Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

"Mordendo a mão..."

Amigos e amigas.
Segue abaixo um artigo sobre o supremacismo judeu em Hollywood, que já citei aqui. E também aqui. Vejam duas histórias semelhantes de dois astros do cinema que ousaram dizer o óbvio, mas que o povinho-zumbi alienado não precisa ficar sendo lembrado. Afinal, os supremacistas se esforçam tanto para maquiar essa obviedade que nunca aceitarão ser expostos impunemente.
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O ator Gary Oldman foi forçado a emitir um rastejante pedido de desculpas ao lobby judeu por se atrever a dizer o que toda a gente sabe: que os judeus dirigem Hollywood e a indústria do cinema e, por se atrever a falar essa verdade, ele, evidentemente, foi forçado a pedir desculpas.
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Oldman, cuja carreira em Hollywood incluiu algumas performances estelares em blockbusters, fez seus comentários em uma entrevista à edição de julho/agosto da revista Playboy, quando o tópico Mel Gibson apareceu.

Referindo-se ao famoso incidente, quando Gibson fez alguns comentários sobre os judeus depois de ser preso por dirigir alcoolizado, Oldman disse que Gibson "ficou bêbado e disse algumas coisas, mas todos nós temos dito aquelas coisas."

"Somos todos ferrados hipócritas", continuou Oldman, apontando a verdade provável que quase todos, judeus em especial, teriam usado algum tipo de comentário étnico em particular.

Ele disse que Gibson tem sido feito "proscrito", mas "um cara judeu em seu escritório em algum lugar não virou e disse: "Aqueles krauts (N.T.- Denominação depreciativa aos alemães durante as grandes guerras) malditos!" ou "Que se f... aqueles alemães!", seja o que for? Nós todos escondemos e tentamos ser tão politicamente corretos. Isso é o que me parece. "

Oldman, em seguida, passou a explicar por que exatamente Gibson foi apontado quando outras pessoas não são:

"Mel Gibson está em uma cidade que é administrada por judeus e disse a coisa errada, porque ele está realmente mordendo a mão que eu acho que o tem alimentado. E não precisa alimentá-lo mais porque ele tem dinheiro suficiente"

Este foi o comentário que levou a supremacista Anti-Defamation League (ADL) ao tema, e a emitir um ataque à sua "escolha de palavras" - em outras palavras, por simplesmente falar a verdade, o que, aos olhos ADL, eleva-se a um "ato anti-semita".

Oldman, obviamente percebendo que suas futuras oportunidades de carreira provavelmente tinham acabado de sair da janela, em seguida, emitiu um rastejante pedido de desculpas, mas bizarramente, assim fazendo, citou mais uma vez um novo livro que, na verdade, discute - e prova - que os judeus dirigem Hollywood.

gabler-book"Se, durante a entrevista, eu tivesse sido perguntado sobre como elaborei este ponto, eu teria declarado que tinha acabado de ler o excelente livro de Neal Gabler sobre os judeus e Hollywood, "Um império próprio: Como os judeus inventaram Hollywood", Oldman disse, em seu pedido de desculpas. "O fato é que o nosso negócio, e minha própria carreira especificamente, tem uma dívida enorme para a contribuição [judaica]."

Ao anunciar publicamente o que todo mundo sabe e que a ADL histericamente denuncia como uma "mentira", Oldman juntou-se Marlon Brando como outra estrela de Hollywood que se atreveu a "morder a mão que o alimenta".

A lição de Marlon Brando

O poder judeu é tal que ele pode transformar em um covarde mesmo o maior dos ícones de Hollywood. Marlon Brando é um excelente exemplo.

Nos primeiros dias de sua carreira de ator, ele estava completamente sob o controle de agentes judeus e conhecidos. Brando escreveu em sua autobiografia que a ele foi dado um papel importante em uma peça de teatro repugnantemente pró-sionista chamada "A Flag is Born", escrito pelo ávido sionista Ben Hecht e dirigido por Luther Adler.

 "Foi essencialmente uma peça de propaganda política que defendia a criação do Estado de Israel ... Todo mundo em "A Flag is Born" era judeu, exceto eu ... Eu não sabia, então, que terroristas judeus foram indiscriminadamente matando árabes e fazendo-os refugiados, a fim de tomar sua terra ... A peça teatral, assim como a minha amizade com os Adlers, ajudaram a tornar-me um defensor zeloso de Israel e, posteriormente, uma espécie de caixeiro viajante para ele ..."

