Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 11 de outubro de 2014

Estados Desunidos da América

Amigos e amigas.
É bem conhecido que os EUA têm o maior PIB do mundo e gera e circula uma colossal renda. Sua propaganda vive a incensar suas qualidades, maximizando-as e omitindo, ocultando e distorcendo seus imensos problemas derivados desse gigantismo anabolizado.
Vejam agora um apanhado rápido sobre essas desigualdades:

Os Estados Unidos da América (em inglês: United States of America) formam um país localizado na América do Norte. É uma república constitucional federal composta por cinquenta estados e um distrito federal. Tem como principal aliado político o estado terrorista de Israel, o qual segundo alguns nacionalistas estadunidenses, controla os E.U.A. pelo chamado Governo de Ocupação Sionista (Zionist Occupation Government).
O país é internacionalmente odiado, não apenas por ser uma potência mundial, mas principalmente pelas suas intervenções militares que causam sempre mortes entre os civis nos países ocupados, sempre em nome da democracia e usando pretextos mentirosos. Possui 800 bases militares pelo mundo. É um país com uma grande desigualdade social, onde os cerca de 400 bilionários possuem as mesmas riquezas que os 150 milhões de estadunidenses mais pobres.
"A fatia da renda apropriada pelos 10% mais ricos nos EUA em 2012 é igual a 50,4%, a mais elevada desde 1917, quando a série começa." (Economista Emmanuel Saez, da Universidade de Berkeley)
A concentração é maior na comparação entre os 99% na base e o 1% no topo da pirâmide, que fica com 22,5% — distinção que o movimento Ocupem Wall Street ressaltou em protestos. Segundo Saez, de 1993 a 2012, a renda média real dos 99% cresceu 0,34% anual, enquanto a do 1% subiu 3,3% ao ano, dez vezes mais. Com isso, se apropriou de dois terços da riqueza gerada. (...)
Não é difícil imaginar por que trabalhadores do Walmart há 18 meses realizam greves: o típico colaborador da varejista recebeu menos de US$ 25 mil em 2012, enquanto o ex-CEO Michael Duke embolsou US$ 23 milhões.
Timothy Noah lembra que os sindicatos perderam força desde a aprovação de leis trabalhistas em 1947 e a hostilidade às organizações inaugurada no governo Ronald Reagan. Em 1979, 21% da força de trabalho eram sindicalizados. Hoje, são 12% — considerando-se apenas o setor privado, o indicador cai para 7%. Trabalhadores sindicalizados têm salários entre 10% e 30% maiores e mais benefícios, como cobertura de saúde e de previdência, rara hoje nos EUA no setor privado.
Sem capacidade de barganha coletiva, argumenta Noah, os trabalhadores perderam benefícios — 80% das companhias ofereciam previdência aos empregados na virada dos anos 80, para só um terço atualmente. A produtividade cresceu 64,8% entre 1979 e 2012, mas os salários dos funcionários sem cargo de chefia subiram só 8,2%, revela o Instituto de Política Econômica.
Paul Krugman, economista estadunidense, publicou um artigo no The New York Times em 01/01/2014 citou números bem semelhantes ao comentar que a desigualdade de renda nos EUA no período de 2000 até 2012 aumentou. Segundo ele, 90% da população detinham 54,7% da renda total e passaram a 50,4% , perda de 8% nesses doze anos. Significa que metade da renda do país está nas mãos de 10% (http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAYLEAF/erro-medico) A maior parte das pessoas tem patrimônio zero e vive das esmolas da previdência. O SUS deles não é de dar inveja: cerca de um milhão de pacientes/ano são vítimas de erro médico, sendo a quarta causa de mortes por lá. Cerca de 140 mil/ano morrem por erros ao se ministrar drogas. 

Vejam alguns números mais aqui:


E o vídeo abaixo ajuda a completar o entendimento:

Como puderam constatar nestes pequenos exemplos, a "terra das oportunidades", "paradigma da democracia", etc, não passa de mais um país com uma dose cavalar de soberba e outras características bem menos nobres, a despeito de possuir um povo de enorme potencial e patriota. Mas cada um puxa a sardinha para seu fogo. O maior problema é que os tantos outros países se acomodam ou se acovardam, permitindo o supremacismo ianque/sionista.

