Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Aquelas dúvidas pertinentes

Amigos e amigas.
Todos nós que desejamos conhecer a verdade dos fatos não nos cansamos de insistir em questionar, expor, escutar, debater, etc, principalmente se o assunto é insistentemente repetido e propalado por todas as mídias.

Segue abaixo uma lista de dúvidas expostas e enumeradas por Michael Santomauro a respeito da historiografia do holocausto na 2ª guerra e que ainda não foram dirimidas. Resumidamente, é por estas e muitas outras que eu e tantos outros insistimos em questionar, em contrapartida aos "afirmacionistas", que insistem em relevá-las e defendem fanaticamente tal fato notório.

Eventuais colchetes são meus.
FAB29

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1. Por que é que Elie Wiesel e inúmeros outros judeus sobreviveram ao Holocausto se era intenção do Terceiro Reich eliminar cada um dos judeus que eles receberam nas suas mãos? Elie foi prisioneiro durante vários meses; outros judeus sobreviveram ainda mais tempo. A maioria destes “sobreviventes” eram pessoas normais que não tinham qualquer perícia rara que os Alemães pudessem ter explorado para o seu esforço de guerra. Não havia nenhuma razão lógica para eles ser mantidos vivos. A existência de mais de um milhão de sobreviventes [além de não existir estatística que mostre que havia sequer 6 milhões de judeus na Europa do pré-guerra] nos dias de hoje, aproximadamente sessenta anos depois, contradiz um dos componentes básicos do holocausto, isto é, que os Alemães tiveram uma política de eliminar cada judeu que eles recebiam nas suas mãos.
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2. Por que não há nenhuma menção ao Holocausto nos seis volumes de História escritos por Churchill sobre a Segunda Guerra Mundial, nem nas memórias de guerra de De Gaulle, ou de Eisenhower, nem em qualquer dos outros intervenientes menores que escreveram sobre aquele conflito [São mais de 7 mil páginas de biografias!]? Lembrem-se que todos eles foram escritos anos depois da guerra ter acabado e também depois do Holocausto ter sido supostamente provado nos Julgamentos de Nuremberga. No que diz respeito ao Holocausto, o silêncio quanto a esta questão é ensurdecedora!
3. O que é que uma enfermaria para os prisioneiros (e um bordel) estavam a fazer em Auschwitz se aquilo era, realmente, um campo da morte? [Havia bem mais coisas. Ver aqui: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/09/parem-com-as-mentiras-de-auschwitz.html]
4. Por que iriam os Alemães reunir judeus dos confins do seu império, envolvendo uma tão grande quantidade de pessoal e material, lutando uma guerra mundial em duas frentes, e entregar essas pessoas em “campos da morte”, a centenas de milhas de distância e que, supostamente, algumas eram executadas logo à chegada? Uma bala logo no início não teria apelado ao lendário sentido alemão de eficiência?
5. Por que é que, após sessenta anos, os historiadores ainda não conseguiram encontrar um único documento alemão que aponte para o Holocausto? Devemos acreditar em pessoas como Raul Hilberg que defendem que, em vez de ordens escritas, havia um “incrível encontro de mentes” que levou a que, literalmente, dezenas de milhares de pessoas coordenassem as suas ações para desenvolver um empreendimento desta magnitude? [mais detalhes: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/04/palavras-de-raul-hilberg.html]
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6. Como é possível que se insista no número de seis milhões de judeus mortos quando o número oficial de judeus mortos em Auschwitz, o principal gulag do Holocausto, foi reduzido do número imediato após o fim da guerra – 3 milhões – para um número que se situa abaixo de um milhão? Por que é que muitas pessoas respondem a esta observação dizendo: “Qual é a diferença se são seis milhões ou se é um milhão”. A resposta é que a diferença são cinco milhões. Outra diferença é que dizendo isso, podemos apanhar três anos numa cadeia Austríaca. Basta perguntar a David Irving!
7. Todos os códigos de guerra da Alemanha foram identificados, inclusivamente aqueles usados para enviar os relatórios diários de Auschwitz para Berlim. As cópias destas mensagens não fazem qualquer menção a execuções em massa, nem mesmo remotamente sugerem qualquer programa de genocídio em progresso. Além do mais, insiste-se que os alemães usaram um tipo de código eufemista para discutir o seu programa de extermínio dos judeus, como por exemplo solução final, tratamento especial, restabelecimento, etc. Por que é que seria necessário eles usarem um tal eufemismo codificado para conversarem entre si, a menos que eles pensassem que os seus códigos tinham sido descobertos pelos Aliados?
8. O nível hidrostático em Auschwitz está a umas meras 18 polegadas abaixo da superfície, o que faz insustentáveis as afirmações de enormes fossas a arder para a eliminação de dezenas de milhares de vítimas [Principalmente as de Elie Wiesel: http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2012/08/wiesel-e-noite.html].
9. Inicialmente, foram feitas afirmações de que tinham acontecido execuções em massa em câmaras de gás homicidas em campos localizados dentro do Antigo Reich, como por exemplo, em Dachau e em Bergen-Belsen. As “provas” para esse efeito eram semelhantes às que nos tinham oferecido para os outros campos, localizados na Polônia ocupada. Porém, sem qualquer explicação, no início dos anos sessenta, passou a ser dito que afinal não era o caso e que todos os “campos da morte” estavam localizados a Leste, ou seja, na Polônia, fora (alguns diriam de forma conveniente) dos olhos dos investigadores ocidentais.
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Planta de Auschwitz

