares e por quase todos os povos durante toda a História? A humanidade é invejosa, covarde ou qualquer outra coisa odienta?

      Em tempo: procure ler o livro "Os magnatas do tráfico negreiro" e me diga se é também fixação ou estigmatização.

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    2. Realmente, sobre "fixação" tem uns por aí que não levam sorte. Por que será?!

      109 Locais De onde judeus foram expulsos desde AD250

      ANO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LUGAR

      250 - - - - - - - - - - - - - - - - Cartago
      415 - - - - - - - - - - - - - - - - Alexandria
      554 - - - - - - - - - - - - - - - - diocese de Clermont (França)
      561 - - - - - - - - - - - - - - - - Diocese de Uzès (França)
      612 - - - - - - - - - - - - - - - - Espanha visigoda
      642 - - - - - - - - - - - - - - - - visigodo Império
      855 - - - - - - - - - - - - - - - - Itália
      876 - - - - - - - - - - - - - - - - Sens
      1012 - - - - - - - - - - - - - - - - Mainz
      1182 - - - - - - - - - - - - - - - - França
      1182 - - - - - - - - - - - - - - - - Alemanha
      1276 - - - - - - - - - - - - - - - - Alta Baviera
      1290 - - - - - - - - - - - - - - - - Inglaterra
      1306 - - - - - - - - - - - - - - - - França
      1322 - - - - - - - - - - - - - - - - França (novamente)
      1348 - - - - - - - - - - - - - - - - Suíça
      1349 - - - - - - - - - - - - - - - - Hielbronn (Alemanha)
      1349 - - - - - - - - - - - - - - - - Saxony
      1349 - - - - - - - - - - - - - - - - Hungria
      1360 - - - - - - - - - - - - - - - - Hungria
      1370 - - - - - - - - - - - - - - - - Bélgica
      1380 - - - - - - - - - - - - - - - - Eslováquia
      1388 - - - - - - - - - - - - - - - - Estrasburgo
      1394 - - - - - - - - - - - - - - - - Alemanha
      1394 - - - - - - - - - - - - - - - - França
      1420 - - - - - - - - - - - - - - - - Lyons
      1421 - - - - - - - - - - - - - - - - Áustria
      1424 - - - - - - - - - - - - - - - - Friburgo
      1424 - - - - - - - - - - - - - - - - Zurique
      1424 - - - - - - - - - - - - - - - - Colónia
      1432 - - - - - - - - - - - - - - - - Savoy
      1438 - - - - - - - - - - - - - - - - Mainz
      1439 - - - - - - - - - - - - - - - - Augsburg
      1442 - - - - - - - - - - - - - - - - Holanda
      1444 - - - - - - - - - - - - - - - - Holanda
      1446 - - - - - - - - - - - - - - - - Baviera
      1453 - - - - - - - - - - - - - - - - França
      1453 - - - - - - - - - - - - - - - - Breslau
      1454 - - - - - - - - - - - - - - - - Wurzburg
      1462 - - - - - - - - - - - - - - - - Mainz
      1483 - - - - - - - - - - - - - - - - Mainz
      1484 - - - - - - - - - - - - - - - - Varsóvia
      1485 - - - - - - - - - - - - - - - - Vicenza (Itália)
      1492 - - - - - - - - - - - - - - - - Espanha
      1492 - - - - - - - - - - - - - - - - Itália
      1495 - - - - - - - - - - - - - - - - Lituânia
      1496 - - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles
      1496 - - - - - - - - - - - - - - - - Portugal
      1498 - - - - - - - - - - - - - - - - Nuremberga
      1498 - - - - - - - - - - - - - - - - Navarra