Brando, em seguida, começou a dar discursos de propaganda para uma organização sionista, e até mesmo contribuiu com o próprio dinheiro para a organização sionista Irgun, um grupo terrorista.

Marlon Brando mais tarde soube a verdade sobre o sionismo e mudou radicalmente a sua opinião.

"Agora", ele disse em 1994, "eu entendo muito mais sobre a complexidade da situação do que eu fiz, então ... eu, do lado de terroristas judeus, sem reconhecer que eles estavam matando palestinos inocentes em seu esforço para criar o Estado de Israel ... Uma das políticas governamentais mais estranhas é que, em grande parte por causa da influência política dos interesses judaicos, o nosso país tem investido bilhões de dólares e muitas vidas americanas para ajudar Israel a recuperar a terra que eles dizem que seus antepassados ​​ocuparam há três mil anos." 

Durante uma aparição no programa de televisão Larry King, o ator Marlon Brando se atreveu a comentar que"Hollywood é gerido por judeus. É propriedade de judeus."

Brando sustentou que o judeu é sempre retratado como bem humorado, gentil, amoroso e generoso, enquanto eles difamam qualquer outro grupo racial, "mas são sempre tão cuidadosos para garantir que nunca haja qualquer imagem negativa do judeu."

Grupos judaicos caíram impiedosamente sobre Brando, afirmando em seus comunicados de imprensa que iriam ver que ele "nunca iria trabalhar novamente." 

Ninguém da imprensa judaica pareceu notar que as ameaças simplesmente validaram a observação de Brando do seu poder midiático incontestável. Brando ficou tão intimidado pelo ataque de ódio e ameaças contra ele que ele teve que organizar uma audiência com o rabino Hier, do Centro Simon Wiesenthal.

No provavelmente melhor trabalho de ator de sua vida, Brando chorou, ficou de joelhos e beijou as mãos do rabino Hier, implorando perdão por ofender os supremos deuses judeus do mundo ocidental.

Brando renunciou publicamente sua heresia contra os novos deuses judeus e, assim, o sumo sacerdote judeu absolveu-o de seu pecado.

Brando tinha se tornado uma boa lição para os gentios famosos que ousassem falar a verdade sobre a supremacia judaica; e ele tem dito nada além de coisas positivas sobre os judeus desde então.

Se alguém quiser entender como os supremacistas judeus mantêm seu controle quase completo sobre a mídia, o incidente Brando é uma excelente ilustração. Eles fazem isso tanto com a cenoura como com o bastão.

Eles premiam aqueles goyim que acatam sua maldade, como fez Brando no seu início de carreira, mas eles não têm misericórdia com quem se atreve a pronunciar uma palavra sequer contra eles. As figuras públicas que se opõem publicamente precisam ser incrivelmente estúpidas ou magnificamente corajosas.

Marlon Brando, ingenuamente, pensava que, dizendo a verdade óbvia sobre Israel, poderia aguentar as críticas sérias, mas ele nunca sonhou com a onda de sujeira e abuso que desceria sobre ele.

Em uma cena lamentável, Brando prostrou-se aos pés do seu mestre como um cão choramingando, literalmente lambendo a mão do tirano que o derrotou.

Não pode haver uma renovação para o nosso povo até que esse tipo de poder intimidante seja quebrado. Não há possibilidade de resgate para o nosso povo, até que se reúna a coragem necessária para desafiar nossos senhores da supremacia judaica. Finalmente, a regeneração da nossa sociedade não ocorrerá até que a verdadeira liberdade de expressão e de imprensa sejam restauradas.

Depois que descobri o poder judaico sobre a mídia americana, resolvi nunca render a minha liberdade de expressão, em deferência a ele. Não importa se poderá me custar a minha reputação, minha liberdade ou mesmo a minha vida. Tornei-me e ainda permaneço determinado a me opor aos mestres da mídia que buscam destruir o nosso modo de vida e nossa própria forma de vida. Estou confiante de que, com o tempo, meus compatriotas igualmente levantar-se-ão em desafio, em vez de ajoelhar-se em desonra, como Marlon Brando fez aos nossos pretensos senhores.

