Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Yann & Scliar

Amigos e amigas.
Não é só sobre o holocausto que aparecem situações de plágio, criações "cooptadas", apropriações indébitas e similares. Vejam o caso do brasileiro abaixo:

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,acusado-de-plagiar-scliar-yann-martel-se-defende,20021107p2691
Moacyr Scliar (1937-2011) quis processar o canadense Yann Martel por ter usado em "A Vida de Pi" (Rocco) a premissa de seu livro "Max e os Felinos" (L&PM), segundo texto do editor Luiz Schwarcz publicado no blog da editora Companhia das Letras.

O gaúcho sempre negou ter pensado em recorrer à Justiça, embora mostrasse desconforto com comentários do canadense. Martel dizia que, após ter lido resenha desfavorável sobre o livro de Scliar, concluiu que saberia aproveitar melhor a ideia de um garoto num barco com um felino.

A polêmica começou quando, em 2002, o jornal britânico Guardian notou a semelhança entre a obra de 1981, do gaúcho, e a de 2001, do canadense. Segundo Schwarcz, Scliar teria ligado para ele, “indignado”: “Temos que fazer alguma coisa, tchê. Isso é plágio, Luiz. Vamos acionar advogados, uma coisa como essa não pode acontecer”.

Embora não fosse o editor de "Max e os Felinos" – a Companhia das Letras passou a editar Scliar anos depois da publicação –, Schwarcz diz ter feito uma mediação.

Convenci Moacyr de que o processo seria inviável e propus que Martel desse uma entrevista valorizando a obra do brasileiro e se retratando das declarações infelizes. Moacyr, por seu lado, daria declarações dizendo que não moveria processo algum.

Essas declarações, escreve Luiz, saíram em 2004, na Folha e no O Estado de S.Paulo. Em 2002, Scliar, então colunista da Folha de S.Paulo, já dizia, em texto na Ilustrada, que não pensava em processo.

É plágio? Depende, o que dá margem a uma discussão não apenas literária: nesta época de copyrights, propriedade intelectual é uma coisa séria, e uma ação judicial me foi sugerida. Recusei. Não sou um litigante.”


Daí, temos esta declaração do próprio Scliar:


Martel tentou se defender, mais liso que bagre ensaboado. Disse, por exemplo: "Será que haveria o mesmo escândalo se eu dissesse que me inspirei na Arca de Noé?"; ou esta, quando disseram que John Updike nunca tinha lido o livro de Scliar: "Acho que não foi o Updike e também não foi no New York Times Book Review. Fui traído por minha memória."; E mais esta: "Fiquei triste e surpreendido que minha homenagem a Scliar tenha sido vista como um ataque contra ele e o Brasil." E esta pérola? "Seriamente: como se pode plagiar um livro que não se leu?"

http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,acusado-de-plagiar-scliar-yann-martel-se-defende,20021107p2691

Tanta desfaçatez e nenhuma reação à altura! Como vemos, nosso famoso "complexo de vira-lata" é arraigado.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Judeus escravagistas

Amigos e amigas.
As informações a seguir não são nenhuma surpresa. Apenas um apanhado de citações que corroboram com o livro "Os magnatas do tráfico negreiro", de José Gonçalves Salvador. Destacam-se as opiniões dos rabinos Dr. Louis M. Epstein e Morris Raphal e de Maimonides.
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A escravidão negra
Marc Lee Raphael

“Judeus também tiveram uma participação ativa no comércio de escravos coloniais holandês. Na verdade, o regulamento do Recife e congregações Maurícias (1648) incluíam um imposto (taxa judia) de cinco soldos por cada escravo negro que um judeu brasileiro comprasse da companhia das Índias Ocidentais. Leilões de escravos eram adiados se eles caíam num feriado judaico. Em Curaçao, no século XVII, bem como nas colônias britânicas de Barbados e na Jamaica no século XVIII, mercadores judeus desempenharam um papel importante no comércio de escravos. Na verdade, em todas as colônias americanas, seja francesa (Martinica), britânica ou holandesa, mercadores judeus freqüentemente dominavam”.
“Isto não foi menos verdadeiro no continente norte-americano, onde durante o século dezoito, judeus participaram do “comércio triangular” que trazia escravos da África para as Índias Ocidentais (Américas) e lá os trocavam por melaço que, por sua vez, foi levado para a Nova Inglaterra e convertido em rum para vender na África. Isaac da Costa, de Charleston, na década de 1750, David Franks, de Filadélfia, em 1760, e Lopez Aaron, de Newport no final dos anos 1760 e no início dos anos 1770. Os judeus dominavam o comércio de escravos no continente americano”.
Fonte: Jews and Judaism in the United States: a documentary history (New York: Behrman House, inc., pub, 1983), p. 14.
Dr. Raphael Lee é o editor da história judaica americana, a revista do “American jewish historical society” na universidade de Brandeis, em Massachusetts.