      continua - Cobalto

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    3. 1510 - - - - - - - - - - - - - - - - Brandenbergo
      1510 - - - - - - - - - - - - - - - - Prússia
      1514 - - - - - - - - - - - - - - - - Estrasburgo
      1515 - - - - - - - - - - - - - - - - Génova
      1519 - - - - - - - - - - - - - - - - Regensburg
      1533 - - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles
      1541 - - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles
      1542 - - - - - - - - - - - - - - - - Praga & Bohemia
      1550 - - - - - - - - - - - - - - - - Génova
      1551 - - - - - - - - - - - - - - - - Baviera
      1555 - - - - - - - - - - - - - - - - Pesaro
      1557 - - - - - - - - - - - - - - - - Praga
      1559 - - - - - - - - - - - - - - - - Áustria
      1561 - - - - - - - - - - - - - - - - Praga
      1567 - - - - - - - - - - - - - - - - Wurzburg
      1569 - - - - - - - - - - - - - - - - Estados Pontifícios
      1571 - - - - - - - - - - - - - - - - Brandenburg
      1582 - - - - - - - - - - - - - - - - Holanda
      1582 - - - - - - - - - - - - - - - - Hungria
      1593 - - - - - - - - - - - - - - - - Brandenburg, Áustria
      1597 - - - - - - - - - - - - - - - - Cremona, Pavia & Lodi
      1614 - - - - - - - - - - - - - - - - Frankfort
      1615 - - - - - - - - - - - - - - - - Worms
      1619 - - - - - - - - - - - - - - - - Kiev
      1648 - - - - - - - - - - - - - - - - Ucrânia
      1648 - - - - - - - - - - - - - - - - Polónia
      1649 - - - - - - - - - - - - - - - - Hamburgo
      1654 - - - - - - - - - - - - - - - - Pequena Rússia (Beylorus)
      1656 - - - - - - - - - - - - - - - - Lituânia
      1669 - - - - - - - - - - - - - - - - Oran (Norte de África)
      1669 - - - - - - - - - - - - - - - - Viena
      1670 - - - - - - - - - - - - - - - - Viena
      1712 - - - - - - - - - - - - - - - - Sandomir
      1727 - - - - - - - - - - - - - - - - Rússia
      1738 - - - - - - - - - - - - - - - - Wurtemburg
      1740 - - - - - - - - - - - - - - - - Pequena Rússia (Beylorus)
      1744 - - - - - - - - - - - - - - - - Praga
      1744 - - - - - - - - - - - - - - - - Eslováquia
      1744 - - - - - - - - - - - - - - - - Novi
      1745 - - - - - - - - - - - - - - - - Morávia
      1753 - - - - - - - - - - - - - - - - Kovad (Lituânia)
      1761 - - - - - - - - - - - - - - - - Bordeaux
      1772 - - - - - - - - - - - - - - - - Deportado para o pálido de liquidação (Polónia / Rússia)
      1775 - - - - - - - - - - - - - - - - Varsóvia
      1789 - - - - - - - - - - - - - - - - Bretanha

      continua - Cobalto

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    4. 1804 - - - - - - - - - - - - - - - - Villages na Rússia
      1808 - - - - - - - - - - - - - - - - Aldeias e rurais (Rússia)
      1815 - - - - - - - - - - - - - - - - L & Beck Bremen
      1815 - - - - - - - - - - - - - - - - Francônia, Suábia & Baviera
      1820 - - - - - - - - - - - - - - - - Bremen
      1843 - - - - - - - - - - - - - - - - Russian Border Áustria e Prússia
      1862 - - - - - - - - - - - - - - - - Áreas em os EUA sob a jurisdição do general Grant [1]
      1866 - - - - - - - - - - - - - - - - Galatz, Roménia
      1880 - - - - - - - - - - - - - - - - Rússia
      1891 - - - - - - - - - - - - - - - - Moscovo
      1919 - - - - - - - - - - - - - - - - Baviera (nascido no exterior judeus)
      1938-1945 - - - - - - - - - - - - Áreas controladas Nazi
      1948 - - - - - - - - - - - - - - - - Países Árabes

      [1] Em 17 de dezembro de 1862, o general Ulysses Grant escreveu ao Assistente Ajudante Geral do Exército dos EUA:


