Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Lavanderia

Amigos e amigas.
Lavagem de dinheiro possivelmente existe desde que inventaram o dinheiro. A diferença hoje em dia é o aprimoramento das técnicas, sem contar a indelével cara-de-pau que faz os pegos em flagrante garantirem que não faziam ideia do que de fato acontecia.

Vejam abaixo uma antiga reportagem sobre o assunto, só para ilustrar o tamanho da sujeira e desfaçatez desses super corruptos e corruptores que cada vez mais estão ativos nos bastidores.
FAB29

Ma'ariv, 2 de Setembro de 1994
Por: Ben Kaspit, o correspondente de Nova York

O Rabino Yosef Crozer caiu por causa de sua boca grande. "Eu lavo dinheiro, um monte de dinheiro", ele disse uma vez a um conhecido. "Cada dia, eu pego US$300.000 da rua 47 em Manhattan, trago-os para a sinagoga, dou um recibo e então pego a comissão". O homem que ouviu aquela história de Crozer era, que azar, um agente secreto judeu da agência Norte-Americana para combate ao uso de drogas (DEA). Um mês mais tarde, em fevereiro de 1990, Crozer foi preso por agentes em seu caminho da rua 47 para o Brooklyn. Encontraram com ele livros de preces, cinco passaportes, e também US$280,000 dólares em dinheiro vivo dentro do porta-malas do seu carro. Ele viajava nesta rota todos os dias. Ele iria chegar ao escritório de comércio de ouro na rua 47 à tarde, e sair logo depois, carregando malas e sacolas cheias de dinheiro. De lá, ele iria dirigir até a sinagoga "Hessed Ve'Tzadaka" ["Mercê e Caridade"] no Brooklyn, que tinha se tornado um instrumento para a lavagem de milhões de dólares, renda obtida da venda de drogas na área de Nova York.
Essa era a maneira como Crozer ganhava a vida. Assumindo que a comissão para lavar dinheiro variava na área de 2 a 6%, pode-se presumir que o Rabino Crozer não tenha passado fome. Os investigadores que o questionaram enfrentaram uma tarefa simples: um judeu respeitável e religioso que nunca imaginou que seria interrogado, filho de um rabino altamente respeitado que liderou um grande yeshiva na cidade de New Square, Crozer não opôs resistência e cooperou. Mas então seu advogado, Stanley Lupkin, argumentou que seu cliente, um judeu devoto, não tinha nenhuma ideia de que estava lavando dinheiro de drogas. Crozer, de acordo com seu advogado, acreditava que ele estava lavando dinheiro para "um comerciante judeu de diamantes que negociava em dinheiro e não para traficantes de droga gentios (não-judeus)", e estava usando a situação para fazer algum dinheiro apenas para sua sinagoga. Parece que este argumento teve algum efeito porque Crozer foi sentenciado a um ano e um dia de prisão. Em troca de uma sentença mais suave, ele forneceu a seus interrogadores informações valiosas que lhes ajudaram a capturar uma pessoa que eles estavam procurando por muito tempo: Avraham Sharir, um outro judeu religioso, proprietário de um escritório de comércio de ouro na rua 47 que era realmente um dos maiores tubarões da lavagem de dinheiro de drogas em Nova YorkSharir, um judeu israelense de cerca de 45 anos de idade, confessou subsequentemente ter lavado $200 milhões de dólares para o cartel colombiano de Kali. (...)