10. Ainda ninguém foi capaz de conciliar as afirmações das testemunhas oculares que entraram nas câmaras de gás e lá estiveram por vinte minutos sem qualquer aparelho protetor com o fato do Zyklon B ser um fumegante “temporal” que teria tido uma capacidade letal pelo menos para mais de vinte e quatro horas. E mesmo depois das vinte e quatro horas, os cadáveres teriam permanecido suficientemente contaminados pelo gás de cianeto de hidrogênio que teriam tido a capacidade de matar qualquer um que os tocasse e que não usasse qualquer proteção.
11. Por que é que deixamos de ouvir as afirmações de que os alemães manufaturaram sabão e candeeiros dos corpos de judeus mortos – poderá ser porque, à luz dos modernos testes forenses e ADN, estas afirmações são totalmente insustentáveis?
12. Por que é que já não ouvimos as afirmações de que um elevado número de judeus foram exterminados em câmaras de vapor ou electrocutado em grades especiais – foram apresentadas “provas” disto em Nuremberga – evidências que chegaram a enviar homens para a forca.
13. Quantas pessoas saberão que os alemães foram acusados em Nuremberga, juntamente com a morte de cerca de seis milhões de judeus, de terem:
- vaporizado 20.000 judeus perto de Auschwitz com energia atômica;
- assassinado 840.000 prisioneiros de guerra russos num campo de concentração de Sachsenhausen, colocando-os depois em crematórios celulares;
- torturado e morto prisioneiros judeus ao ritmo do “Tango da Morte” em Lvov;
- cozinhado em vapor judeus como se fossem lagostas em Treblinka;
- eletrocutado-os em massa em Belzec;
- feito não apenas candeeiros e sabão, mas também bolsas, luvas, encadernações, selas, calções de montar, chinelos, etc, dos restos das suas vítimas;
- morto prisioneiros nos campos de concentração pelos motivos mais fúteis?
[Exemplo: Além de matar os judeus pelo método sistemático, os SS também inventaram novas formas de assassinato: eles empurravam os judeus dos telhados com guarda-chuvas para armar pára-quedas; alguns trabalhadores foram esfaqueados nas costas com uma faca pequena, quando se abaixaram para pegar ramos; outros costuraram calças dos presos depois de jogarem ratos dentro; os bebês foram jogados diretamente em covas de lixo ou foram dilacerados pelo meio de suas pernas.] http://auschwitz.dk/sorbibor.htm
14. Elie Wiesel tem sido descrito como o “Apóstolo da Recordação”. No entanto, na sua autobiografia, “A Noite”, que retrata a sua estada em Auschwitz, ele não faz nenhuma referência às infames câmaras de gás homicidas [reforçando: http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2012/08/wiesel-e-noite.html]. Isto não é um pouco como um dos Evangelhos não fazerem qualquer menção da Cruz?