      "Eu há muito que acredita que, apesar de toda a vigilância que pode ser infundido em pós-comandantes, os regulamentos specie do Departamento do Tesouro foram violados, e que em sua maioria por judeus e outros comerciantes inescrupulosos. Tão bem satisfeito eu estive de isso que eu instruiu o comandante em Columbus de recusar todas as licenças para os judeus para vir do Sul, e eu frequentemente tinha expulso do departamento. Mas eles vieram com seus tapetes-sacos, apesar de tudo o que pode ser feito para evitá-lo . Os judeus parecem ser uma classe privilegiada, que pode viajar para qualquer lugar. Eles vão desembarcar em qualquer pátio de madeira sobre o rio e fazer o seu caminho através do país. caso de não autorização para comprar algodão a si mesmos, eles vão atuar como agentes para outra pessoa, que vai estar em um posto militar com uma autorização do Tesouro para receber algodão e pagar por ele em notas do Tesouro que o judeu vai comprar a uma taxa acordada, o pagamento de ouro. "

      Além disso, em 17 de dezembro de 1862, o general Ulysses S. Grant emitiu Ordens Gerais No. 11 Essa ordem baniu todos os judeus de militar no oeste do Tennessee.

      Encomendas Geral No. 11, declarou: "1 Os judeus, como uma classe, violando todos os regulamentos do comércio estabelecido pelo Departamento do Tesouro, está expulso do Departamento.

      "2 Dentro de 24 horas a partir do recebimento desta ordem pelos pós-comandantes, eles vão ver que tudo isso classe de pessoas estão equipados com passes necessários para sair, e ninguém retornando após tal notificação, será preso e mantido em confinamento até que um oportunidade ocorre de enviá-los como prisioneiros, a não ser fornecido com licenças destes sede.

      "3. Não autorizações serão dadas essas pessoas para visitar a sede com o objetivo de apresentar o pedido pessoal para autorizações de comércio.

      "Por ordem do major general Grant.

      "Jno. A. Rawlings,
      Assistente Ajudante Geral "

      Realmente incompreensível que gente tão boa, inocente, sempre fosse expulsa de qualquer lugar do planeta.

      Cobalto

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    5. http://cel.aurora-israel.co.il/articulo.php?id=60156



      essa listagem acima não está atualizada; esse número aumentou para 110.

      Em agosto último houve uma comunidade judaica expulsa duma cidade da Guatemala.

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    6. Então é 111, por que a mesma comunidade foi expulsa do Canadá uns anos antes.

      Interessante que comunidades de italianos, de alemães, de japoneses, de ucranianos, para citar só algumas, não tem o mesmo problema. Claro que a culpa é dos nativos e não dos pobres judeus.

      Cobalto

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  4. Adibê

    Vejo que voce pesquisa textos na internet, e posta aqui. Critica judeus em geral. Fala em conspiração, corruptores , parasitas, gafanhotos. E sei que voce mora em Jaguariuna, cidade no interior de SP com 40 ou 50 mil habitantes.

    Entao te pergunto : o quanto voce conhece na pratica judeus , e comunidade judaica ?

    Não é difícil. Não precisa ir longe . Viaje 150 km e venha passar uns dias em São Paulo, capital. Cidade onde convivem em paz varias comunidades de imigrantes (como árabe, judia, japonesa) . Veja o quanto essas comunidades contribuíram para o desenvolvimento e progresso da cidade, e do país.

    Em vez de ficar falando em usura, gafanhotos, parasitas, holocausto, donos do mundo, conspiração mundial, venha para cá conferir in loco , na pratica .

    Veja como judeus (assim como descendentes de libaneses ou japoneses) participaram e participam (em Sp e no Brasil) , nas diversas áreas : médicos, engenheiros, dentistas, advogados, psicólogos, arquitetos, artistas, pesquisadores, acadêmicos (nas áreas de exatas, humanas, biologicas) , comerciantes, industriais, políticos . Veja a importância que dão ao estudo e ao conhecimento, e ao trabalho. Veja o quanto atuaram e atuam no ramo do comercio (assim como também muitos descendentes de sírio-libaneses) e da indústria . Veja o quanto contribuíram gerando empregos e pagando impostos. E veja a convivência e a integração na sociedade. Veja o quanto trabalharam e construiram, e seguem construindo.

