Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Permissão para matar

Amigos e amigas.
Mais uma pérola do desprezo, rancor e ódio rabínicos em relação aos não-judeus acaba de ser lançado, no livro "The King's Torah", do rabino Yitzhak Shapiro. A impiedade é a tônica.
Vejam no artigo a seguir.
FAB29

"Um rabino judeu lançou um livro dando aos judeus a permissão para matar não-judeus, incluindo bebês e crianças, que podem colocar em posição uma real ou potencial ameaça aos judeus ou a israel. “É permissível matar os justos entre os não-judeus mesmo se eles não são responsáveis por ameaçar a situação", escreveu o Rabino Yitzhak Shapiro, que preside o seminário rabínico Od Yosef Chai no assentamento de Yitzhar, na Cisjordânia ocupada, em seu livro “The King’s Torah” ('A Torá do Rei').

Ele argumenta que goyim (um epíteto derrogatório para não-judeus) podem ser mortos se ameaçarem israel.

Se matamos um gentio que pecou ou violou um dos sete (?) mandamentos – porque cuidamos dos mandamentos – não há nada errado com o assassinato.” O rabino Yitzhak Shapiro (...) reivindica que o decreto “está totalmente justificado pela Torá e pelo Talmud.

O decreto anti-goyim parece vir em resposta à prisão pela polícia israelense de um terrorista judeu que confessou ter matado dois pastores palestinos na Cisjordânia. O terrorista, um imigrante nascido nos Estados Unidos chamado Yaakov Teitel, também confessou ter tentado assassinar judeus esquerdistas.

A polícia considerou a prisão um importante feito no combate ao terrorismo judeu, o qual experts afirmam florescer em decretos religiosos de rabinos afiliados com o campo religioso sionista. Aproximadamente 16 anos atrás, um terrorista judeu chamado Yigal Amir assassinou o então premier israelense Yitzhak Rabin.

De mais a mais, numerosos palestinos inocentes também foram assassinados a sangue frio por terroristas judeus. Em 1994, Baruch Goldstein, um notório terrorista judeu assassinou 29 muçulmanos no interior da mesquita de Al-Ibrahimi na cidade da Cisjordânia de Al-Khalil.

Não-Humanos

O controverso decreto tem em sua retaguarda numerosos rabinos afiliados com o assim chamado campo religioso nacional bem como o seminário talmúdico na Jerusalém Ocidental, conhecido como Merkaz Ha’rav.

Entre os rabinos que apoiaram publicamente o decreto estão Yitzhak Ginsburg e Ya’akov Yosef. Ginsburg escreveu um folheto glorificando o assassino Goldstein e chamou-o de "uma figura santa”.

As visões de Shapiro sobre como palestinos e não-judeus em geral devem ser tratados de acordo com a lei religiosa judaica (halacá) são amplamente consideradas como representando a tendência dominante, e não a exceção, em Israel.

Durante o assalto israelense contra Gaza no início desse ano, Mordecahi Elyahu, uma das principais figuras rabínicas em Israel, encorajou que o exército não cessasse de matar crianças inimigas no intuito de salvar as vidas dos soldados israelenses.

Ele mesmo pediu ao governo israelense realizar uma série de bombardeios cirúrgicos de centros populacionais palestinos em Gaza.

Se eles não pararem depois de matarmos 100, então devemos matar 1.000.  Se eles não pararem depois de 1.000, nós devemos matar 10.000.  Se eles não pararem, devemos matar 100.000, até um milhão.  Não importa o que for para detê-los.

De acordo com Israel Shahak, autor de “Jewish History, Jewish Religion: the Weight of Three Thousand years” ('História judaica, Religião judaica: o peso de três mil anos'), o termo "seres humanos" na lei judaica refere-se somente aos judeus.

Muitos rabinos ortodoxos judeus, especialmente no interior do setor religioso-nacional, veem as convenções internacionais incriminando o deliberado assassinato de civis e a destruição de lares e propriedades civis como representando a “moral Cristã”, que não obriga os judeus.

Em 2006, o Conselho Rabínico dos Assentamentos Judaicos na Cisjordânia encorajou o exército “a ignorar a moral cristã e exterminar o inimigo no Norte (Líbano) e no Sul (Faixa de Gaza).

Tais decretos manifestamente racistas e odiosos não causam muita desaprovação em israel: nem entre a intelligentsia, nem na sociedade em geral."



2 comentários:

  1. Bom dia camarada FAB!

    Postagem imprescindível!

    Mostra qual é o maior inimigo da Humanidade, ao menos o que está encarnado na Terra e atuando nos últimos milênios.

    Conscientização sobre esse assunto é em termos de contestação a prioridade! Algumas pessoas que conheço gostarão de ler essa matéria!

    Abraços!

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    1. Esperemos que seres desse desnível e seus aspones sejam constantemente denunciados para não posarem de vítimas quando receberem o troco.
      Abraço.

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