Ira Rosenwaike:
“Em Charleston, Richmond e Savannah a grande maioria (mais de três quartos) das famílias judias tinham um ou mais escravos; em Baltimore, apenas uma em cada três casas era escravista; em Nova York, uma em cada dezoito… Entre as famílias donas de escravos, o número médio de escravos variava de cinco, em Savannah, a um em Nova York”.
Fonte: “A população judaica em 1820,” em Abraham J. Karp, ed, a experiência judaica na América: estudos selecionados a partir de publicações do American Jewish Historical Society (Waltham, Massachusetts, 1969, 3 volumes), volume 2, p. 2, 17, 19.



Cecil Roth:
“Os judeus do Savanne Joden [Suriname] também foram os primeiros na supressão das sucessivas revoltas negras, de 1690-1722; estas, de fato, foram em grande parte dirigidas contra eles, como sendo os maiores senhores de escravos da região”.
Fonte: História dos Marranos (Philadelphia: Jewish Publication Society of America, 1932), p. 292.



Jacob Rader Marcus:
“Durante todo o século XVIII, até o início do século XIX, os judeus no norte possuíam servos negros; no sul, as poucas plantações de propriedade de judeus, eram cultivadas com trabalho escravo. Em 1820, mais de 75% de todas as famílias judias em Charleston, Richmond e Savannah possuíam escravos, empregados como empregados domésticos; quase 40% de todas as famílias judias nos Estados Unidos possuíam um escravo ou mais. Não houve protestos contra a escravidão, como tal pelos judeus no sul, onde estavam sempre em desvantagem, pelo menos 100-1… mas muito poucos judeus, em qualquer lugar nos Estados Unidos, protestaram contra a escravidão por razões morais”.
Fonte: Judeus dos Estados Unidos , 1776-1985 (Detroit: Wayne State University Press, 1989), p. 586.



Relatório da sociedade americana e estrangeira anti-escravagista, de 1853:
“Os judeus dos Estados Unidos nunca tomaram quaisquer medidas no que diz respeito à questão da escravidão. Como cidadãos, eles consideram isso sua política para que cada um escolha que lado ele julgue ser a melhor forma de promover seus próprios interesses e o bem-estar de seu país.
Eles não têm organização de um corpo eclesiástico que represente sua visão geral; sem assembléia geral ou equivalente. Os judeus americanos têm dois jornais, mas não interferem em qualquer discussão que não seja material para a sua religião. Não pode-se dizer que os judeus tenham formado uma opinião denominacional sobre o tema da escravidão americana…
Os objetos de tão significativo preconceito e injusta opressão como os judeus foram durante séculos, certamente, ao que parece, mais do que qualquer outra denominação, deveriam ser os inimigos de casta, e amigos da liberdade universal”.



Rabino Bertram W. Korn:
“Parece ser realista concluir que qualquer judeu que poderia se dar ao luxo de possuir escravos e tinha necessidade de seus serviços iria fazê-lo… Os judeus participaram de todos os aspectos e processos da exploração dos negros indefesos”.
Fonte: “Escravidão: Judeus e Negros no Velho Sul, 1789-1865″, em Abraham J. Karp, a experiência judaica na América: Estudos selecionados a partir de Publicações do American Jewish Historical Society (Waltham, Massachusetts, 1969), pp 184, 189. 



Rabbi Dr. Louis M. Epstein, autor de leis sobre sexo e costumes no judaísmo:
“A escrava era uma ferramenta do sexo, abaixo do nível de considerações morais. Ela era um bem econômico, útil, além de seu trabalho doméstico, para a procriação de mais escravos. Para atingir esse objetivo, o mestre acoplava-a promiscuamente de acordo com seus planos de criação. O senhor mesmo, seus filhos e outros membros de sua família se revezavam com ela para o aumento da riqueza da família, bem como para a satisfação de seus desejos sexuais extraconjugais. Visitantes e vizinhos também eram convidados a esse luxo”. http://noirg.org/articles/echoes-of-mr-yakub-after-patmos/



Seymour B. Liebman:
“Eles vieram com navios que transportam os negros africanos para serem vendidos como escravos. O tráfico de escravos era um monopólio real, e os judeus eram frequentemente designados como agentes para a Coroa em sua venda… [eles] foram os maiores fornecedores de navios em toda a região do Caribe, onde o negócio de transporte era principalmente uma empresa judaica… Os navios não eram só de propriedade dos judeus, mas eram tripulados por judeus e navegavam sob o comando de capitães judeus”.
FONTE: New World Jewry 1493-1825: Requiem for the Forgotten (Ktav, New York, 1982), pp 170, 183. 