    Só em são Paulo a comunidade deve ter hoje uns 60 mil judeus . A comunidade sírio libanesa tem centenas de milhares. E cumpre ressaltar que estas 2 comunidades convivem aqui em paz.

    Já que a mídia é “controlada pelos sionistas”, então confira e veja pessoalmente. Em vez de ler textos traduzidos de sites revisionistas ou nacional socialistas de outros países, veja a coisa in loco, na sua frente.

    Vai abrir a sua cabeça, e tenho certeza que vai mudar este ódio e rancor e aversão , que vejo aqui no seu site , e nas suas palavras e nos seus comentários.

    Abraço,

    Paulo

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    1. Caro Paulo.
      Para tudo o que escreveu, eu já havia registrado aqui:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/05/essencialmente-nada-contra.html

      E para os que já me ofenderam e até ameaçaram, falei aqui:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/04/carta-aberta-aos-aspones.html

      Espero que fique esclarecido.
      Abraço.

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  5. Exemplo de convivência harmoniosa entre judeus super defensores da democracia, da educação, das liberdades, etc com os brasileiros:

    "Docente compara judeus a nazistas e é demitido de colégio no Rio.
    Um professor de geografia foi demitido do colégio Andrews, no Rio de Janeiro, após aplicar uma prova para a 8ª série onde fez uma comparação entre judeus e nazistas.

    "Conforme é sabido, os judeus foram perseguidos por Hitler durante o nazismo. Atualmente um determinado povo é tido como vítima dos israelenses, tendo que viver em assentamentos isolados controlados por Israel. Chegaram invadindo, tomando terras e assassinando... Quem será pior? Nazistas ou judeus?", diz o enunciado da questão.

    Há ainda uma charge de um soldado com uma suástica à esquerda e, do outro lado, um soldado com a bandeira de Israel.

    Segundo Pedro Flexa Ribeiro, diretor da instituição, o episódio é "lamentável" e "fere o projeto educativo e a identidade da escola". (sic)

    "Buscamos desde o começo um ambiente escolar plural, democrático, voltado para ensinar o convívio e sempre tivemos entre nossos alunos muitas crianças filhas de famílias judaicas", disse.

    Ribeiro confirmou o desligamento do professor e afirmou que uma equipe do colégio conversou com alunos. "Nós vamos agora estudar estratégias que possam de alguma forma reparar o dano."
    http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/09/11/professor-de-geografia-compara-judeus-a-nazistas-e-e-demitido.htm

    "Fere o projeto educativo e a identidade da escola"?! Que projeto?! Educacional ou sionizante?! Que identidade escolar?! Nacional ou judaica?!

    "Buscamos um ambiente plural e democrático"?! Onde?! Evitar que a algumas verdades só porque encriminam os judeus sejam ditas é ser democrático?! Não acho!

    "Dano"?! Como ele chamaria então o que acontece com os palestinos?! Vejamos este vídeo:

    https://www.youtube.com/watch?v=cnnItjHa5DE

    Que tal mostrar aos alunos?! Xiii, acho que é preconceito, discriminação e o vídeo é "lamentável" e "fere o projeto educativo e a identidade da escola".

    Cobalto

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    1. kkkkkkkkkkk...

      Perdão, meu amigo. Tal notícia é rir pra não chorar. Rio com a mente ebulindo de indignação e o coração apertado de desalento.

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  6. Quatro meninos palestinos alvejado e morto por Israel joga na praia em Gaza.
    https://www.youtube.com/watch?v=tbFBCxKCd60#t=12

    Snipers IDF (chamam essa gente de soldados) atiram em garotos no telhado de sua casa e após ver o menino fugir mancando, se felicitam uns aos outros.
    https://www.youtube.com/watch?v=jm_L5fRoQUA

    Israel expulsa 7.000 imigrantes africanos porque eles "ameaçam identidade judaica"
    Israel teria coagido milhares de eritreus e sudaneses para deixar o país.
    https://www.youtube.com/watch?v=jS9cywSdPqs#t=11

    Por que Israel não está na lista de países terroristas?
    https://www.youtube.com/watch?v=0bOfJjAYYes

    Calma gente, é só Israel "com direito de se defender".

