Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Uma leiga ideia.

Amigos e amigas.

Para complementar meu post onde eu questiono a teoria heliocêntrica de Copérnico (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/07/copernico-errou-revisitado.html), quero lhes mostrar como eu acredito ser mais verídico, possível, o movimento dos planetas no espaço.

É certo que os planetas não são estáticos. Eles giram em seu próprio eixo, feito um pião. É fato plenamente constatado. Também me parece ser fato que eles executam um deslocamento no espaço. Mas não consigo ver nenhuma lógica (ou possibilidade) deles fazerem um movimento inacreditavelmente extenso em torno do Sol (calculam ser próximo de 1 bilhão de km!) com uma precisão divina, ano após ano, há tantos milênios. Penso ser bem mais credível ocorrer isto (Na ilustração sem escala, o Sol e seus três primeiros planetas):



Desta maneira, acredito que poderiam explicar o afélio (posição mais distante do Sol) e o periélio (mais próxima), além das correntes marítimas, das quatro estações e tudo o mais. Não abrangi todas as possibilidades, mas imagino ser, por enquanto grosseiramente, uma opção aceitável, digna de se ponderar, estudar, até se chegar a uma explicação mais plausível e completa do que realmente ocorre.

Só para reforçar minha incredulidade na teoria heliocêntrica, primeiro relembro uma observação de Davino Servídio, outro contestador de Copérnico, partidário da Teoria das Órbitas Independentes:

"Existe uma maneira que qualquer pessoa simples e entendida no assunto pode fazer: observe da cidade de Macapá, à meia-noite de 21 de setembro, as Três-Marias na posição em que se encontrar e depois observe-as, à meia-noite de 21 de março, no mesmo horário e na mesma posição de 21 de setembro. Você pode perceber que, tanto no dia 21 de setembro quanto em 21 de março, nada muda. Só à meia-noite, e no Meridiano oposto com o sol de meio-dia."

Se for verdade, adeus, teoria heliocêntrica, porque havendo a translação, de seis em seis meses, o céu estaria com outras constelações. Observem abaixo que, em posições opostas no espaço, a Terra teria visões diferentes do universo (ilustração sem escala):

Mas ainda há o caso de Vênus, como estrela Matutina e Vespertina, que está destacado no link do início do post. Neste caso, o FATO sobre Vênus está, a meu ver, em rota de colisão com a TEORIA do Heliocentrismo. Gostaria de encontrar um astrofísico que me esclarecesse como o segundo pode abranger o primeiro.

Se alguém puder me mostrar um sítio que me esclareça esses detalhes ou for um especialista, sinta-se livre para opinar, comentando à vontade.

FAB29