Herbert I. Bloom:
“Os habitantes cristãos [do Brasil] tinham inveja porque os judeus possuíam algumas das melhores plantações no vale do rio de Pernambuco e estavam entre os principais donos de escravos e comerciantes de escravos na colônia.
O comércio de escravos [sic] foi uma das atividades mais importantes dos judeus aqui [no Suriname] como em outros lugares nas colônias”.
[Bloom é um rabino, da Columbia University, 1923, ph.d., 1937; mhl, Instituto Judaico de Religião, 1928, dd, 1955; rabino do templo Albert, Albuquerque, Novo México, 1928-1931.
Presidente da Kingston Associação Ministerial, 1945-1946, e 1959-1960; B'nai B'rith, organização sionista da América; vice-presidente, conselho nacional de capelão da prisão, desde 1962; comitê de ação social da conferência central dos rabinos americanos, desde 1947; autor: “Os judeus do Brasil holandês”, 1936; “As atividades econômicas dos judeus de Amsterdam”, 1937]



Arnold Wiznitzer:
“A companhia das Índias Ocidentais, que monopolizava a importação de escravos da África, vendia escravos em leilões públicos a pagamento em dinheiro. Acontece que a maior parte do dinheiro estava nas mãos dos judeus. Os compradores que apareciam nos leilões eram quase sempre judeus e, por causa da falta de competidores, eles podiam comprar escravos a baixos preços. Por outro lado, também não houve competição na venda dos escravos para os fazendeiros e outros compradores, e a maioria deles comprava a crédito pagável na próxima colheita em açúcar. Lucros de até 300% do valor de compra eram freqüentemente obtidos com altas taxas de juros … Se a data de um leilão caísse num feriado judaico, o leilão tinha de ser adiado. Isso ocorreu na sexta-feira, 21 de outubro de 1644“.



Rabino Morris Raphall:
“Continua a ser um fato que não pode ser negado, que em sua própria terra natal e, em todo o mundo em geral, o desafortunado negro é realmente o mais inferior dos escravos. Muito tem sido dito a respeito da inferioridade de suas capacidades intelectuais, e que nenhum homem de sua raça já inscreveu seu nome no Parthenon da excelência humana, seja mental ou moral”.



"Judeus no sul" - Web Dubois:
“O judeu é o herdeiro do barão-escravo em Dougherty [Georgia], e como vamos para o oeste, por largos campos de cereal e espessos pomares de pêssego e pêra, que vemos em todos os lados dentro do círculo da floresta escura uma terra de Canaã. Aqui e ali são contos de projetos para conseguir dinheiro, nascido nos dias frenéticos de reconstrução de empresas, as empresas de vinho, engenhos e fábricas; quase todas faliram, e os judeus as herdaram”.
Fonte: The Souls of Black Folk (1903) Nota: quando Dubois tentou publicar o livro em 1953, ele sucumbiu às pressões para substituir a palavra “judeu” pela palavra “estrangeiro”.



Racismo judaico


Moses Maimonides:
A enciclopédia da religião judaica refere-se a Moisés Maimônides como “símbolo da fé pura e ortodoxa”. Seu guia para os perplexos é considerado a maior obra de filosofia religiosa judaica, mas seu ponto de vista sobre os negros era medonho:
“Os negros encontrados no remoto sul, e aqueles que se assemelham a eles dentre os que estão conosco nestes climas. O estado deles é semelhante ao de animais irracionais. Para mim, eles não têm condição de homens, mas entre os seres um grau menor do que o posto de homem, mas maior do que o posto de macacos. Porque eles têm a forma externa e traços de um homem e uma faculdade de discernimento que é superior à dos macacos”.



Prefeito Mordecai Manuel Noah (1785-1851):
Ele era considerado o mais ilustre judeu leigo em seu tempo. Ele foi um defensor da escravidão tão prolífico, que o primeiro periódico americano negro, The Freedom’s Journal (O Jornal da Liberdade), foi lançado em resposta à propaganda racista de Noah. Na verdade, ele defendia a escravidão chamando-a de liberdade:
“Não há liberdade sob o nome de escravidão. Um negro do campo tem sua casinha, sua esposa e filhos, sua tarefa fácil, seu pedacinho de milho e batatas, seu jardim e frutas, que são a sua receita e propriedade. A empregada doméstica tem roupas apropriadas, suas refeições de luxo, sua privacidade permitida, um gentil senhor e uma amante indulgente e freqüentemente afetuosa”.
Ele argumentou que “os laços da sociedade devem ser mantidos como eles são agora” e que “emancipar os escravos seria pôr em risco a segurança de todo o país”. O The Freedom’s Journal chamou Noah de “inimigo amargo” do homem negro e William Lloyd Garrison, o líder abolicionista branco, o chamou de “descendente direto dos monstros que pregaram Jesus na cruz”.