    Cobalto




    (Tá bom ou precisa mais?)

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  7. Pior que não acaba mais. Vejamos:

    1 - Israel admitiu pela primeira vez que ele vem dando etíopes imigrantes judeus injeções anticoncepcionais, muitas vezes sem o seu conhecimento ou consentimento.
    http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/israel-gave-birth-control-to-ethiopian-jews-without-their-consent-8468800.html

    2 - NAZARETH, funcionários Israel // de saúde em Israel está submetendo muitos imigrantes etíopes do sexo feminino para uma droga de controle de natalidade a longo prazo controverso em que os grupos de mulheres israelenses alegam é uma política racista de reduzir o número de bebês negros. O contraceptivo, conhecido como Depo Provera, que é administrado por injeção a cada três meses, é considerado por muitos médicos como um método de último recurso por causa de problemas que tratam seus efeitos colaterais de controle de natalidade.
    Read more: http://www.thenational.ae/news/world/middle-east/israels-treatment-of-ethiopians-racist#ixzz3DAFyhlNf
    Follow us: @TheNationalUAE on Twitter | thenational.ae on Facebook
    http://www.thenational.ae/news/world/middle-east/israels-treatment-of-ethiopians-racist

    3 - Israel "oprime palestinos e crianças palestinas em toda a impunidade", apesar Convenção sobre os Direitos da Criança. (Convenção antissemita essa não?! Credo, gente)
    http://www.aljazeera.com/indepth/features/2014/09/where-accountability-gaza-children-20149973438619725.html

    4 - Uma nova avaliação das Nações Unidas publicado esta semana estabelece a aplicação maciça das necessidades que enfrentam os cerca de 1,8 milhão de palestinos em Gaza após a destruição "sem precedentes" causada pelos 51 dias de bombardeios israelenses em julho e agosto.

    (Com uma incrível foto da destruição, ops "do direito de Israel de se defender")

    O ataque de Israel - que ele apelidou de "Operação Borda de proteção" - deixou pelo menos 2.133 palestinos mortos e mais de onze mil feridos. Mais de 100 mil estão permanentemente desabrigadas em cerca de 13 por cento do parque habitacional de Gaza - 44.300 unidades habitacionais - foi afetado pelo ataque, com cinco por cento tornado completamente inabitável.
    http://electronicintifada.net/blogs/ali-abunimah/palestinians-gaza-are-still-waiting-siege-end

    5 - Ele foi descrito como cheirar como " um pedaço de podre cadáver de um esgoto estagnada "colocado em um liquidificador.
    É o líquido nauseabundo o caminhão "skunk", uma das armas de ocupação e opressão de Israel, rotineiramente pulveriza a palestinos.
    Um desses caminhões skunk pode ser visto no vídeo acima pulverização de um jato do líquido nojento no leste de Jerusalém ocupada no sábado.
    http://electronicintifada.net/blogs/ali-abunimah/video-palestinians-cheer-israeli-skunk-truck-crashes-ravine

    6 - Democracia de Israel. Caso ginecologistas precisam ser orientados a não dar às mulheres injeções contraceptivas sem estabelecer pleno consentimento informado? Claro que não. Mas isso é o que aconteceu em Israel depois que foi revelado em um relatório da organização de direitos das mulheres que as mulheres etíopes receberam injeções de Depo-Provera sem conhecimento suficiente da finalidade ou efeitos colaterais da droga.
    http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/jan/30/forced-contraception-jewish-ethopian-women

    7 - Jogando algo como esgoto sobre as casas dos palestinos.
    https://www.youtube.com/watch?v=-njv7RJqtRM

    Acabou?! Que nada. Isso não é nem a ponta do iceberg da democracia, da paladina da justiça, da moral, blá blá blá.

