Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

E dá-lhe Ficção!

Amigos e amigas.
De fato, a historiografia do holocausto é um vale tudo! O que não falta nela são safados, espertalhões, pilantras, mentirosos de todo tipo que fazem qualquer negócio para se darem bem e, de quebra, manter o status quo sobre o assunto. É a 'indústria do holocausto' do intelectual judeu Norman Finkelstein sem pudores e reservas.
Finkelstein e seu odiado best seller

Além dos testemunhos fraudulentos (Vrba, Nyiszli, Wilkomirski, etc) que levaram centenas de pessoas inocentes à execução sumária (puras vingança e covardia), temos livros que chamo de "BESTAS-SELLERS" de autores como Wiesel, Rosenblat, DaFonseca e uma infinidade de outros que fazem dessa indústria uma das mais lucrativas.

Nyilszli e seu "besta-seller"
Hollywood se esbalda e se refestela com tanta criatividade mórbida e imoral. Milhares de clássicos (o primeiro foi "Casablanca", creio) se referem ao assunto "anjos (aliados) contra demônios (nazistas)" sem peias à imaginação, transbordando sordidez, hipocrisia, dissimulações, abusos de toda sorte, sem nunca se esquecerem de criar uma aura em que o espectador não tenha chance de ponderar uma vírgula sequer contra os 'mocinhos'. A tão decantada crudelidade nazista é maximizada à décima potência.

Para mim, um dos mais inomináveis exemplos de tudo isso chama-se "A lista de Schindler", uma "besta-seller" que Spielberg fez ganhar sete "oscars" (sem surpresas, sabendo quem manda em "roliúdi") dando um tratamento visual impecável. O roteiro é o mesmo lixo com que estamos acostumados. O filme foi eleito o 3ª mais inspirador (neste quesito, Spielberg tem mais dois filmes entre os 10 primeiros) e 8º melhor da História de "roliúdi" e seu protagonista, o 13º entre os heróis! Mas há um detalhe. Vejam neste excerto deste artigo de 2009:
Mais uma ficção 'spielbergiana'
se passando por verdade histórica
"O livro 'A Lista de Schindler', de autoria de Thomas Keneally, está catalogado originalmente (1982) como FICÇÃO. Na primeira edição de março de 1994, constava a advertência:
'ESTE LIVRO É UMA OBRA DE FICÇÃO. NOMES, PERSONAGENS, LOCAIS E ACONTECIMENTOS SÃO IGUALMENTE PRODUTOS DA IMAGINAÇÃO DO AUTOR OU USADOS DE FORMA FICCIONAL. QUALQUER SEMELHANÇA COM ACONTECIMENTOS REAIS, LOCAIS OU PESSOAS VIVAS OU MORTAS, É TOTAL COINCIDÊNCIA'.
Na contracapa daquela edição, consta ainda a referência FICÇÃO/JUDAICA, além de uma pequena sinopse de apresentação da própria editora, que inicia com a frase: “A stunning novel…” (Uma atordoante NOVELA…). Também na ficha catalográfica da Livraria do Congresso, aparece três vezes a designação FICÇÃO:
1- Schindler, Oskar – FICÇÃO;
2- Holocausto Judeu – FICÇÃO;
3- GUERRA MUNDIAL – FICÇÃO.
Já na 2ª edição, de abril, RETIRARAM a primeira ADVERTÊNCIA, aquela que explica que se trata de uma obra de FICÇÃO resultante da IMAGINAÇÃO DO AUTOR…
E, finalmente, na 3ª edição, de maio, toda e qualquer referência ao fato de se tratar de pura FICÇÃO foi removida, com a ressalva de que a ficha catalográfica (que cita a obra três vezes como FICÇÃO) está disponível… lá na Livraria do Congresso!"
Adendo: A esposa de Schindler acabou com o infeliz, contando um bocado de safadezas do marido. Mais um ponto crucial contra o 'heroísmo' do preclaro.
FAB29