15. Praticamente cada sobrevivente (ele ou ela) que foi examinado em Auschwitz diz que foi examinado pelo infame Dr. Mengele.
16. De acordo com o testemunho de sobreviventes, centenas de milhares de judeus foram executados em Treblinka e enterrados em sepulturas em massa nas áreas adjacentes. Por que é que extensas investigações a esses cemitérios com sonares revelaram que este legado descanso final para as vítimas do Holocausto permanece intocável desde, pelo menos, a última era glacial?
17. As “provas” do Holocausto assentam principalmente em testemunhos de sobreviventes; existem poucas, se é que existem, provas fortes. As melhores foram descritas por Jean-Claude Pressac como meros “vestígios criminosos”. Até mesmo o Juiz Grey que presidiu ao Julgamento de Irving-Lipstadt comentou que ele tinha ficado surpreendido com as provas que apontavam para o Holocausto serem “extremamente poucas”. Parafraseando Arthur Butz: “Um crime desta magnitude teria deixado uma montanha de provas.” Onde é que elas estão? Existiam muito mais provas contra OJ Simpson no seu julgamento, e ele FOI CONSIDERADO INOCENTE!
18. Por que é que o Revisionismo do Holocausto foi criminalizado pelo menos em onze países? Que outra verdade histórica necessita que a ameaça de prisão ou a destruição de uma carreira se mantenha? Deverá alguém ser enviado para a prisão pelo cepticismo expresso sobre a afirmação oficial chinesa de que eles sofreram trinta e cinco milhões de mortos na Segunda Guerra Mundial?
19. Por que é que os historiadores insistem que “negar o Holocausto” é como negar a escravidão ou dizer que a Terra é plana, quando não se trata de nada disso? Os principais revisionistas são acadêmicos de primeira que possuem graus avançados das principais universidades do mundo. Há algum entre eles que algum que defenda que o mundo é plano ou que escravidão nunca existiu?
20. Os sobreviventes do Holocausto testemunharam que saía fumaça dos crematórios enquanto eles consumiam os corpos das vítimas assassinadas – algumas testemunhas oculares alegaram mesmo elas podiam detectar as suas origens pela cor da fumaça. Como é que isto pode ter credibilidade se é um fato que os crematórios em funcionamento não produzem fumaça de nenhuma cor?
21. De acordo com a versão oficial do Holocausto, centenas de milhares de Judeus Húngaros foram concentrados em meados de 1944 e enviados para Auschwitz onde a maioria foi gaseada logo à chegada e os seus corpos colocados em enormes fossas a arder a céu aberto usando dormentes da via férrea e gasolina. Por que é que não há nenhuma evidência dessas enormes piras funerárias nas fotografias de vigilância e de alta resolução tiradas pelos aviões Aliados que sobrevoavam os campos quase diariamente durante este período de tempo? Além do mais, por que é que não foram encontrados quaisquer corpos, uma vez que as fossas a céu aberto, mesmo quando é usado gasolina, não geram calor suficiente para consumir totalmente um corpo?
22. Todos os campos libertados estavam cobertos de cadáveres; porque é que não existe um único relatório de autópsia ou qualquer outra evidência forense que prove que uma única destas mortes foi em consequência de gás tóxico [As milhares de necropsias feitas por patologistas aliados, como o Dr. Charles Larson, atestam que as vítimas morreram de inanição ou doenças]?
23. O número de mortos no Holocausto conta exclusivamente com estatísticas de população fornecidas por fontes Judias; existe algum estudo demográfico independente que mostre que, aproximadamente, seis milhões de judeus “desapareceram” no fim da guerra?
24. Por que é que os relatórios de inspeção durante a guerra em campos de concentração feitos pela Cruz Vermelha Internacional não contêm nenhuma referência a execuções em massa? Esforça-se por dar credibilidade a que tais crimes monumentais pudessem ser ocultados. As únicas explicações para isso são que, ou estes crimes não ocorreram ou a Cruz Vermelha foi cúmplice no seu encobrimento [Há alguns anos, a Cruz Vermelha soltou um comunicado se desculpando por terem se deixado enganar pelos nazistas, dizendo que "Auschwitz foi o maior erro que cometemos"].
25. Por que é que não houve qualquer esforço para responder ao “Relatório Leuchter”?
26. “O Holocausto foi tecnologicamente possível porque aconteceu”. Por que é que este argumento intelectualmente falido, que é uma autêntica ofensa à nossa inteligência e que é considerado pelos promotores do Holocausto como verdade histórica, é considerado uma resposta suficiente às provas apresentadas pelos Revisionistas?
27. Que outras verdades históricas, além do Holocausto, se assentam apenas nos depoimentos das denominadas “testemunhas oculares” e por que é que nenhum desses testemunhos já algum vez foi examinado?
28. De acordo com a versão oficial do Holocausto, os judeus ignoravam o seu destino mesmo até o fim, tão hábil eram os seus assassinos nazis em enganar as suas vítimas. Como é que podemos aceitar esta ignorância se os judeus, historicamente, foram sempre o grupo das pessoas mais alfabetizadas e altamente informadas do planeta, com acesso lendário aos escalões mais altos do governo [Sem contar que não viam as pilhas de "cadáveres gaseados" que saíam diariamente das "câmaras de gás"?]?

Revisionismo em Linha, 23/01/2012.