Lester D. Friedman: Autor de “A imagem do judeu de Hollywood”
“Hoje, a maioria das pessoas associa a tradição 'blackface' com shows de menestréis, e mais particularmente, com Al Jolson. Na verdade, muitos artistas judeus obtiveram sucesso inicial e continuaram a usá-lo.
Sophie Tucker foi anunciado como o “manipulador de música crioula”. Eddie Cantor tocou Salomé vestido de drag e blackface, enquanto George Burns, muitas vezes, viajou com uma face negra ainda mais cômica e estilizada do que Jolson. Mais tarde, George Jessel, muitas vezes, juntou Eddie Cantor no palco em várias rotinas blackfaces…
Na verdade, é muito fácil ignorar os depreciativos aspectos de tais atividades, o racismo inconscientemente aceito e alimentado por essas paródias cruéis, citando contextos históricos. Os indisfarçáveis elementos ridículos em retratos blackface como por judeus imitando os estranhos estereótipos de negros agora parecem suspeitos como necessidade desesperada de um grupo a afirmar a sua própria superioridade, imitando o outro. Tal motivação talvez inconsciente não deixa de ser difícil de ignorar”.

Fonte com mais dados: http://yahshurun.blogspot.com.br/2012/07/os-judeus-e-o-trafico-de-escravos.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Há muito se fala disso...

Amigos e amigas.
O economista Marco Antonio Campos Martins 
Transcrevo abaixo um trecho de um artigo do economista Marco Antonio Campos Martins chamado "O Brasil entrou no 'conto da dívida externa"', publicado no caderno de Economia da Folha de São Paulo em 31/10/1982. Verão que o esquema sórdido (hoje, bem conhecido) de endividar o mundo vem de antanho.
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"Basicamente, o atual sistema financeiro mundial está alicerçado no poder que alguns poucos países - especialmente os EUA - têm de emitir papel-moeda fiduciário, de circulação internacional, sem qualquer lastro. Ou seja, esses países têm a capacidade de gerar poder de compra a nível mundial, unilateralmente e em benefício próprio.

Sem maiores delongas, a colocação em marcha do atual mecanismo de empréstimos internacionais envolve as seguintes fases:

1- Os países emissores imprimem moeda-reserva, como o dólar e o eurodólar, sem qualquer esforço econômico, e emprestam essas moedas aos demais parceiros do comércio mundial;

2- Estes trocam o crédito assim obtido por produtos fabricados pela economia dos primeiros (países não emissores não transacionam muito entre si). Como se observa, nesta fase, os países emissores voltam a ficar com suas caixas repletas dos próprios papéis que emitiram, enquanto os não emissores ficam com os produtos comprados;

3- Os países emissores empregam estes saldos financeiros para adquirir bens e serviços produzidos pelos formadores de empréstimos. Nesta fase, os primeiros ficam com os recursos econômicos reais produzidos pelos segundos e estes aumentam novamente o seu saldo de reservas internacionais;

4- O ciclo monetário recomeça.

Pode-se notar que, ao término da terceira fase, ocorre um importante cancelamento: bens produzidos pelos países emissores foram cedidos em contrapartida a produtos originários dos não emissores. Se os efeitos das operações de empréstimos externos em moeda-reserva parassem aí, tudo estaria muito bem; recursos produtivos teriam sido trocados por recursos produtivos de igual valor.

Contudo, não é isto que acontece. Ao final da terceira fase, os tomadores de empréstimos, apesar de já terem cedido recursos reais em troca de recursos reais, isto é, apesar de já terem literalmente pago esses empréstimos, ainda ficam com uma dívida. Por isso, pagarão juros até que ela seja amortizada, remeterão mais mercadorias e serviços e nunca obterão qualquer tipo de compensação, em termos reais, a não ser que decidam "virar a mesa".

Em outras palavras, a emissão de papel-moeda de circulação internacional para a aquisição direta de bens e serviços produzidos pelos países não emissores não passa de artifício financeiro destinado a expropriar, à vista, os recursos reais desses países. Quando a emissão se destina à concessão de empréstimos, é expediente para levar a cabo a desapropriação a prazo.

No primeiro caso, a expropriação é determinada pelas condições de preço vigentes no mercado internacional de bens e serviços, no instante da emissão. No segundo, esse valor não é fixo; depende das possibilidades que estão abertas para influenciar os preços no futuro, e por ser substancialmente alterado por manifestação das taxas nominais de juros contratados em moeda-reserva."

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Só comprovando...

