Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Patético é pouco!

Amigos e amigas.
Algo que acontece a torto e a direito e todos os dias pelo mundo inteiro em todos os níveis possíveis mais uma vez toma contornos de patético. Juca Kfouri escreveu um texto com o título: "Prendam esta mulher!", referente à moça torcedora gremista que xingou o goleiro santista Aranha de "macaco". A histeria prossegue nesses dois próximos links:



Já neste, Wanderlei Luxemburgo mostra muito mais equilíbrio e consciência:


Nunca serei favorável ao preconceito, mas o rumo que a grande podre mídia está dando a esse "caso de racismo" vem a provar o quanto estamos manietados e somos manipulados por essa mídia. Como iniciei o post, aquilo acontece O TEMPO TODO EM TODOS OS NÍVEIS! Lembremos:

- Quem nunca ouviu chamarem um gordo de "hipopótamo"?
- Ou então, chamarem as loiras de "antas"?
- Quantos não chamam português de "burro"?
- É super comum chamar magrelo de "cegonha"; e bem mais.

Mas chamar negro de "macaco" ou homossexual de "veado" é intolerável a ponto de virar processo e até cadeia! Os "especialistas" dizem que o buraco é mais embaixo porque as raízes dessas duas últimas pechas tem um cunho social muito mais deletério, muito mais ofensivo e desagregador. Ah, sim?! Baseados em qual escala de valores? Os primeiros citados devem fazer ouvidos moucos, ignorar, "entrar na onda" sem se deixar ofender por uma bobagem dessas enquanto os dois últimos são mais sensíveis, melindrados, intocáveis?
Isto seria motivo de processo?
Há quem "morra de rir" com besteiras assim...
Chamam de liberdade de expressão tirar todo tipo de sarro de fanhoso, feioso, baixinho e tantos outros tipos físicos, além de japonês, argentino, muçulmano, índio, branco, cristão, etc. Eu também acho e NINGUÉM deveria ser "protegido em suas suscetibilidades" por uma simples zoeira. Afinal, só os estúpidos fiam sua vida na opinião alheia. Se eu fosse o Aranha, desprezaria olimpicamente toda e qualquer tiração de sarro desse desnível. E se me perguntassem, eu diria com um largo sorriso: "Este 'macaco' ganha dez ou até vinte vezes mais que qualquer um dos seus 'ofensores'. Tenho minha vida e a de minha família dignamente garantida. Nunca precisei de nada deles e continuarei assim." Soma-se a isto o fato de que muitas pessoas me respeitariam e me tratariam bem.  Bem disse James Bond: "Viva e deixe morrer!"

Concluo que essa cultura da histeria é apenas uma faceta nefasta, sórdida e hipócrita da grande corrupção que permeia toda a gama de nossa existência. Sua função é desunir, criar celeumas, cisões, desconfianças, mal quereres, impedindo que se formem correntes sociais sólidas, fato que destruiria em pouco tempo todo o esforço que os parasitas da humanidade empenharam para se instalar confortavelmente no âmago da humanidade.

Ainda tenho esperanças de que as pessoas se conscientizem de uma vez por todas que, apesar de sermos seres gregários e que só progredimos e somos completos em sociedade, somos indivíduos, únicos, especiais, originais. Nossa vida é só nossa e urge sermos autossuficientes, independentes, plenos para, desta maneira, sermos de mais valia a quem amamos e fortes para execrar maledicentes que só sobrevivem em nossas fraquezas em todos os sentidos.