Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O primeiro

Amigos e amigas.
O início do Revisionismo foi por uma revolta, a mesma que dura até hoje, pela injustiça de tratamento por parte dos 'vencedores da 2ª Guerra'. Mas, analisando friamente, é assim mesmo em toda e qualquer guerra: quem vence, escreve a História ao seu bel prazer e necessidade. E a primeira das necessidades é se eximir de toda e qualquer culpa. Tudo o que ele fez foi reagir a provocações, ao insistente assédio em todos os sentidos do adversário. Este é o demônio!

Por isso que sempre afirmo: GUERRA É SINÔNIMO DE MENTIRA! Se o monolítico ensinamento do Mestre Maior ("Dai a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus!") fosse a tônica da vida, a maior parte das iniquidades seria obliterada. Afinal, se uma coisa aconteceu, é fato inatacável, 100% comprovado, ai de quem contestá-la! Será merecedor de desdém, repúdio e, até, sanções. Se não, precisa ser combatida.

Como essa guerra foi a maior, mais sangrenta, assassina e mentirosa de todas, ninguém ousa aceitar um quê da culpa por sua eclosão. E já que o lado derrotado não pode mais reagir, ele que leve toda a culpa.

Mas, para azar desses 'vencedores', há sempre vozes dissonantes, pessoas íntegras que batem de frente com qualquer injustiça e a contestam sem receios. No caso do holocausto, o primeiro foi Paul Rassinier, uma testemunha que lutou contra o 3° Reich e foi interno de dois campos alemães da 2ª Guerra e afirmou que a maioria do que diziam deles era falso.

Vejam aqui um resumo de sua história.
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"Paul Rassinier foi um escritor francês. Ativista político e pacifista, é chamado de “Pai do Revisionismo” pela sua postura contra as histórias inventadas ou exageradas sobre os campos de concentração da 2ª Guerra, da qual ele participou e foi interno de dois desses campos alemães.

Em outubro de 1943, ele foi preso pela Gestapo por várias atividades, incluindo o contrabando de judeus refugiados ao longo da fronteira franco-suiça. Rassinier foi enviado para o campo de trabalho em Buchenwald. Mais tarde, ele seria movido para Dora, onde permaneceria até o final da guerra.

Após a guerra, Rassinier voltou para sua terra natal, França, e foi eleito para a Assembleia Nacional. Ele foi condecorado com a mais alta condecoração do governo francês por seu envolvimento com a Resistência durante a guerra. Rassinier, que era diplomado em História, se propôs após a guerra a documentar suas experiências dentro do sistema de campos alemães.

Foi após a publicação das primeiras obras de Rassinier que ele percebeu que as histórias do tempo da guerra de outros detentos eram exageros terríveis. Rassinier escreveu:
"Então, um dia eu percebi que uma imagem falsa dos campos alemães tinha sido criada e que o problema dos campos de concentração era universal, e não apenas um que poderia ser eliminado, colocando-o às portas dos nacional-socialistas. Os deportados - muitos dos quais eram comunistas - tinham sido em grande parte responsáveis por liderar o pensamento político internacional a uma conclusão tão errônea. De repente, senti que, permanecendo em silêncio, eu era cúmplice de uma influência perigosa".

Rassinier começou a desmascarar e desconstruir as obras de seus companheiros. Um tremendo esforço foi feito para derrubar "A destruição dos judeus europeus", de Raul Hilberg. Rassinier chegou ao ponto de dizer que, no futuro, o volume de Hilberg "não será falado absolutamente, ou se ainda for mencionado, ele só será mencionado em referência a algo indigno de se observar, exceto como um exemplo da mais escandalosa aberração do nosso tempo." [Jurgen Graf demoliu essa obra em seu livro “O gigante com pés de barro” - NT]

Rassinier tornou-se cético em relação às histórias das sinistras câmaras de gás que estavam sendo divulgadas. Ele escreveu: "Em 1950, ainda era muito cedo para pronunciar um julgamento definitivo sobre a existência de câmaras de gás nos campos; documentos eram insuficientes e os que existiam eram incompletos, inexatos e, obviamente, apócrifos ou falsificados."

No artigo de 1964, "O Drama dos Judeus Europeus", a visão de Rassinier tornou-se mais firme. Rassinier havia determinado que não ocorreram gaseamentos generalizados e que não havia uma política de exterminar os judeus da Europa  Ele também municiou revisionistas com a primeira análise quantitativa real de mortes de judeus em tempo de guerra. Seu total final coloca a variação do número de mortes judaicas para os doze anos de governo nacional-socialista entre 987.592 e 1.589.492. [Número significativo, mas longe dos fantasiosos '6 milhões'. Além do quê, a maior parte foi por doenças e inanição. E a cifra seria muito menor, dentro da normalidade da vida, se os sionistas não tivessem forçado a eclosão da guerra. - NT]

Rassinier mais tarde se tornaria ainda mais ciente sobre a falsidade das alegações sobre câmaras de gás. Como resultado de seus estudos, ele fez a seguinte conclusão no “O real julgamento de Eichmann: "Nunca houve câmaras de gás, nem quaisquer extermínios por esse método, em Auschwitz-Birkenau”.

Fonte: http://en.metapedia.org/wiki/Paul_Rassinier