A autodeterminação dos povos é pura utopia. Só existiria se cada povo praticasse o orgulho de ser o que é e lutasse por ele. Quem faz isso, domina o mundo. Covarde mundo.

4 comentários:

  1. Autodeterminação dos povos só com bomba atômica. O resto é balela pega-bobo.

    " Documentário “Crianças pobres nos EUA” – é isso o que querem copiar? ":
    http://www.blogdacidadania.com.br/2014/07/documentario-criancas-pobres-nos-eua-e-isso-o-que-querem-copiar/

    Americanos não sabem quais países são bombardeados pelos EUA. Pesquisa mostrou que a população não tem conhecimento sobre as questões da política externa americana:
    http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/americanos-nao-sabem-quais-paises-sao-bombardeados-pelos-eua,acb89f8efaa78410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

    Os Estados Unidos são mesmo Estados unidos?

    Daniel Rosa Baltazar, professor no CESUMAR e acadêmico em Ciências Sociais - Universidade Estadual de Maringá


    O pleito que elegeu George W. Bush Presidente dos Estados Unidos no final do ano passado nos pareceu mesmo um samba do crioulo doido. A confusão que os Americanos criaram não faz muito sentido para nós brasileiros. Temos dificuldade em entender como a eleição pode ser diferente em cada estado, assim como não entendemos com naturalidade que pode algo ser crime em um estado e em outro não. A punição ser diferenciada também nos causa estranheza, por exemplo, alguns estados adotam a pena de morte e outros não.

    Para entender o sistema político dos Estados Unidos é preciso pensar nele, realmente como Estados que se uniram para formar uma nação, e não como um País que foi dividido em unidades administrativas chamadas de Estados. Assim ficará mais simples a comparação entre os sistemas políticos do Brasil e dos Estados Unidos, que apesar de guardarem muitas semelhanças, possuem origens históricas muito diferentes.

    Longa foi a discussão antes que os Estados Unidos da América se tornassem um único país, e não treze países distintos, originários das treze colônias britânicas na América do Norte. No período pré-independência, as 13 colônias, dispersas ao longo da costa do Atlântico, gozavam de uma boa independência entre si, como núcleos regionais. Pode-se dizer até que havia uma certa independência da própria coroa britânica, distante e pouco interessada.

    A guerra da independência Norte Americana começou exatamente quando a coroa britânica mostrou ter sim interesse em suas colônias, ou seja, começou a cobrar com rigor os impostos dos súditos do Rei George na América.

    Nem todas as colônias aderiram ao movimento de independência de imediato, havia muita controvérsia sobre os destinos daquela terra que ainda não era um país. Isso sem esquecer que a Revolução Americana aconteceu antes da Revolução Francesa, e portanto, conceitos como república, democracia, federação, presidencialismo, etc. não são conceitos plenamente estabelecidos naquele mundo monárquico.

    Através da publicação de artigos em jornais (posteriormente reunidos em um livro – O Federalista) defendem-se as vantagens da união dos Estados em uma Federação. Seria melhor para a defesa contra inimigos externos e até mesmo para intermediar as diferenças entre os estados, entre outras coisas. O contra-argumento da perda de autonomia dos estados também é levada em consideração, mas há um consenso entre os autores dos artigos de que essa perda deve ser mínima. Este é um dos principais fundamentos históricos para a tamanha autonomia que os estados que formam os EUA possuem ainda hoje.

    http://www.urutagua.uem.br//ru20_polinter.htm

    Cobalto

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    1. Nenhum povo é de fato livre. Sempre haverá parasitas e corruptores desejando se apossar do organismo e todos os seus recursos.

      É só assim que eles prosperam. Nunca produzem; vivem de sugar o trabalho alheio.

      E há muitos anos que bato nessa tecla de "eleissão" do Bushinho. Que belíssimo exemplo do 'paradigma da democracia': meio milhão de votos a mais pro Al Gore jogados no lixo.

      Povinho não decide absolutamente nada! Em lugar nenhum! Tristemente...

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    2. Quem manda no dinheiro, manda na eleição e portanto nas leis.
      Quem manda no dinheiro, manda na mídia e portanto no que se deve crer e ver.
      Quem manda na eleição e na mídia, manda em você.
      Simples assim. E paremos de nos iludir.

      Vulgocracia (erroneamente chamado de democracia) é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

      Cobalto

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