Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Crentes e dementes

Amigos e amigas.
Ninguém duvida de que muitos judeus foram perseguidos, mal quistos, maltratados, expulsos, espoliados e até assassinados durante a Segunda Guerra (e não só neste período. Desde a Antiguidade e por centenas de povos!). O que se contesta justamente é a imensa quantidade de absurdos e impossibilidades contida na historiografia do holocausto, criada por pilantras e financiada pelos corruptores do mundo.

Como nunca é demais, vou relembrar uma dessas demências que a maioria de crentes cegos do holocausto desconhecem ou simplesmente eufemizam, afirmando ser "caso isolado" ou pior. Vejam (ou relembrem) o insano Kurt Gerstein, com minha tradução daqui:
Kurt Gerstein
Algumas das declarações mais surpreendentes encontradas na literatura sobre a "Solução Final" é o número de pessoas que poderiam caber em várias salas e edifícios, ditos para serem usados como câmaras de gás. Dos vários relatos escritos que mencionam as relações pessoas/área, um dos maiores que eu tenho observado está contido nas diversas contas do oficial da SS, Kurt Gerstein.

De acordo com Gerstein, ele esteve presente em um gaseamento, perto da cidade polonesa de Belzec, em agosto de 1942. Um comboio de 45 carros chegou ao campo SS, contendo 6.700 judeus, 1.450 dos quais já estavam mortos. Aqueles que estavam vivos (5250) foram orientados a se despir e proceder nus para um edifício à frente deles. Ali, um homem das SS disse às vítimas que elas teriam que entrar nas salas do edifício para serem desinfectadas, após o quê elas seriam colocadas para trabalhar na construção de estradas e casas.

Gerstein disse: "Quanto a mim, eu fiquei com o capitão Wirth em cima na rampa, entre as câmaras da morte. ... As mães com seus bebês no peito, as pequenas crianças nuas, os adultos, homens e mulheres, em confusão, todos nus - eles hesitam - mas entraram nas câmaras de morte, impulsionados pelos outros atrás deles ou pelos chicotes de couro da SS. A maioria sem dizer uma palavra, como um cordeiro levado ao matadouro...! As câmaras estão enchendo. "Empurre bem!", isso foi o que o capitão Wirth ordenou. As pessoas estão pisando no pé do outro; 700-800 pessoas em 25 metros quadrados, 45 metros cúbicos. Eu fiz uma estimativa:

Peso médio: no máximo, 35 kg, mais da metade é de crianças; o peso específico, portanto, 25.250 kg de seres humanos por câmara. Wirth está certo: se os homens da SS empurrarem um pouco, pode-se colocar 750 pessoas em 45 metros cúbicos! - E os homens da SS os empurram com suas chibatas e obriga-os a entrar, tanto quanto é fisicamente possível. As portas se fecham." (Manuscrito T6)

As pessoas, depois de um atraso de várias horas, foram gaseadas até à morte com o escape de um motor a diesel canalizado para cada câmara de gás utilizada.

Note-se por Henri Roques que todos os seis manuscritos de Gerstein estão de acordo que as câmaras de gás de Belzec tinham, cada uma, uma área de 25 metros quadrados e um volume cúbico de 45 metros cúbicos. Além disso, todos os seis manuscritos concordam que os SS forçaram 700-800 pessoas em cada câmara. Deve notar-se que estes valores resultam em uma proporção de 28 a 32 pessoas por metro cúbico. É aí que reside um dos problemas mais graves para os historiadores da "Solução Final". Vamos agora observar como os historiadores têm tratado essa proporção de pessoas para a área. (...)

No Tribunal Militar americano (julgamentos de crimes de guerra sob a jurisdição do Exército dos EUA, que julgou os "menores criminosos de guerra"), a "Confissão" de Gerstein  foi usada como evidência pela Promotoria para provar que o pessoal do Programa de Eutanásia havia realizado a tarefa de exterminar os judeus das áreas orientais após o Programa ter sido descontinuado no verão de 1941. O relatório do Tribunal reproduz corretamente a proporção de Gerstein: "700-800 esmagados juntos em 25 metros quadrados, em 45 metros cúbicos!" Não há, no entanto, nem um comentário sobre as estatísticas de 28-32 pessoas por metro quadrado.

Muitos anos depois (e após muitos terem sido sumariamente executados por essa "confissão") é que os números foram amenizados. Por exemplo, por Leon Poliakov e Robert Neumann:

A partir de 1951, no entanto, Leon Poliakov publicou o "Breviário do Ódio", que continha uma versão de Gerstein que diferia radicalmente dos textos disponíveis. A área das câmaras de gás apareceu como 93 metros quadrados, assim reduzindo os valores de Gerstein para um muito mais crível 7,5-8,6 pessoas / m². Como Poliakov obteve o "93 m²" não foi indicado na época, e seu livro não fez nenhuma menção aos "25 m²" em todos os textos de Gerstein. No mínimo, Poliakov foi assim culpado de introduzir um erro gritante, e na pior das hipóteses, de fabricar um texto falso a fim de evitar quaisquer dúvidas sobre a confiabilidade de Gerstein. (...)

Em 1961, Robert Neumann mudou o número de pessoas nas câmaras de gás de 700-800 para 170-180, produzindo assim 6,8-7,2 pessoas / m², novamente uma cifra muito mais crível do que 28-32 / m². Henri Roques trata da metamorfose das cifras de Gerstein com mais detalhes em seu excelente livro de referência, o 'Confissões de Kurt Gerstein'.

Essas "brincadeiras" com os números do holocausto são uma constante. Tratei delas nesta sequência de posts sobre os ditos "campos de extermínio" da II Guerra:


Talvez a mais famosa mudança (de novo eufemizada pela maioria e não explicada até hoje) foi, em meados da década de 1990, a redução do número oficial de mortos em Auschwitz, de 4 milhões (sendo 3 milhões de judeus, metade do holocausto) para 1,5 milhão (baixando para 1 milhão de judeus). Até hoje estão tentando "realocar" os dois milhões de judeus assassinados que "evaporaram".


Haja matemática!
FAB29