13 comentários:

  1. Boa tarde, caro amigo. Confesso ter muita dificuldade para falar sobre o povo judeu. Para mim, eles são abençoados por terem na sua linhagem O Senhor Jesus. Sei que o rejeitaram, mas, mesmo assim, O Mestre insistiu em pregar para eles em primeiro lugar. Lembro-me de uma passagem em que Ele chorou lamentando o fato de não o terem aceito. E disse: "Se também você compreendesse hoje o caminho da paz! Agora, porém, isso está escondido aos seus olhos! Vão chegar dias em que os inimigos farão trincheiras contra você, a cercarão e apertarão de todos os lados. Eles esmagarão você e seus filhos, e não deixarão pedra sobre pedra. Porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio para visitá-la." Lucas 19, versos 42 à 44. Sem ser conhecedora de certos assuntos, apenas me arrisco a opinar sobre esta ótica. Também o Livro do Apocalipse, capítulo 7, versos de 4 à 8, há algo para este povo que é uma promessa (creio eu). Estou apenas dizendo que existem bons e maus em todas as etnias. Desculpe se não me fiz compreender. Sei que Deus não é exclusividade de uns e que todos tem direito à vida e a viver em paz . Obrigada.

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    1. Atente a dois detalhes, minha querida:

      1- O Mestre Maior chamava os judeus de "raça de víboras" e os expulsou do templo aos pontapés por serem iníquos (talvez, a única vez em que Ele perdeu totalmente a paciência). Além do mais, Jesus nunca foi judeu por jamais ter professado o judaísmo. Ele foi único e exclusivo e apenas tentou salvá-los;

      2- Foram os escribas fariseus, através dos séculos e com a anuência do Papa de plantão, que adulteraram muito dos códices sagrados centenas de vezes, pervertendo-os e "adaptando-os" às necessidades mais escusas possíveis. Assim, aliviou em muito a barra dos judeus.

      O post apenas mostra uma faceta do poder e influência que os judeus adquiriram no mundo moderno e como eles usam e abusam dele.

      Será que Jesus os expulsaria outra vez por suas iniquidades?
      Beijo.

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  2. "Hollywood"

    Holly = "sagrado"
    wood = "madeira"

    Hollywood = "madeira sagrada" = "varinha mágica", a "batuta" que todos seguem...

    Hollywood é uma instituição druídica que aglutina os magos das técnicas de controle mental e as difunde para o mundo como forma de moldar comportamentos...

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    1. Pode ser "floresta sagrada", também.

      Mas, de sagrado lá, só o poder, a tergiversação e a dominação a qualquer custo.

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  3. https://archive.org/details/TheEmpireOftheCity

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    1. "A City" londrina é tão poderosa que até a rainha a reverencia.

      Mera peã.

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    2. Que eu saiba até a corte inglesa tem de pedir permissão para adentrar lá.

      Poucos conhecem a City e muito menos são os que sabem que A CITY É UM TERRITÓRIO AUTÔNOMO NA INGLATERRA como é o Vaticano na Itália,

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  4. kkkkkkkk...cite tres filmes que gostou fariseu, e vamos ver se eles não foram produzidos pela "industria judia", ou ignora a sétima arte!!!! ah,nem uma palavrinha sobre os massacres da semana né, patrocinados pelos teus amigos do alcorão kkkkk

    Ostermann

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    1. Primeiro, fariseu é judeu. É o seu caso, não o meu.

      Segundo, o post apenas mostra claramente (para quem não é parcial e tem um mínimo de racionalidade) a supremacia judaica em "oliúdi" e o quanto eles tem ojeriza de que revelem isso à massa oligofrênica, comodista e alienada.

      Por que será?

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    2. "Primeiro, fariseu é judeu." kkkkkkkkkk é idiota

      Acaso ele fala do ISIS patrocinado por Israel e EUA?!

      Cobalto

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    3. kkkkk...dois que so escrevem e não dizem nada, não sabem nem se é bom ou ruim,e não dão exemplo denada, só teoria vazia.k

      Fariseu não é o mesmo que judeu, historiadores de meia pataca!!!

      Ostermann

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    4. Ao contrário de suas admiráveis ortografia, facúndia e pansofia.

      Procure "fariseu" nos dicionários.

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