Amigos e amigas.
Só para rapidamente comprovar, reforçando o que me disseram certa vez. Vejam isto. Os vermelhos sublinhados em caixa alta são meus:

"SCHINDLER'S ARK: Schindler's Ark (released in America as Schindler's List) is a Booker Prize-winning novel published in 1982 by Australian novelist Thomas Keneally, which was later adapted into the highly successful movie Schindler's List directed by Steven Spielberg. The United States version of the book was called Schindler's List from the beginning; it was later re-issued in Commonwealth countries under that name as well. The novel was also awarded the Los Angeles Times Book Prize for Fiction in 1983.
The book tells the story of Oskar Schindler, a Nazi Party member who turns into an unlikely hero by saving 1,200 Jews from concentration camps all over Poland and Germany. It is a Historical fiction which describes actual people and places with fictional events, dialogue and scenes added by the author. Keneally wrote a number of well received novels before and after Schindler's Ark, however it has since gone on to become his most well-known and celebrated work"
Tradução minha:
"A ARCA DE SCHINDLER: A arca de Schindler (lançada nos EUA como "A lista de Schindler") é  um romance vencedor do Booker Prize [N.T.- um prêmio literário concedido anualmente para um romance publicado por um cidadão britânico, irlandês ou da Commonwealth] publicado em 1982 pelo romancista australiano Thomas Keneally, que mais tarde foi adaptado para o filme de grande sucesso "A lista de Schindler", dirigido por Steven Spielberg. A versão estadunidense do livro foi chamada "A lista de Schindler" desde o início e mais tarde foi reeditada nos países da Commonwealth sob o mesmo nome. O romance também foi premiado com o Los Angeles Times Book Prize por FICÇÃO em 1983.
O livro conta a história de Oskar Schindler, um membro do Partido Nazista que se tornou um herói improvável por ter salvo 1200 judeus de campos de concentração por toda a Polônia e Alemanha. Ele é uma FICÇÃO HISTÓRICA que descreve pessoas e lugares reais com acontecimentos, diálogos e cenas ficcionais acrescentadas pelo autor. Keneally escreveu uma série de romances bem recebidos antes e depois de "Schindler's ark"; no entanto, desde então, passou a ser seu mais conhecido e celebrado trabalho".

Ou seja: milhões de pessoas continuam até hoje a crer que o hollywoodiano "A lista de Schindler" é um retrato fidedigno da II Guerra, a História, exatamente como ela ocorreu. Assim, se enternecem, recomendam e passam a todos os que não o assistiram (especialmente seus filhos) essa ideia distorcida dos fatos.

A jogada mais genial de tudo isso é o fato que destaquei no texto. Por ter sido registrado como FICÇÃO, não pode ser processado por deturpar a verdade dos fatos, visto que este tipo de edição é totalmente livre para extrapolar todos os limites da imaginação. E, para coroar,... SILÊNCIO TOTAL sobre o fato dele ser uma ficção, mantendo a ideia na oligofrenia coletiva do livro ser um registro histórico. Até a viúva do infeliz herói o desancava (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/03/dumb-schindler.html)

Casos semelhantes, vemos em outras excrescências hollywoodianas sobre o tema: "A vida é bela!", do 'ixperto' Roberto Benigni; "Bastardos inglórios", do grotesco Tarantino, com o queridinho Brad Pitt; "Operação Valquíria", do domesticado Bryan Singer, com o "facinho, facinho" Tom Cruise; e por aí se vai. Esses dois últimos utilizaram dois atores-chamarizes bem fortes para chamar a juventude e a mulherada ao assunto, direcionando-os aos interesses escusos do status quo nefasto.

Juntam-se a esses exemplos filmográficos, obras literárias do mesmo desnível sobre o tema: "O anjo na cerca", do desinfeliz Hermann Rosenblat; "Sobrevivendo com lobos", da pilantra Misha DeFonseca; "Fragmentos", do charlatão (também não era judeu, como Misha) Benjamin Wilkomirski; e dezenas de outras pérolas. Sobre o falsário Wilkomirski, vejam o afago que fizeram nele, apesar de tudo (Fonte: http://citadino.blogspot.com.br/2014/10/embustes-literarios-sobre-o-holocausto.html):

Arthur Samuelson (editor): Fragments «é um belo livro.(...) Só seria uma fraude se fosse classificado como ensaioEu não hesitaria em republicá-lo, na categoria de ficção. Talvez não relate a verdade – e nesse caso, o escritor ainda é melhor!» 

Carol Brown Janeway (organizadora e tradutora do livro): «Se se concluir (...) que as acusações se confirmam, então o que está em questão não são fatos empíricos e verificáveis, mas fatos espirituais sobre os quais há que meditar. Haveria que fazer uma verificação da alma, mas isso não é possível.» 

E há mais. Israel Gutman é diretor do Yad Vashem, o museu israelita do Holocausto, e titular da cadeira do Holocausto na Universidade Hebraica. Também esteve em Auschwitz. 

Segundo ele, «não é assim tão importante» saber se 'Fragments' é uma falsificação. Wilkomirski escreveu uma história que vivenciou profundamente; a verdade é essa (...) Não é um impostor. É alguém que vive essa história com grande profundidade de alma. A dor é autêntica.» 

