Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

All they want is cash!

Amigos e amigas.
O caso abaixo foi uma reviravolta no processo que a filha de uma 'vítima do holocausto' havia movido contra os bancos suíços, afirmando que estes estavam escondendo uma conta de seu pai.
Após um 'teatro-dramalhão' que fez quando estava para perder o processo, ela "ganhou" 100 mil dólares sem que nada tivesse sido provado.
Vejam o que ocorreu mais tarde, segundo este texto de David Irwing,  de 2005 que traduzi.
FAB29

Inversão dramática no caso de Greta Beer
"Foi sua performance que deu aos banqueiros suíços dores de cabeça. Como o senador Alfonse D'Amato levou à tribuna em 23 de abril de 1996, no âmbito das primeiras audiências sobre os ativos não reclamados e deixou claro para o público com algumas frases curtas qual era o certo e qual era o lado errado da justiça no caso. Greta descreveu, com uma voz embargada pelas lágrimas, o tratamento humilhante que ela teve que aturar em sua busca por contas de seu pai nos bancos suíços e como essa dura magnanimidade destruiu suas chances de uma vida confortável.

A partir de então, o "Caso Suíço" tinha um rosto: em Greta Beer, que repetiu as acusações contra "os frios, arrogantes e poderosos" bancos suíços. Ela nunca foi capaz de se recuperar deste ataque. Mesmo Paul Volcker, o presidente da comissão que foi nomeada após ele, mais tarde, observou que suas acusações foram "decisivas".

Hans Bär, o representante do setor bancário que também estava presente nessas audiências, convidou a principal testemunha no mesmo dia para vir à Suíça e ajudá-lo com a sua pesquisa com as contas que desapareceram. Ela voou para a Suíça algumas semanas mais tarde, mas, apesar de uma intensa busca, não houve resultados positivos. E assim se manteve: apesar de toda a investigação pela Comissão Volcker, não havia nenhum sinal das contas de Siegfried Deligdisch - pai romeno de Greta Beer.

Pesquisa israelense
Em suas memórias, Hans Bär assumiu que essa conta já não existia; após a morte do pai de causas naturais durante a guerra, seu irmão assumiu a sua empresa e, assim, também o poder de representação em relação às contas - com a qual Bär implica sutilmente o destino delas. Como resultado, Greta Beer estava prestes a deixar o processo Volcker de mãos vazias. Por esta razão, o juiz novaiorquino Edward Korman concedeu-lhe 100.000 dólares "como remuneração por sua ajuda em tornar a solução possível" dos fundos de liquidação.

Mas a história não tinha acabado com isso. Há poucos dias, Greta Beer recebeu uma notícia através do NZZ am Sonntag (um jornal suíço), o que ela estava esperando há anos: uma conta tinha aparecido, mas em vez de um banco suíço, no Banco Leumi, em Israel. Lá, depois de uma pesquisa de quatro anos nos "Ativos do Holocausto" em bancos israelenses, uma lista de 3595 contas  foi publicada no final de janeiro, entre as quais uma está sob o nome Siegfried Deligdisch.

Greta Beer, que mora em Boston, e seu irmão Otto Deligdisch estão convencidos de que não há dúvida de que este foi o relato de seu pai. Ele havia construído uma das maiores empresas têxteis do Leste da Europa entre as duas guerras. Suas relações de negócios chegaram do Egito até a Europa Ocidental, incluindo a Suíça, onde ele havia comprado máquinas para suas fábricas, que tinha o nome de "Hercules". Em suas viagens de negócios, muitas vezes ele viajou pela Palestina, e até comprou uma casa em Jerusalém, em 1934. Essa conta está provavelmente relacionada com a transação.

Precedente ameaçador
Apesar desse surpreendente achado, Greta Beer e seu irmão ainda estão convencidos de que uma grande parte dos fundos de seu pai está na Suíça. Beer também contradiz o relato de Hans Bär pelo qual seu pai lhe deu a procuração. Burt Neuborne, o representante dos advogados de acusação no processo Korman, que o CRT (Tribunal de pedidos de restituição) está fazendo uma nova tentativa de encontrar contas de Deligdisch na Suíça. As chances de sucesso não são boas.

A surpreendente virada do processo Greta Beer é o resultado de uma clarificação em Israel, que tem sido controversa. O membro do Knesset Colette Avital obteve, contra uma grande dose de resistência, através de um projeto de lei dizendo que os bancos israelenses também devem olhar para as contas não reclamadas do Holocausto. Após os resultados, que foram publicados em janeiro de 2005, uma série de bancos se opuseram, dizendo que as contas não pertenciam às vítimas do Holocausto. Trata-se de "o princípio", disse o Ha'aretz.

Nenhum banco israelense quer admitir abertamente, e ser visto em livros de História, como tendo fundos acumulados pertencentes às vítimas do Holocausto durante tantos anos.

Greta Beer foi, entretanto, contatada por Colette Avital e o Conselho de Inquérito sobre os próximos passos para receber a posse da conta. Segundo informações do Yona Fogel, vice-presidente do Banco Leumi, o processo de restituição ainda não foi esclarecido. Entre outras coisas, o montante de juros sobre essas contas está em discussão. No momento, uma taxa de 3 ou 4%, está a ser considerada. De acordo com o Ha'aretz, é possível que esta taxa seja reduzida, uma vez que é provável que seja um precedente para o retorno dos fundos palestinos.

A História não necessariamente favorece Greta Beer."

Fonte: http://www.fpp.co.uk/online/05/03/Greta_Beer.html

[PS- Só para reforçar, que nunca se esqueçam das quase 3600 "holo-contas" em Israel.]

6 comentários:

  1. "Banco" Leumi?! rsrs Vejamos esta reportagem:

    "Bancos de Israel fecham escritórios no Brasil devido à investigação da PF"
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u103269.shtml

    A PF foi investigar, e os abutres correram.

    http://marcosplonka.files.wordpress.com/2010/08/marcos-plonka2.jpg

    Cobalto

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    1. Puxa! Que surpresa, não?!
      Ninguém esperava isso!

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  2. tolinho...os bancos suiços são o esgoto da corrupção mundial, muito dinheiro nazista ainda está lá, devolveram uma terça parte só (pudera, com tantos judeus exterminados)
    http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/91/os-incriveis-tesouros-nazistas-4745.html

    J.Santana

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    1. "(Pudera, com tantos judeus exterminados)"...

      Então, tá.

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    2. Cada pintura feia, meu deus. Um elefante com pincel não fica atrás.

      Cobalto

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    3. Mas quer falar sobre "obras de arte"?! Reclama desta "pinturas"?! E se fosse uma cidade-arte todinha destruída?! Já ouviu sobre Dresden, também conhecida como a "Florença do Elba"?!

      70 anos atrás, um dos maiores centros culturais, arquitetônicos e históricos da Europa sem nenhuma defesa anti-aéroterrorista, havia sido arrasada, aniquilada em menos de 14 horas de massacrantes e genocidas bombardeiros "libertadores" e "democráticos." Meio milhão ou mais de vidas civis inocentes de mulheres, crianças, velhos, doentes e feridos da guerra foram cruelmente chacinados e o sujeito vem falar de papel pintado que mais parece ser resultado de tratamento com leucotomia. Patético.

      Acaso vão indenizar a Alemanha por esta destruição do patrimônio REALMENTE artístico?!

      Cobalto

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