Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 4 de novembro de 2014

"Ixperteza" é isso.

Amigos e amigas.
Já que este blog tem como premissa procurar e mostrar a verdade dos fatos (ou, pelo menos, uma alternativa que mais se aproxime da verdade), quero lhes mostrar como tem pilantra neste mundo!

Um dos casos mais emblemático pode ser o de Rigoberta Menchu, índia guatemalteca que recebeu o Nobel da Paz de 1992, mas cuja história de "lutas pela causa indígena", seus próprios compatriotas denunciaram como sendo uma fraude.

Seguem abaixo várias "ISTÓRIAS" com as quais muitos vagabundos se deram bem até que o barco "fez água". Vocês podem ver, também, um vídeo aqui (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/12/istoria-de-herman-rosenblat.html) mostrando o embuste de um "sobrevivente do holocausto" que inventou a "istória" "A GAROTA DA MAÇÃ", lucrou milhões e, mesmo pego no flagra, não se arrependeu.
FAB29

Histórias inverídicas

- Nos últimos anos, uma série de histórias de vida falsificadas apareceu no mercado. Assim, durante dois anos, podia se ler na Internet o diário da adolescente Kaycee Nicole, que relatava sua luta contra o câncer, até que morresse, em 2001. Milhares de leitores acompanhavam sua luta pela sobrevivência, mandavam-lhe cartas e presentes, lhe telefonavam e mobilizavam uma parcela crescente da opinião pública, até que, depois de sua suposta morte, uma investigação mostrou que Kaycee Nicole nunca havia existido. Ela fora uma invenção de uma dona de casa no Kansas.

- Em 1980, a jornalista americana Janet Cooke publicou no Washington Post a comovente história de um menino de oito anos, viciado em heroína. Marion Barry, o prefeito de Washington D.C. ficou tão comovido que mandou procurar o menino, mas em vão. Apesar das dúvidas crescentes sobre a autenticidade da história, Janet Cooke recebeu o cobiçado Prêmio Pulitzer, que ela teve de devolver pouco tempo depois. Apesar disto, dez anos mais tarde, os direitos de filmagem dessa história foram vendidos por 1,5 milhão de dólares americanos.

- Na Austrália, a autobiografia "My own sweet time", da aborígine Wanda Koolmatrie despertou grande curiosidade, em 1995, tendo recebido um prêmio literário nacional para mulheres estreantes na literatura. Dois anos depois, descobriu-se que o livro não fora escrito por uma mulher, mas, sim, por um homem – que não era aborígine, mas, sim, branco. Na mesma semana, foi desmascarada mais uma falsificação, na qual apenas os papéis sexuais estavam invertidos: o festejado pintor aborígine “Eddie Burrup” revelou-se uma mulher irlandesa de 82 anos.

- No ano 2000, Paul Parks, de Boston, um negro defensor dos direitos humanos, já aposentado, recebeu o prêmio Raoul Wallenberg, da organização judaica B’nai B’rith, de Berlim, por seu destacado empenho humanitário. Ele e outros veteranos das forças armadas aliadas receberam esse prêmio por terem participado da libertação de campos de concentração, ao final da Segunda Guerra Mundial. Paul Parks contava que esteve no primeiro tanque que entrou no campo de concentração de Dachau, perto de Munique. No filme "The last days", de Steven Spielberg, premiado com um Oscar, Paul Parks relata sua história. Ela, porém, foi contestada por outros veteranos norte-americanos. Descobriu-se que, durante a libertação de Dachau, Paul Parks nem se encontrava na Alemanha, e, sim, numa base americana na Inglaterra. Parks contava sua história desde 1978, aparecendo, desde 1987, como cobiçado conferencista entre grupos judaicos e sobreviventes do Holocausto, tendo sido feito patrono do “New England Holocaust Memorial”, em Boston. Ele foi um dos poucos defensores negros de direitos humanos que se interessou pela história judaica e assumiu funções de mediador entre a população negra e a branca, na cidade de Boston, quando esta foi agitada por conflitos raciais. 

- Em 2005, foi noticiado que o presidente da Agrupación Amical Mauthausen, que congrega sobreviventes de campos de concentração, Enric Marcó, nunca esteve preso em qualquer campo de concentração. Durante 30 anos, o cidadão, que entrementes tem 84, viajou pelo mundo relatando as barbáries a que foi submetido no campo de concentração alemão de Flossenbürg. Na última vez, se apresentou no parlamento espanhol, por ocasião da rememoração dos 60 anos de libertação de Auschwitz. Marcó não foi preso em 1943 pela GESTAPO, na França, como membro da resistência francesa e deportado para o campo de concentração, como afirmara. De fato, ele se apresentara, em 1941, como voluntário para ir à Alemanha, quando Franco, a pedido de Hitler, enviou trabalhadores especializados para a indústria bélica alemã. Marcó trabalhou até 1943 num estaleiro em Kiel, e depois regressou à Espanha.