Ofensivo e asqueroso! E nunca nos esqueçamos da pobre arrastadora de correntes Anne Frank, condenada, com seu insosso diário insidiosamente adulterado, a ser um baluarte de tanta podridão (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/08/deixem-anne-frank-em-paz.html).

No frigir dos ovos, resta-nos o mau cheiro.
FAB29

sábado, 11 de outubro de 2014

Estados Desunidos da América

Amigos e amigas.
É bem conhecido que os EUA têm o maior PIB do mundo e gera e circula uma colossal renda. Sua propaganda vive a incensar suas qualidades, maximizando-as e omitindo, ocultando e distorcendo seus imensos problemas derivados desse gigantismo anabolizado.
Vejam agora um apanhado rápido sobre essas desigualdades:

Os Estados Unidos da América (em inglês: United States of America) formam um país localizado na América do Norte. É uma república constitucional federal composta por cinquenta estados e um distrito federal. Tem como principal aliado político o estado terrorista de Israel, o qual segundo alguns nacionalistas estadunidenses, controla os E.U.A. pelo chamado Governo de Ocupação Sionista (Zionist Occupation Government).
O país é internacionalmente odiado, não apenas por ser uma potência mundial, mas principalmente pelas suas intervenções militares que causam sempre mortes entre os civis nos países ocupados, sempre em nome da democracia e usando pretextos mentirosos. Possui 800 bases militares pelo mundo. É um país com uma grande desigualdade social, onde os cerca de 400 bilionários possuem as mesmas riquezas que os 150 milhões de estadunidenses mais pobres.
"A fatia da renda apropriada pelos 10% mais ricos nos EUA em 2012 é igual a 50,4%, a mais elevada desde 1917, quando a série começa." (Economista Emmanuel Saez, da Universidade de Berkeley)
A concentração é maior na comparação entre os 99% na base e o 1% no topo da pirâmide, que fica com 22,5% — distinção que o movimento Ocupem Wall Street ressaltou em protestos. Segundo Saez, de 1993 a 2012, a renda média real dos 99% cresceu 0,34% anual, enquanto a do 1% subiu 3,3% ao ano, dez vezes mais. Com isso, se apropriou de dois terços da riqueza gerada. (...)
Não é difícil imaginar por que trabalhadores do Walmart há 18 meses realizam greves: o típico colaborador da varejista recebeu menos de US$ 25 mil em 2012, enquanto o ex-CEO Michael Duke embolsou US$ 23 milhões.
Timothy Noah lembra que os sindicatos perderam força desde a aprovação de leis trabalhistas em 1947 e a hostilidade às organizações inaugurada no governo Ronald Reagan. Em 1979, 21% da força de trabalho eram sindicalizados. Hoje, são 12% — considerando-se apenas o setor privado, o indicador cai para 7%. Trabalhadores sindicalizados têm salários entre 10% e 30% maiores e mais benefícios, como cobertura de saúde e de previdência, rara hoje nos EUA no setor privado.
Sem capacidade de barganha coletiva, argumenta Noah, os trabalhadores perderam benefícios — 80% das companhias ofereciam previdência aos empregados na virada dos anos 80, para só um terço atualmente. A produtividade cresceu 64,8% entre 1979 e 2012, mas os salários dos funcionários sem cargo de chefia subiram só 8,2%, revela o Instituto de Política Econômica.
Paul Krugman, economista estadunidense, publicou um artigo no The New York Times em 01/01/2014 citou números bem semelhantes ao comentar que a desigualdade de renda nos EUA no período de 2000 até 2012 aumentou. Segundo ele, 90% da população detinham 54,7% da renda total e passaram a 50,4% , perda de 8% nesses doze anos. Significa que metade da renda do país está nas mãos de 10% (http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAYLEAF/erro-medico) A maior parte das pessoas tem patrimônio zero e vive das esmolas da previdência. O SUS deles não é de dar inveja: cerca de um milhão de pacientes/ano são vítimas de erro médico, sendo a quarta causa de mortes por lá. Cerca de 140 mil/ano morrem por erros ao se ministrar drogas. 

Vejam alguns números mais aqui:


E o vídeo abaixo ajuda a completar o entendimento:

Como puderam constatar nestes pequenos exemplos, a "terra das oportunidades", "paradigma da democracia", etc, não passa de mais um país com uma dose cavalar de soberba e outras características bem menos nobres, a despeito de possuir um povo de enorme potencial e patriota. Mas cada um puxa a sardinha para seu fogo. O maior problema é que os tantos outros países se acomodam ou se acovardam, permitindo o supremacismo ianque/sionista.

