Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 25 de março de 2014

Uma opinião de respeito.

Amigos e amigas.
Recebi por e-mail este artigo abaixo que achei por bem publicá-lo. Ele corrobora o vídeo que postei neste link:
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/germar-rudolf.html
Vejam que interessante.

Treblinka não teve covas coletivas


Um exame forense detalhado do local do campo de Treblinka em tempo de guerra, usando radar de solo eletrônico sofisticado, não encontrou nenhuma evidência de valas comuns lá.

Durante seis dias, em outubro de 1999, uma equipe australiana liderada por Richard Krege, um engenheiro eletrônico qualificado, procedeu à análise do solo no local do antigo campo de Treblinka II, na Polônia, onde, os historiadores do Holocausto dizem que mais de meio milhão de judeus foram mortos em câmaras de gás e depois enterrados em valas comuns.

De acordo com a Enciclopédia do Holocausto (1997), por exemplo, "um total de 870 mil pessoas" foram mortas e enterradas em Treblinka, entre julho de 1942 e abril de 1943”. Então, entre abril e julho de 1943, as centenas de milhares de cadáveres teriam sido exumados e queimados em lotes de 2.000 ou 2.500 corpos em grandes blocos feitos de dormentes da rede ferroviária.

A equipe de Krege usou um Radar de 80.000 dólares, com dispositivo de penetração no solo (GPR), que envia sinais de radar verticais que são visíveis em um monitor de computador. GPR detecta quaisquer perturbações de grande escala na estrutura do solo a uma profundidade efetiva normal entre quatro e cinco metros e, às vezes, até dez metros. (Dispositivos de GPR são rotineiramente utilizados em todo o mundo por geólogos, arqueólogos e a polícia.) Em sua investigação de Treblinka, a equipe de Krege também realizou inspeções visuais do solo e usou uma verruma para tirar inúmeras amostras de solo.

A equipe examinou cuidadosamente o sítio de Treblinka II inteiro, especialmente a suposta parcela de "valas comuns", e realizou exames controlados da área circundante. Eles não encontraram nenhuma perturbação do solo que corrobore o enterro de centenas de milhares de corpos, ou mesmo evidências de que o terreno já havia sido perturbado. Além disso, Krege e sua equipe não encontraram nenhuma evidência de sepulturas individuais, restos de ossos, cinzas humanas ou cinzas de madeira.

"A partir desses exames que pudemos identificar claramente as camadas amplamente imperturbável horizontal estratigráfica, mais conhecido como horizontes do solo sob o local de acampamento", diz o pesquisador de 30 anos de idade, Krege, que vive em Canberra. "Nós sabemos de scans de túmulos e outros sítios com distúrbios do solo conhecidos, tais como pedreiras, quando esta estratificação natural é maciçamente interrompida ou inexistente." Como os processos geológicos normais são de ação muito lenta, o rompimento da estrutura do solo teria sido detectável mesmo depois de 60 anos, Krege observou.

Enquanto sua investigação inicial sugere que nunca houve qualquer valas comuns no local de acampamento a Treblinka, Krege acredita que o trabalho ainda é necessário por lá.

"Os historiadores dizem que os corpos foram exumados e cremados no final da utilização do campo de Treblinka em 1943, mas não encontramos nenhuma indicação de que qualquer valas comuns já existiu", diz ele. "Pessoalmente, eu não acho que houve um campo de extermínio lá."

Em contrapartida, após muitos anos de pressão sobre fornecer provas forenses, eis que em 2012 (13 anos depois!) apareceu uma pesquisadora forense e afirmou que toda a história de Treblinka é verídica. Vejam aqui:
http://www.bbc.co.uk/news/magazine-16657363

Atentem para a foto aérea de Treblinka, rodeado de floresta. Nele, um gráfico mostrando "PROVÁVEIS locais de câmaras de gás, lugares de se despir, covas coletivas e cremações". Mais de 800 mil corpos foram enterrados nessas valetas em amarelo? Os alemães fizeram mágica para caber tudo ali?

E no fim das contas, nenhuma certeza para um crime tão colossal? Estranho. Penso que uma confrontação entre os dois pesquisadores seria o melhor tira-teima.
FAB29