    Cobalto

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    1. E o Paulo quer que eu visite Sampa (como já fiz N vezes) para ver a harmonia que existe entre judeus normais e os outros povos...

      Melhor seria se ele visitasse Gaza, ou a Cisjordânia, ou qualquer país sob a influência direta de israel, passando um mês por lá.

      Ou será que estou sofrendo com más influências como a sua? rsrsrs...

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    2. Essa gente tem duas caras, uma pra hasbará e outra, a verdadeira, em Israhell.

      Cobalto

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  8. Vejo que continua o odio e raiva e critica e rancor....

    Adibe, o convite continua em pe...venha a SP, converse peesoalmente com judeus ...veja o q pensam, o q fazem, como vivem....veja na pratica.....se informe e amplie seu conhecimento e experiencias ....em vez de ficar so se informando por links da internet ou links do cobalto...

    Quem sabe , tira esse odio e preconceito do seu coracao e da sua cabeca......e ai direciona suas energias pra algo mais serio e construtivo na sua vida...

    Afinal, acho que vc nao quer mais tarde virar um idoso raivoso e ranzinza e invejoso como Alfredo Braga ou Toedter , ou como provavelmente o Cobalto vai ser .

    E respondendo ao que vc falou, ja estive em Israel, ja morei la, ja estive na Cisjordania, ja cheguei ate a pegar praia em Gaza um dia ( nos anos 90)

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    Respostas
    1. "Fontes/links do Cobalto"?! Aprenda a ler primeiro, caro hasbará troll. As fontes/links são dos mais diversos jornais e emissoras dos 5 continentes.

      "Idoso raivoso e ranzinza"?! rsrs
      http://gloria.tv/media/Gro1WqM4kqr

      Em Israel, já se começa a ser "raivoso e ranzinza" jovem:
      https://ativandoneuronios.files.wordpress.com/2014/08/israel.png

      Ele visitou de dentro de um blindado e fardado a "praia de Gaza". Sabia que usam esta praia pra tiro ao alvo?

      https://www.youtube.com/watch?v=iHs8yxxQ2qk

      https://www.youtube.com/watch?v=CXv7bwp7_Yk

      Já achou seus contêineres no fundo do mar?

      Cobalto

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  9. E respondendo ao que vc falou, ja estive em Israel, ja morei la, ja estive na Cisjordania, ja cheguei ate a pegar praia em Gaza um dia ( nos anos 90)

    Sei que nao eh facil e barato viajar a israel e cisjordania....o que seria bom pras voce conhecer e ver a coisa in loco....Mas Sao Paulo esta a menos de 2 horas da sua casa....venha, veja.

    E uma coisa tambem te garanto....os judeus aqui no brasil estao preocupados com o Brasil, o dia a dia, o progresso, o trabalho, emprego, seus filhos. violencia, economia, futuro, politicos......tanto quanto a maioria dos Brasileiros. A preocupacao e envolviemnto com israel existe mas eh algo secundario.

    Diferente de alguns brasileiros ( alguns que frequenta, esse site e outros similares) que so se preocupam com " alemanha ocupada ", Alemanha. , reich, Sion, Gaza, cisjordania. Palestinos, criancas palestinas, etiopes e africanos em israel.....e deixando em segundo plano , o Brasil e todos os problemas e questoes que envolvem.

    Mas eh isso, o convite esta de pé !

    Abraco

    Paulo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Primeiro, não parece que você leu meus dois links que lhe indiquei. Sua falta de bom senso em entender minhas atitudes contra apenas e tão somente a cúpula sionista desanima;

      Segundo, em boa parte da minha vida, tive contato com judeus. O maior foi durante a faculdade, quando uma família judia (em especial, a matriarca, uma colega de classe) me acolheu para me ensinar música; ela, ao piano; eu, ao violão. Deliciosos tempos!

      Terceiro, na minha cidade, há dezenas de judeus. Tirando um talmudista que pensa e age como os aspones que às vezes por aqui empestam, convivo tranquila e educadamente com todos. Respeito e bem querer.