A autodeterminação dos povos é pura utopia. Só existiria se cada povo praticasse o orgulho de ser o que é e lutasse por ele. Quem faz isso, domina o mundo. Covarde mundo.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Crentes e dementes

Amigos e amigas.
Ninguém duvida de que muitos judeus foram perseguidos, mal quistos, maltratados, expulsos, espoliados e até assassinados durante a Segunda Guerra (e não só neste período. Desde a Antiguidade e por centenas de povos!). O que se contesta justamente é a imensa quantidade de absurdos e impossibilidades contida na historiografia do holocausto, criada por pilantras e financiada pelos corruptores do mundo.

Como nunca é demais, vou relembrar uma dessas demências que a maioria de crentes cegos do holocausto desconhecem ou simplesmente eufemizam, afirmando ser "caso isolado" ou pior. Vejam (ou relembrem) o insano Kurt Gerstein, com minha tradução daqui:
Kurt Gerstein
Algumas das declarações mais surpreendentes encontradas na literatura sobre a "Solução Final" é o número de pessoas que poderiam caber em várias salas e edifícios, ditos para serem usados como câmaras de gás. Dos vários relatos escritos que mencionam as relações pessoas/área, um dos maiores que eu tenho observado está contido nas diversas contas do oficial da SS, Kurt Gerstein.

De acordo com Gerstein, ele esteve presente em um gaseamento, perto da cidade polonesa de Belzec, em agosto de 1942. Um comboio de 45 carros chegou ao campo SS, contendo 6.700 judeus, 1.450 dos quais já estavam mortos. Aqueles que estavam vivos (5250) foram orientados a se despir e proceder nus para um edifício à frente deles. Ali, um homem das SS disse às vítimas que elas teriam que entrar nas salas do edifício para serem desinfectadas, após o quê elas seriam colocadas para trabalhar na construção de estradas e casas.

Gerstein disse: "Quanto a mim, eu fiquei com o capitão Wirth em cima na rampa, entre as câmaras da morte. ... As mães com seus bebês no peito, as pequenas crianças nuas, os adultos, homens e mulheres, em confusão, todos nus - eles hesitam - mas entraram nas câmaras de morte, impulsionados pelos outros atrás deles ou pelos chicotes de couro da SS. A maioria sem dizer uma palavra, como um cordeiro levado ao matadouro...! As câmaras estão enchendo. "Empurre bem!", isso foi o que o capitão Wirth ordenou. As pessoas estão pisando no pé do outro; 700-800 pessoas em 25 metros quadrados, 45 metros cúbicos. Eu fiz uma estimativa:

Peso médio: no máximo, 35 kg, mais da metade é de crianças; o peso específico, portanto, 25.250 kg de seres humanos por câmara. Wirth está certo: se os homens da SS empurrarem um pouco, pode-se colocar 750 pessoas em 45 metros cúbicos! - E os homens da SS os empurram com suas chibatas e obriga-os a entrar, tanto quanto é fisicamente possível. As portas se fecham." (Manuscrito T6)

As pessoas, depois de um atraso de várias horas, foram gaseadas até à morte com o escape de um motor a diesel canalizado para cada câmara de gás utilizada.

Note-se por Henri Roques que todos os seis manuscritos de Gerstein estão de acordo que as câmaras de gás de Belzec tinham, cada uma, uma área de 25 metros quadrados e um volume cúbico de 45 metros cúbicos. Além disso, todos os seis manuscritos concordam que os SS forçaram 700-800 pessoas em cada câmara. Deve notar-se que estes valores resultam em uma proporção de 28 a 32 pessoas por metro cúbico. É aí que reside um dos problemas mais graves para os historiadores da "Solução Final". Vamos agora observar como os historiadores têm tratado essa proporção de pessoas para a área. (...)

No Tribunal Militar americano (julgamentos de crimes de guerra sob a jurisdição do Exército dos EUA, que julgou os "menores criminosos de guerra"), a "Confissão" de Gerstein  foi usada como evidência pela Promotoria para provar que o pessoal do Programa de Eutanásia havia realizado a tarefa de exterminar os judeus das áreas orientais após o Programa ter sido descontinuado no verão de 1941. O relatório do Tribunal reproduz corretamente a proporção de Gerstein: "700-800 esmagados juntos em 25 metros quadrados, em 45 metros cúbicos!" Não há, no entanto, nem um comentário sobre as estatísticas de 28-32 pessoas por metro quadrado.