Apesar de sua ativa imaginação, os barões da droga encontram dificuldades para manter isto funcionando. $25 bilhões de dólares é muito dinheiro e deve preencher muito espaço, visto que a maioria do dinheiro ganho em tráfico de drogas vem em notas de $10 a $20 dólares. E é aí que o encontro entre os cartéis das drogas e a rua 47 em Manhattan é feito. Esta rua é o centro mundial para o comércio de diamantes, ouro, jóias e pedras preciosas. Centenas de negócios estão aglomerados lá, entre a Quinta e a Sexta avenida: lojas, comércios, salões de exposição. Nas salas dos fundos e nos andares superiores, longe do acesso público, a ação ocorre. Aquele é o lugar onde os principais comerciantes se sentam; é o lugar onde os negócios são feitos. Os diamantes, o ouro e as jóias passam de mão em mão, com um cumprimento. A frenética atividade lá oferece um encobrimento ideal para transferências ilegais de dinheiro. "De fato, até mesmo negócios legítimos parecem, na rua 47, serem obscuros e misteriosos", disse um oficial investigador de comércio. "Mercadorias chegam constantemente, caixas, malas e pacotes são abertos constantemente, tudo chega em carros blindados, sob pesada segurança e um escudo de segredo. Agora, vá tentar achar o dinheiro sujo".
"A conexão entre os barões da droga e a rua 47 é ideal.", um investigador americano de comércio disse ao "Ma'ariv". Na indústria do ouro e dos diamantes circulam grandes quantidades de dinheiro. Os comerciantes de diamante estão acostumados a transportar grandes quantidades de dinheiro vivo, de um estado a outro, eficientemente e sem deixar um traço. Grandes quantidades de dinheiro passam de mão em mão na rua 47, sem despertar suspeita. Um comerciante de diamantes pode lavar $5 milhões de dólares por dia, sem despertar atenção especial. É difícil monitorar os negócios, localizar as fontes do dinheiro e é muito difícil de se infiltrar naquele campo fechado, que é baseado em conhecimentos pessoais e confiança. Adicionado a isso está o fato de que, no curso dos últimos cinco anos, a indústria do diamante na rua 47 tem estado em um forte declínio, que conduziu muitos comerciantes à bancarrota. "Um comerciante como este", disse um investigador, "enfrenta a escolha da bancarrota ou de fazer dinheiro fácil, rapidamente e relativamente seguro. Não todos são fortes o bastante para resistir à tentação".
Tudo aquilo não seria do nosso interesse se não fosse pela presença maciça israelense ou judaica na rua 47. "No mínimo, 50% dos comerciantes de diamante lá são israelenses", assim disse um comerciante israelense de diamantes, que deseja permanecer anônimo, ao "Ma'ariv". "Não são poucos também os israelenses que operam no campo das jóias, de pedras preciosas e de ouro. Todos vieram a Nova York para fazer dinheiro rápido, conquistar o mercado, obter sua grande fortuna. Nem todos tiveram sucesso, especialmente nos últimos tempos. Mas a presença judaica na rua 47 é muito maior do que isso. Os peritos no campo estimam que 75-80% dos comerciantes ativos na rua são judeus. Uma grande parte deles são judeus ortodoxos muito religiosos, principalmente Hassídicos. Há também uma representação respeitável de judeus do Irã e da Síria, geralmente também muito religiosos. Alguém pode passar muito bem falando hebraico na rua 47. Há muito mais restaurantes kosher na área do que em Tel-Aviv inteira. O lugar é também a maior lavanderia de dinheiro das drogas nos Estados Unidos. (...)
Em meses recentes, os agentes da Eldorado (Força Tarefa especializada no assunto) descobriram um novo centro de operações. Ele foi denominado o Triângulo da Cocaína. Seus lados são: Barões colombianos da droga, lavadores de dinheiro Judeus-Israelenses e Mafiosos Judeus-Russos. Os colombianos captam o dinheiro, os israelenses lavam-no, os mafiosos judeus-russos (que tem recentemente infestado Nova York em verdadeiros enxames), fornecem a segurança e os músculos de proteção. Um jornalista de Nova York disse recentemente ao "Ma'ariv": "Os judeus israelenses estão ganhando notoriedade no mercado de lavagem de dinheiro. Você somente precisa olhar a lista das prisões e dos indiciamentos dos últimos 3 anos, a fim de perceber a enorme extensão da participação israelense nesse campo".