8 comentários:

  1. Fabiano:

    Caso você ainda não saiba, comunico, com muita tristeza o falecimento do jornalista Janer Cristaldo -varias vezes citado por mim neste espaço - ocorrido no último dia 28.10, aos 67 anos, vítima de um câncer contra o qual ele lutava há muito tempo.

    Foi um jornalista de cultura e inteligência raríssimas de se achar num meio em que predomina a indigência e mendacidade intelectual.

    Crítico implacável das esquerdas, e também de setores da direita, com estilo ácido e muitas vezes sutil, conseguia desconstruir os mitos sacrossantos desses arraiais.

    Apesar de discordar de muitos pontos de vistas dele, considero que é uma inteligência que vai fazer falta.

    Estes exemplos que você resumiu nesta postagem remetem ao livro dele COMO LER JORNAIS, uma especie de guia de leitura para dissecar as entrelinhas da manipulação da mídia impressa e televisiva.

    Aqui o primeiro parágrafo que resume bem o livro e o trabalho feito pela mídia:

    "O homem é um animal político – dizia Aristóteles. Isso no tempo da ágora e do areópago.
    Aristóteles também desenvolveu uma lógica, cujas premissas determinam até hoje
    qualquer discurso que se pretenda racional. Mas vivemos dias televisivos, de apelo ao
    irracional, em que a boa lógica não vale um vintém. A ágora virou telinha em tubo
    catódico. O homem contemporâneo tornou-se um animal midiático, que aceita sem
    titubear nem pensar qualquer despautério que emane do vídeo ou que esteja impresso. O
    que a imprensa afirma ou reproduz, o animal midiático engole e digere."

    Augusto Landini

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    1. Minha mãe sempre me dizia, Landini: "Para morrer, basta estar vivo". E completava dizendo sobre a importância de viver, de ser justo, digno, etc.

      O Janer fez muito na sua passagem por aqui. Nossa missão é valorizar toda sua dedicação, citando-o como exemplo de retidão e tudo o mais que é inerente aos diferenciados.

      Pesquisarei mais sobre o nobre homem que nos deixou para expor suas ideias e ideais. Se puder me enviar links sobre ele, serei muito grato.
      Abraço.

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    2. http://www.baguete.com.br/colunistas/31

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    3. Muito bom.
      Encontrei alguns e-books do Janer e arquivei-os.
      Lê-los-ei com calma e carinho.

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    4. Na minha opinião, esse Cristaldo foi tarde.

      Falava das religioes de modo radical e ate desrespeitoso , preconceituoso. Criticava fortemente o islamismo, o judaismo e o cristianismo. Criticava os costumes e praticas, e ate zombava dos praticantes . Descia a lenha na Biblia e em Jesus

      Nada contra a pessoa ser ateu . Direito dela. Mas isso nao justifica zombar e desrespeitar as religioes , as tradições e os praticantes.

      Na internet eh facil achar os varios artigos desrespeitosos que ele escreveu.

      (Heitor - RJ)

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    5. De fato, Heitor, você tem sua razão. Já li alguns deles.

      O Janer tinha alguns posicionamentos e opiniões com os quais eu não concordava. O mesmo acontece comigo (e certamente com todos): vários expressam sua discordância com minhas opiniões e respeito todas as que não sejam ofensivas.

      Mas uma opinião só corrompe quem não tem opinião. Ele ter sido duro, rude, politicamente incorreto e até um tanto radical em certas ocasiões não o faz merecedor do "já foi tarde".

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  2. Excelente artigo!

    Se fizer um trabalho de citar, em fonte midiática ou de livro tido como "sério", a notícia de divulgação da pessoa quando foi laureada/homenageada e depois a notícia de divulgação da fraude, normalmente ocorrem em notas de rodapé, torna-se um artigo de descer queimando goela abaixo de muita gente e sair queimando também...

    Abraços camarada FAB!

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    1. Meu amigo, infelizmente não é tanto assim.

      Por exemplo, já conheci muitas pessoas que sabem que o diário de Anne Frank foi fraudado, muito adulterado e reescrito, mas continuam o aceitando como íntegro. Houve quem me dissesse: "É assim mesmo, ora! Todo livro precisa de retoques!"

      Tem também aqueles que, mesmo quando descobrem que a História Oficial retirou 2 milhões de judeus mortos da cifra de Auschwitz, ainda dizem: "Não muda nada no holocausto!"

      A doutrinação é feroz e ferrenha.
      Abraços.

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