      Em tempo: se você já morou em israel, visitou a Cisjordânia e até pegou uma praia em Gaza, como pode não ter visto o que é mostrado pela mídia (a maioria, pequena e média) sobre ódio, preconceito, expulsões, etc, contra árabes, negros e palestinos? Você só visitou as regiões blindadas pelo exército judeu?

      Assim, qualquer um...!

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  10. Adibe

    Nao entendi algumas coisas na suas respostas e na sua nomenclatura : o que é a CUPULA SIONISTA ? e o que é um TALMUDISTA ? E o que são JUDEUS NORMAIS ? Eu nasci e moro em Sao Paulo , tenho 46 anos e sou engenheiro : sou talmudista, sou sionista, sou da cupula, ou sou judeu normal ?

    Li sim os 2 links que indicou

    Adibe, morei por quase 2 anos em Israel ; garanto que conheci muito bem o pais, visitei todas as regioes, e nao tinha nada de regiao blindada . Mas tinha sim atentados a bomba e atentados suicidas, entao tinha regioes onde era mais seguro para se passear, e regioes onde era menos seguro (assim como em SP, no RJ ou no resto do Brasil tambem tem). O pais la, assim como o Brasil, tem problemas, tem atitudes do governo que eu nao concordo, e tem coisas a serem mudadas e melhoradas.

    Se eu vi preconceito ou olhares diferentes contra negros (sejam negros judeus ou nao) , foi em intensidade menor do que vejo aqui no Brasil.

    E voce fala em exercito judeu . na verdade é exercito israelense. Como ficam os 10% de soldados do exercito que não são judeus (drusos, beduínos) . Bem, voce como sempre mistura ISRAEL e JUDEUS, israelense e judeu.

    Mas enfim....volto a tocar no ponto : voce esta se baseando no que vê na mídia. Converse pessoalmente com alguém que já esteve na região e conheceu um pouco melhor : seja judeu, católico, evangélico, muçulmano, budista

    Enfim : o convite continua de pe. E espero que voce também tenha preocupações e envolvimento com a sua cidade, com o seu estado, com o Brasil, com os locais e as pessoas que estao perto de voce ; em vez de ficar so com essa fixação e obsessão por Judeus, Israel, Gaza, Cisjordania, Alemanha, Nazismo. Do jeito que está, voce já pode se tornar um guia turístico do Oriente Medio pela internet, a distancia. Ou então guia turístico da Polonia (campos de concentração) !

    Paz e Amor. Ainda da tempo , Adibe !

    Paulo

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    Respostas
    1. - Conceituações genéricas, paulo, consulte aqui:
      http://www.dicio.com.br/

      - Classifique-se à sua vontade.

      - Em seus dois anos em israel, todos (árabes, palestinos, negros, etc) eram bem tratados, sem agressão, aversão ou coisa pior, pelos judeus? Então, de lá pra cá, a coisa se deteriorou um pouco;

      - israel se conclama o estado judaico (à força, mas...). Logo, dizer judeu ou israelense é perfeitamente aceitável;

      - O que lemos de pessoas que passaram ou ainda estão passando por lá não é suficiente para termos uma ideia do preconceito judeu, de como eles tratam os não judeus?

      Enfim, continue com seu "bom trabalho" em eufemizar as ações deletérias do governo israelense. Milhares de assassinados (sendo oficialmente 500 crianças) lhe são segundo plano e o holocausto lhe é inquestionável.

      Paciência!...

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    2. Paulo diz :

      "Se eu vi preconceito ou olhares diferentes contra negros (sejam negros judeus ou nao) , foi em intensidade menor do que vejo aqui no Brasil."

      Então os judeus no Brasil demonstram mais preconceito contra os negros daqui que em Israhell?! humm.... racista detectado.

      Acho que a fixação é do Paulo, pois não sai daqui, insiste em trollar sobre Israhell/holoconto e só fica convidando pra ir pra capital.

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