Uma razão para o poder crescente dos Judeus no negócio de lavagem de dinheiro é a Lei do Retorno, com sua fácil possibilidade de fuga para Israel. Em maio de 1993, cinco membros judeus da lavagem de dinheiro internacional que tinham trabalhado com o cartel de Kali foram presos. O círculo mafioso foi exposto depois de uma operação 'de mordida' do FBI, na estrutura na qual esse círculo mafioso estabeleceu, numa empresa fictícia chamada Prisma, que serviu ao grupo para a lavagem de dinheiro. No curso de menos de um ano, 22,5 milhões de dólares foram lavados através da companhia. O chefe do grupo era um israelense chamado Zion Ya'akov Evenheim, conhecido como 'Zero' Evenheim, que tinha dupla cidadania, tanto israelense quanto colombiana, que permanecia em Kali, onde ele coordenava a atividade e supervisionava as transferências de dinheiro. A maioria dos membros do círculo foi presa em maio de 1993. Evenheim foi preso pela Interpol na Suíça e extraditado para os Estados Unidos. Ele está cooperando com o FBI. Outros Israelenses detidos; Raymond Shoshana, 38, Daniella Levi, 30, Binyamin Hazon, Meir Ochayon, 33, Alex Ajami, 34. Muitos outros suspeitos escaparam para Israel, e há dificuldades em extraditá-los para os Estados Unidos.
No curso da investigação, os agentes do FBI gravaram centenas de horas de conversações em Hebraico entre os suspeitos israelenses.Com a finalidade de traduzir o material, empregaram, entre outros, Neil Elefant, um residente Judeu de Nova Jersey, que viveu em Israel por um período e que falava Hebraico fluente. Elefant traduziu e traduziu, até que um dia em maio de 1992 ele se espantou ao descobrir entre os falantes um amigo, Jack Zbeida, um negociante Judeu de antiguidades do Brooklyn. Elefant ficou então em um difícil dilema. Ele foi se aconselhar com seu rabino, Elazar Teitz, que lhe disse que seu dever religioso deveria ser advertir Zbeida. Elefant então secretamente encontrou-se com Zbeida e lhe disse que ele estava sendo visado pelo FBI. Alex Ajami, um judeu israelense que era um dos chefes da gangue também estava presente. Zbeida e Ajami apressaram-se em oferecer cooperação ao FBI, se voltando contra Elefant, denunciando-o. Ele foi preso e acusado de interferir com os procedimentos legais. Ele argumentou que uma das razões para sua decisão em advertir Zbeida era a vigilância, quase aproximando-se de anti-semitismo, que encontrou entre os agentes do FBI, tentando envolver o estado de Israel em casos de drogas.
juiz Kevin Duffy sentenciou Elefant a 18 meses de prisão. No ínterim, o FBI foi forçado a prender apressadamente todos aqueles envolvidos no caso. Apesar da pressa, muitos judeus israelenses envolvidos fugiram para Israel. Alguns poucos das dezenas de judeus americanos e israelenses que fugiram nesta ocasião para Israel são: Raymond ShoshanaAdi TalDavid Va'anunu, seu sobrinho Yishai VanunuYa'akov Cohen. A maioria deles saíram do caso com montes de dinheiro, que levaram consigo também a Israel. Os americanos sabem que as possibilidades de que qualquer um deles seja extraditado para os Estados Unidos são perto de zero.
