Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 11 de janeiro de 2015

Fraude mal feita!

Amigos e amigas.
Resolvi dar meu pitaco nessa história toda do "atentado à Charlie Hebdo" em Paris, após ler e escutar um bocado dos dois lados. Para quem não sabe, eis algumas informações sobre a arma usada pelos ditos terroristas no atentado aos responsáveis pela revista e no famigerado assassinato do policial: o fuzil kalashnikov.

"De fácil manejo, a arma não requer treinamentos prolongados, razão pela qual é muito popular em países africanos, asiáticos e latino-americanos, especialmente preferida por unidades paramilitares. 
Mas a Kalashnikov apresenta algumas desvantagens, dentre as quais seu baixo poder de fogo: apenas as duas primeiras balas de uma rajada atingem o alvo. As seguintes são dispersadas em leque."
Rifle AK MON.jpg
Fuzil/espingarda de assalto de calibre 7,62 x 39 mm; carregada, pesa mais de 4 kg.
Cartucho do fuzil
"O Kalashnikov AK-47 compensa tudo com sua capacidade de desencadear uma parede de chumbo letal; com sua capacidade de 600 tiros por minuto."


Só olhando o tamanho do cartucho, imaginamos o estrago que ele faz ao acertar alguém ou qualquer coisa. Vocês já prestaram atenção para o momento do "assassinato" do policial em Paris? Então, repare no vídeo abaixo: foi um tiro à queima roupa com uma kalashnikov (com seu "cartucho de bazuca") que não produziu nem um esguicho de sangue; a cabeça do policial sequer se mexeu com o pretenso super impacto; e a "bala" pegou claramente na calçada a dezenas de centímetros dele, sem tirar nem mesmo UMA LASCA da calçada! Vejam AQUI do que uma Magnum 500 (bem menor que um rifle Kalashnikov) é capaz.

E, no vídeo abaixo, uma chacoalhada nessa patacoada toda:



Também pode vê-lo no link:

Vejam mais algumas incongruências (puro eufemismo!) dessa história toda AQUI! Se ainda assim, continuarem crendo que tudo não passa de outra ridícula teoria da conspiração, de desocupados que "procuram pelo em ovo", meus pêsames! Você está pronto para viver a NOM!
FAB29

Em tempo: Fica esta dúvida que outros já colocaram sobre a "liberdade de expressão" francesa: Por que está tudo bem quando a "Charlie Hebdo" zomba do Islã e o polêmico comediante Dieudonne M'Bala M'Bala é massacrado por ridicularizar os judeus? Por que um é definido como "incitação ao ódio" e o outro não?

6 comentários:

  1. Talvez o tiro não tenha acertado, e o homem caído de fingiu de morto.

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    1. Logo, ele está bem vivo e poderia dar sua versão dos fatos, certo?

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  2. Acho que o artigo é eloquente nesse ponto:

    "Hipótese ainda mais sinistra: as ambiguidades e lacunas foram propositalmente deixadas na produção. Desde os estudos feitos por Gordon Allport e Leo Postman em 1947 (leia A Psicología del Rumor, Psique, 1988), o fator ambiguidade é considerado o fator mais importante na transformação de uma informação em boato ou meme. A dúvida entre a realidade e a mentira dá ainda mais alcance à notícia, produzindo uma espiral especulativa. Portanto, estaríamos diante de um meta-terrorismo: um terrorismo autoconsciente onde o relato midiaticamente ambíguo do atentado se torna mais uma arma letal."


    Alguns evento como o de Paris devem ser encenados na frequência certa para manter na mente das pessoas a história de "um mundo dominado pelo terror", como no caso do conceito de "Guerra Fria", alimentado pela "Crise dos Mísseis de Cuba", por exemplo.

    A falta de coerência da última encenação estimula especulações e, portanto, o debate... Toda a mídia, fóruns, qualquer ambiente de debate real ou virtual envolve as pessoas em torno do assunto, nesse caso, o já citado conceito da "realidade de um mundo ameaçado pelo terror."

    Temos que ter cuidado para não cairmos na armadilha de ficar alimentado essa trolagem da realidade. Tomar cuidado para não sermos cúmplices na perpetuação de uma certa descrição da realidade que sabemos a quem serve, e todo sofrimento que causa.


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    1. Bem colocado, mas é melhor do que ficarmos passivos.

      Uma vez que a dúvida permeia qualquer ocorrido, cabe a cada um procurar a verdade dos fatos, questionando sempre e só aceitando quando cada ponto duvidoso for esclarecido.

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