Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 12 de abril de 2014

A religião holocáustica.



Amigos e amigas.
Robert Faurisson, do alto de seus 85 majestosos anos de vida, é um dos baluartes vivos da verdade histórica. Em 2008, ele escreveu um artigo em que falou sobre a substituição das religiões do mundo por uma criada no século XX e imposta ao estilo da época medieval, porém usando como maior arma a propaganda.

Retirei o excerto abaixo só para demonstrar suas contundência e lucidez:


Até das falsas?
"Os Seis Milhões (de judeus supostamente mortos no holocausto) constituem uma religião secular com seus próprios dogmas, mandamentos, decretos, profetas, sacerdotes e santos, como Santa Ana (Frank), São Simão (Wiesenthal) e Santo Elias (Wiesel). Tem seus lugares sagrados, seus rituais e suas peregrinações. Tem seus templos e suas relíquias (barras de sabão, pilhas de sapatos etc.), seus mártires, herois, milagres e sobreviventes milagrosos (milhões deles), sua lenda dourada e seus justos. Auschwitz é seu Gólgota, Hitler é seu Satã. Ela dita sua lei às nações. Seu coração bate em Jerusalém, no monumento Yad Vashem.

            É uma nova religião que tem gozado de um crescimento meteórico desde a Segunda Guerra Mundial. Conquistou o Ocidente e está se preparando para conquistar o mundo. Enquanto o progresso do pensamento científico em nossa sociedade de consumo enfraqueceu o domínio de todas as religiões clássicas ao tornar as pessoas mais e mais céticas tanto para a verdade das narrativas religiosas quanto para as promessas que a religião oferece, a nova religião prospera a ponto de qualquer um que seja pego negando seu dogma básico venha a ser taxado de “revisionista”, expulso da comunidade, e tratado como apenas os hereges costumam ser tratados. É, com efeito, uma religião, e é atualmente o maior instrumento, e, pode-se dizer, a religião popular da ímpia Nova Ordem Mundial".

O maior problema para a história do holocausto está justamente na sua base, sua origem: suas "testemunhas" com seus depoimentos. Ao se colocarem na armadilha de contar suas histórias de sofrimentos, perdas, perseguições, espoliações (coisas que ninguém contesta) acrescentando pontos impossíveis, números estapafúrdios, detalhes incabíveis e descabidos, essas "testemunhas" causaram o maior desserviço à "causa holocáustica".

Muitos desses depoimentos se chocam entre si. Talvez o mais contundente choque venha do inoxidável prêmio Nobel da Paz de 1986, Elie Wiesel, que afirmou em seu livro "A noite" que as mortes em Auschwitz ocorriam em verdadeiros holocaustos: valas crematórias aonde bebês eram lançados de um caminhão basculante. Milhares de outras "testemunhas" (como o "meio-saudoso" meio-tupiniquim Ben Abraham, nascido Henry Nekrycz) afirmam de pés juntos sobre execuções em câmaras de gás com pesticida.

Por isto e tantos outros detalhes é que Faurisson tem razão em classificar o holocausto como uma nova religião. Nela, é preciso essencialmente fé (há aqueles que se vendem), acreditar do fundo do coração e da alma, não necessitando de comprovações físicas e químicas. Isto vai de cada um. É livre! O problema é que os "novos hereges" sofrem perseguições e punições incompatíveis com o livre arbítrio, a liberdade de pensamento e atitude, até mesmo de desprezar esse "fato notório" como tantos outros também são desprezados.

Ainda que o holocausto tivesse ocorrido como suas "testemunhas" alegam, as novas gerações não teriam de carregar nenhuma culpa, nenhuma vergonha, nenhuma dívida. Se assim não for, tantos outros morticínios da História gerariam tudo isso a tantos povos num ciclo vicioso dantesco e a humanidade se perderia em eternas convulsões.

Resumindo: enquanto não se provar cabalmente o holocausto, que os crentes nele se satisfaçam com sua fé, rituais, homenagens, etc, e permitam liberdade aos que preferem simplesmente viver a vida. Acho que estou pedindo muito!...
FAB29