A história de Adi Tal é digna de descrição. É um jovem que impressiona, de boa aparência, com um bom registro no exército, um filho de uma família israelense fina, anteriormente um guarda de segurança na El-Al. Tudo isso não impediu Tal de se tornar envolvido na lavagem de dinheiro das drogas já em 1988. Em março de 1988, as autoridades americanas prenderam 11 membros do anel de lavagem de dinheiro, incluindo Tal e seu melhor amigo, também um israelense, Nir Goldstein. Os investigadores disseram, então, que Tal e seus amigos tinham operado cautelosamente, usado pseudônimos e códigos e vivido no medo constante. Eles iriam receber grandes quantidade dinheiro de entregadores colombianos, dividir o dinheiro em partes menores do que 10.000 dólares (qualquer quantidade superior à 10.000 dólares que é depositada num banco norte-americano requer um relatório), depositar as partes em bancos e convertê-las em travellers checks que eles enviariam, por meio de entregadores internacionais, para uma empresa falsa no Panamá. O código mais popular que o grupo de Tal usava foi emprestado da indústria do diamante. Quando a informação era transmitida sobre a transferência de um diamante de 30,4 quilates, isto significava a quantia de $30.400 dólares. Tal trabalhava para o lavador de dinheiro do cartel de Kali, Jose Satro. Os Colombianos constantemente exerciam pressão sobre ele para aumentar a amplitude da lavagem de dinheiro. Tal estava temeroso. "Ele vivia no medo constante, suas malas estavam sempre prontas e ele estava preparado para fugir a qualquer minuto para Israel", um investigador disse.

Um membro importante do anel de lavagem de dinheiro de Tal era o Rabino Shalom Leviatan, um Hassídico Lubavitch, o cabeça da filial em Seattle. Supõe-se que todo o considerável poder político destes Hassídicos e de seu rabino (então vivo), era aplicado em favor desse anel de lavagem de dinheiro. "Minhas intenções eram boas", Leviatan disse depois que foi capturado. "Uma pessoa aprende da experiência", ele completou. De acordo com ele, ele não sabia que lavava dinheiro das drogas, e tinha certeza de que estava ajudando aos judeus iranianos a tentar contrabandear seu dinheiro para fora do Irã. Leviatan saiu facilmente dessa encrenca e foi sentenciado com serviço para a comunidade por 30 dias. Tal, que confessou lavar 10 milhões de dólares, foi sentenciado a 52 meses de prisão. Ele cumpriu a sua sentença na cadeia de Danbury em Connecticut, mas não aprendeu sua lição. Quando foi liberado, ele se juntou a uma gangue que foi capturada na operação 'sting' do FBI. E desta vez, ele conseguiu fugir para Israel, onde aparentemente ele permanece até hoje. (...)
Indubitavelmente, uma das maneiras mais populares e mais bem sucedidas de lavar o dinheiro é através das instituições religiosas judaicas, tais como yeshivas e sinagogas. Uma vez que a maioria comerciantes de ouro e de diamantes da rua 47 são judeus religiosos, o processo é feito mais facilmente. As instituições religiosas judaicas necessitam profundamente de fundos. Os traficantes de drogas colombianos podem ser generosos. Eles transferem seu dinheiro das drogas como doações, que vão para instituições religiosas judaicas por uma porta e saem pela outra porta de volta aos doadores. Nesse processo, a sinagoga ou o yeshiva obtêm uma porcentagem respeitável para seus usos religiosos. Todos ficam felizes: os barões das drogas, que lavam seu dinheiro rapidamente e eficientemente e as sinagogas ou os yeshivas, que fazem dinheiro fácil.

A primeira operação de lavagem de dinheiro na qual um instituto judaico em New York estava envolvido já tinha sido exposta já em 1984. Um anel que lavava aproximadamente $23 milhões de dólares quando faziam um lucro de $2 milhões operava no yeshiva mais velho da cidade, "Tifereth Yerushalayim", situado em Manhattan. A lavagem era executada para o cartel de Kali. O homem de contato era David Va'anunu, mencionado no contexto do caso da Prisma, que trabalhou com o lavador principal do cartel, Jose Sairo. O representante do yeshiva era um Hassídico muito religioso, Mendel Goldenberger, que diariamente recebia o dinheiro de Va'anunu e depositava o dinheiro nas contas do yeshiva. Goldenberger, que reivindicou não conhecer a fonte do dinheiro, foi condenado por forjar documentos bancários e lhe foi dada uma sentença de cinco anos. Vanunu foi condenado, sentenciado a oito anos de prisão, mas liberado antes, depois que ele se tornou um informante para a DEA. Mais tarde, como foi dito, ele se envolveu em encrencas novamente e fugiu dos Estados Unidos. Nove pessoas foram condenadas neste caso, incluindo o Rabino Israel Eidelman, vice-presidente do yeshiva, e alguns de seus dignitários. A Tiferet Yerushalayim enfrentava dificuldades financeiras nesse período. Seus líderes tentaram manter o número dos estudantes pagando com os lucros da lavagem do dinheiro das drogas.