Muitos anos depois (e após muitos terem sido sumariamente executados por essa "confissão") é que os números foram amenizados. Por exemplo, por Leon Poliakov e Robert Neumann:

A partir de 1951, no entanto, Leon Poliakov publicou o "Breviário do Ódio", que continha uma versão de Gerstein que diferia radicalmente dos textos disponíveis. A área das câmaras de gás apareceu como 93 metros quadrados, assim reduzindo os valores de Gerstein para um muito mais crível 7,5-8,6 pessoas / m². Como Poliakov obteve o "93 m²" não foi indicado na época, e seu livro não fez nenhuma menção aos "25 m²" em todos os textos de Gerstein. No mínimo, Poliakov foi assim culpado de introduzir um erro gritante, e na pior das hipóteses, de fabricar um texto falso a fim de evitar quaisquer dúvidas sobre a confiabilidade de Gerstein. (...)

Em 1961, Robert Neumann mudou o número de pessoas nas câmaras de gás de 700-800 para 170-180, produzindo assim 6,8-7,2 pessoas / m², novamente uma cifra muito mais crível do que 28-32 / m². Henri Roques trata da metamorfose das cifras de Gerstein com mais detalhes em seu excelente livro de referência, o 'Confissões de Kurt Gerstein'.

Essas "brincadeiras" com os números do holocausto são uma constante. Tratei delas nesta sequência de posts sobre os ditos "campos de extermínio" da II Guerra:


Talvez a mais famosa mudança (de novo eufemizada pela maioria e não explicada até hoje) foi, em meados da década de 1990, a redução do número oficial de mortos em Auschwitz, de 4 milhões (sendo 3 milhões de judeus, metade do holocausto) para 1,5 milhão (baixando para 1 milhão de judeus). Até hoje estão tentando "realocar" os dois milhões de judeus assassinados que "evaporaram".


Haja matemática!
FAB29

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A culpa é toda sua!

Amigos e amigas.
Há definições de democracia para todos os gostos:

Uma oficial: "Governo no qual o poder e a responsabilidade cívica são exercidos por todos os cidadãos, diretamente ou através dos seus representantes livremente eleitos. É um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana; é a institucionalização da liberdade."
Abraham Lincoln: "Governo do povo, para o povo e pelo povo.";
Churchill: "É a pior forma de governo, depois de todas as outras.";
Thomas Jefferson: "É quando dois lobos e uma ovelha vão decidir o que terá pro jantar.";

E dezenas de outras. Eu a classifico como o governo do "A culpa é toda sua!" Nela, você é instado a se convencer de que a escolha é sua e, por isto, tem de aguentar o que vier de consequência. Pensemos: se seus candidatos se elegem e fazem um monte de porcarias, você tem culpa! Quem mandou votar neles? Se você anulou seu voto, justificou ou votou em branco, você tem culpa! Sua omissão fez com que inúteis ou corruptos se refestelassem no poder! Daí, tentam convencê-lo de que, na próxima, você terá de fazer o trabalho direito e que só o 'exercício da soberania do voto' fará a coisa melhorar. Em resumo, os grandes corruptores fazem de tudo para tirar o deles da reta. E pôr o seu.
Bem simplificado...!
Agora, se nenhum de seus candidatos se elegeu, você certamente crê que se eximiu de toda a culpa. Ledo engano! Neste caso, há dois detalhes: um, você 'falhou' ao não conseguir convencer seus amigos, vizinhos e queridos a não votarem errado; e dois, nem ouse pensar que sua responsabilidade cívica acaba após votar. Se você é daqueles que lavam as mãos após as eleições, afirmando "Já fiz minha parte!", então você é um digno representante da música do Zé Ramalho: "Ê, Ô, vida de gado! Povo marcado, ê! Povo feliz!" Passividade é culpa no mais puro estágio! E isto a sociedade tem encruado em seu cerne.

Desobediência civil e anarquia são necessidades devida e constantemente bombardeadas e solapadas pelos grandes corruptores a fim de evitar rebeliões e destruição do status quo maldito em que chafurdamos. A democracia, incensada ao extremo, anestesia qualquer tentativa de diálogo a respeito dessas duas necessidades. Afirmam serem nocivas e ponto final! Tudo bem cevado e instalado na oligofrenia coletiva.

Mas, espere!! Há uma luz há algum tempo brilhando que apaziguou grande parte dessa culpa. Atende pelo nome de "urna eletrônica". Com ela, seu voto virou de vez um mero detalhe, tornando-se quase obsoleto, "para inglês ver". Ou vai me dizer que você também é daqueles que acreditam que tal urna é inviolável, 100% segura, etc? Que os resultados não podem ser adulterados e seu voto está garantido? Ainda no tempo do voto de papel, víamos muitas violações, adulterações e tudo o mais; o que dizer do voto virtual? Mais aqui:

Nobre ingênuo, console-se apenas com o fato de sua culpa ter sido sensivelmente minimizada.
FAB29

Em tempo: vejam como eles procuram nos cercar por todo lado:

E vejam só o exemplo de um saturado como eu:

E, para finalizar, a perguntinha que nunca se cala após uma eleição: você viu só a qualidade do Congresso Nacional recém eleito? Está satisfeito?