Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Dúvidas radioativas

Amigos e amigas.
Vejam estas fotos pós-Bomba atômica em Hiroshima:





Minhas dúvidas:
1- Sabe-se que mais de 60% dos edifícios foram destruídos totalmente e cerca de 25%, parcialmente. Vemos nas fotos que alguns prédios resistiram em pé a despeito da devastação massiva ao redor deles. Como puderam suportar o impacto de uma chamada "bomba atômica"?
2- As fotos das vítimas (que preferi não postar) mostram pessoas bem calcinadas, porém essencialmente inteiras. Prédios são muito mais resistentes que pessoas e viraram pó. Qual é a lógica?
3- Poucas décadas depois, Hiroshima já era uma imensa metrópole super moderna, com baixos índices (considerando que foi uma bomba atômica!) de sequelas radioativas. É normal?

Será que os fotógrafos se protegeram da radiação, não tinham noção do perigo e se lascaram mais tarde ou simplesmente a História é mais nebulosa? Porque radiação é algo brutal. Se tiverem estômago, vejam estas sequelas de Chernobyl:

A radiação que vazou da usina nuclear russa foi tão massiva que tem efeitos terríveis até hoje. O local tornou-se fantasma e tem de ser evitado ao máximo; pouco tempo de exposição já pode gerar problemas. Calcula-se que serão necessários séculos para a radioatividade se dissipar a níveis seguros.

Mas os casos de Hiroshima e Nagasaki me parecem estranhos. Um povo tão cioso e consciente continuou nas cidades "normalmente"; não houve evacuação em massa, como em Chernobyl. Pouco tempo depois, ambas já tinham retornado ao seu cotidiano e progrediram imensamente:

HIROSHIMA

 

NAGASAKI

A mim, soa muito estranho! Uma bomba dita radioativa capaz de matar, à época, mais de cem mil pessoas em segundos e pulverizar construções era pra deixar tantos resíduos de radiação que não permitiria que o local permanecesse habitado, nem que progredisse tanto em seguida como se vê nas fotos acima.

Há opiniões que afirmam que a bomba atômica é impossível:
E, se assim for, os argumentos contra o programa nuclear do Irã não passam de falácia imperialista com o intuito de dominar o país.

As dúvidas que aventei podem ajudar um pouco a reforçar tal descrença. A revista Superinteressante explicou como uma bomba atômica funciona, mas não me pareceu crível que tamanho poder destrutivo (hoje, elevado à décima potência) seja controlável.

Seria possível que os ditos ataques radioativos às cidades japonesas tenham sido semelhantes ao que os aliados fizeram a Dresden, acrescidos de substâncias químicas e radioativas visando "otimizar" a destruição ou coisa pior? Afinal, na guerra pela dominação, vale tudo. Principalmente mentir!

4 comentários:

  1. Nao existiram as bombas atomicas de Nagasaki e Hiroshima - assim como tambem nao existiu o Holocausto, a ida do homem a Lua , e os 4 titulos do Brasil em Copas do Mundo de Futebol.

    Tudo o que os envolvidos (de todos os lados) contaram e contam é mentira.

    É tudo invenção dos " donos do mundo"

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    1. Você também não existe.
      Quase um pândego.

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  2. Interessante isso da "bomba atômica falsa". Corrobora com o falso gênio ain-stain.

    Mais um pouco sobre o que "os donos do mundo" andam aprontando pra se engordar ás custas dos impostos dos goyms

    http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/12/missoes-lua-apollo-e-demais-missoes-da.html

    Cobalto

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    1. "A dúvida é o princípio da sabedoria" Aristóteles.

      É o que mais tenho; daí, o título do post e a essência de tantos outros. Questionar é tanto uma necessidade quanto uma obrigação.

      Então, aparecem aspones, como o do 1º "comerdário", e...

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