Esse fenômeno é muito comum entre os judeus de Nova York. Muitas congregações judaicas estão acabando porque seus membros estão saindo da cidade ou de suas vizinhanças anteriores. Assim, estão perdendo suas fontes de renda e estão enfrentando dívidas enormes. Nesta situação, o caminho é curto para que a sinagoga ou o yeshiva lave o dinheiro das drogas como um dever religioso, desde que isso signifique dinheiro fácil; montes dele. "A lavagem de dinheiro é extremamente benéfica aos yeshivas e outras instituições religiosas judaicas", disse uma fonte próxima da investigação. "Eles estão em uma situação difícil e conseqüentemente fazem vista grossa para o problema das drogas. Não perguntam qual é a fonte do dinheiro desde que ele continue vindo". A atitude da comunidade judaica religiosa, de acordo com a mesma fonte, é a de que "drogas são vendidas de qualquer forma. Enquanto ela não prejudicar nossa própria comunidade e somente fizer bem para ela, não importa se nós nos beneficiamos do comércio de drogas". O papel de Israel é, em muitos casos, fazer a conexão entre as comunidades judaicas religiosas de Nova York e os Colombianos.
Os Colombianos estão mais satisfeitos com este método de lavagem do que qualquer outro porque, por razões políticas, ele é uma maneira relativamente segura que possivelmente poderia-se assumir que não fosse investigada com rigor pelas autoridades Norte-Americanas. Somente em julho de 1990 a situação começou a mudar. As autoridades federais reiniciaram uma investigação sobre alguns judeus hassídicos de Williamsburg, proprietários de joalherias na rua 47 que se tornaram suspeitas de lavagem de dinheiro das drogas. A investigação focalizou-se nos irmãos NaftaliMiklosh e Yitzhak Shlesinger, e em Ya'akov Shlesinger (filho de Naftali) e em Milon Jakoby seu sobrinho. Os investigadores encontraram evidências de conexões próximas entre os Shlesingers e os irmãos Andonian, membros de uma família colombiana acusada de lavar quase um bilhão de dólares. Os Shlesingers foram suspeitos da lavagem de dinheiro por meio de uma subsidiária chamada Bali, através de cheques assinados da conta do "Acampamento Yereim" ["Acampamento dos religiosos"] - um acampamento de verão de judeus Hassídicos em Catskills. O Acampamento Yereim nega qualquer ligação com aqueles cheques. Em 7 de Abril deste ano, o Rabino Abraham Lau, um Hassídico  proeminente da sinagoga "Magen Abraham", em Los Angeles, foi condenado de conspiração para lavar dinheiro das drogas. Lau é casado com a sobrinha do Satmar Rebbe,  Moshe Teitlebaum, que detêm uma influência política enorme no estado de Nova York. Infelizmente, Lau disse a um agente disfarçado do FBI sobre "uma rede sagrada" de Satmar Hassídicos, em que outros judeus ortodoxos participavam também. A "rede sagrada", cuja sociedade era limitada estritamente a judeus religiosos, operava na área da rua 47 em New York e era capaz de lavar até $5 milhões por semana, graças a seus amplos contatos com instituições de caridade judaicas.
Completo aqui: http://www.radioislam.org/shahak/portug/laund.htm